dos reles de espírito: ‘reprise’ [e com ‘brasão abençoado’ incluído]

© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)

caríssima(o),

brevíssimos considerandos antes de ir(-mos) para fim-de-semana:

i)

estou muito desapontado.
ontem lancei um desafio (que considerei) aliciante, propondo duas singelas respostas a duas perguntas que julguei serem pertinentes.
à data e hora em que redijo estas linhas, o número de respostas recebidas é bastante redondo: Ø (z-e-r-o).
portanto, acredito que o defeito esteja em mim…
mesmo assim, lastimo não te poder oferecer, para lá do meu público reconhecimento, uma camisola oficial do nosso Futebol Clube do Porto. sim!, era esse o prémio a atribuir;

ii)

no seguimento do ponto anterior, informo-te que:

» à minha singela pergunta«qual será a (cor)relação entre esta notícia (aqui) e este artigo de opinião (aqui)?», a resposta seria a identificação da agremiação da Segunda Circular, com a sua «gloriosa» cor, e com os energúmenos envolvidos nos desacatos revelados nos dois artigos; aliás, não poderia ser mais explícito «(cor)relação»;

» à minha singela pergunta: «qual será o motivo principal da minha indignação aquando da leitura deste artigo de opinião (aqui)?», a resposta seria o porquê de, numa peça jornalística toda ela dedicada à agremiação de Carnide, as fotografias que a embelezam serem praticamente de público afecto à cor azul-e-branca e no Dragãozinho? pois…

iii)

a partilha da imagem GIF da agressão ao Brahimiultrapassou o número de visualizações dos vídeos entretanto censurados. e em «ambos os dois canais» de divulgação. juntos.
confirma-se, portanto, mais uma vez e para desalento dos delatores, que o fruto proibido é o mais apetecido;

iv)

muitas vezes, a transmissão mais eficaz do que se pretende transmitir é feito de uma forma simples e simplificada. eis um exemplo laconicamente brutal;

v)

ainda a propósito de comunicação eficaz.
ontem, o nosso clube do coração emitiu um comunicado a propósito de (mais) uma incongruência editorial lá pela redacção do lixo tóxico do grupo cofina.
repito: (mais) uma manifestação de pura e evidente «má fé» e de completo atropelo do Código Deontológico de quem pretende, um dia, vir a ser um jornalista íntegro.
por mim, no seguimento de diversas opiniões nesse sentido, e se tivesse o p(h)oder para tal, pura e simplesmente vedava o acesso total às instalações do Clube a trabalhadores afectos a órgãos de Comunicação Social que muito nos amam; mas daquelas paixões assolapadas, não um qualquer fogacho de Verão, bem entendido…
e se as conferências de Imprensa estivessem às moscas, seria para o lado que dormiria melhor, porque recordo-me sempre da decisão tomada por Luís Castro, na época transacta, quando tomou as rédeas da equipa principal: a antevisão dos encontros de carácter nacional era feita única e exclusivamente aos microfones do Porto Canal. e, quando tivesse que responder, faria tal e qual como o CR(já não tão)triste® ao (abjecto) canal de televisão do grupo cofina.

na segunda parte desta posta de pescada®, a partir de um no pare, sigue, sigue ali mais abaixo, logo depois do «gosto» do faceboKas®, e para quem tiver interesse, segue (mais) um exemplo (e que recupero, pois que já o abordei anteriormente, em Setembro de 2011), de um autêntico pasquim que, comigo a mandar, ficaria bem longe de nós e do nosso mundo, e que justifica o porquê de defender aquela interdição.

disse!

© pasquim da Travessa da Queimada | o dragão

«


Reles, impróprio para consumo, miserável, mesquinho, deplorável. A edição de 25 de Abril do [pasquim da Travessa da Queimada] tentou, pela enésima vez, fazer humor à custa do presidente do FC Porto, apostando numa canalhice de mau gosto e avançando num caminho sem retorno. O diário desportivo brincou com a gravíssima doença de uma criança para atingir terceiros. Isso diz tudo acerca da escumalha que valida tais critérios.

A azia está para durar. É sempre assim quando o FC Porto é campeão ou vence uma competição europeia. Os sais de frutos desaparecem das prateleiras dos hipermercados, as farmácias vendem como nunca embalagens de medicamentos antiácidos, os jornais de tendência sulista assumem as dores dos perdedores. É uma sina inerente a cada conquista azul e branca, um dano colateral que, sinceramente, não justifica mais que um penitente encolher de ombros. Os pobres de espírito não são merecedores de muito mais.

Os portistas há muito estão identificados com a lógica do [pasquim da Travessa da Queimada] e não estranham a diferença de tratamento entre o FC Porto e outros emblemas. Todos sabem que isenção e independência estão longe de ser conceitos que norteiam as chefias da Travessa da Queimada. Basta pegar, por exemplo, na edição desta quarta-feira para perceber a mórbida dor de cotovelo que lhes tolhe a visão.

Este caso, todavia, fixou-se para lá de todos os limites da decência. Estamos a falar da morbidez de uma chalaça que, sinceramente, só nos faz ter pena de quem a concebeu e, ainda mais, de quem a aprovou. Ou será que os responsáveis em questão são tão néscios que apenas se preocupam com as suas páginas do jornal, aquelas onde se curvam perante um clube e tentam esbater os feitos dos outros?

O histerismo e a raiva desta gente indecorosa não afecta minimamente o FC Porto. A falta de rigor jornalístico só dá vontade de rir. Muito mais que as piadas forçadas e pouco criativas. O que efectivamente revolta é esta leviandade intolerável. A vitória do FC Porto em Penafiel e os festejos do 21º campeonato terão constituído uma rara alegria na vida injustamente fragilizada daquele menino. Que tipo de gente consegue brincar com uma coisa destas?!

»

é isso…

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«a caça é tão bonita!»

 
© Looney Tunes

caríssima(o),
tenho para comigo que, antes de se criticar – que é como quem diz, julgar previamente «certas e determinadas ocorrências factuais» – deve-se passar por essas mesmas situações.
só mantendo esta atitude é que se constroem excelentes comentários depreciativos, daqueles de verdadeiro «bota abaixo.
vem este intróito a propósito da Caça e da «beleza de caçar», como se apregoa, por aí, aos sete ventos.
e como é corrente ouvirmos: «aaahhh! a Saudade!».
e também: «aaahhh! a caça e tal! é tão bonito.

assim sendo, o texto original que se segue tentará descrever essa rara beleza.*
repito: tentará! e na primeira pessoa do singular.
e a não perder, já, já!
(logo a seguir ao símbolo do “faceboKas”®, bastando clicar em «ler mais…»)

por último, 

não sei porquê, mas a expressão «beleza da caça» recorda-me sempre este sketch, ou peça de arte do Humor Nacional 🙂

* escrito a 12 de Janeiro de 2009, no (entretanto precocemente desaparecido) TOMO I.

beijinhos e abraços (“à caçador”, mas sempre muito portistas)!

e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

 
caríssima(o),

pois este final-de-semana, este vosso Amigo, “sempre ao vosso dispor”, foi caçar!
mais concretamente, foi vivenciar as experiências inolvidáveis de uma montaria* na bela região transmontana de Torre de Moncorvo.

[* não!, não envolve(u) qualquer tipo de actividade (sexual ou outra) com elementos do sexo oposto (ou outros) 🙂 ]

ponto prévio: 

depois de (quase) 4 (quatro!!!) horas de viagem, devido ao mau tempo (leia-se frio quase glaciar) que se abateu em território continental, proponho para futuras discussões, e agendamentos, e aditamentos à Lei da Caça, que a dita actividade principie, pelo menos, a partir das 15 horas.
é só para dar tempo de descansar convenientemente, principalmente depois de várias tentativas (goradas) para se abrirem portas de casa-de-banho emperradas «e que assim». 😉

primeira beleza do acto de caçar: 

depois de ultrapassada a tentação em permanecer no (sempre quente e aprazível) “Vale dos Lençóis”, ali para os lados da “Minha Querida Caminha”, deparei-me com a primeira beleza do acto de caçar: a obrigatoriedade de não termos qualquer actividade relacionada com higiene pessoal matinal, por forma a não espantarmos as peças de caça que se pretendem, vá lá, abater, não é?

r’almente aqui radica um tipo de “beleza” muito, mas mesmo muito sui generis. explico.
se não conseguirmos espantar as (possíveis e mais do que prováveis) peças de caça com o (des)agradável cheiro de um bom banho, tomado logo pela fresquinha e de uma carinha laroca com a barba feitinha, então correremos o sério risco de as escorraçarmos com o não menos agradável cheiro a “bedum”*.
sinceramente, se fosse uma bela peça de caça, ficaria indeciso com esta tomada de decisão: fugir de um bando de doidos armados até aos dentes por cheirarem a banhinho tomado ou fugir por emanarem um cheiro nauseabundo a bedum?
como não sou peça de caça, opto por continuar a escrever idiotices, escapados que ficámos da banhoca matinal. e quais putos imberbes da quarta classe, seguimos viagem até ao local onde foi servido o «taco» **

[ * bedumsuor entranhado num corpo melado, após uma (ou mais) noite(s) sem sentir o terrífico benefício da água límpida nos seus mais recônditos orifícios e afins ]

[ ** não!, não me refiro a um qualquer tipo de comida mexicana. e sim!, envolve comida. e muita! 😉 ]

segunda beleza do acto de caçar:

eis a segunda beleza da caça, e tudo no mesmo dia: o (sempre) salutar convívio entre os (que se dizem) caçadores e os restantes convivas num belo pequeno-almoço. este último envolveu umas retemperantes alheiras à Mirandela, chouriça transmontana, paio fatiado, presunto serrano, pão saloio, febras grelhadas na brasa e na altura, canja de galinha e vinho tinto à descrição.
para os que sofrem «do reumático» foi servido Frisumo de laranja e 7UP, e água para os «abstémios».
ou seja: quer eu quisesse ou não, começava a “caçar” cedo. bem cedo. e à bruta! 🙂
e o que eu “cacei”! aquilo é que foi “caçar”! até um principiante a aspirante a caçador como eu “caçou” «até não haver Amanhã, car@go!» 🙂

de referir que o repasto fez-se no local nevrálgico da aldeia: nas proximidades do Café Central, mesmo ao lado da Drogaria e num local de garagem (muito quentinho, por sinal).
a Organização do “evento cultural”, com muitos anos de traquejo e de tarimba nestas andanças, nem se esqueceu de um Caterpillarcom braço mecânico e tudo – quiçá para facilitar a “limpeza” do local, concluído o repasto da manhã.

estou mesmo a ver a cena:
o Tone, com as maçãs do rosto bem rosadas (estava muito frio naquela manhã e ele teve que atestar bem), senta-se aos comandos do bicho e «TAU! XAU! PIMBA! TUMBA!», a parede do lado direito da garagem vem abaixo – tão ou mais rápido do que levou a ser construída. é que o artista guinou à esquerda em vez de virar à direita, para limpar a mesa dos comes e bebes.
e o Tone, impávido e já não muito sereno, remata esta frase de rara sabedoria e muita ciência:

– bolas! caramba, pah! já me meti em trabalhos! e amanhã é Domingo, carago! que maçada!
bem, vou mas é para o Sorteio das Portas. só espero que me saia uma de alumínio, desta vez…

terceiro momento de rara beleza no acto de caçar:

como «não há duas sem três» e «só dá duas quem não sabe dar uma», eis que surge abruptamente e sem pré-aviso de greve, o terceiro momento de rara beleza no acto de caçar:
o verdadeiro trabalho de e no campo. e é neste acto (quem sabe se de bravura ou de rara valentia) que os machos se sentem «Homens com O grande» porque são capazes de permanecer num mesmo local (“sorteado” previamente, a que designam por «porta» e dado que não tem mais do que 1m², entre 3 (três) a 4 (quatro) horas, pelo menos, a mirar a paisagem luxuriante, na esperança (muitas vezes esperança vã) que apareça uma peça de caça. peça essa “trazida” a seus pés pela matilha, entretanto conduzida pelo matilheiro (que também previamente se abasteceu de água, porque o dia iria ser longo. e é «claro como a água» que aquela foi ARDENTE, tendo em conta o frio de rachar que se fazia sentir.
mas, o que seria da Caça sem estes momentos de rara beleza artística, não é?
e são capazes de permanecer nesse mesmo local sem falar com mais alguém que os compreenda, sem fumar «um Garrett», sem comer, sem beber, sem produzir um qualquer ruído vindo do seu interior (seja ele expelido pela boca e/ou por qualquer outra parte do corpo humano), sem manifestar qualquer cheiro mais ou menos nauseabundo, sem evacuar (n)a cena de caça, sem mictar, NADA!
ele é capaz de tudo pela (im)paciência de ter o privilégio ante os seus pares de disparar o «tiro certeiro». mas, se por um qualquer acaso da Vida e da Natureza, falhar o dito tiro (já não tão) certeiro, eis que surge o quarto momento da beleza da Caça.

terceiro momento da beleza da caça:

o quarto momento da beleza da Caça mais não é do que o puro deleite em partilhar com os demais companheiros o «azar» por não poder apresentar uma peça de caça que faça juz a esse belo epíteto.
ele é um desfiar das mais belas e ridículas “desculpas” para o infortúnio do dia. e da semana. e do mês. ou então, até haver nova montaria. porém, se a Ventura teve o condão da Felicidade e da Fortuna e o abençoou com o dom da Precisão, então é vê-lo no próximo «Evento Cultural» com o chapéu de caçador cravejado de pins alusivos à Montaria da Sorte, do rabo da peça de caça preso ao invólucro da bala que teve a ousadia de derrubar a Besta, e com uma das presas desta última – presa essa que deverá ter sido classificada por um Comité Especializado em julgar e classificar as ditas numa escala de mérito que comporta as classificações de: «Presa de Bronze», «Presa de Prata» e «Presa de Ouro» (consoante o seu calibre, a sua dimensão e a sua robustez).

considero o evidenciar os troféus de caça num local curioso, ao bom estilo de caderneta de cromos, o quinto momento de puro deleite do acto de caçar.

quinto momento de puro deleite do acto de caçar:

confesso que o evidenciar os troféus de caça num local curioso, ao bom estilo de caderneta de cromos me fez recordar esses tempos (idos) de Vida Académica e de Boémia na ESEP.
e que o «significado da coisa» é em tudo semelhante na sua essência por quantos mais pins o “Estudante” tiver na batina e quantos mais emblemas tiver cosido na sua capa, mais boémio e mais louco ele é. como eu acredito na Pureza e na Simplicidade do Traje Académico – porque assim também fui ensinado -, considero que fui um pouco louco e, vá lá, doidivanas – mas com muita moderação, porque vivia com a sogra da minha esposa nesses tempos imemoriais.
e como reza a canção de Adoniram Barbosa «Além disso mulher tem outra coisa/Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar/Sou filho único, tenho minha casa para olhar/E eu não posso ficar».

em jeito de conclusão: 

este acto de caçar no terreno encontra-se reservado para aqueles (que se dizem) caçadores e vão munidos com carabinas e afins.
este que vos escreve, como não possui qualquer arma de destruição maciça e o único arsenal de que é detentor é composto por esferográficas e afins, e apenas tem Licença para Uso e Porte de Canetas de Tinta Permanente, aproveitou o (muito) tempo livre para redigir este simpático post.

da educação do teu umbigo…

© Google

«

Inspecção-Geral da Educação e Ciência

NID: S/03459/RL/12
NUP: 10.09/00698/RL/12

Exmo. Senhor Eduardo Mascarenhas,

Venho informar V.ª Ex.ª de que, tendo por base a informação disponibilizada pelo Senhor Director, nomeadamente a que foi sintetizada no mail infra, foi arquivada a sua queixa por a actuação da Direcção da Escola não merecer censura jurídico-disciplinar.

Com os melhores cumprimentos.

Pel’IGEC (Área Territorial de Lisboa e Vale do Tejo)
Pedro Teixeira Pinto

Inspeção-Geral da Educação e Ciência (Lisboa e Vale do Tejo)


NID: E/07464/RL/12

Data de registo: 2012-04-23

De: ebantoniobentofranco@aeericeira.net

Enviada: Segunda-feira, 23 de Abril de 2012 15:07
Para: Manuel Joaquim Lopes Ramos (IGE)
Assunto: Exposição/queixa de Eduardo Nuno Barros Mascarenhas

Exmº Sr Inspector,

Relativamente ao exposto pelo sr. Eduardo Mascarenhas, temos a informar do seguinte:

1.

O verso aposto no final da cantiga infantil “Atirei o Pau ao Gato” não foi da autoria da educadora, sendo uma prática comum a outros jardins de Infância e surge, de forma espontânea, numa brincadeira de rimas tão frequente entre crianças desta idade, destituída de qualquer valor simbólico que os adultos lhe tenham querido atribuir.

2.

Em nenhum momento, no Jardim de Infância, se fala de futebol ou de algum clube em particular, nunca tendo a educadora assumido, perante os alunos, qualquer preferência clubística.

3.

O Jardim de Infância de Santo Isidoro é um espaço onde os seus profissionais se dedicam às crianças, à promoção do seu bem-estar, no respeito pelos princípios do Rigor, da Isenção, da Justiça e da Equidade.
Nunca esteve em causa o normal funcionamento das actividades ou existiu alguma perturbação nas relações e brincadeiras entre as crianças.
No entanto, as várias intervenções do Encarregado de Educação supra, na sala de actividades, manifestando de forma alterada a sua opinião relativamente à cantiga, levou a que o grupo crianças se sentisse assustado.

4.

A educadora não teve intenção de pôr a filha contra os pais, mas tentar que o assunto ficasse encerrado para que o Encarregado de Educação não continuasse a acusá-la de cantar várias vezes ao dia esta cantilena.

5.

A Subdirectora do Agrupamento, educadora Belmira Oliveira, quando se dirigiu ao Jardim de Infância, no dia 20 de Março, para se reunir com sr. Eduardo Mascarenhas, foi no sentido de ouvir e resolver este conflito antes da reunião de pais e para evitar confrontos verbais com os outros pais, que se mostraram indignados com a atitude do sr. Eduardo Mascarenhas.
No entanto, não foi possível chegar a um entendimento, já que o Encarregado de Educação não aceita como justificação o já exposto no ponto 1.

Face às acusações por parte do Encarregado de Educação, sem fundamento, a docente terá dito ao pai que, estando ele a valorizar uma cantilena como tantas outras que existem, que o melhor seria procurar um Jardim de Infância que fosse ao encontro das suas expectativas, como Encarregado de Educação, mostrando assim que, quando o fizesse, dificilmente o iria encontrar.

Com os melhores cumprimentos.

O Diretor
Alfredo Carvalho

»

fonte: faceboKas®

ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade

caríssima(o),

recordas-te da cantilena de Ericeira?
pois bem: aquela é a justificação do Agrupamento de Escolas em causa, à pretensão do Encarregado de Educação em que, na dita cantilena, não mais vigore o verso com forte cariz lampiónico – violando descarada e despudoradamente os artigos 2º (Estado de direito democrático) e 13º (Princípio da Igualdade) da Constituição da República Portuguesa.
assim, “gostei” sobretudo da posição de força da educadora em causa e do fundamento para o arquivamento da queixa: «por a actuação da Direcção da Escola não merecer censura jurídico-disciplinar»

sem me querer alongar neste triste caso – mais um que envergonha quem (não) trabalha em prol da Educação deste “rectângulo à beira-mar (im)plantado”® -, seria porventura bem mais produtivo que os seus (ir)responsáveis lessem a resposta de Óscar Mascarenhas, provedor do Diário de Notícias, a um pedido de esclarecimento sobre o caso em epígrafe.
dela retive o seguinte argumento, em contra-ponto com o que defende o caríssimo Fernando Moreira de Sá, no (muito portista) “bi-tri:

«

[…]

Sobre o “viva o Benfica“, começo a pensar que as pessoas estão, de facto, muito doentes.
Que se grite viva!” a todos os clubes, que é isso o pluralismo e a tolerância.
Que os/as educadores/as cantem o “gato”, com “não mordeu” e não com “não morreu”.
E, se querem gritar vivas, ponham os meninos e meninas a gritar vivas a todos os clubes que eles queiram.

Não atirem paus a gatos e não atirem paus a clubes. Deixem viver os gatos; deixem viver os clubes.

Não podia imaginar que uma canção tão parvinha como a do “gato” fizesse despertar o vulcão de estupidez e obscurantismo a que assistimos!

»

beijinhos e abraços (envergonhados)!
e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

foi há um ano e eu não esqueço


© Miguel Lima (Tomo II)
caríssima(o),
é sempre bom recordar, pois canta-se por aí que também «é viver».
portanto e enquanto for vivo, lembrar-me-ei de um lamentável episódio, protagonizado pela lampiónica abécula em questão, cuja fronha decididamente não embeleza este post, sempre que se referirem que qualquer um de nós, enquanto adepto indefectível e portista, é intelectualmente desonesto e futebolisticamente amoral.
o dito episódio encontra-se transcrito mais abaixo, para memória futura.
como escrevi na altura, no (falecido) TOMO I:
« 
é desta “massa”, é desta fibra, que (também) são feitos os valores dos lampiões.
poderia afirmar que aqueles me merecem o maior desprezo, mas estaria a mentir e principalmente depois de me terem feito chegar, via e-mail, o vídeo da nojenta “desculpabilização”.
é que “quem não se sente, não é filho de boa gente”! e estes coisinhos não o são, de todo! ou como diriam no seu linguajar muito próprio e característico: «eh pah!, como é óbvio! não é
»
beijinhos e abraços (indignados)!
e MUITO OBRIGADO! pela tua visita 😉

© Miguel Lima (Tomo II)

 

 

1) intervenção de Pinto da Costa, a 03 de Abril de 2011:

 

«

[…]

pergunta [p]:
qual é que foi o segredo deste título do FC Porto?

Pinto da Costa [PdC]:
o segredo deste título foi trabalhar com determinação, com seriedade e ser estimulado por alguns palhaços que, feitos comentadores desportivos de meia-leca, ofendem constantemente e semanalmente o FC Porto e o mérito das suas vitórias.
Acho que, depois dos 5-0, no [Estádio do] Dragão e depois desta demonstração de superioridade e de categoria, acho que devem ter vergonha com aquilo que dizem e devem realmente deixar essas maledicências e essas campanhas para o “Pravda” [jornal (muito pouco) desportivoA BOLA“] e para o “Kasparov” [Vítor Serpa, director daquele jornal (muito pouco) desportivo].

[…]
pergunta:
a quem é que dedica este título?

PdC:
olhe: eu queria [dedicá-lo] naturalmente que a todos os portistas; à minha família, que… vive intensamente isto… e que aqui, hoje… não autorizei que estivessem cá, vive apaixonadamente todos os nossos passos [alguém grita: «golo!»].
mas, de um modo especial, queria [dedicá-lo] a duas pessoas: uma, ao dr. Pôncio Monteiro, que foi um amigo de todas as horas, desde a minha primeira hora como dirigente do FC Porto, e que infelizmente não pôde [ter estado] aqui, mas de certeza que neste momento está feliz.
e a outra, ao Pedroto porque, há um ano, eu… não prometi – porque eu nunca prometo nada a ninguém. mas, numa homenagem que lhe fizémos, disse-lhe que [haveríamos] de lhe dedicar a vitória no campeonato e que tudo [haveríamos] de fazer para o conseguir. não conseguimos. mas, desta vez… [pressente-se a voz embargada] o meu pensamento e a minha dedicatória [vão], para além do Pôncio, para o Pedroto.
e o meu desprezo vai para com alguns imbecis que, na televisão, gozaram com a minha vontade de poder dedicar a vitória ao sr. José Maria Pedroto.

[…]

»

ps: os negritos são da minha responsabilidade.

 

2) a vergonha primeira de Sérgio Luís Bordalo [S.L.B.]:

 

«

[…]
S.L.B.:
eu desejo sinceramente… [é interrompido]
eu desejo muito sinceramente que o presidente…
[é novamente interrompido pelo “moderador”]
eu desejo muito sinceramente que o presidente do FC Porto, muito sinceramente, que festeje o próximo título junto daqueles a quem dedicou este.
“moderador”:
muito bem (!!). notas finais…
[…]

»

ps: os negritos e os itálicos são da minha responsabilidade.

 

3) a cobardia de S.L.B., em dar o dito pelo não dito.
e também em (in)tentar justificar o inqualificável:

 

«

[…]

. “moderador” [com uma voz de enfado, como se estivesse a fazer um frete]:
uma página… uma nova página que vamos abrir agora, aqui no programa.
estamos a falar de benfiquistas e de benfiquismo, e da forma de sentir o 5lb, e o benfiquismo. e a… vamos falar agora de um outro benfiquista que eu tenho o prazer e a honra de ter aqui ao meu lado – o Sérgio Luís Bordalo [S.L.B.] – que, na sua forma de viver o benfiquismo, também… tem algo a expressar.
eu, neste momento, passo-lhe a palavra, ao grande benfiquista S.L.B., ao meu grande amigo S.L.B., com quem tenho o maior prazer em estar aqui; e gostava, Sérgio, uma vez que esta página que se vai abrir é uma página que te diz respeito, a ti, e que tem que ver contigo, como pessoa e contigo como benfiquista, melhor do que… melhor do que eu, qualquer introdução correcta ao assunto, pela delicadeza que o assunto encerra, deverá ser feita por ti, Sérgio.
é com muito orgulho que te tenho aqui, é com muito orgulho que te passo a palavra.

. S.L.B.:
eehh… bom… eehh… [eu julgo] que as pessoas eventualmente saberão que… o que se terá passado esta semana. eehh… com o comunicado que o FC Porto publicou no seu site, visando expressamente a minha pessoa. 
obviamente eu teria de dar aqui uma… uma resposta, não é? porque, quer dizer… não, não… fiquei absolutamente estupefacto com o que lá estava escrito. eehh… que resultou, a meu ver, de uma deturpação das minhas palavras, e de uma interpretação das minhas intenções que me parece bastante… eehh… abusiva. eehh
aliás, melhor do que eu… [riso sarcástico] melhor do que eu, há alguém que eu acho que as pessoas conhecem e podem reconhecer, que pode esclarecer perfeitamente o que eu quis dizer e a que é que me estava a referir quando disse o que disse.

. “moderador”:
ou seja e para contextualizar, porque pode nem toda a gente estar a perceber:
há um momento, no programa passado, em que tu utilizas uma expressão que tem que ver com… gostarias de que o presidente do FC Porto estivesse a festejar o campeonato com… aahh… aqueles a quem… a quem ele dedicou este.
[esta última frase foi em perfeita sintonia com o cobardolas do S.L.B., o qual ainda replica: «não é? portanto…»]

vamos ver, vamos ver. E eu pedia que víssemos, então, a quem é que o Pinto da Costa dedica este campeonato. Vamos ver.

[passam o excerto da intervenção reproduzida acima, da pergunta da jornalista «a quem é que dedica este título até ao grito «golo», omitindo-se (propositadamente) o seu final – a partir do momento em que dedica o campeonato ao dr. Pôncio e a José Maria Pedroto, que certamente estarão a celebrá-lo num mundo melhor do que o nosso.

. “moderador”:
Sérgio…

. S.L.B.:
oh pah
! mediante isto, vocês calculam a minha estupefacção pela… pela conclusão que o FC Porto, no seu site, tirou do que eu disse, não é? quer dizer…
quem me conhece sabe perfeitamente o que eu quis dizer, não é? não faz parte, de todo!, do meu feitio, desejar a morte a… a outros seres humanos, não é? ou que lhes aconteça qualquer coisa de… de male (sic).
eu expressei o desejo, enquanto benfiquista e que é comum a nós todos… eu acho que vocês subscrevem, qualquer benfiquista subscreve, a vontade que tem de não ver, outra vez, o FC Porto, ou qualquer outro clube, a festejar campeonatos no campo de um clube rival, de… ou de, neste caso… dum clube , festejar…
[nitidamente a meter os pés pelas mãos, não sabendo utilizar os argumentos “encomendados” para atenuar o que não tem perdão]

portanto: o FC Porto, festejar campeonatos no nosso estádio, ou um outro qualquer clube festejar campeonatos no nosso estádio.
[aahh! custou, mas foi! lá deixou escapar a verdadeira razão por que desejou a morte a outro ser humano].

e, mediante estas declarações [de Pinto da Costa], parece-me que eu posso tirar a seguinte conclusão: para o próprio presidente do FC Portoeehh… é preferível festejar o campeonato perante cinquenta mil sócios ou adeptos, no Estádio do Dragão, e principalmente com a sua família, eehh… coisa que ele não teve oportunidade de fazer aqui, no Estádio da Luz, que disse que… [consulta o bloco notas…] que não a trouxe, não é?

. “moderador”:
ou seja, ou seja: quando tu referiste o que referiste [bela frase, sim senhor], se bem percebo das tuas palavras, tal como na altura eu percebi isso também, estavas apenas a expressar o desejo de que o presidente do FC Porto festejasse o campeonato junto dos seus.

. S.L.B.:
como é óbvio! quer dizer… porque acho que isso é legítimo!
nós gostámos de festejar o campeonato aqui, no ano passado, diante dos nossos, com o Rio Ave, não é?
[mas o gostinho especial teria sido festejar no Dragão…]

. “moderador”:
muito bem!
. S.L.B.:
se alguém eventualmente se terá…
[é interrompido por outro elemento do painel, a precisar urgentemente de: um corte de cabelo, de comprar gillettes, de lavar os dentes antes de sair de casa e de renovar o guarda-roupa. este último coisinho afirma: «desculpa. [não gosto que o Presidente do FC Porto ande] a festejar os campeonatos na nossa casa. mais nada! é tão simples quanto isso]
. S.L.B.:
eu acho que isto era tão claro, tão claro! quer dizer… se alguém…
mas eventualmente, eu posso acrescentar mais: se alguém se sentiu ofendido com o que eu disse, eh pah!, eu peço desculpa.
mas, de qualquer maneira, julgo que o que eu disse agora e pessoalmente o que o Presidente do FC Porto disse, esclareceu isto [novo riso sarcástico]
eh pah
!, resulta, resultou de um mal-entendido... eehh… que que consubstanciou uma interpretação abusiva do que eu disseoh pah! e que, de facto, está a ser danosa para mim.
[coitadinho de ti! e já se sabe quem é que é “coitadinho”…]
e, portanto, o que eu quero dizer é que lamento obviamente a repercussão que isto teve.
eu nunca foi minha intenção (sic) entrar em polémicas deste género, como é óbvio, não é? vocês calculam… eu não quero e não desejo este tipo de publicidade.
oh pah!, tentou-se atingir o 5lb… eehh… atingindo infelizmente também o meu bom-nome (!!!), não é? fui, eh pah!… considero-me sinceramente ofendido no meu bom-nome!
eh pah!… mas, por mim, o assunto termina aqui. isto é um assunto encerrado para mim, não volto a falar deste assunto. penso que terá ficado tudo absolutamente esclarecido e que não percebo como é que há pessoas que fizeram a leitura que fizeram.
[não compreendes porque os portistas felizmente possuem o intelecto suficiente para perceberem quando estão a ser vítimas de um embuste]
. “moderador” [sempre a olhar para o seu bloco-notas]:
Sérgio: eu conheço-te há muitos anos e também estava aqui, ao teu lado. na altura, a leitura que eu fiz foi exactamente essa, até pelo contexto em que vinha, em que tínhamos estado a dizer, já há muito tempo, que claro, como benfiquistas, não gostaríamos de ver o FC Porto a festejar…
. S.L.B. [interrompe o “moderador”]:
e ficámos chateados, no mínimo! ou naquele Domingo, como é óbvio!
. “moderador”:
… e conhecendo-te, sabendo também as repercussões que isto está a ter para a tua vida, até pessoal (sic) [porquê? o coisinho cobardolas tem outra vida?], não te peço mais nada: só lamentar e solidarizar-me com aquilo que estás a viver neste momento, que é um pesadelo que ninguém quer viver.
[então, se o cobardolas não quer “tempestades”, que não semeie “ventos”. ou muito me engano, ou será mais um que vai “almoçar” (e bem!) quando vier ao Porto…]
. S.L.B.:
deixa-me só dar uma palavra…
ainda bem que falas nisso: uma palavra de solidariedade, de amizade e de agradecimento, a inúmeras, inúmeras manifestações de solidariedade que eu tive, por parte de adeptos do 5lb e não só! inclusive, de alguns portistas (!!!), que também não perceberam como é que isto teve este tipo de repercussão, não é? como é óbvio!

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ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

beijinhos e abraços (indignados)!
e MUITO OBRIGADO! pela tua visita 😉

adenda à cantilena de Ericeira

 
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atirei o pau ao gato-to do 5lb

«contra o 5lb não! contra o clubismo exacerbado!».
é desta forma que Eduardo Mascarenhas justifica, em declarações ao Relvado, porque se queixou da versão infantil “atirei o pau ao gato”, com o final «vai-te embora pulga maldita/batata frita/viva o 5lb». Eduardo Mascarenhas, o pai (portista), provocou a polémica depois de denunciar e de contestar o facto de a cantilena ser cantada no jardim de infância de Santo Isidoro da Ericiera que a sua filha frequenta(va), em Mafra.

«se não batessem na minha filha, não me chateava tanto», ressalva, denotando que tinha conhecimento da situação desde o início do ano lectivo, mas realçando que só agiu depois de a mulher ter reparado que «o caso começou a criar conflitos na sala de aula».
Eduardo Mascarenhas revela ao Relvado que «‘aquilo’ começou a trazer problemas» e justifica assim que tudo isto se transformou numa “causa” pedagógica, garantindo que não está particularmente interessado na questão clubística.

é certo que a sua revolta de pai trouxe o assunto para o domínio da eterna batalha entre FC Porto e 5lb e este terapeuta confessa ao Relvado que ouviu dos outros pais, maioritariamente benfiquistas, gritos de «vai para o Porto! isto aqui é Lisboa!».

«Fui hooliganizado

o caso passou-se no Jardim de Infância de Santo Isidoro da Ericeira e Eduardo Mascarenhas conta ao Relvado que foi “hooliganizado” no âmbito de uma reunião onde pensou que o caso fosse amenizado, depois de ter falado com os responsáveis do Agrupamento de Escolas da Ericeira [AEE].
«tive os pais aos berros e a quererem empurrar-me e a forçarem-me para ver se eu entrava em reacção física, para depois chegar a polícia para dizerem que eu estava maluco», relata, constatando que chamaram mesmo a GNR ao local.
Estes encarregados de educação alhearam-se do papel de pais e passaram para o campo do adepto, nota, referindo-se aos «pais feitos claques». «é um hábito de tal forma entranhado, que acharam um absurdo vir eu pedir para mudar aquilo», desabafa, atestando que «é quase como que uma lei» e relatando que os miúdos «cantam duas, três vezes por dia» a canção numa «prática diária».
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as crianças aos três anos não percebem, mas aos 4 já percebem, e ficam lá até aos 5, 6 anos», aponta. «como é que é possível estar-se a cantar isto em todo o distrito de Lisboa, questiona ainda, apontando para aquilo que será uma prática generalizada e perguntando se um comportamento exibido na sala de aula, «por uma educadora, durante anos consecutivos, não tem impacto na relação das crianças entre si e na relação da criança com a vida.

contactado pelo Relvado, o presidente do Conselho Executivo da Associação de Pais e Encarregados de Educação do AEE, Rui Duarte, constata que «estão a decorrer reuniões para apurar factos. Brevemente haverá um esclarecimento sobre o caso. estamos a tentar resolver as coisas em prol das crianças», diz.
o Relvado tentou também falar com o director do Conselho Pedagógico do AEE, Alfredo Carvalho, mas até ao momento não foi possível.

«Estás a puxar pelo 5lb?!»

Eduardo Mascarenhas conta ainda, ao Relvado, que, aquando do 5lb-Zenit, para a Liga dos Campeões, e enquanto torcia pelos encOrnados – «como faço com todas as equipas portuguesas», sublinha -, a filha lhe fez a seguinte pergunta:

ó pai, mas então o 5lb  não é contra o FC Porto?!
estás a puxar pelo 5lb
?!

este pai lamenta que «o exemplo que dá em casa não tenha seguimento na Escola» e sustenta que estas crianças «não retiram da escola nenhum sentido de identidade nacional, de país, de Portugal, mas retiram de clubes de futebol».
o terapeuta assegura também que o presidente do Agrupamento de Escolas da Ericeira lhe confidenciou que «por acaso é benfiquista [e que] não vê muito mal no caso…».
«aqueles que defendem isto são benfiquistas», não duvida este adepto do FC Porto«nem sou sócio!», garante, reparando que «o grande problema é que são tantos, e estão em tantos níveis de ensino, que chega a ser perverso».

Foi contactado pelo FC Porto

o FC Porto – que já tomou posição pública sobre o assunto, referindo-se aos «fascistas do Gosto» e aos «‘ayatollahs’ das suas próprias preferências» -, contactou Eduardo Mascarenhas antes de divulgar esse comunicado, para confirmar a história. E ele só estranha que mais clubes não se tenham manifestado, considerando que estão em causa também «interesses em termos de marcas, de marketing e de mercado».


enquanto espera os trâmites legais no seguimento das queixas que apresentou no AEE, na Inspeção Geral de Educação e no Ministério da Educação, Eduardo Mascarenhas repara que a filha não voltará à escola: «não vou entregar a minha filha a esta educadora; nem pensar, diz, lamentando que esta contou aos miúdos, na passada segunda-feira, 19 de Março (por ironia, Dia do Pai), que não podiam cantar o “atirei o pau gato” por causa dele [Eduardo Mascarenhas], que era «mau»

como ponto final para este caso, Eduardo Mascarenhas frisa, ao Relvado, que só vai «descansar se houver uma inspeção geral a todo o agrupamento e puser isto tudo limpo. tentei tudo e mais alguma coisa até chegar à queixa e isso só aconteceu porque os responsáveis não quiseram resolver, quiseram impor uma coisa que é absurda», constata, concluindo que «ignoraram a Criança e os seus direitos.

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fonte: portista a cem por cento 

ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade