há 20 anos, «a morte saiu à rua»

caríssima(o),
não haverá portista que esqueça o fatídico noticiário matinal da bola branca, na Renascença, de 28 de Agosto de 1994… eu não mais esqueci, num ano ainda mais negro do que o breu de uma noite escura. afinal, em Maio de 1994, tinha desaparecido o meu ídolo de (e para) Sempre da F1
de regresso a Rui Filipe.
foi a primeira vez que, de facto, lidei com a morte precoce de um jogador do nosso clube do coração antes, só pelos relatos de portistas com mais experiência de portismo do que eu, é que soube do desaparecimento do Pavão; e quando Zé Beto resolveu partir para um mundo melhor eu era demasiado imberbe para o perceber…
do futebol do loirinho, guardo (também) na memória três momentos mágicos: (i) o primeiro golo naquela que viria a ser a rota do Penta, frente ao SC Braga (estava lá!, na arquibancada); (ii) o golão em Bremen, numa vitória europeia épica(iii) o golaço que sentou Preud’Homme, em pleno inferno de Carnide, na que viria a ser a sua última partida envergando o nosso manto sagrado e o nosso brasão abençoado ao peito:
(clicar na imagem para ampliar)
para quem tiver interesse, na segunda parte desta posta de pescada®, cujo título se inspirou num clássico de Zeca Afonso, deixo-te com a fotogaleria da revista DRAGÕES, de Setembro de 1994 (aqui em formato PDF) totalmente dedicada à memória de Rui Filipe.

todos os créditos desta disponibilização recaem no caríssimo dragão Vila Pouca, que, em Novembro de 2011, partilhou à saciedade as suas digitalizações.

tal acontecerá já a seguir, a partir de um no pare, sigue, sigue ali mais abaixo, logo depois do «gosto» do faceboKas®


somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»:  

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

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do se (re)visitar a ‘questão colombiana’…

 © GoogleMiguel Lima (Tomo II)

caríssima(o),

e a tal boa notícia do dia (pelo menos para mim) é a que se segue, e em nada se (cor)relaciona com o título da presente posta de pescada“®:

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será sempre uma oportunidade de poder (re)ver o meu ídolo de adolescência trajado a rigor, i.e., envergando a cor do nosso manto sagrado e aquela que melhor lhe assentou na sua carreira de futebolista: o azul-e-branco.

 © dragões | Miguel Lima (Tomo II)

depois e sobre o título da presente posta de pescada“®.
para lá do Brasil, é reconhecido que o nosso clube do coração “faz academia” em vários países da América Latina – um dos seus muitos viveiros.
em Agosto de 2011, dissertei sobre uma questão colombiana que se fazia sentir no nosso clube do coração, nomeadamente sobre a possibilidade de exportação da marca FC Porto para um dos maiores países da América Latina, para lá das terras de Vera Cruz, e das diferentes formas de a administração do nosso clube do coração o conseguir, apontando três sugestões que considero válidas.
igualmente naquele mês, Jackson Martínez concedia uma entrevista à revista Dragões e Faustino Asprilla, ao jornal OJOGO, um mês depois, afirmavam:

© GoogleMiguel Lima (Tomo II)
 (clicar na imagem para ampliar) 
 

quase vinte meses depois, folgo em saber que a dita posta de pescada“® (e no meu entendimento), permanece actual:

© ojogo | FC Porto para sempre

(clicar na imagem para ampliar)

confesso que tenho a notícia acima como uma excelente oportunidade (senão mesmo A oportunidade) para se encetarem os fundamentais contactos para, por exemplo, se considerar a hipótese de uma digressão, defrontando os clubes colombianos com maior expressão e dimensão futebolística – à semelhança do que já fazem o Real Madrid, o Barcelona, o Manchester United ou o Chelsea no mercado asiático.
talvez não seja descabido recordar as declarações proferidas por Germán Barragán, embaixador da Colômbia em Portugal, estávamos em Setembro de 2012: «gostava muito de levar o FC Porto a Bogotá».

por último, eis uma tarja que vem complementar o que escrevi na passada Segunda, em «dos fracos, não reza a História».
dedico-a, com todo o afinco, a quem o consegue fazer, durante os noventa minutos de jogo (mais os descontos), considerando que, dessa forma, apoia a minha equipa do coração:

somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!
beijinhos e abraços sempre, mas sempre!, muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

palavras de Presidente e de Director-Executivo da SAD

 

«

mentiras e verdades

[…]
o FC Porto não acabou com o basquetebol; o FC Porto foi obrigado a suspender a equipa profissional.
mais importante do que o Basquetebol é o FC Porto, e uma sucessão de acontecimentos levou-nos a tomar uma decisão que certamente irá contribuir para recolocar a modalidade nos eixos. quando isso vier a acontecer, estaremos de volta!
só para recordar:
(a) como é possível uma equipa desistir da competição, numa meia-final do campeonato, deixando outra semanas sem competir e, depois, não sofrer a mais pequena sanção, num incentivo a que outras ajam (impunemente) da mesma forma?
(b) como é possível as equipas profissionais poderem alinhar com cinco jogadores americanos, naturalizados ou não, destruindo as selecções e o trabalho desenvolvido nas camadas jovens?
(c) como é possível a Federação tornar pública uma nota de culpa, baseada num escrito de um polícia mal-disposto, em que este só refere mentiras, que o próprio delegado ao jogo da Federação confirma não corresponderem à verdade?

a este basquetebol dizemos categoricamente “não!“. mas ao Basquetebol dizemos “sim!”. e, para isso, já acordámos três anos com Moncho López, que ficará com a responsabilidade de reorganizar a modalidade no clube, para voltarmos quando estiverem criadas as condições na Federação Portuguesa de Basquetebol.

[…]

»

fonte: revista Dragões (edição nr. 314 | Julho 2012), pág. 13.

ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

 

«

entrevista a Antero Henrique

(director-executivo da FC Porto – Futebol, SAD)
[…]
como avaliou a decisão de se suspender o basquetebol?
é incompreensível que os melhores clubes portugueses sejam compostos por cincos-base cem por cento americanos!
esta modalidade, tal como todas as outras, tem de estar num nível que o país possa comportar.
vamos refazer o processo, podendo contar com a colaboração do treinador Moncho López e encontrando um novo modelo para a gestão das modalidades do FC Porto – ancorado, como neste caso, numa referência multidisciplinar da modalidade.
há muitos anos que se diz que, em Portugal, a única modalidade é o Futebol. tal é tremendamente injusto para tantos atletas, dirigentes e técnicos. efectivamente as modalidades necessitam de mais investimento, nomeadamente de sponsorização [patrocínios]. noutros países, por outro lado, o Desporto é uma grande aposta do Estado e não apenas dos clubes. isso não se verifica em Portugal. um clube com a grandeza do FC Porto, com uma força de marca impressionante, deveria receber, da parte do Estado, outro tipo de motivação para poder servir um maior número de população e colocar ainda mais atletas a praticar desporto.
no FC Porto, todos queremos as modalidades, mas em condições e para que o clube as possa albergar e apoiar. o nosso intuito é vencer na alta competição e participar ao nível dos escalões de formação.

»

fonte: revista Dragões (edição nr. 314 | Julho 2012), pág. 26.

ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

caríssima(o)
se, por um lado, folgo em saber que o que escrevi no ponto 2) do meu escrito de 26 de Julho último não se verificou, por outro continuo a reafirmar que, neste assunto lamentável e penosamente triste, « o que mais me incomoda é que os sócios do clube não tenham sido “tidos nem achados” a se pronunciarem sobre a dita e, sequer!, à data, tenham tido uma palavra de “conforto” e/ou uma explicação convincente por parte de quem de direito! »
e não é um escrito na revista oficial do clube, na página dedicada às mensagens presidenciais, que me fará mudar de opinião.

ps:

sobre o encontro de apresentação da equipa principal aos associados e adeptos do clube, que aconteceu no passado Sábado, o momento mais gratificante, para mim, foi poder bitaitar com o caríssimo Vila Pouca uns bons quarenta minutos antes do início da partida. aprendo muito sobre portismo com ele, tal como aprendi com o meu Avô (à data, o maior portista que já conheci, e de quem não esqueço da sua imensa paixão pelo clube). aliás, actualmente, ir ao Dragão assistir a um jogo «ao vivo e a cores» e não estar com alguns de vós é como ir a Roma e não estar com o colégio cardinalício 😀
só tive mesmo pena de não ter pago o fino prometido ao Jorge (do “Porta19“). fica para a próxima Jorge, ok?
do encontro propriamente dito, confesso que, a partir dos 20′ de jogo, comecei a sentir umas imensas saudades do nosso Licha – e penso que está tudo escrito, mesmo sabendo que se tratou de um encontro de cariz particular; que o Lyon se contentou com o empate, motivo para distribuir cacete até mais não (com a complacência de Artur Soares Dias); que faltam (pelo menos) dois titulares indiscutíveis; que os níveis de rendimento são baixos; que frente à Académica “a música será outra”; que é preciso dar Tempo ao pouco tempo que Jackson cha cha cha Martínez tem no seio do plantel; etc. e tal.
beijinhos e abraços (esperançados numa boa época)!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

da edição muito presidencial da revista ‘dragões’

 
© dragões | Miguel Lima (Tomo II)
caríssima(o),
a edição impressa do nr. 311 da revista dragões, do seu 27º ano de existência (referente ao corrente mês de Abril de 2012), «saiu decidida para a rua» no passado dia 18, pela fresquinha.
o exemplar, cuja capa embeleza (e muito!) este post, foi adquirido a muito custo, sob reserva particular e depois de várias voltas (dadas junto aos quiosques sitos nas imediações da minha residência e do meu local de trabalho, dos quais obtive a mesma resposta: “já esgotou…“) -, ao início da tarde de 19 de Abril.
portanto, no dia em que se comemoram os trinta anos da tomada de posse*, do nosso grande presidente, dos destinos do nosso clube do coração, e no seguimento da primeira parte da sua entrevista ao Porto Canal, é embevecido que divulgo, à saciedade (em geral) e a esse “maravilhoso mundo que é a bluegosfera”® (em particular), o que de muito bom se publicou na última edição impressa da revista dragões, a saber:
1) o artigo “trinta anos“, com a chancela do próprio
2) a (curiosa) entrevista, sob o título “eu sou é adepto!” 
[escrita na primeira pessoa e onde o nosso grande presidente revisita alguns dos momentos mais marcantes da sua presidência, com destaque especial para a frase (lapidar): «eu não sou presidente; eu assumi o lugar de presidente! o que eu sou é adepto! e até antes de sócio, sou adepto!»]
3) o artigo de josé mourinho “Parabéns, Presidente!” 
[abordado neste nosso espaço]
4) o artigo de André £ibras-Boas
a memória dos grandes homens perdura para sempre
5) a rubrica “o golo da minha vida: de pé esquerdo para os títulos“, onde o protagonista dá pelo nome de Ljubinko Drulović
6) a entrevista a Tiago Rocha, actual pivôt da equipa principal de andebol do FC Porto
faço votos para que seja do teu agrado 😉
e não precisas de agradecer; eu sei que sou um querido! 😉
* e é (para mim muito) claro que, sempre que ouço e/ou leio o termo “tomada de posse”, recordo-me desta (para todo o Sempre) memorável rábula de Herman José, em “O Tal Canal😀
beijinhos e abraços (muito presidenciais)!
e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂 

os invejosos

© dragões | Miguel Lima (Tomo II)
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os invejosos

1.
como tantas e tantas vezes já aconteceu no Passado, esta época [2011/2012] já nos fizeram o funeral umas quantas vezes. à força de tanto nos desejarem mal, qualquer tropeção nosso é anunciado com toda a pompa e circunstância, como se estivéssemos no fundo do poço. a História tem-se encarregado de os desmentir, mas nem assim refreiam o instinto.
desenganem-se! o FC Porto é eterno e quando nos quiserem fazer o funeral, esperem pela missa de sétimo dia porque o mais provável é já estarmos novamente de pé.
às vezes caímos, às vezes é como se levássemos um murro no estômago, mas vamos continuar a ter a capacidade de reagir, de lutar, de sermos um clube vencedor – o mais vencedor do País!

um exemplo:
completámos meia centena de jogos sem perder para a Liga, o que por si só deveria justificar a admiração por uma equipa de qualidade invulgar; mas, em Portugal, o FC Porto continua a causar muita inveja aos que são incapazes de apreciar a competência que não têm. talvez por isso mesmo a distância dos media internacionais permite avaliar melhor as proezas do nosso FC Porto – como recentemente fez o prestigiado L’Équipe, que não deixou de se surpreender, analisar e elogiar por sermos o clube com mais títulos da Europa no séc. XXI (entre estes, quatro internacionais), com recursos infinitamente inferiores aos dos [grandes clubes “tubarões“] da Europa rica.
e é para isso que vamos continuar a trabalhar: para oferecer títulos aos nossos sócios e adeptos. infelizmente não vamos conseguir ganhar a Taça de Portugal, mas vamos lutar até à exaustão por juntar mais troféus à Supertaça (que já vencemos).

[…]

3.
as sucessivas campanhas contra o FC Porto só nos devem manter alerta, cientes de que os nossos sucessos incomodam e que todos os meios servem para nos atingir.
outro escriba de terceira categoria, para quem a Verdade é incómoda e a Mentira medra, escreveu [no pasquim da Travessa da Queimada] que eu não tinha ido a S. Petersburgo porque não queria ser associado a uma eventual derrota. era público que fiquei retido na cidade do Porto porque o meu filho [Alexandre] foi submetido a uma delicada intervenção cirúrgica que, graças a Deus, correu muito bem. porém, nem isso impediu o sr. Vítor Serpa de, mais uma vez, encher a boca de mentiras.
que gente esta, que tanto gosta de se apresentar como muito educada, como muito séria, mas que depois é incapaz de ficar ao lado da Verdade…

»

fonte: revista dragões, edição de Dezembro de 2011.

ps: os negritos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

textinho singelo, mas muito presidencial(ista), dedicado a todas(os) quantos se revêem nas palavras do nosso querido líder*.

* empreguei a expressão de cariz norte-coreano propositadamente, pois nem todas(os) têm a capacidade de compreender (com Verdade) o presidente mais vencedor da história do Futebol Mundial – consta-se que também o será em Portugal, mas ainda há «gloriosas» vitórias que tendem a perpetuar um silêncio ensurdecedor (e incómodo).

beijinhos e abraços (presidenciais)!
e MUITO OBRIGADO! pela tua visita 😉