da fénix azul-e-branca renascida…

© fotos da curva
(clicar na imagem para ampliar)

caríssima(o),

antes de tudo, as minhas desculpas por só agora me apresentar ao serviço desta causa que, para mim, é muito nobre: discutir saudável e civilizadamente contigo o quotidiano azul-e-branco do nosso Amor comum.
motivos de índole profissional retiveram-me até este momento, impedindo-me de, com uma imensa alegria e uma enorme felicidade, exteriorizar todo o meu sentimento (sobretudo) de gratidão pelo Futebol Clube do Porto. inclusive, foram tão mauzinhos comigo que fizeram com que não pudesse acompanhar o autêntico “festival de ópera” que aconteceu em San Mamés (Bilbau, País Vasco), na noite de ontem…
adiante.

depois e ao contrário da anterior, esta será uma posta de pescada® um tanto ou quanto longa (por que extensa), vulgo testamento. no fundo, será um regresso (momentâneo) à imagem de marca deste espaço de discussão pública.
fica, desde já, dado o aviso, a fim de te poderes governar (e bem a tempo) de uma geladinha e de um pratinho de tremoços (ou de um pratinho de couratos, dependendo da zona do território nacional)

a seguir e como não me canso de repetir, e sem desprimor para os demais, fica (muito) difícil de manifestar uma opinião após o caríssimo dragão Vila Pouca o ter feito – no sentido em que este, com toda a sua experiência (de vida, de portismo, de bluegosfera), consegue expressar todo o pulsar de um portista indefectível e dos quatro costados; a sua mais recente prosa, o FC Porto segue o seu caminho, com a massa na algibeira, é disso exemplo.
e, é muito bom afirmá-lo e igualmente de inteira justiça, também após o caríssimo Jorge Vassalo, administrador do extremamente dragão FC Porto universal, com um assombroso vocês ainda não perceberam, pois não?.
mesmo assim e para além de (in)tentar libertar o meu Espírito, irei fazer um esforço para não repetir as ideias que eles já brilhantemente explanaram, as quais subscrevo, na íntegra e que servem de complemento ao que por aí virá. 

como afirmei ali atrás, por motivos de índole profissional, não pude ver a partida ante o Athletic de Bilbao. portanto, tudo o que (não) sei sobre a dita, foi obtido graças ao resumo alargado do jogo, ao que entretanto pude ler nesse maravilhoso mundo que é a bluegosfera® e ao que a pasquinada lusa resolveu publicar.
nas próximas linhas deter-me-ei sobre este último item: o vergonhoso mundo do jornalixo português, mormente da tríplice pasquinagem desportiva.

© Tomo II

(clicar na imagem para ampliar)
obviamente que o destaque maior vai para o verdadeiro nojo jornalístico que a imagem acima reproduz (à sua esquerda, bem entendido), e cuja leitura do escrito do meu “amiguinhorogério azevedo (aqui), publicado na edição impressa do pasquim editado pelo belenense do sr serpa de hoje, teria evitado que o lixo tóxico do grupo cofina revelasse à saciedade, toda a sua incompetência e burrice puras.
sobre isto, quatro notas:

1)

o lixo tóxico do grupo cofina já pediu desculpa «aos leitores». e, pelo que se depreende daquele pretenso pedido de desculpas, em exclusivo a estes últimos, porquanto se esqueceu de o estender às instituições desportivas visadas na sua incúria, nomeadamente o Futebol Clube do Porto (e sem referir o seu corpo dirigente, os seus associados e demais simpatizantes).
ficava (muito) bem fazê-lo; mas tal era pressupor que entretanto tinham caído a Trindade, os Clérigos, a Sé, a Misericórdia, os Grilos e demais igrejas na baixa portuense…

2)

daquele pretenso pedido de desculpas, há (mais) uma incorrecção:
no sentido de sonegar o feito portista, em 2006, relegando-o para segundo plano, a primeira referência alude a uma vitória da agremiação de Carnide, em 2010.
acontece que aquela ocorreu para a Liga Europa; já a do FC Porto aconteceu para a Champions – a prova em que (ainda) está envolvida a agremiação do Lumiar…
é demais tanta vontade e tanta asneira juntas…

3)

aquele pretenso pedido de desculpas ainda só ocorreu no mundo virtual da Internet e só após o FC Porto ter reagido nas redes virtuais onde possui conta activa.
o erro do lixo tóxico do grupo cofina foi publicado (também) em papel jornal e digno de chamada e destaque à primeira página.
estou bastante curioso para saber se aquele mesmo pedido de desculpas também merecerá o devido destaque na edição de amanhã. ou depois. ou durante este ano civil de 2014… o que é certo é que irei esperar (bem) sentadinho, para não me cansar muito…

4)

os incómodos e demais argumentações, que alguns de vós me manifestam por ler, com regularidade, o pasquim editado pelo belenense do sr serpa são exactamente os mesmos perante a minha incredulidade por haver portistas que lêem as autênticas merd@s editadas pelo grupo cofina…
como já o afirmei, tivesse eu o p(h)oder para tal, pura e simplesmente vedava o acesso total às instalações do Clube a trabalhadores afectos a órgãos de Comunicação Social que muito nos amam; mas daquelas paixões assolapadas, não um qualquer fogacho de Verão, bem entendido…

© fotos da curva
(clicar na imagem para ampliar)

entretanto, correm gloriosamente», claro!) notícias de confrontos entre adeptos mais radicais do Athletic e de alguns elementos afectos à claque do FC Porto que se deslocaram a San Mamés.
como não poderia deixar de ser, o lixo tóxico do grupo cofina, na vanguarda da informação rigorosa sobre tudo o que se cinja ao quotidiano azul-e-branco, e com o rigor jornalístico que lhe é tão característico e sobejamente (re)conhecido, tratou de replicar o que alguns me(r)dia bascos difundiram e conforme pode ser lido aqui.
acontece que o que se passou não teve origem nos adeptos portistas e como aquele lixo tóxico quer fazer passar a mensagem; antes aqueles foram sendo alvo de provocações e agressões, por parte de um grupo de energúmenos mais radicais do Athletic, desde o local de concentração até às imediações do estádio.

eis o que se publicou nos outros dois pasquins cá do burgo sobre o sucedido:

© pasquim editado pelo ‘Quim Oliveirinha
(clicar na imagem para ampliar)

© pasquim editado pelo sr. serpa
(clicar na imagem para ampliar)
© google

na edição desta Quinta-feira, André Viana (aqui) escreveu:

«explicar o jogo [de San Mamés] por aquilo que os espanhóis deixaram de fazer é ver o filme ao contrário»

desconheço, como reflexivamente já se arvorou, se o fez com camisola oficial do Clube vestida, cachecol ao pescoço e cartão de associado à lapela. isso, para mim, não interessa nada, no sentido em que o que ali se reproduz é verdade e em relação ao que aconteceu na partida de ontem.
e, se houver dúvidas, estas dissipam-se após a leitura de dois escritos do sr. carlos-com-apelido-de-substantivo-colectivo-para-o-que-ele-é; a saber:

i)

o primeiro, datado de ontem, (aqui) e no qual afirma despudoradamente que, para o FC Porto, o «grupo da Champions não é especialmente forte»;

ii)

o segundo, em crónica à partida de ontem, (aqui), contém a pérola de que «o percurso [do FC Porto, na Champions] ficou facilitado com a estrondosa goleada ao BATE Borisov».

como refere o caríssimo dragão Vila Pouca:

«já os topámos, já os conhecemos de gingeira; sabemos muito bem o que é a inveja dos medíocres, dos que não se cansam de proclamar a teoria dos “mais, maiores, melhores, grandes” e só pensam pequeno»

da edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada desta Quinta-feira, não posso deixar de recomendar o pedacito de humor que é o mais recente artigo de opinião dO leonor pinhão (aqui), sob o título talisca só está a 69 (!!) golos do CRtriste, e no qual elabora uma verdadeira teoria da constipação® para justificar o injustificável (por que inqualificável) absurdo arbitral que aconteceu no antro esvoaçante de Carnide, na passada Sexta-feira…

para finalizar, no decurso do que tão bem escreveu André Viana, e para quem tiver interesse, na segunda parte desta enooooormeeeee posta de pescada®, a partir de um no pare, sigue, sigue ali mais abaixo, logo depois do «gosto» do faceboKas®, seguem-se sete perspectivas espanholas a propósito do que aconteceu no encontro de ontem.
em todas elas há um denominador comum: para mágoa de muita «gloriosa» gentinha e gentalha, o FC Porto foi mais forte e um justo vencedor.

disse!

o desenvolvimento desta notícia pode ser lido aqui.

o desenvolvimento desta notícia pode ser lido aqui.

o desenvolvimento desta notícia pode ser lido aqui.

o desenvolvimento desta notícia pode ser lido aqui.

o desenvolvimento desta notícia pode ser lido aqui.

o desenvolvimento desta notícia pode ser lido aqui.

o desenvolvimento desta notícia pode ser lido aqui.

(breves) notas soltas em período de férias…

© google

«

a realidade dos factos é que, mesmo sendo considerado inocente, o Presidente do cepórte sofreu, de forma injusta, um castigo de 29 dias de que não pode recuperar nem ser ressarcido.

»

estou com imensa pena pelo burro do Carvalho ter estado suspenso vinte e nove dias «de forma injusta», apesar de continuar a considerar gravíssimas muitas das suas declarações públicas, ao longo da temporada transacta…

apenas pergunto: 

onde estavam os arautos paladinos da «dignificação, transparência, rigor e credibilidade do desporto e das instituições desportivas» nacionais aquando daquele singelo castigo de quatro meses aplicado ao nosso Incrível, por actos que ainda estão para se (com)provar nas instâncias judiciais cíveis, e que, no final, a nível das instâncias desportivas, após interposto recurso, vai-se a ver e a pena foi reduzida para «apenas e só» três jogos e, com esse expediente, lá se perdeu um campeonato?
e qual será o valor para se ressarcir devida e condignamente o Clube prejudicado desportivamente por aquele erro grosseiro? será que aqueles mesmos arautos o poderão definir?
pois…

«

esta parceria é uma oportunidade de nos ligarmos aos catorze milhões de adeptos lampiões espalhados pelo Mundo.

»

este excerto das declarações de Hubert Frach, CEO da Emirates, pode ser encontrado a páginas 05, da edição impressa desta Terça-feira, do pasquim da Travessa da Queimada.
«catorze milhões»?! é certo que há alguém, nesta parceria, a ser comido de cebolada e por muito que haja quem considere que a marca 5lb venda mais do que todas as outras juntas – o que não deixa de ser outra falácia, como aqui se demonstra cabalmente…

«

O novo treinador portista, com sensibilidade de formação, investe sobretudo na juventude espanhola, não deixando de ser curioso o facto de escolhas de há um ano, como Licá, Josué ou Ghilas, integrarem agora o rol de dispensáveis. O que ajudará a compreender a estranha revelação de Lopetegui: Varela saiu por vontade própria. Provavelmente sim, porque, num plantel pensado para promover jogadores espanhóis, deve faltar espaço para portugueses…

»

e assim continua a azia do sr. fernando guerra, relativamente à definição do plantel azul-e-branco, para a época que se avizinha, e por muito que tenha considerado «bonita a festa de apresentação do FC Porto, apesar de resultado frouxo e exibição tristonha»  desta feita, em tenham calma, pediu Jesus..
e cá continuo eu a coleccionar as suas guerrinhas, numa situação de para mais tarde recordar(-lhe) as suas palavras cheias de fel, espetando-as nas suas «gloriosas» fuças (ia escrever ventas, mas considerei ofensivo para os animais visados).

«

Desde que mandou construir uma torre no centro de estágio, Lopetegui já contratou seis jogadores com influências da liga espanhola – e um sétimo, o guarda-redes Fernández, está a caminho. E está em vias de mandar embora antigas promessas ou acabar com longas carreiras no Dragão…

»

ainda e sempre, a famigerada torre a fazer extrema confusão nas cabecinhas ocas de muitos jornalistas da nossa praça, desta feita, foi o sr. antónio varela, no lixo tóxico do grupo cofina…
questiono-me para quando umas larachas, com igual tom jocoso, a propósito da grua mandada erigir por Carlo Ancelotti

«

Paraíso de verão 


Nunca haverá bestas nestes tempos de verão. Só bestiais. São bestiais todos os treinadores e, especialmente, os novos jogadores. E são bestiais quem os compra e quem os vende. Claro que há sempre uma certa angústia quando se vê partir um jogador que tantas vezes disse que estar no clube era um sonho realizado. Porém, a angústia morre de morte natural e transforma-se até em alívio quando se ouve e se vê o mesmo jogador declarar-se aos novos patrões e jurar que sempre quis trabalhar com aquele novo treinador, com o qual, aliás, tanto irá aprender. Pior ainda quando dizem aquela frase lastimável: «agora, sim, sinto que cheguei a um grande clube europeu». Ingratos. Nem se lembram do que antes disseram, do que antes juraram.
A infidelidade é a característica de todo o jogador que parte. Nunca a do jogador que chega. Este é diferente. O seu amor é, sempre, de uma sinceridade comovente.
Nos jogadores novos não há pernas de pau. Todos são completos. Jogam tão bem com os pés como com a cabeça. Há os tecnicamente evoluídos e os tecnicamente privilegiados. Os seus passes são de seda, a bola sai sempre redonda e são, todos eles, jogadores com uma visão muito clara do jogo. Além disso, os novos são muito melhores do que aqueles que vão substituir. Esses já tinham vícios insuportáveis e jogavam sem ambição. Estes são diferentes. Mesmo quando também prometem que tudo farão para conquistar o título.

»

depois da questão do «descalabro» – em dragão rico, águia depenada e fé de leão -, também o belenense vítor serpa não mais conseguiu disfarçar a sua azia… o escrito acima atesta-o.
disse!

do dia das mentiras (que foi ontem), hoje…

caríssima(o),

esta posta de pescada“® é um testamento.
já sabes o meu conselho para este tipo de situações: fazer-se acompanhar de uma bebida e, se possível, revisitá-la amiúde para se continuar a ler onde se interrompeu a leitura.
desde já, peço desculpas por regressar a uma imagem de marca da qual, por vezes, é difícil para mim desprender (que é como quem afirma «deslargar»).

no final deste (para mim, longo) dia de labuta, apraz-me registar a receptividade da última posta de pescada“®. infelizmente não foi pelos melhor motivos, mas, sendo uma das mais vistas de sempre deste espaço de discussão pública, penso que consegui, mais do que conceder protagonismo a um parasitalavar a Honra a um de nós e que bem o merece.
e, para que fique bem claro, repito o que disse na caixa de comentários do escrito em causa: farei o mesmo por qualquer outro portista e/ou blogger, sempre que tiver conhecimento de situação semelhante. como em tudo nesta Vida, tem que haver limites, pelo que entendo que, apesar de o considerar maravilhoso, a bluegosfera em particular e a blogosfera no geral, não poderão ser excepção, como não o são! e aquela posta de pescada“®  é a prova provada do que afirmo.

© pasquim do sr. serpa

(clicar na imagem para ampliar)

para que (também) conste, considero o portista indefectível e dos quatro costados, Miguel Sousa Tavares um dos nossos. e não é por simpatia que o considero um enfant terrible. é certo que tem os seus dias; inegavelmente possui os seus odiozinhos de estimação (Varela, por exemplo…); tece afirmações e/ou considerandos acerca do quotidiano do clube que são, no mínimo, discutíveis; é frontal com os nomes que ataca, não se refugiando em subterfúgios; defende sempre o bom-nome e o prestígio do nosso clube do coração perante os mais vis ataques a que é sujeito. no fundo, nada que um blogger afecto ao FC Porto não o faça.
acontece, porém, que Miguel Sousa Tavares não é um blogger, antes um colunista num órgão de comunicação social de grande tiragem. e é pago por isso. e, como se não bastasse, escreve no pasquim do belenense do sr. serpa, o qual lucra imenso por, nas edições impressas das Terças-feiras, possuir este verdadeiro avançado centro dos colunistas que por lá tecem interessantes considerandos a destilar muito (e sobretudo) anti-portismo primário (por que básico). aliás, é um facto comprovado que as Terças-feiras, para o pasquim da Travessa da Queimada, são o dia da semana que mais papel vende.

depois, é bom recordar que pode parecer que não, a Realidade até pode indiciar o contrário, mas ainda vivemos num Estado de Direito. e que, como tal, quem se sentir injustiçado pode sempre recorrer a instituições (supostamente) idóneas como os Tribunais para clamar por Justiça. haja é dinheiro suficiente para suportar as custas… e paciência para esperar por uma decisão final, dependendo (do teor) da acção interposta e (da mediatização) dos intervenientes…
assim sendo, também é conveniente ler este brilhante artigo do cativo das Antas, no bibó FC Porto, car@go!, sob o título até nunca. substitua-se o nome do visado na peça em causa pelo do nosso enfant terrible, e tudo como que parece fazer (muito) sentido para o que a seguir virá.
(«A Lei é usada para quando a Palavra, a conversa, o dialogo se esgota. A Palavra antecede a Lei. A consideração antecede a Palavra. Quando quero pedir algo, fui educado a perceber a viabilidade do meu pedido antes de o formular. Quando quero usar a Lei, fui habituado a perceber se a via do dialogo já se tinha esgotado. Quando uso a Lei, sei que é o último recurso: o recurso que não tenho receio de usar porque a Palavra de amanhã, hoje, já não me interessa. Quando uso a Lei, uso-a, sem sentimentos.». brilhante! )

vem este intróito acerca da acção interposta pela FC Porto – Futebol, SAD a Miguel Sousa Tavares, ao pasquim do sr. serpa e a este último – pelos vistos a «acção 2189/13.0TVLSB, na 5.ª Vara Cível de Lisboa».
ele já o tinha aventado na Nortada desta Terça-feira; o jornal i indagou sobre o caso um pouco mais do que só pela rama. eis o que considero interessante:
« Miguel Sousa Tavares diz que ainda não foi citado no processo que deu entrada no Tribunal Cível de Lisboa, tendo sido informado pelo jornal desportivo. “‘A Bola foi notificada há cerca de um mês, eu ainda não fui. Soube do caso através deles, confessa. [] Miguel Sousa Tavares afirma que tentou chegar a acordo mas que os responsáveis do clube não se mostraram disponíveis. Portanto vamos para tribunal.” »

o meu entendimento de leigo, é claro que a Direcção da FC Porto – Futebol, SAD não demonstrou receptividade num acordo, numa acção na qual o nosso enfant terrible «ainda não foi citado». ele não é o alvo, antes o dano colateral num fogo (nada) amigável e que tem como alvo único o pasquim do sr. serpa. tudo porque este último, o seu (ir)responsável-mor, permitiu que se publicasse, sem demonstração e/ou sustentação das afirmações em destaque na imagem acima, dúvidas que Miguel Sousa Tavares considerou legítimas acerca do negócio do argelino Ghilas, mas que as mesmas podem ser interpretadas como… difamação, injúria e calúnia – crimes puníveis pelo Código Penal Português (art. 180 a 183) e desde que o dolo seja (com)provado.
só assim e igualmente no meu entendimento, se justificará um pedido indemnizatório de cerca de «um milhão de euros»

no fundamental, não deixa de ser um episódio que se lamenta e que nenhuma das partes envolvidas que mais nos dizem respeito – clube e Miguel Sousa Tavares – ficará a ganhar. a única, do trio em causa, a provavelmente lucrar algo com esta contenda será o pasquim da Travessa da Queimada. este é um facto do qual não tenho a menor dúvida que se comprovará.

© google | Tomo II
o dia que ainda há pouco acabou de findar, também ficou por marcado (i) pelas brilhantes declarações de Geraldão, num salutar regresso a um Passado (ainda) recente, (ii) pela excepcional conferência de Imprensa de Luís Castro, que vale pelo seu todoe que me dá alento para o importantíssimo encontro de amanhã, e (iii) pela confirmação oficial de que, ao que tudo indica, vamos poder alinhar com os juniores e/ou a nossa equipa B, em nossa casa, em data a agendar, ante o 5lb, na outra meia-final a contar para a ex-taça da bjeka“®.
dado que o Conselho de Justiça da FPF deu uma deliberada nesse sentido, e depois de tudo o que se passou, se tivesse esse poder, era exactamente isso que faria: concederia preciosos minutos de competição, ao mais alto nível, ante o eterno arqui-rival, em pleno teatro de sonhos azuis-e-brancos, a jovens promissores que há muito clamam por uma oportunidade na equipa principal.
e seria esta a minha equipa titular:
Kadú; Víctor García, Reyes, Tiago Ferreira, Rafa; Mikel, Pedro Moreira, Tozé; Kelvin, Kayambe, Gonçalo Paciência.

suplentes: Igor Stefanović, Quiñones, Maicon, Tomás Podstawski, Ivo, Ricardo, André Silva.

entretanto, depois de um programa a todos os títulos deplorável, e de uma autêntica intentona que só desprestigia a estação (cada vez menos) pública de televisão, parece que o discípulo… o «aluno brilhante» huguinho gilberto, do TRIO D’ATAQUE, vai ter que meter a viola num saquinho (ou noutro sítio qualquer…), tendo em conta a sanção com que o Conselho de Disciplina da FPF, ao abrigo do disposto no art. 166º (Protesto, atitude incorrecta e outras infracções leves) do Regulamento Disciplinar da Liga resolveu punir o Mustang.
bem sei que não foi o único a fazê-lo, no decurso destes três dias; mas seguramente foi o que me deu maior asco. e nojo. e repulsa. e vontade de, por mais do que uma vez, lhe partir o focinho. mas como não estava à minha beira e o monitor da tv não tinha qualquer culpa… optei por desligá-la.
ainda sobre este assunto, li por aí alguns indignados e/ou justiceiros, a intentarem comparar aquele final de festa na Choupana com o castigo aplicado a enzo pérez. é só mais uma mentira, no sentido em que nem sequer se deram ao trabalho de ler que o lampiónico foi castigado «ao abrigo do disposto no art. 158º» (Injúrias e ofensas à reputação) do mesmo regulamento…

para todos estes badamecos (ia escrever bardamerd@s, mas achei demasiado ofensivo…), logo a seguir ao «gosto» do faceboKas“®, em «‘no pare, sigue, sigue’», segue uma brevíssima fotogaleria com imagens que, não sei porquê, mas recordaram-me um episódio em tudo similar ao de Quaresma, só que com um protagonista afecto a uma agremiação dita «gloriosa», estávamos em Maio de 2011
talvez tenha sido por isso (ser afecto a uma agremiação dita «gloriosa») que não se verificou um conluio como o desta semana para (inclusive) ser «irradiado» do Futebol. isso, ou o enorme melão pelo custo de reserBas feitas antecipadamente

disse!


© google
© google
© google


© google

se o ridículo pagasse imposto…

© pasquim da Travessa da Queimada

caríssima(o),

pela minha parte, dou por encerrado o tema que tanto tem apoquentado os calimeros, a começar e a terminar no seu abjecto presidente – e, convém referi-lo, com a conveniente conivência da esmagadora maioria da execrável Comunicação Social, a qual propala inverdades, afirmações ridículas e até calúnias, mais rápido do que um sprint do actual Quintero.

para que conste e para memória futura, na segunda parte desta posta de pescada“®, logo a seguir ao «gosto» do faceboKas“®, em «‘no pare, sigue, sigue’», partilho contigo (i) alguns dos textos que me causaram algum incómodo, (ii) as partes do inenarrável comunicado do spórtém  que me trouxeram lágrimas aos olhos de tanto me rir, (iii) o meu mais recente e-mail aberto, dirigido ao obtuso do sr. fernando, por mais uma guerrinha sem sentido e repleta de anti-portismo básico (por que primário, ou vice-versa).

razão tem o nosso enfant terrible, Miguel Sousa Tavares, na sua última NORTADA, sob o título a peixeirada, citando o que poderá ter sido proferido por Marcello Caetano, a propósito de todo este inusitado barulho

« A sua tese tem partes boas e partes originais. Infelizmente, as partes boas não são originais e as originais não são boas. »

se o ridículo pagasse imposto, não haveria necessidade de um futuro «programa cautelar», sequer da necessidade da presença da troiKa que os pariu a todas(os)“® entre nós…

«

Dos cem ao zero em setenta e cinco segundos

Cinco dias depois de reivindicar o vídeo-árbitro, Bruno de Carvalho abriu uns rombos no próprio projecto. Na «revolução» pensada por Bruno de Carvalho falta um ponto: tão importante como credibilizar o futebol, é perceber como não o descredibilizar constantemente. 

Numa semana em que a Liga mandou às malvas os seus próprios regulamentos para permitir que o irrelevante Gil Vicente vs. 5lb se jogasse no Restelo, quando pelas regras teria obrigatoriamente de se jogar em Barcelos, também o presidente do spórtém abriu um rombo na sua própria reivindicação de um vídeo-árbitro (que discutira com os clubes cinco dias antes) com as palavras proferidas sobre o penalty no FC Porto vs. marítmo: de que servem as imagens, quando continua a ser possível fazer delas a leitura contrária da que fizeram todos os jornais de Domingo e, na generalidade, todos os programas televisivos de ontem à noite? 
Da mesma forma, também o incómodo pelos 2 minutos e 45 segundos de atraso com que começou o jogo do Dragão precisava de ser expressado com rigor e devidamente avaliado nos seus efeitos, havendo regras e sendo legítimas todas as reclamações. Para além do facto menor de não terem sido os «4 minutos» atirados pelo presidente do spórtém (75 segundos de impetuosidade), a alusão, tal como foi feita, permitiu sujar tudo de uma vez só: FC Porto, o árbitro (que pagou o incidente com a montra do talho) e até o marítmo (de cuja colaboração alguns ‘teorizadores’ precisaram para explicar o que fez a equipa portuense com os tais 2 minutos e 45 segundos de vantagem). 

É que não é fácil e a palavra “suspeita” não chega. Para não se destruir mais do que se conserta, nunca chega.

»

autor: José Manuel Ribeiro
fonte: pasquim de ‘quim oliveirinha (20140128) 
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.
(clicar na imagem para ampliar)

«

[]
Após a 2.ª jornada da 3.ª fase da Taça da Liga, tanto o spórtém como o Futebol Clube do Porto, no Grupo B, encontravam-se em igualdade pontual com 4 pontos, sendo determinante a última jornada para o apuramento para as meias-finais da prova.
Enquanto que no Estádio Municipal 25 de Abril, em Penafiel, o árbitro Marco Ferreira deu início ao jogo FC Penafiel vs. spórtém impreterivelmente à hora marcada (20h45), já no Estádio do Dragão, o árbitro Manuel Mota deu início ao jogo FC Porto vs. marítmo cerca de 3 minutos após a hora marcada.
[]
Tendo spórtém, na reunião preparatória do jogo, sido alertado, pelo Delegado da Liga, para a absoluta necessidade do mesmo ter início à hora marcada, por se tratar de um jogo decisivo para o apuramento para as meias-finais da Taça da Liga, partimos do princípio que tal procedimento também foi adoptado no jogo que envolveu as equipas dFC Porto e do marítmo

Acreditamos, por ser o procedimento habitual, que o mesmo alerta na reunião preparatória tenha sido feito às equipas 
dFC Porto e e do marítmo.
Acreditamos também que e conforme o habitual, que em caso de atraso no momento de ida para o túnel, ambas as equipas tenham sido novamente alertadas para a sua comparência imediata. A ter sido cumprido este procedimento e a obrigação de tal estar descrito no relatório dos Delegados da Liga, por se ter verificado de facto um atraso, e se não constar no referido Relatório a menção clara da justificação invocada pelFC Porto, não poderá haver qualquer margem de dúvidas em classificar a conduta como dolosa, com a intenção de prejudicar terceiros.
Para muitos, esta foi, como se diz na gíria, mais uma “jogada de mestre”, sempre na mesma lógica de não olhar a meios para atingir os fins pretendidos. E é isso que tem de acabar de uma vez por todas no futebol português.
spórtém pugnará pela reposição da verdade, recorrendo a todos os mecanismos legais que tem ao seu dispor para ser assacada a responsabilidade disciplinar aos infractores, com todas as consequências daí decorrentes.
Nessa medida, spórtém e verificando-se o acima exposto, deverá ser reconhecido como a equipa vencedora do Grupo B da 3.ª fase da Taça da Liga e receber o 5lb, numa das meias-finais da prova, em detrimento dFC Porto, que violou, de uma forma grave, as obrigações regulamentares a que está obrigado.
Não podemos deixar de frisar que, para além desta quebra grave do regulamento, também FC Porto beneficiou, na jornada anterior da prova, de um golo irregular, bem como de um penalty muito forçado no último jogo da 3.ª fase da Taça da Liga, contra o Marítimo, aos 94 minutos de jogo – factos estes que lhe conferiram, desde logo, vantagem no desempate, não sendo assim aplicável o critério de desempate seguinte, relativo à média etária mais baixa e que daria vantagem ao spórtém
Este é mais um exemplo que demonstra que é absolutamente fundamental fazer uma revisão no que concerne à arbitragem e aos meios à sua disposição de modo a evitar que se continue, de forma recorrente, a desvirtuar a verdade desportiva.
[]

»

autor: spórtém
fonte: zerozero (20140127) 
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

© google

«

Demónios e anjinhos 

Paulo Fonseca parecia possuído quando se apresentou aos jornalistas para dissecar as emoções extremas da última jornada do apuramento da Taça da Liga, sintetizando o que acabara de se passar com a frase lapidar que, no FC Porto, figura em primeiro lugar na tábua dos mandamentos para uma vida feliz: «Nós não fazemos o papel de anjinhos».

Há mesma hora, em Penafiel, treinador e presidente do spórtém falavam de imoralidade e de suspeitas de favorecimento por omissão, por parte da Liga – incapaz de garantir a mais básica das equidades desportivas: a da garantia que todos os concorrentes têm as mesmas condições para lutar pelas vitórias, a começar pelo respeito e observância dos próprios regulamentos de competições. 
E sim, as queixas do spórtém voltam a soar como justificação tardia e como “demonização” de um vencedor que nunca olha a meios para alcançar os objectivos
Neste caso, o FC Porto fez tudo o que aparentemente a permissividade dos delegados da Liga lhe permitiu, com um elevado grau de profissionalismo, perversidade à parte, que fez toda a diferença na recta final da corrida ao golo, com spórtém. Mais penalty, menos penalty, mais golo duvidoso menos erro escandaloso, já se sabe como acaba a história: no fim ganha o FC Porto. 

Muitos anos e quatro presidências depois da célebre denúncia de Dias da Cunha, spórtém prossegue a sua luta virtual contra moinhos que sopram cada vez mais forte, tendo acrescentado, em Penafiel, a sua longa lista de vitórias morais ou, de acordo com o presidente, mais uma derrota imoral. Parece sina, mas trata-se simplesmente da expressão de diferenças acumuladas pelo Tempo, com a consolidação de profissionais e métodos que não se importam, não se importam mesmo nada, de serem confundidos com demónios e coriscos.

[]

»

autor: joão (nada) querido manha
fonte: um coiso lampião (20140127) 
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


© google

«

exmo senhor
Fernando Guerra
(sub-director do “jornal” A Bola).

o meu nome é Miguel Lima e sou um fervoroso adepto do Futebol Clube do Porto

na defesa intransigente dos interesses do meu clube do coração desde que me conheço (pertenço à colheita de 1975…), sou administrador de um blogue afecto a tal causa, desde Julho de 2008, o qual já vai na sua segunda edição e possui um razoável número de visitas diárias

venho, por este meio e pela primeira vez, enviar-lhe um e-mail, o qual não será redigido “a medo” e sem procurar ter cuidado com as palavras – o que não significa ser deselegante e/ou mal-criado (pois não foi essa a educação que recebi dos meus progenitores). 

vou concentrar a minha reclamação no seu artigo de opinião é claro que vale a pena, publicado na edição impressa do v/ “jornal”, na presente data (2014-01-28).
confesso-lhe que não passei do seu primeiro parágrafo. a razão encontra-se explicada e implícita na foto que junto à presente mensagem.

portanto e assim termino, pela presente quero manifestar-lhe o meu mais veemente repúdio pelo que afirma no seu artigo de opinião que, para além de contar com mentiras, falsidades e calúnias, é, não só a prova provada do seu anti-portismo primário, como também da razão que assistiu a Pinto da Costa quando, na sua mais recente entrevista (que mereceu um seu outro artigo de opinião igualmente “interessante”) afirmou «o tratamento jornalístico dado ao FC Porto não é o mesmo dado aos outros clubes; é nítido para toda a gente [e que] existe uma campanha premeditada para fragilizar o FC Porto e promover os outros dois clubes».

sem outro assunto de momento, despeço-me apresentando os meus cumprimentos.

o administrador do (agora) Tomo II
Miguel Lima

»

disse!


de um (nada breve) olhar a quem nos quer "muito, mas mesmo muito bem"…


caríssima(o),

o dia correu devagar, sem muita pressa em terminar. os ponteiros do relógio moveram-se invariavelmente na proporção inversa da minha vontade, a qual, nos dias que correm e pelos motivos sobejamente conhecidos, é quase igual a -1… 

na labuta, o buliço por Quarta-feira deu lugar à pasmaceira e à resignação – quem sabe pela percepção que foi graças a uma gentil oferenda de um ex-jogador (supostamente) desde 2011/2012 mas que, vai-se a ver, só foi efectivamente transferido em 2013/2014

já agora e em relação ao último jogo do 5lb, depois da autêntica bátega de água que caiu no relvado do ex-estádio da Lucy, acho curioso que os lampiões com quem troquei alguns considerandos tivessem justificado o empate com… exactamente!, as condições impraticáveis para a realização de um jogo de futebol.
mas, então não foram eles mesmos que se indignaram com o adiamento do jogo de Setúbal, na época passada? de facto, não se compreende como é que a UEFA autorizou a realização do encontro. é que o OlympiaKos poderia ter marcado um segundo golo, (literalmente) travado em cima da linha pelo “relvado” empapado… 

o Mundo anda doudo, é o que é…

entretanto e ao contrário do que afirmei a 24 de Maio, volta e meia dou com os meus pés a dirigirem-se para a papelaria perto da labuta, e obrigarem-me a adquirir (mais) uma edição impresa do pasquim da Travessa da Queimada. já não o faço com essa obrigação” (que, note-se!, nunca o foi) de partilhar as notícias mais curiosas contigo; mas que o “bichinho” ainda está enraizado, disso não só não tenho dúvidas, como não o posso negar.

assim sendo, hoje foi (mais) um dia em que obedeci a esse gosto masoquista, pelo que há um (breve) regresso ao Passado (porque provavelmente sem continuidade), o qual será longo (no sentido em que estaremos perante mais um testamento).
tal acontecerá na segunda parte desta posta de pescada“®,  logo a seguir ao «gosto» do faceboKas®, em «‘no pare, sigue, sigue’», e para quem estiver interessada(o).

entretanto:


© zerozero
(clicar na imagem para ampliar)


fez ontem um mês que diz que houve um lobeco a quem lhe apertaram os machinhos…


© zerozero.pt Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)


fez, na passada Terça-feira, um mês que tudo aconteceu e motivou muita indignação por parte do (escroque que é o) sr. fernando guerra (emtristes cenas“).

[uma breve súmula do sucedido aqui (visão pasquim da Travessa da Queimada) e aqui (visão do pasquim do oliveirinha) ]

e ainda faltam oito meses para a entrada oficial do solstício de Verão


somos Porto!, car@go! 

«este é o nosso destino»:  
«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂






© Google


a abrir – e porque tenho essa mania de ler os jornais (inclusive pasquins) da última para a segunda página -, confesso que gostei muito do editorial águias e dragões em busca da cura, da autoria do excremento (do) delgado; é que ele vem na senda dos artigos liga sem campeões (de joão (nada) bonzinho)contradições no Dragão (de santos neves). eis as razões do meu contentamento.


tanta atenção e carinho porque, assim reza o dossier do jogo, perdemos ante o Zenit e, ao contrário dos erros estatísticos de rogério azevedo em agora, resta ganhar em S. Petersburgo, (mas tal como recentemente no andebol) quebrámos vários recordes*?!
é pá, obrigadinho! já deveriam saber que, no nosso Clube, o verbo «Vencer» não é de encher, é sinal de uma premissa intrínseca à sua História ímpar no Desporto Nacional, de que o nosso novo Museu se encarregará de a perpetuar para todo o Mundo.


* a saber: 
pois é a mais pura verdade desportiva: parece que não perdíamos dois jogos seguidos para a Champions desde 2008/2009; diz que estamos há setenta e cinco jogos para o campeonato sem sofrer esse gosto amargo, precisamente desde o estrondo do Leixões, a 25 de Outubro de 2008, e há cinquenta jogos, desde Barcelos; considera-se que foi a primeira vez que levámos duas de seguida, na fase de grupos de uma edição da Liga dos Campeões.


por falar em «verbo de encher» e a propósito da cusparada de bagão ‘papa hóstias‘ félix produção salivar, alguém seja caridoso ao ponto de o informar que se esqueceu de enzo pérez

efelizmente que há as guerrinhas do (escroque que é o) sr. fernando guerra para, de quando em vez, colocar jorge jejum em sentido (como em jorge jeBus: irresponsável).



© Google

entretanto, este Domingo haverá clássico, pois que iremos receber o grande Sporting no Dragão. 
não!, não é o de Braga; é mesmo o (que já foi o grande) spórtém.
para lá da perspectiva de luís freitas lobo em o spórtém no Dragão, do que gostei mesmo foi da alcoolemia de eduardo ‘cutty sark‘ bOrroso FC Porto vs. cepórte

no fundo, mas bem lá no fundinho das profundezas da profundidade da redacção do pasquim da Travessa da Queimada, o desejo de (mais) um desaire portista é imenso como a chama que inflama na dita (redacção). esta é outra razão que justifica o meu contentamento, pois que só assim se percebem artigos como Montero: tem assinatura nos clássicos (por hugo forte) ou leão: rei do golo (por nuno raposo).
é que estamos a referir-nos ao mesmo pasquim que publicou as mais recentes declarações de João Moutinho na página dedicada à actualidade desportiva do… exacto!, Salgueiros 08 (!!!)…

de regresso ao clássico, também me deu prazer ler as declarações de jorge bacelar gouveia, actual presidente do conselho fiscal e disciplinar do reino da alvaláxia. «partantos que», para aqueles lados e sem desprimor para o clube que vou referir, basta golear um Alba qualquer para se considerar o melhor do Mundo e aqui vai disto que vamos vencer o Campeonato, pá!”.
mas eu gosto deles assim, de peito feito. quer dizer, de peito feito são mais elas obviamente; eles, são mais cacifeiros & afins…
ah!, já me esquecia! e do bruninho, vai mas’é p’ó car@**o“®, pois está claro.



termino com o que de melhor pude ler sobre a nossa cor, e com o assim-assim também (e que se resume a uma falaciosa crónica fantasiosa de josé carlos de sousa sobre Paulo Fonseca).
pois que há os artigos de opinião de António Simões da treta…John Wayne ou Steve Jobs?.
pois que há as NORTADAS de vocês sabem quem, o síndroma do clube pequenoo patamar de Paulo Fonseca.
pois que há os PLENOS PODERES do novel presidente da Câmara Municipal do Porto, sem perder e uma liga distante.
mas, nada se compara aos artigos do novo “senador” Pedro Marques Lopes, um sinal e sobretudo Domingo há jogo!.

votos de uma boa leitura!
o estado do tempo a isso conBida, enquanto não se aproxima a hora do jogo. 😀



somos Porto!, car@go! 

«este é o nosso destino»:  
«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂