de um golpe palaciano em pleno séc. XXI… [parte II]

© google | reflexão portista
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«

Das eleições de hoje, para a Liga de Clubes, não há vencedores nem vencidos, mas apenas um processo que não dignificou o Futebol português.

E desenganem-se – ao contrário do que muitos querem fazer passar – que o culpado não é Mário Figueiredo que, porventura, em alguns momentos, reconheço, também poderia ter assumido uma posição mais conciliadora.

Quem procurou nesta eleição um ajuste de contas com o passado, ou viu neste acto eleitoral uma oportunidade de afirmação pessoal sem qualquer outro tipo de projecto, esses sim contribuíram para o espectáculo pouco edificante que tivemos oportunidade de assistir.

Não expressei publicamente qualquer opção para o presente acto eleitoral, mas chegados aqui e uma vez eleito o Dr. Mário Figueiredo, acho que temos a obrigação de o ajudar, dando-lhe a oportunidade de, com todos os clubes, procurar uma solução conciliatória.  
Fazer outra coisa, prolongando nos tribunais uma disputa legal, em nada beneficiará o Futebol português.

»

caríssima(o),

i)

face a estas declarações oficiais do dumbo de Carnide, que se reproduzem para memória futura;

ii)

face às justificações oficiais do actual Presidente da Mesa da Assembleia-geral para rejeitar as candidaturas de Rui Alves e de fernando “o mãozinhas” seara;

iii)

face às declarações de regozijo de actual presidente da LPFP reeleito, que afirmou:

«Dentro do panorama em que se iniciou este acto eleitoral, que alguns – aliás, os de sempre -, tentaram, por vários meios, sabotar, acabo esta dia bastante satisfeito com a minha reeleição»

iv)
face à rápida prontificação em desmentir que «tenha jantado com o dumbo de Carnide e com o presidente da Assembleia Geral da Liga», em vésperas daquele acto eleitoral;

v)

face aos lamentáveis (porque incríveis!) acontecimentos que nortearam o acto eleitoral em apreço e de que aqui te dei conta, para memória futura (não vá o diabo ser tendeiro e aqueles se desvaneçam num «glorioso» esquecimento…);

vi)

face à evidente contradição de um «cata-vento» que se insurgiu contra a «trampa» do nosso comezinho Futebol e, vai-se a ver, até acabou por votar em quem mais contribuiu para que este estivesse na dita nos últimos dois anos  – ao ponto de, por mais programas que apresente, violar deliberada, conscienciosa e impunemente os seus Estatutos, pois que ainda nem sequer apresentou um novo Orçamento para o exercício económico de 2012/2013, o qual está «chumbado»;

legitimamente pergunto:

até quando vai a Direcção do nosso clube do coração permanecer neste ensurdecedor silêncio, delegando noutros (presidentes, clubes), uma posição que teria outra força se a sua voz se fizesse ouvir?

post scriptum:

peço desculpa pela inusitada quantidade de postas de pescada“® no dia de hoje – já vamos em três… (sendo esta a primeira e esta a segunda) -, mas este tema não poderia ser abordado numa só, sobretudo tendo em linha de conta a extensão de cada uma delas e tendo em consideração textos que pretendo preservar para memória futura – pois temo que se venham a perder por «gloriosas» artes mágicas

disse!

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de uma resposta à altura da provocação…

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primeira provocação 

(com resposta a três tempos)

«

[…]
Este jogo vale mais do que três pontos?
Vale três pontos, como valeu três pontos o jogo anterior, com o Nacional. São três pontos que queremos conquistar. Tenho a certeza absoluta que não será um jogo fácil para o adversário, apesar de jogar em casa. Será um jogo técnico… Acreditamos no nosso jogo, independentemente de ser com A, B ou C…
Vamos, de certeza absoluta, jogar com a nossa identidade! Vamos confiantes, acreditamos no nosso trabalho e vamos para conquistar os três pontos!

Jorge JeBus disse que o Benfica tinha a vantagem de estar em todas as competições…
Sinceramente, relativamente a essa afirmação têm de perguntar ao treinador do 5lb.

Eu pelo menos não conheço o adversário do 5lb na Liga dos Campeões… 
[…]
O empate já será para si um bom resultado?
Nós estamos num clube extremamente exigente, um clube em que o grau de exigência não nos permite pensar em empates. Não estou a ver a nossa massa associativa a receber-nos com aplausos depois de sermos eliminados da Liga dos Campeões… 
Conheço os objectivos do clube: não podemos ir à Luz, nem a lado nenhum, com o objectivo de vir de lá com um empate. Sou ambicioso e não vamos alterar absolutamente nada e vamos ser exigentes connosco e assumirmos as coisas quando tivermos de assumir.

No ano passado falou em bloqueios. Teme que isso volte a acontecer?
Li muitas vezes que o campeonato foi decidido com um golo do Maicon em fora de jogo. Vejo sempre branqueado o jogo de voleibol do Cardozo que nos daria um penalti e os bloqueios que prejudicaram todas as equipas… Agarrar ou impedir movimentos deve ser penalizado. 

Espero um árbitro atento a essa forma ilegal de conseguir oportunidades de golo. Vou estar atento e se tiver de falar, falarei! Isso de certeza absoluta.
[…]

»

fonte: fc porto.pt

ps: os negritos são da minha responsabilidade.

segunda provocação 

(com resposta dentro de campo, no próximo Domingo)
 © Google | Miguel Lima (Tomo II)
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somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

beijinhos e abraços (confiantes, e sempre muito portistas)!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

daquela «pontinha de sorte em Braga»…

… que fez o Beto desviar, mas com o seu olhar, uma bola no poste, logo aos 2′ de jogo;
… que, na jogada imediata, fez Otamendi (novamente) perdoar um lance na cara de Beto, onde, há duas épocas, não vacilou;  
… que, em casa do adversário, com 8′ decorridos, já possuía «82% de posse de bola, 3 pontapés de canto e 1 bola no poste», aos 28′ «68% de posse de bola, 6 pontapés de canto e 4 remates», no final da primeira parte «62% de posse de bola, 8 pontapés de canto, 5 remates e 5 faltas cometidas» e terminou com 59% de posse de bola, 9 pontapés de canto, 10 remates (4 à baliza arsenalista), 5 oportunidades claras de golo, 13  faltas cometidas, 17 entradas mais duras sofridas, 3 cartões amarelos e dois golos no bucho do clube do «salBaduâre»;
… que, com o equilibrar da partida por parte da equipa minhota, ainda na primeira parte, foi capaz de manter a calma e a serenidade, não se desconcentrando (sobretudo defensivamente);
… que é ter, no seu plantel, o melhor guarda-redes estrangeiro a actuar no panorama nacional – e que não deixa os seus créditos por mãos alhei(r)as, demonstrando todas as suas capacidades e plenitudes quando tem que intervir;
… que é a o plantel do FC Porto actuar como Equipa, acreditando sempre que a vitória está já ali – nem que seja na sua estrela maior a dobrar os rins a um adversário, na potência de um remate a 82km/hora e no ressalto que vai fazer a “redondinha” sobrevoar o guardião arsenalista;
… que é possuir uma enorme paz de Espírito para suportar a nomeação (cirúrgica?) de um árbitro fiel ao “xistrema”, que (mais uma vez) demonstrou uma gritante dualidade de critérios (mormente na marcação rigorosa de faltas em benefício do SC Braga e no “esquecimento” de cartões amarelos para os jogadores deste último clube), evidenciando uma preocupação maior em afastar todo e qualquer perigo da área bracarense e irritantemente enervando os jogadores que vestiam de azul-e-branco (a fim, quem sabe?, de os conduzir a actos menos próprios e poder mandá-los mais cedo para o duche);
… que fará com que os pasquineiros da redacção do que se edita lá pela Travessa da Queimada, da esmagadora maioria dos “jornalistas” da nossa abjecta, muito parcial e demasiado facciosa  Comunicação Social, do burgesso das madeixas, dos milhafres que gravitam pelos meus espaços de referência nesse “maravilhoso mundo da bluegosfera”®, não tenham uma noite tranquila, amanhã apareçam no trabalho com um sorriso amarelíssimo;
… que, a par de peseiro, a desculpa que os lampiões utilizarão amanhã para permanecerem em segundo lugar no campeonato será o delírio desse «penalty que ficou por marcar aos 21′, quando Alan cruza na grande área portista e vê a bola bater no braço de Alex Sandro, que tinha o braço esticado e não encostado ao corpo, num lance passível de grande penalidade, com o árbitro auxiliar bem colocado»;
… que me faz desejar que Sexta-feira seja já Amanhã e não tarde, para que o mesmo peseiro possa engolir as suas palavras «este resultado não nos vai desanimar e já na Taça vamos eliminar o FC Porto. Sentimos hoje que podemos jogar com o FC Porto sem receio nenhum»;

que dá um imenso trabalho em conquistar e uma enorme alegria depois de terminados os 90′ (mais os descontos), e que me fará dormir que nem um bebé.

beijinhos e abraços (muito tranquilos, e sempre muito portistas)!
Muito Obrigado! pela tua visita 🙂