de 6 milhões de gargalhadas…

 
© fotos da curva | Miguel Lima (Tomo II)

caríssima(o),

numa semana em que a esmagadora maioria das postas de pescada”® deste espaço de discussão pública se referiram (directa ou indirectamente) à categoria lampionagens, recupero um meu escrito do (entretanto falecido) TOMO I, datado de Fevereiro de 2009 (!!!), pela pertinência da sua actualidade – e que foi ligeiramente “retocado” (i.e., actualizado), mas sem o desvirtuar totalmente.

poderás não «acarditar», mas dedico-o, de todo o meu coração, a todos os “manuéis”  que por aqui gravitam e que não compreendem que as suas “razões”, para lá de não as partilhar, não são (de todo!) bem-vindas. e que, sim!, para eles haverá sempre um lápis (bem) azul a censurar os seus longos testamentos, os quais têm um só destino: o arquivo geral.
mais uma vez alerto os lampiões que gostam de bitaitar para o arquivo geral, para o aviso no canto superior direito, o qual não pode ser mais lacónico, de tão explícito que é. e que, se ele existe, é por um motivo: ser o vosso mais fiel amigo, a fim de evitarem perdas de tempo desnecessárias para todas as partes envolvidas (sobretudo a minha).

feito o aviso (des)necessário, a prometida segunda parte desta posta de pescada”®, vem logo a seguir ao símbolo do “faceboKas”®, bastando clicar em «ler mais…».

beijinhos e abraços nada «gloriosos» (mas sempre muito portistas)!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

© ojogo.pt

(clicar na imagem para ampliar)

«

caríssima(o),

aquela tira, do Sistema² – piadola habitualmente publicada nas edições impressas do jornal diário desportivo OJOGO -, será seguramente para recordar sempre que houver necessidade – quiçá seis milhões de necessidades! 😉

a propósito de uma notícia que não chegou a ter a visibilidade que merecia por parte da abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacional, usualmente com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão, a mesma não deixa(rá) de ser uma autêntica anedota nacional, no sentido em que desmistifica esse mito urbano dos «seis milhões de adeptos».

para finalizar e sobre este assunto, deixo-te com as seguintes (doutas) palavras de Miguel Sousa Tavares, na sua NORTADA com o título “intervalo para futebol” – rubrica habitual de todas as Terça-feiras, no pasquim da Travessa da Queimada:

«
[…]
Já tinha morrido o mito do «benfica grande potência europeia e com um prestígio internacional a perder de vista» (basta viajar para o Estrangeiro para o constatar).
Agora, com o estudo dos alemães da Sport Markt, morreu o mito do «benfica dos seis milhões de adeptos cá dentro»: afinal, são só 2,1 milhões (contra 1,3 milhões de portistas e 1,1 milhões de sportinguistas).
Olha se não se têm registado a tempo e horas no livro Guiness como «o maior clube do Mundo»!
Assim, Sábado passado [21 de Fevereiro de 2009], houve 2,1 milhões de portugueses tristes com o desfecho do jogo de Alvalade, e 2,4 milhões felizes.
É que, dantes, também havia outro mito, no qual, eu por exemplo fui educado: o de que «o sport lisboa e benfica seria sempre nosso adversário, mas em reconhecimento pelo que a geração do “benfica de Eusébio” deu a Portugal e ao Futebol Nacional, merecendo para todo o sempre o nosso respeito». Isso, entretanto e felizmente, acabou – acabou principalmente com os reinados de vale e azevedo e de luís filipe vieira.
Agora, o benfica de que nos lembramos é o do jogo “comprado” ao Estoril e transferido para o Estádio do Algarve; é o do Paulo Madeira roubado ao Belenenses por meios indecorosos, e tantos outros roubados à má-fila a clubes pequenos e sem defesa; é o do benfica associado a Valentim Loureiro para dominar a Liga de Clubes; é o do benfica que gasta mais energias a tentar entrar na Champions pela “porta do cavalo” do que a tentar entrar pela “porta grande” (aquela dos verdadeiros campeões); é o do benfica cuja atitude de auto-proclamado fair-play e de «moralização do futebol» pode ser exemplarmente reconhecível nesta frase do seu dirigente sílvio cervan, escrita neste jornal, Sexta-feira passada [dia 20 de Fevereiro de 2009] e a propósito do FC Porto vs. Rio Ave:
« Carlos Brito não esperava que, a 15 minutos do fim, mesmo com um penalty inventado, a sua equipa estivesse empatada no Dragão. Por isso mandou os rapazes subirem no terreno, tanto quanto necessário para não pontuar, e assim ficarem quase todos satisfeitos e com emprego ». 
Não é preciso tradução, pois não?
[…]
»
ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.
»

beijinhos e abraços nada «gloriosos» (mas sempre muito portistas)!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

nortada de uma azia (des)confortável

caríssima(o),

devido a situações “anómalas”, só hoje me pronuncio sobre as alarves declarações de Jorge “Jebus” e sus muchachos.
então não é que foi a agremiação de Carnide a acusar a «pressão dos outros» –  a tal «pressão» que o «catedrático» da pastilha elástica pensava ser «melhor por estar em primeiro»?
pois é, meu “caro” “Jebus: mais uma vez saiu-te o tiro pela culatra, pelo que nem «todos querem estar no [vosso] lugar» e lutem para que a Realidade deste campeonato, mesmo que difícil e sem motivos para muitos sorrisos, seja cada vez mais azul-e-branca.

como seria de esperar, a perda do lugar cimeiro da classificação para o nosso clube do coração provocou uma «gloriosa» azia.
à cabeça, aquela partiu dos lampiónicos «gloriosos» simpatizantes da agremiação de  Carnide; rezam as crónicas que houve lugar a «fúria», «insultos, «palavras de ordem», «ânimos exaltados», «contestação» e a presença do «corpo de intervenção da PSP». só não houve lugar à captação de imagens por parte das estações de televisão nacionais, tão expeditas e afoitas noutras alturas, com outros intervenientes mas em situações idênticas

no rescaldo do que aconteceu em Coimbra – mais uma vez, «obrigado, Pedro!» – surge o nome de Jorge Baptista, que (ao que consta) terá ficado com um grande melão e com uma azia descomunal. para alguém que se considera isento e imparcial, acusou o toque de (mais) um resultado desfavorável…

depois e pelo resultado verificado no Estádio do Dragão neste Domingo, também o guardião Paulo Lopes ficou (digamos) insatisfeitinho – ele que teve uma relação antiga com o 5lb, de 1995 a 2002 -, bem como o sr. Cruz dos Santos, o qual já justifica a compra de um novo par de óculos – ele que, em “Aimar: vítima ou culpado?“, tenta justificar o injustificável em Coimbra.
(não) temos pena, meus “caros” , (não) temos pena (nenhuma) pela vossa amargura. 

talvez assim se justifiquem os “bonecos” que embelezam estas linhas, por serem reveladores de um estado de espírito muito aquém do eufórico – como exalava o execrável Sílvio Cervan, na edição do pasquim da passada Sexta-feira (2012-02-24), no abjecto “há clubes com sorte…“…

© abola | Luís Afonso
mas houve mais azias.
descobre-as a seguir – incluindo a divulgação dos vários escritos publicados na edição de hoje (2012-02-28) do pasquim da Travessa da Queimada

beijinhos e abraços (aziagos)!
e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

© abola

para além das azias já referidas, quero destacar a de José Manuel Delgado, em CARTAS NA MESA, publicada na edição impressa de ontem (2012-02-27) do pasquim em causa, a páginas 47; atente-se no que escreveu o sr. com apelido de intestino:
«
uma época que se joga em cinco dias
[…] entre as próximas Sexta-feira (02 de Março) e a Terça-feira seguinte (06 de Março), [o 5lb de Jorge “JeBus“] joga as fichas todas.
o 5lb chega a este momento-chave longe da melhor condição psicológica: em S. Petersburgo poderia ter empatado e perdeu; em Guimarães, deveria ter empatado e perdeu outra vez; em Coimbra, tinha de ganhar e empatou. […]
[as desculpas seguem dentro de momentos]
é verdade que, em S. Petersburgo, as condições adjacentes ao jogo foram invulgarmente adversas [alguém se lembra deste jogo em Viena, no ano passado?]; em Guimarães, a condição física foi deficiente e a abordagem técnico-táctica não terá sido a melhor; em Coimbra, o pecado mortal esteve na finalização, porque as oportunidades de golo não faltaram (para além de duas grandes penalidades que ficaram [e bem!] por assinalar).
[…]
»

penso que se dispensam (mais) comentários.
que o estômago do “caríssimo” esteja a aguentar tanto Kompensan®, é o que lhe desejo.

mudando de registo (e de tanta azia, mesmo que «gloriosa») e a propósito do Clássico que se avizinha e das incidências inerentes, não posso deixar de recomendar a leitura dos seguintes escritos, pelas suas (digamos assim) pertinência e acutilância:

a) a opinião de Jorge Maia em “o Clássico começou a jogar-se ontem“, publicada na edição de OJOGO a 25 de Fevereiro;

b) o editorial de Vítor Serpa “Clássico importa ao [5lb]“, publicado na edição de hoje do pasquim;

c) a visão de Nuno Perestrelo, em “Clássico mais quente com um Passado avermelhado” – pelas estórias que incluiu (dado que cumpre com o que o título indicia);

d) a última guerrinha do sr. Fernando, “pressões e preocupações“, na sua coluna de opinião VAMOS CONVERSAR;

e) os “cavalos de Tróia“, da autoria do sr. com apelido de prato de bacalhau – que me surpreendeu (pela positiva) quando responsabiliza a Liga Portuguesa de Futebol Profissional por «não ter dado um só passo para encontrar uma solução […] que respeitasse um pouco mais a verdade desportiva»;

f) a explanação de Pascoal Sousa para que o “contra-relógio de James [seja] ‘um caso especial’;

g) a análise de Rivaldo ao Clássico que se avizinha;

h) a última NORTADA de Miguel Sousa Tavares “o jogo e a jogada de Sexta-feira“, pela permanência de Vítor Pereira no comando dos destinos do nosso clube do coração e sobretudo pelas linhas que se seguem:

«

o jogo e a jogada de Sexta-feira

»

© abola

não!, meu caro Miguel, não  estás sozinho!
e apesar de não me esquecer que nunca estiveste “belluschiado“, (pelo menos) eu acompanho-te nesses teus desabafos.

para finalizar este extenso post (mais um…) e noutro tipo de registo, não posso deixar de aconselhar a leitura (i) da última prosa de António Simões, “golos de lendas” (sublime, como sempre), em COM A BOLA, OU TALVEZ NÃO e (ii) a notícia do noningentésimo jogo (!!!) de Ryan Joseph Wilson Giggs pelos red devils – isto é, vinte e duas temporadas depois, com zero expulsões no curriculum e trinta e oito anos nas pernas, (com)prova que a idade não é impeditiva para se competir ao mais alto nível. à atenção de alguns portistas que (já) criticam a contratação do (muito) nosso “el comandante“…

beijinhos e abraços (aziagos)!
e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

a ver vamos… (actualizado)

«

Sente a equipa preparada para fazer história em Inglaterra, onde nunca venceu?

A equipa está bem. Esperamos estar ao melhor nível e fazer um grande jogo para disputar a eliminatória e passar à fase seguinte.
Não temos nenhuma motivação extra. A motivação é intrínseca porque queremos revalidar um título que é nosso.
Vamos procurar jogar sem inventar, fazendo o nosso jogo. Sem fórmulas mágicas, mas com a consistência do nosso trabalho, não cometendo, espero, os erros do ultimo jogo contra o Manchester City.

»

fonte: ojogo.pt

ps: os negritos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

eu quero «acarditar», Vítor! quero mesmo, Vítor!
para tal, preciso da tua ajuda e que cumpras com o prometido, ok?

e tudo para que não surjam mais piadolas como a que se segue, do Sistema², publicada na edição de hoje em OJOGO, (mas que tem alguma razão de ser):
e também para darmos uma bofetada de luva azul-e-branca na corja que «gloriosamente» gravita para os lados do pasquim da Travessa da Queimada. atente-se no editorial publicado na edição impressa de hoje, pela pena de Santos Neves, com o título (assaz mordaz) “Europa apontada à nossa Liga:

«
ok! nada é impossível.
convenhamos, porém, ser minúscula a esperança de FC Porto e SC Braga darem brilhante “volta ao texto” no qual, desde há uma semana, está escrito irem sair já da Liga Europa [!!!]. (tarefas hercúleas na tentativa de recuperarem o que perderam em casa).

[…] em Manchester, hoje e em Istambul amanhã, ambos [os clubes] também jogam embalagem no campeonato português…
o FC Porto, eliminado pelo actual líder da Liga Inglesa nada tem de anormal [mas já jogamos, car@go?! ninguém me avisou, porr@!!], desde que continue a bater o pé a Balotteli & Companhia.
só uma derrocada hoje lhe minaria alicerces anímicos, exactamente quando de Guimarães acabou de lhe chegar forte sopro de empolgamento…

»

fonte: abola (edição impressa)

ps: os negritos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

apetece-me parafrasear o Janko, que respondeu assim a lampiónicas reacções negativas depois do 5lb ter perdido em Guimarães: «Sejam adeptos com honra, paixão e principalmente com muito Respeito. E se alguém diz algo contra a tua equipa, tens de ser superior a isso…».
e também citar o escrito de Nuno Perestrelo “redes sociais“, quando refere: «com mais jornalistas liberais  ou estritas regras deontológicas, todos resumem o Essencial numa só: tenham bom senso e não publiquem nada que não dissessem numa conversa em público ou perante uma câmara de televisão».

mas o melhor mesmo, será vencermos a partida e passarmos à eliminatória seguinte, certo Vítor? certo!

beijinhos e abraços (esperançosos)!
e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

os plenos poderes nas palavras dos outros

© Google
caríssima(o),
num dia como o de hoje, em que só apetece ficar no choco, as palavras de outros tantos articulistas, bem mais conceituados do que eu, na edição de ontem de OJOGO e de hoje do pasquim da Travessa da Queimada, ajudarão a passar o (nosso) tempo.
principiemos, então, por um dos portistas que mais prezo, Rui Moreira de seu nome, que em “Portugal 6, Alemanha 2, Bósnia 0“, na sua coluna habitual (PLENOS PODERES), para além da resenha da partida de Terça-feira e de outras tantas verdades, coloca o dedo na seguinte “ferida”:
© abola
também eu estou à espera (pacientemente impaciente) desse FC Porto
ainda sobre o quotidiano azul-e-branco, aconselho a leitura das declarações de Vítor Pereira, no lançamento da partida de amanhã, ante a briosa Académica. sincera e honestamente, não gostei de perceber que o treinador principal do meu clube do coração não consegue «ser preciso ao ponto de dizer se a paragem [para os compromissos com a Selecção] foi benéfica ou não». com certeza que o “defeito” estará em mim, que já embirro por tudo e por nada.

por seu turno, as recentes declarações de Helton, o nosso grande Capitão, merecerão a minha melhor atenção num artigo à parte e a “sair” em breve. 😉

num outro diapasão, recomendo a análise às contas da SAD portista, por intermédio de Paulo Assunção.
sempre custa menos do que a leitura do seu Relatório e Contas Consolidadas para 2010/2011…

e para quem gosta de Futebol e de o discutir com seriedade – assim ao estilo do Jorge, do Porta19 – recomendo a leitura atenta das intervenções de Dan Jones (especialista em Negócios do Desporto da ‘Deloitte’), de Peter Kenyon (ex-director-geral do «mónster unáite» e do Chelsky) e de Karl-Heinz Rummenigge (director-executivo da SAD do FC Bayern München), no âmbito do I Congresso Internacional de Futebol ProfissionalFootball Talks“, patrocinado pela nossa Liga Portuguesa de Futebol Profissional [LPFP].
todos eles, sem excepção, levantam questões pertinentes, não só para o Futebol, como para a nossa realidade comezinha. pena é que alguns não o entendam e prefiram manter a “cabeça dentro da areia”, tal como a avestruz. mas se a cabeça fica bem enterrada na areia, à uma outra parte anatómica que fica (bem) à mostra…

já o novel dragão de ouro, Paulo Teixeira Pinto, em “da (im)perfeição“, resolve (a meu ver) colocar o dedo na ferida dos últimos acontecimentos relacionados com a Selecção Nacional: desde a polémica com Bosingwa, à entrevista de Paulo Bento à SportTv, passando pelas recentes declarações de Henrique Jones (principal responsável clínico da selecção tuga) e terminando na escolha de um (possível) núcleo duro para o Europeu sem Ricardo Carvalho e José Bosingwa.
tanto enredo em situações extra-futebol em redor da «a equipa [que deveria ser] de todos nós», que se lamentam e se deseja que não se repitam, suscitaram os seguintes artigos de opinião: o mauzinho “o imbróglio” (da autoria de João Bonzinho), “por que não se calam?” (de Jorge Maia) e “saiu a ganhar Portugal” (da responsabilidade de Tomaz Morais).
por sua vez, a piada acima, do Sistema², publicada na edição de hoje em OJOGO, tem a razão de ser nas abjectas declarações de Joseph Blatter, actual presidente da FIFA, que ao defender que «há coisas que são ditas e feitas no campo de jogo que são erradas… Mas isso não significa, em geral, que exista racismo no campo de jogo. O futebol une mais as pessoas do que as divide», “pôs-se a jeito”, não tendo passado incólumes – com o actual primeiro-ministro inglês à cabeça.

quem também se está a pôr a jeito é o outro paladino da Madeira.
bem ao estilo do seu querido líder, ao insinuar que o FC Porto pretende «desestabilizar» o (igualmente «glorioso») plantel do Marítimo – essa super-potência do futebol… madeirense – arrisca-se a levar uma rebecada daquelas por parte de quem de direito do meu clube do coração.
o caríssimo Vila Pouca já abriu as hostilidades

beijinhos e abraços (estabilizados)!
e MUITO OBRIGADO! pela tua visita 😉

do se estar a prazo

caro Vítor Pereira,
como já não vamos lá só com cartas abertas, vou ser o mais directo possível contigo, mas no meu estilo habitual, i.e., na construção de um texto lógico, justificativo, com princípio, meio e fim.
as minhas palavras de ontem reflectem o meu estado de espírito actual: desânimo, descrença, desconfiança, desconforto, desventura. cinco “dês” que se conjugam no encontro de um maior, que é o de derrota. explico.
com o que (não) pude ver no encontro de ontem, considero que o encontro de Coimbra foi um acaso, não só pela inconstância, pela inconsistência e pela insegurança no fio de jogo actual  na equipa, mas sobretudo pelas tuas hesitações a partir do banco. mais uma vez, resolveste intervir tarde no desenrolar da partida, a destempo e num encontro onde, para além do dinheiro que se perdeu, estiveram em causa o prestígio, o bom-nome e o se “ser FC Porto” na Europa do Futebol – que, como bem saberás, não se compadece com vitórias morais.
como também frisei ontem, vi-te novamente como um cagãozinho, na senda do pior que se pôde ver do Professor Jesualdo Ferreira – ao qual, como não me canso de o escrever, estou grato pelo trabalho desenvolvido, pelos títulos que deu a ganhar ao FC Porto e pelos (poucos) jogadores que promoveu, mas que quando inBentava “era à grande“. e se duvidares deste meu sentir, aconselho-te a fazeres uma ronda por esse “maravilhoso mundo que é a bluegosfera”®; facilmente constatarás que não é um “problema” exclusivamente meu…
de regresso aos “dês”.
os primeiros cinco repercutem-se no que vislumbro actualmente no meu FC Porto e não desejaria: desânimo na Equipa, desconfiança nas suas capacidades, desconforto emocional por me sentir assim, desventura pela época em curso e descrença em ti!
o “dê” de derrota explica-se por todos aqueles e por (pres)sentir que esta época principiou mal, a evidenciar uma aposta falhada da Direcção portista na tua contratação. «acardita» que se fosse sócio, não rasgaria o meu cartão só pelo que está a acontecer, bem pelo contrário! quem sobreviveu às épocas tenebrosas de 1999/2000, 2000/2001 e sobretudo de 2004/2005 (esta é que foi, car@go!), está imune a tudo e a todos.
assim sendo, reforço a minha conclusão de que o Presente do meu FC Porto não é (só) uma questão de “ópera” mas sim de “maestro”: ou seja, sei que temos Qualidade qb no plantel; acontece porém que (ainda) não temos quem a saiba gerir convenientemente.
em suma e tendo em conta todos estes considerandos, para mim caro Vítor, serás o treinador do meu clube enquanto o nosso grande presidente assim o entender.
e poderás «acarditar» que quando for ao Estádio do Dragão e se tu ainda estiveres sentado no banco de suplentes como timoneiro-mor da nossa equipa, não te irei proferir quaisquer impropérios porque pura e simplesmente já não te vejo como tal.
para finalizar, deixo-te com um cartoon interessante, publicado na edição de hoje, no jornal desportivo diário OJOGO e com uma fotografia de uma equipa técnica da qual fizeste parte e onde se encontra quem eu gostaria que te substituísse no comando técnico da equipa principal de futebol do FC Porto.
o cartoon do Sistema²: 
a fotografia da sucessão (mais do que) desejada, suspirada:

© um sítio (muito) rasca

beijinhos e abraços (descrentes)!
e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂