segundo e-mail aberto a Rui Cerqueira

© google | Tomo II

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Exmo Senhor
dr. Rui Cerqueira
(Director de Comunicação do FC Porto),

o meu nome é Miguel Lima e sou um fervoroso adepto do Futebol Clube do Porto.
caso não esteja recordado da minha pessoa, sou aquele chato do gajo do blogue Tomo II… exacto!, esse mesmo…

peço desculpa por o incomodar numa tarde solarenga deste mês de Dezembro, mas ele há coisas que não podem esperar por um Amanhã, sequer por um em breve.

em tempos (Março de 2013), enviei-lhe um e-mail, no qual lhe expus algumas questões pertinentes acerca da Comunicação do Clube.
passados quase vinte meses, aquelas mesmas questões permanecem actuais.
assim sendo e tendo em consideração que (também) é uma preocupação de muitos portistas, que não só desse maravilhoso mundo que é a bluegosfera®, humildemente pergunto-lhe:

1)
perante tantos ataques à instituição centenária Futebol Clube do Porto, que não só da nossa abjecta Comunicação Social, qual a razão deste silêncio, o qual já perdura (pelo menos) desde o início da época 2013/2014? 


2)
qual o motivo pelo qual não há um programa dedicado ao devido contraditório daqueles ataques de que somos alvo, no Porto Canal? 


3)
qual a estratégia de Comunicação do Clube para o Exterior? não considera que esta deveria ser revista e/ou aperfeiçoada?



acredite que lhe ficaria muito grato se tivesse a oportunidade de as responder, no sentido em que poderia esclarecer algumas das muitas dúvidas de muitos portistas que também as mantêm.

somos Porto!, car@go!

«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»! 


de V. Exa.,
saudações desportivas mas sempre pentacampeãs!

o administrador do Tomo II
Miguel Lima

»

disse!

(des)ânimo…

© pasquim do sr. serpa

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O FC Porto foi esta quarta-feira afastado da final da Taça de Portugal, ao perder por 3-1 no terreno do 5lb. O 1-0 trazido do Dragão, num encontro em que os azuis-e-brancos tiveram oportunidade de conseguir uma vantagem muito mais confortável, revelou-se insuficiente. 
A eliminatória chegou a pender claramente a favor dos portistas, quando Varela empatou a partida, aos 52 minutos; mas, depois, os lisboetas concretizaram duas oportunidades – as únicas de que verdadeiramente dispuseram no segundo tempo, sendo que uma delas resulta de um penálti cavado por Salvio.

[…]


Luís Castro ainda arriscou tudo no ataque, com a entrada de Quintero e o posicionamento de Mangala na frente de ataque, mas os Dragões – que terminaram também com dez homens, devido à expulsão de Quaresma, por duplo amarelo – não voltaram a criar ocasiões para chegar ao 3-2, que lhes daria o acesso ao Jamor. 
Aliás, pouco se jogou a partir do 3-1, devido a uma prolongada invasão de campo e depois com o recurso dos jogadores do 5lb a constantes perdas de tempo. Resta pensar no futuro e o próximo confronto com 5lb é já a 27 de Abril (18h15), para as meias-finais da Taça da Liga.

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caríssima(o),
tenho para mim que, pior do que a paupérrima exibição de ontem, é haver portistas que queiram mascarar o que de facto aconteceu no estádio da agremiação de Carnide. 
assim se justifica a introdução à presente posta de pescada“®, pois que aquele é o jogo que alguém, na estrutura do FC Porto, viu e publicou na página oficial do Clube, mas, confesso, eu não pude assistir. até me atrevo a afirmar que mais ninguém o terá visto, sustentando a minha apreciação nas diversas crónicas que já li, nos meus locais de referência nesse maravilhoso mundo que é a bluegosfera“®.
e, mais grave do que o que foi escrito na página oficial do clube sobre a partida – reforço esta ideia pela sua importância -, é ter sintonizado o Porto Canal e, nos breves instantes que por lá fiquei, ter escutado a sustentação da derrota exclusivamente pelos erros de arbitragem. já agora, e sobre estes últimos, eis o que me pareceu que aconteceu, ontem, no estádio esvoaçante onde irá decorrer a final da Champions desta temporada desportiva, onde se pode invadir o terreno de jogo à vontade, perante o olhar atento do juventino Platini: 
(clicar na imagem para ampliar)
assim sendo, não nos iludamos: é tão certo que houve erros de arbitragem que prejudicaram sobretudo o espectáculo – e por parte de alguém que é um «querido» para a UEFA e para a FIFA, mas que, vá-se lá saber porquê, tem uma tendência inata para ser um diabinho para connosco… -, como também é correcto corroborar a ideia de que não jogámos um car@**o. e que, no jogo de ontem não houve Atitude. e Garra. e Querer. e Raça. e Ambição em prosseguir na competição, eliminando o eterno arqui-rival em sua própria casa, tal como em 2010/2011. e que o único golo que marcámos não foi da equipa, antes fruto da inspiração individual de Varela.
em defesa desta minha convicção, exemplifico com um exercício ao estilo football manager: a partir do momento em que o adversário passou a jogar com dez, depois de a eliminatória estar empatada e perante as incidências que já se percebiam, se fosse eu o treinador, teria mandado entrar o Ghilas para o lugar do escondido Varela e o Quintero para o lugar do inoperante Defour. daria a mensagem de que o FC Porto estava presente em campo e de que estávamos na disposição de discutir a partida até ao último segundo, com todas as pedras disponíveis para tal. tal não viria a acontecer, pelo que a imagem que prevaleceu foi a de uma «caricatura de uma equipa que já fomos e hoje já não somos», como escrevi no início da madrugada de hoje.
portanto e assim finalizo, se eu quisesse afogar as mágoas noutra versão que vá para lá do que efectivamente aconteceu, compraria a extremamente lampiónica edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada desta Quinta-feira, e como a sua capa, acima reproduzida, não deixa de o revelar à saciedade. e, nesse exercício de puro masoquismo, deleitar-me-ia com a crónica à partida por parte do “belenense” do sr. serpa, do «glorioso» editorial do “excremento” do Delgado, da insuspeita análise ao jogo de santos neves, ou da ironicamente inqualificável opinião dO leonor pinhão.
como não o quero, o meu último desejo é assistir, de camarote, ao desvirtuar da realidade por parte dos órgãos de comunicação oficiais do meu clube do coração.
disse!

custa assim tanto?! [com ‘nortada’ incluída]

© google
caríssima(o),
se ainda não viste e tiveres uma tv box com possibilidade de gravação digital, recomendo-te a visualização do último 45 minutos à Porto, edição de Segunda-feira, dia 31 de Março. se já o viste, recomendo-te que o revejas.
o motivo? simples!
os vinte minutos iniciais, com o devido contraditório em relação aos momentos finais na Choupana e também ao muito que foi publicado na imprensa desportiva nacional e sobretudo ao que foi proferido no último programa do trio d’ataque, é tudo o que tenho defendido para a preservação do bom-nome do nosso clube do coração.
esses vinte minutos inicias representam (também) o muito que o canal oficial do clube pode fazer em prol do seu prestígio, face aos mais vis ataques que tem sofrido esta época desportiva.
assim se justifica o título da presente posta de pescada“®.
(o qual não é mentira nenhuma, «penso eu de que»)

post scriptum às 15h02m:

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Está a ser uma época anormal do FC Porto, mas não se julgue que o ciclo se encerrou. Espero, acima de tudo, que o 5lb possa chegar ao título e que volte a conquistar o espaço que teve na hegemonia do futebol português, não repetindo o que aconteceu em 2005 e 2010. Não foram exibições marcantes, mas o Campeonato ganha-se com regularidade…

A cinco jornadas do fim, 5lb tem tudo para ganhar o Campeonato. Está em muitas frentes e pode cheirar mais alguma coisa… Mas, como adepto, cheira bem, cheira a Lisboa, cheira a Campeonato!

»

António José Conceição Oliveira (Tonidixit.
mais do que ser mais um lampião a desconhecer o significado de hegemonia, revolta-me as entranhas perceber o que por aí virá e que se encontra em destaque.
«vai vir» tempos muito, mas mesmo muito difíceis para nós…

post scriptum às 18h22m:


da edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada de hoje, 01 de Abril, e para lá da habitual NORTADA (sob o título basta? e que pode ser lida aqui), recomendo a leitura da peça jornalística do sr. carlos com apelido de substantivo colectivo para aquilo que ele efectivamente é, com o título Quaresma: o bom, o mau e o vilão (aqui).
lanço-te o desafio de encontrares a palavra cuspidela no texto.
 boa sorte!

«largos dias têm cem anos!»

‘basta!’ de bosta deste movimento besta! [com ‘brasão abençoado’ incluído]

caríssima(o),

antes de tudo, um alerta pertinente:
esta posta de pescada“® será em tudo idêntica à do caríssimo dragão Vila Pouca, aí, ‘valentões’ da PSP!, não (só) pela forma e pelo conteúdo, mas mormente pelo que ambos defendemos em prol do bom-nome do Clube, e dos seus adeptos.
é o que dá escrever depois de tão ilustre portista, com o qual aprendo todos os dias e cujo meu portismo vai sendo alicerçado, por nele e nos seus ideais (também) me rever. não é um elogio gratuito, é a mais pura verdade. e ele sabe-o, inclusive olhos-nos-olhos.

começo pela nojenta carga policial ocorrida no final do encontro para a Taça de Portugal, na passada Quarta-feira. desconheço o porquê e/ou as razões que a terão motivado; aliás, a esmagadora maioria da abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão – agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto) como que passou uma esponja sobre este «não-assunto» e no seu entendimento. a excepção foi o Porto Canal. e, se sou lesto a denunciar a necessidade de uma maior intervenção comunicacional por parte de um órgão oficial do clube, este é mais um exemplo dessa necessidade: não fosse o Porto Canal a denunciar o que se vai comentando «apenas e só» por esse maravilhoso mundo que é a bluegosfera“® e aquelas imagens confirmam, e tudo não passaria de uma breve nota de rodapé naquela Comunicação Social…
mas (e, no meu entendimento, mais importante), o pior de tudo foi o absurdo da desproporção daquela carga policial e do prazer que se (pres)sente, nas imagens em causa, dos monstros do cassetete em bater em tudo que mexe, tal como num Passado recentíssimo.
a pergunta legítima que se impõe é: haverá algum inquérito do MAI para se averiguarem eventuais responsáveis por esta punição exemplar, ou aquele ministério é mais para averiguar situações de trânsito condicionado nas imediações do Estádio do Dragão?
ficarei a aguardar pelos desenvolvimentos deste «não-assunto», tal como ainda aguardo (sentado) pelos desenvolvimentos acerca do circo Cardinal desde Abril de 2012

e, já que falamos em circo, informo os calimeros que vão lançando alguns miaus na caixa de comentários deste espaço de discussão e que lhes é interdito desde que não respeitem as mais elementares regras da Urbanidade, do Civismo, do Respeito e da boa Educação, que têm uma moral do Car(v)alho para dissertarem acerca da «verdade desportiva», de «casos de corrupção», do «Sistema», da «fruta», de «escutas», do pífio dourado e outros quejandos.
é pá!, preocupem-se mas é em saber por que é que um (agora) vosso ex-dirigente mandou um seu funcionário, à pérola do Atlântico do sr. Jardim, depositar dois mil euros na conta de um árbitro assistente, na véspera de um encontro do spórtém ante o «clube do guardanapo», a contar para a Taça de Portugal. e por que é que, desde Abril de 2012, que não há mais desenvolvimentos sobre esta matéria, cujo principal responsável foi constituído «arguido» pela prática de sete ilícitos… quando tiverem respostas plausíveis e credíveis sobre este assunto, depois falaremos. até lá, um grande “miau!” para vocês.

também vou esperar (sentado) para que a CMVM se pronuncie sobre mais um escândalo financeiro e/ou logro, a envolver o presidente da agremiação de Carnide…

e, já que abordo um tema relacionado com o melhor, mais, maior, grande clubeco nacional, convém esclarecer os lampiões de serviço que, por muito que repitam uma mentira, esta nunca passará a verdade.
vem esta premissa a propósito do mais recente documentário do cuspe do nuno luz, no qual, mais uma vez, se afirma que o título de campeão nacional 2011/2012 foi consequência de um fora-de-jogo que não foi assinalado… esta inverdade foi proferida pela boca do mesmo (ir)responsável que, de frente para o lance, não foi capaz de ver isto, no mesmo jogo, minutos antes do golo do Maicon:

aquela inverdade é decorrente, não só do «glorioso» esquecimento do que poderia advir, caso o lance em causa tivesse sido assinalado (marcação de uma grande penalidade contra o 5lb, aos 81′ e amostragem do segundo cartão amarelo a cardozo e consequente expulsão, reduzindo o Carnide a 9 elementos), mas também de que estávamos em Março de 2011, na vigésima primeira jornada, com a certeza de que haveria mais vinte e sete pontos em disputa. se o Carnide, depois daquele jogo, perdeu mais sete pontos, foi por culpa própria, certo? ou terá sido por culpa do Maicon? olhem, não sei! perguntem ao cachalote do go(rdo)bern; ele com certeza que saberá responder a esse dilema e melhor do que ninguém…

finalizo esta (já extensa) posta de pescada“® com as minhas habituais sugestões de leituras (também) do que de melhor se publicou na edição impressa do pasquim do sr. serpa de hoje e para quem estiver interessado nas mesmas.
porque é Sexta-feira, não poderia escapar o mais recente artigo de opinião de Pedro Marques Lopes, a vitória normal e o pânico do costume, assim como da alegria de Paulo Teixeira Pinto no (compreensível, inteligível e tangível) chegou a Primavera!.

num campo diametralmente oposto e para lá do sarcástico elogio de sílvio “o senador pateta” cervan ao nosso clube, recomendo a leitura do editorial do excremento” do Delgado FC Porto quer pontos de Alvalade.
mais uma vez, reafirmo que não gosto de vencer na secretaria. que, ao contrário do que o excremento” do Delgado quer fazer crer, as vitórias pela via da secretaria são um expediente mais em uso lá para os lados da segunda Circular. que, «ao longo das últimas três décadas, onde o FC Porto é muitíssimo bem sucedido» é no campo desportivo dentro das quatro linhas, o qual é reconhecido internacionalmente, ao invés do que se passa em território nacional, sobretudo e mormente na redacção do pasquim da Travessa da Queimada, onde tudo é posto em causa e sempre com o mesmo tipo de argumentação – a mesma que foi recentemente utilizada pelo pacóvio que preside à agremiação do Lumiar, o qual vai assistindo aos nossos festejos sucessivos pela via da tv, o mesmo meio de comunicação de que se (ab)usa para passar a sua verborreia calimer(d)a

disse!

do (nosso) necessário contraditório…


© google


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A mim, não há nada que me surpreenda. Mas, de facto, fiquei um bocado triste, porque entendo que todas as coisas podem ser feitas mas com determinados princípios. Não esperava que o Villas-Boas fosse falar a um profissional nosso, com contrato, nesta altura da época, sem antes ter uma palavra com alguém do FC Porto

Foi um pouco surpreendente. No Domingo, [Will Coort] esteve com a equipa, em Lisboa, e, na Segunda-feira, comunicou a Antero Henrique [director-geral da SAD do FC Porto] que queria ir embora, porque tinha um convite para ir para o Zenit.
Ficámos surpreendidos e, na Terça-feira, liguei ao André Villas-Boas, a perguntar se seria verdade. O André disse-me que, de facto, tinha falado directamente com o Will Coort para ir para o Zenit e não nos deu qualquer satisfação porque entendeu que não o deveria fazer.
Dissemos 
[a Will Coort] que não aceitávamos a sua saída de comum acordo porque entendíamos que, a dois dias da partida para Nápoles, não era correcto. Mesmo assim, e ao abrigo da lei, rescindiu contrato, pagou-nos a indemnização devida por rescisão unilateral do contrato, e deixou o FC Porto.

»

autor: Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa
fonte: rádio renascença (20140319) 
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


caríssima(o),

«Acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série»

eis o porquê de, na presente temporada, a Lei nr. 9 de Murphy se cumprir à risca. 
e o porquê de, no Presente e para mim, £ibras-Boas dar lugar ao Rublas-Boas. 
e o porquê de, passados (quase) quatro anos, e apesar da época mais emocionante e que, à data, mais alegrias desportivas me proporcionou, eu ainda não ser capaz de lhe perdoar a sua traição à «cadeira de sonho» – sequer de compreender as razões que o levaram a desertar, a duas semanas de se iniciar uma nova época desportiva. 
e o porquê de nunca ter entendido a sua comparência nas galas dos dragões de ouro – ele que, para mim, é mais latão (pois que é preciso um enorme bidão, uma descomunal cisterna, para se aproveitar desta forma reles, do meu clube do coração)

depois, consta que o dia de hoje foi pródigo em nova guerra de comunicados. tudo porque o FC Porto (finalmente!!!) resolveu quebrar o voto de silêncio casto a que se tinha remetido.
primeiro, com o comunicado da Administração a dar conta das atitudes legais que já está a providenciar, pela aberrante coacção a que o spórtém sujeitou a arbitragem lusa (pelo menos) durante uma semana. afinal, não fui a única luminária a considerá-lo e ainda bem, pois que não sou ninguém na estrutura do meu clube de sempre, apesar de não pensar com os cotovelos…
posteriormente e a propósito de uma notícia que o pasquim dirigido pelo sr. serpa resolveu empolar – sobre a «cedência» de um camarote, no estádio dos calimeros, que terá causado «estranheza» junto do burro do Carvalho e da sua comandita -, surgiu o comunicado de boas maneiras para os viscondes falidos do reino distante de Alvaláxia“®.

em «ambos os dois» saúdo a questão de se ouvir, enfim e por fim!, a nível oficial, i.e., do «forno interno do clube», o contraditório do Clube sobre um clima de autêntica guerrilha em que os seus bom-nome, reputação e prestígio, estiveram envolvidos. e que ainda estão!
parece que o burro do Carvalho não gostou de ouvir essas verdades e já respondeu, em moldes que só podem envergonhar, não só o senhor em causa, como quem defende os termos em que alegou a sua defesa. 
«O Einstein [mas, andou com ele na escola?!] era um homem extremamente inteligente. Tenho pena que não tenha conhecido Pinto da Costa e a comitiva que o acompanhava, porque em vez de falar de Universo e de estupidez, falaria de uma frase célebre de um treinador português: um vintém é um vintém e um labrego é um labrego», é uma das pérolas que este autêntico porco de língua brindou a plateia de pés-de-microfone, para seu gáudio e que certamente, amanhã, bem pela fresquinha, encherá as primeiras páginas de «ambos os três» pasquins desportivos diários lusos. e que só vem corroborar a assertividade do teor do segundo comunicado do nosso clube do coração, no qual não chegámos a ser tão rascas… assim se cumpre o preceito de nunca se discutir com um ignorante, pois que ele (re)baixa-nos ao seu nível e, depois, vence-nos por experiência…

e não seria tão mais fácil, acessível, eficaz e rápido, se houvesse uma política de contraditório destas alarvidades no Porto Canal? a sério que não compreendo e tenho mesmo muitas dificuldades em aceitar a actual política de comunicação do meu clube de Sempre. com tantos meios ao seu dispor e predispõem-se a utilizar única e exclusivamente comunicados a la labaredas
bem sei que estes últimos são úteis e muito menos fúteis, mas não deveriam ser um exclusivo, sobretudo quando há um papagaio, com um tempo de antena superior a qualquer outro órgão (inclusive de Soberania) em Portugal Continental – pois que, na pérola do Atlântico, não consegue igualar, muito menos superar, o que é concedido ao sr. Alberto João -, que se diverte a insultar o nosso Clube e o nosso querido líder, e a afirmar verdadeiras mentiras…


para finalizar e da edição impressa de hoje, Quarta-feira, 19 de Março, dia do pai, do pasquim da Travessa da Queimada, e caso haja interesse da tua parte, não posso deixar de recomendar, para lá da tua leitura atenta do artigo de opinião de eduardo “cutty sark” bOrroso com o sensacional título “absolutamente fantástico”, a continuação da estorieta do camarote no estádio dos calimeros até rebentas o balão!») e, num tom mais cómico e informal (apesar de ter sido publicado num jorn… num pasquim com alguma tiragem nacional), a peça cómico-jornalística de nuno reis. verás que valerá (bem) a pena. ou então, não.


na segunda parte desta (já longa) posta de pescada“® e para memória futura, seguem os textos integrais e sem adulterações no Português, dos comunicados acima referidos.

tudo para desvendar logo a seguir ao «gosto» do faceboKas“®, em «‘no pare, sigue, sigue’»…


somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»:  

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂




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19-03-2014

Há gente que gosta de parecer muito educada e cordata e atira para os outros os males do mundo, como se fossem uma espécie de eleitos ou predestinados. Vem isto a propósito do comportamento, ou falta dele, dos responsáveis do Sporting no clássico de domingo.

​Pela defesa do futebol e até por respeito a todos os adeptos, independentemente da preferência clubística, o FC Porto manteve-se até aqui em silêncio. Mas depois de ver serem plantadas notícias falsas em jornais para quem o contraditório é um imenso mistério, sente-se o FC Porto obrigado a prestar alguns esclarecimentos.

É falso que o Sporting tenha cedido um camarote à Administração do FC Porto. O que aconteceu foi que após verificar que os convites enviados pelo Sporting não respeitavam as mais elementares regras da urbanidade, colocando os administradores separados na tribuna, uma empresa comprou um camarote por dez mil euros e cedeu-o ao FC Porto, para que a Administração pudesse assistir toda junta à partida. 

Separar os elementos da administração de um clube rival é um comportamento sem precedentes no futebol português, mas que deve fazer parte de um qualquer manual de boas maneiras a que só distintos viscondes têm acesso. Só estranhamos as pessoas sentadas nos lugares adjacentes aos que estavam destinados aos nossos administradores, não pareciam saber francês, nem sequer tocar piano. Eram assim como que… qualquer coisa entre o pirata de argola na orelha e o rufia de filme de série B.

Aproveitamos também para esclarecer o Sporting, que o belo Estádio do Dragão é mesmo a nossa casa. É tão lindo, funcional, já nos proporcionou tantos títulos e nunca foi confundido com qualquer outra coisa que estranhamos o envio dos bilhetes e convites para o Vitalis Park, antigo campo da Constituição. Não se preocupem, quando tivermos de lhes enviar bilhetes e convites recebê-los-ão na morada que indicaram à Liga e não no estádio do Lumiar ou qualquer outro sítio que no passado tenha sido a vossa casa.
E, já agora, dentro do prazo regulamentar de cinco dias de antecedência, mas claro que contar até cinco já é uma questão de competência, não de pedigree.
Isto para não falar no vocabulário de gente que não consegue mais do que aparecer escarrapachada em revistas do social, mas que quando abre a boca está muito longe de ter a graça e o encanto das portuenses vendedoras do Bolhão.

Em suma, como dizia Einstein, duas coisas são infinitas: o Universo e a estupidez humana. Mas, em relação ao Universo, continuamos sem ter a certeza absoluta.

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18-03-2014

​O Conselho de Administração da FC Porto – Futebol, SAD, reunido hoje, face aos acontecimentos que precederam e ocorreram durante o jogo Sporting vs. FC Porto, deliberou solicitar ao departamento jurídico efectuar uma participação disciplinar junto da Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga Portuguesa de Futebol Profissional contra o Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD e o seu presidente.

​A campanha de condicionamento da arbitragem, com o anúncio da interposição de acções judiciais aos árbitros desta época e da anterior, extensível aos membros dos órgãos jurisdicionais do Conselho de Disciplina e do Conselho de Justiça, a que se juntou a ameaça de acções com pedidos indemnizatórios contra os árbitros dos jogos futuros, como era o caso do Sporting vs. FC Porto, configuram uma intolerável violência moral com a intenção de constranger os agentes desportivos, resultado do presente no artigo 66 do Regulamento Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

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No seguimento da tomada de posição da FC Porto SAD, tornada pública em comunicado de ontem, e das diversas notícias que tem vindo a ser veiculadas durante o dia de hoje, vem a Sporting SAD tecer os seguintes comentários:

1. A Sporting SAD não se revê nas acusações de condicionamento e violência moral que a FC Porto SAD lhe dirige no referido comunicado, estando tranquila quanto a uma eventual participação disciplinar a este propósito;

2. A Sporting SAD limitou-se a dar instruções aos seus serviços jurídicos para procederem litigiosamente, em sede própria, contra todos os responsáveis pelas arbitragens que conduziram no ano passado a que o Sporting ficasse fora das competições europeias e que este ano são responsáveis pela retirada de, pelo menos, 7 pontos no Campeonato Nacional, solicitando que sejam intentadas, nos termos da Lei, todas as acções admissíveis exigindo as compensações devidas a todos os organismos com responsabilidades nas situações verificadas, seja por intervenção directa em matéria de arbitragem, seja por omissões de tutela;

3. O recurso à lei e a meios judiciais para defesa dos direitos e interesses de um clube ou sociedade desportiva corresponde a um exercício legítimo de um direito e não é sequer a primeira vez que sucede na ordem jurídica portuguesa;

4. Com efeito, recordamos que a FC Porto SAD intentou no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, em Abril de 2011, uma acção judicial contra a LPFP e, individualmente, contra os Drs. Ricardo Costa, Jacinto Meca, Jorge Santos, Armando Russo Valente e José Manuel Araújo, à data membros da Comissão Disciplinar da LPFP, no âmbito da qual demanda o pagamento de uma indemnização de € 7,9 milhões de euros, pelo facto de terem sido proferidas decisões disciplinares desfavoráveis à FC Porto SAD e a seus jogadores. Em causa estão dois processos disciplinares de corrupção, em que a FC Porto SAD foi condenado, em Maio de 2008, por tentativa de corrupção de árbitros com a perda de 6 pontos e o seu Presidente, Jorge Nuno Pinto da Costa, com 2 anos de suspensão das funções desportivas, bem como um processo disciplinar em que foram condenados, em Fevereiro de 2010, por agressões físicas a “assistentes de recinto desportivo” (‘stewards’) os jogadores Hulk e Sapunaru;

5. O processo judicial referido no número anterior não foi, em momento algum e por qualquer forma, sindicado quer LPFP, quer pela Federação Portuguesa de Futebol, quer pela UEFA ou pela FIFA, e, concretamente, nenhuma destas entidades considerou o mesmo ilegítimo, nem, directa ou indirectamente, como uma forma de condicionamento, violência moral ou coação;

6. Por esta razão e atento o princípio de igualdade de tratamento aplicável a todos os Clubes e sociedade desportivas pelas referidas entidades, LPFP, FPF, UEFA e FIFA, a Sporting SAD não tem receio de qualquer iniciativa passada ou futura que venha a tomar neste âmbito;

7. Por todo o exposto, sublinhamos o nosso entendimento de que o teor e acusações vertidas no comunicado de ontem é despropositado e infundamentado, bem como a ameaça de participação disciplinar contra a Sporting SAD; contudo nada do que foi dito ou que venha ser feito desviará a Sporting SAD do importante caminho que já iniciou no sentido da reforma do futebol português e da verdade desportiva.

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