«a última crónica»


caríssima(o),
e, não!, não estou a afirmar que me irei despedir de ti. como sou um chato do car@… ças, afirmo que não te verás livre de mim tão cedo, nem tão facilmente – pelo menos assim espero, e estejas tu com toda essa disposição e boa vontade em me aturar. 😀

o título da presente posta de pescada“® concerne à ultima crónica do caríssimo Rui Moreira, com o mesmo nome, publicada na edição impressa de 15 de Novembro e que pode ser lida aqui.
tendo tido conhecimento da sua resolução – compreensível, respeitável e que (também espero) muito nos prestigiará, enquanto portistas mas sobretudo portuenses -, reconheço que já muito poucos motivos me sobram para adquirir versões impressas do pasquim da Travessa da Queimada – e Pedro Marques Lopes que me perdoe, mesmo com a estreia da sua nova coluna BRASÃO ABENÇOADO, com o primeiro artigo com o título tudo pelo artista

para finalizar esta (quase telegráfica) posta de pescada“®, e a propósito da actualidade desportiva nacional, registo (nalguns casos, com algum agrado“) que:


» (no mínimo) só por manifesta má-fé se puderam tecer os mais variados comentários em relação ao estado de saúde do nosso querido líder e grande presidente;

» por mim, o regresso do único jogador que envergou o nosso manto sagrado e a quem chamei todos os nomes, inclusive os mais feios, por uma incrível perdida que não mais esqueci e duvido que venha a perdoar, é bem-vindo;

» no decurso do dia informativo de ontem, houve um ensurdecedor silêncio, na esmagadora maioria dos órgãos da abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão – agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto –, a propósito do episódio do «esquema de burla qualificada»;

» pelos lados do reino sem fundos de Alvaláxia, as piadas de mau gosto, a ausência de decoro e a persistente quebra de regras de boa Educação subsiste – para além de que continuam a demonstrar uma douta ignorância relativamente à transacção dos direitos desportivos do jogador que, para eles era uma «maçã podre», e vai-se a ver, até era fruta da boa, para o clube mais emblemático do principado do Mónaco.

«este é o nosso destino»:  

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

poderíamos viver sem o pasquim da Travessa da Queimada?


 © abola | Ricardo Galvão
(clicar na imagem para ampliar)


caríssima(o),

para lá da imagem acima (que me recuso a tecer quaisquer comentários, de tão elucidativa que é); dos artigos de opinião bastante mauzinhos de joão (nada) bonzinhointeligentes e o prémio“; do jornalista josé carlos de sousa e a forma como apresentou o relatório & contas da SAD do FC Porto, em transferências milionárias evitaram exercício negativo“; dos dislates de fernando urbano (mais conhecido por baninho)adepto retribui e é ouvido em defesa de jorge ‘jebus’ e o (extremamente risível e cuja leitura recomendo)c’agozo: dois anos sem fazer golo de livre directo“; o intratável editorial a idade não tem de ser o problema, da autoria do excremento (do) delgado; de como se consegue desvirtuar uma notícia em torno de «um erro processual», a propósito  da transferência de Kléber para o FC Porto, e como a mesma (não) é explicada por rui miguel melo, em tribunal dá razão ao marít’mo no caso Kléber“; de como antónio barros promove a festa da supertaça em hóquei em patins, integrando na notícia, e em grande destaque, uma foto de uma equipa que, este Sábado, vai-se a ver, não estará presente no ringue do pavilhão multiusos Mário Mexia, em Coimbra, pelas 18h, o pasquim liderado pelo belenense do sr. serpa, também tem algumas ilhas de puro virtuosismo, Rigor e Isenção (dentro do possível, pois que estamos a falar de Futebol e sobre clubes, do coração ou eternos rivais).
são exemplos o artigo de opinião de Paulo Teixeira Pintodo outro lado do espelho“; os PLENOS PODERES, do caríssimo Rui Moreira; as autênticas pérolas de Pedro Marques Lopes, reluzentes de Portismo num (digamos assim) “mar revolto”, carácter” e “agora é decisivo“. 

surpreendentemente e a título excepcional, refiro O lampiónicO  leonor pinhão, em manifestamente pouco.
eis o motivo daquela excepção:

«

NÃO me importa se a sopa estava a ferver, ou morna, ou fria. Não me importa se o basquetebolista Marçal do Maia Basket é o mesmo basquetebolista Marçal do FC Porto, que tanto se enervou quando o 5lb foi ganhar o campeonato da modalidade na casa do Dragão. Já passou, já lá vai.
O que se passou no restaurante “Terceiro Anel”, para além do pecado do desperdício, foi mau. Mau para 
5lb que, alheio ao incidente como ninguém duvida, vê o seu bom nome envolvido numa cena a todos os títulos lamentável. 

Pela parte que me toca e eu não estava lá, peço desculpa ao basquetebolista Marçal. Faço-o com toda a franqueza. Não sou nem mais nem menos lampião do que os discóbolos da sopa. Sou apenas pel5lb e pela civilização. As duas coisas ao mesmo tempo, de preferência.

»


para finalizar, um referência ao caso Kléber.
escusam os indesejáveis lampiões, que pululam, feitos “manelinhas” malucas, por esse maravilhoso mundo que é a bluegosfera“®, verberar «cenas que não lhes assistem» na caixa de comentários deste espaço de discussão pública. ao contrário doutros espaços de reflexão, aqui vocês não são bem-vindos!, ponto final, parágrafo.
e, para vossa informação, e porque comem o que qualquer rui miguel melo escreve (vide tribunal dá razão ao marít’mo no caso Kléber), é meu dever alertar para o facto de se estar a referir a um «erro processual», pois que «a decisão da Comissão Arbitral da LPFP foi proferida seis meses depois do que era permitido»
foi este o principal motivo da anulação da sentença da Comissão Arbitral da Liga, e como se pode ler já a seguir – algo que rui miguel melo intentou passar em claro:

(clicar na imagem para ampliar)



que eu saiba e não sou jurista, um «erro processual» não é sinónimo de se considerar procedente a argumentação invocada pelo clube do guardanapo da ‘pérola do Atlântico’“® – o qual, recorde-se, já foi condenado pela FIFA, «ao pagamento de 2,53M€ ao Atlético Mineiro (Brasil), na sequência do “Caso Kléber”, por incumprimento de acordo entre os clubes».


desta forma e assim concluo, é para mim por demais eBidente que, sim!, poderíamos viver sem as edições do pasquim da Travessa da Queimada, mas não seria a mesma coisa.
de todo!



somos Porto!, car@go! 

«este é o nosso destino»:  
«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂




dos plágios do que se pode ler por aí…

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caríssima(o),

a presente posta de pescada“® é como que um breve regresso a um Passado que já não está tão massivamente presente neste espaço de discussão pública (excepto para os teimosos dos lampiões, que por aqui persistem em gravitar) – nomeadamente ao convívio do que de melhor se publicou na edição impressa do pasquim da Travesssa da Queimada desta Sexta-feira, dia 12 de Julho de 2013.
explico sucintamente a razão principal que me levou a quebrar uma decisão recente.

a ti, confesso que amiúde ainda adquiro edições impressas do pasquim que tem o belenense do sr. vítor serpa como seu director.
sim!, apesar de «agastado com o que foi publicado ao longo de toda esta época desportiva transacta, e repetindo-me, tendo atingido o limite do (in)sanamente suportável, pois que o meu estômago não é de ferro e já não aguenta mais úlceras, e que o meu coração não suporta mais ‘baques’ com toda a merd@ que é trazida à estampa pela redacção por ele liderada», ainda assim, sempre que a capa o justifica, contribuo com oitenta e cinco cêntimos para o lucro da Sociedade Vicra Desportiva – que é quem gere os destinos do pasquim em causa. outras vezes, tenho passado os olhos pelas ditas edições na minha pausa para almoço, no café perto da minha labuta.
no fundamental: não perdi o hábito de ler o que o inimigo publica sobretudo sobre o nosso quotidiano e sempre que tal se justifica, divulgo à saciedade os meus tormentos e/ou indisposições e/ou incómodos e/ou má vontade contra quem, na redacção do pasquim em causa, atenta contra o nosso clube do coração.

esta Sexta-feira, dia de PLENOS PODERES por excelência – a habitual coluna de opinião do caríssimo Rui Moreira -, e com uma capa “apelativa” (apesar de demasiado verde para o meu gosto), adquiri um exemplar.
como sempre o faço, principiei a minha leitura pela sua última página, com destaque para o editorial irrevogável? irrevogável!da autoria de josé manuel “el excremento” delgado – o qual aborda a sua versão lampiónica sobre a questão do Bruma e todo o imbróglio processual com a actual direcção do spórtém.

volto a página e depois….
bem, depois deparei-me com o motivo principal para a redacção destas linhas, e com o meu mais recente incómodo nestas (imberbes) andanças nestmaravilhoso mundo da bluegosfera“®.
refiro-me ao escrito do caríssimo Rui Moreira sob o título os revisionismos.
após a sua leitura inicial, tive que reler o texto principal. e lá estava, de tal forma evidente que era, para mim, impossível negá-lo: a sua correlação com o escrito do caríssimo Vila Pouca cuidado com o dragão papão!
e, por «correlação» entenda-se plágio descarado – no sentido em que as ideias defendidas pelo primeiro são demasiado semelhantes (porque em tudo idênticas) aos pensamentos concebidos pelo segundo, com a agravante de não ter referido a fonte primária onde se inspirou para conceber um escrito com uma percepção intelectual que, no meu entendimento, soa a recalcado.

se dúvidas houver do que atrás afirmo, peço o especial favor de se ler atentamente os escritos em causa – o de Rui Moreira e o de Vila Pouca -, por forma a dissipá-las.
desde já afirmo que considero que não terei interpretado mal o que li, e causa principal para a presente indignação. e que, se a minha percepção da Realidade estiver errada, e que se a minha interpretação da motivação do caríssimo Rui Moreira para o escrito for errónea, desde já apresento as minhas humildes desculpas e terei todo o gosto em retratar-me publicamente.

para finalizar, na segunda parte desta posta de pescada“®, segue a minha súmula do que de melhor se publicou sobre o nosso quotidiano na edição impressa do pasquim em causa e mais um ou outro detalhe.
é já a seguir, logo depois do símbolo do faceboKas“®, bastando clicar em «‘no pare, sigue, sigue» 😀 

ps:

das frases feitas (vulgo clichés) que pude ler sobre o termo ‘plágio’, eis a que mais me cativaram e que partilho contigo «porque sim!»:

« plagiar é implicitamente admirar », de Júlio Dantas 

« quando se rouba de um autor chama-se plágio; quando se rouba de vários chama-se pesquisa », de Wilson Mizner

« estilo é plagiar a si mesmo », de Alfred Hitchcock

« eu sou o plágio do que ouço e vejo por aí », de Kléber Novartes, citação na qual me inspirei para o título da presente posta de pescada“®

somos Porto!, car@go!  
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂




para lá do insípido artigo de opinião tu e eu, da autoria de Paulo Teixeira Pinto, na sua coluna de opinião habitual PONTAPÉ DE SAÍDA, e do dossier de seis-páginas-seis (!!) dedicado ao nosso clube do coração, não posso deixar de destacar a excelente notícia (confirmadíssima pelo próprio, e que já é mais do que oficial)  da contratação do jovem colombiano Quintero.
bem sei que a competição é outra, mas do que pude ver do craque ex-Pescara, estaremos na presença de mais um diamante por lapidar convenientemente. e convém salientar que se trata de um miúdo de vinte anos que jogou 1023 minutos na serie A italiana, alinhando 12 vezes a titular num total de 17 partidas.
outro “diamante por lapidar” é, de facto e no meu entendimento, o jovem guineense de berço mas que já alinha pelo escalão sub-20 da equipa (que decididamente não é, de todo!) de todos nós®, de seu nome Armindo Tué Na Bangna – vulgo Bruma.
não pretendendo ser (ainda mais) exaustiv… aborrecid… chato, confesso que, para lá das qualidades do futebol que o puto evidencia – e que está lá! bem mimadinho e limadinho, por quem sabe da poda há mais de trinta anos, e será uma vedeta mais -, teria a sua piada espetar-mos mais uma lança num leão que ultimamente ruge muito mas apenas para impressionar o maralhal (‘show off, portanto), dado que a fomeca é mais do que muita (não sei se me faço entender…). seria assunto para mais uma conferência de imprensa a la bruninho.
só não sei se teria direito a gás, como numa recente, para novo gáudio do pessoal lá por terras de Vera Cruz com o quotidiano dos clubes da segunda Circular… aguardemos pacientemente (com alguma impaciência, sobretudo pelo fecho de todos os mercados de transferências de jogadores).
somos Porto!, car@go!  
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂



das «hegemonias» do futebol luso…

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caríssima(o),
obviamente que o título desta posta de pescada® foi emprestadado à mais recente entrevista do outrora «catedrático» jorge jebus, actualmente jorge jejum, às altas instâncias da agremiação de Carnide.

vou principiar pelo fim: 

considero que está instalado, no seio de alguns adeptos do nosso clube do coração, mormente nas redes sociais, em concreto no faceboKas“®, um estado de espírito que é mais comum lá para os lados da Segunda Circular, e que prima pelo exacerbação de uma «gloriosa» Soberba – quase, quase a roçar a Altivez (que é irmã da Arrogância, prima da Sobranceria, cunhada da Insolência).
esse estado de espírito tem como seu epicentro o mais recente sorteio para a próxima edição da nossa comezinha Liga Nacional e que ditou, para término da dita, o clássico do Dragão – reavivando nas nossas mentes o que se passou em Maio último.
também penso que poderá estar presente esse facto de, na última década, termos perdido o campeonato por «apenas e só» duas singelas vezes (e da forma como as ditas aconteceram)
este estado de alma vencedor (quase sem limites) incute, nalgumas e nalguns de nós, o sentimento de que a priori tudo está garantido, tudo está ganho, tudo serão facilidades, tudo será um passeio, tudo será um cumprir de calendário até à Glória final. 
certamente que tal não é o teu/nosso caso. e que, sem me querer armar em zé sabichão, sabemos bem que não é exactamente assim, e que há sempre um olhanense que nos traz de volta a uma dura Realidade: a de que não há equipas invencíveis (bem como esse chavão do futebolês, que prevê que, no desporto-rei, há três resultados possíveis, sendo a Derrota o que nos traz o sabor mais amargo).
e, também será necessário recordar, que o nosso clube ainda possui um duro recorde que dificilmente será quebrado nos tempos mais próximos – apesar de o zbording quase o ter igualado: dezanove anos sem conquistar um título nacional. trata-se, no meu entendimento, de um facto que deverá estar sempre presente em todos nós, por forma a nos lembrarmos do quão difícil é alcançar esse feito de se ser campeão nacional – e que dá efectivamente muito trabalho a alcançar.

portanto, se é unanimemente reconhecido que o Futebol Clube do Porto é um clube hegemónico em Portugal Continental – mormente por parte dessimenso país que é o Estrangeiro® (ao contrário do que acontece na esmagadora paisagem centralizada“® deste rectângulo à beira-mar (im)plantado®, sobretudo da nossa abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão) -, convém salientar que tal se deve a um esforço titânico por parte de quem dirige os destinos do clube há mais de trinta anos – certamente que com alguns erros pelo meio (pois que não somos um clube perfeito), mas mesmo assim, a termos de ser gratos pelas imensas alegrias que já nos proporcionou.

e, esta ideia final, vai desembocar no início desta prosa, ou seja: pelo facto de termos tido alegrias sem fim, tal significa que (i) não será sempre assim, que (ii) deveremos perceber que tudo é cíclico, que (iii) a convivência com o travo amargo da derrota, quando acontecer – e vai acontecer!, mais cedo ou mais tarde -, tornar-nos-á mais fortes.
o que temos é que manter o discernimento de conter os nossos anseios, e não começarmos a “embandeirar em arco” ainda antes do campeonato começar. cometendo o erro de me repetir: não podemos ser sobranceiros como outros o são, normal e usualmente por esta altura (a do defeso, onde tudo são “rosas”), pois que, quando os desaires surgirem, aparecerão igualmente os nossos piores receios e o defraudar de expectativas poderá conduzir ao tecer de injustas críticas.
a última época desportiva foi disso um bom exemplo:

quantas(os) de nós mantiveram a serenidade quando tudo em seu redor parecia indiciar o contrário, apoiando a nossa equipa do coração contra tudo e contra todos, do princípio ao fim?

de regresso ao início desta posta de pescada®.

se dúvidas houver da tal «gloriosa» soberba sobranceria que diligentemente se propala pelo clube do regime – que não só dos regimes do antigamente e do da outra senhora, mas também do actual regime vigente -, a mais recente entrevista do outrora «catedrático» jorge jebus, actualmente jorge jejum, às altas instâncias da agremiação de Carnide, dissipa-as.
nem vou tecer considerandos sobre o ridículo do facto da dita entrevista ter sido dirigida por um actual vice-presidente.
apenas o farei sobre as seguintes afirmações avulsas, pelo risível que as mesmas encerram, sobretudo o que está a negrito:

«

No meu ponto de vista o melhor é sempre quem ganha e neste momento quem tem o título é o nosso rival. Não quero branquear isso. O que posso dizer aos adeptos é que, com o que tenho aprendido nestes quatro anos, o 5lb está próximo de conquistar a hegemonia do futebol nacional. 

A equipa do 5lb tem a obrigação de estar mais forte na próxima porque é mais uma época de trabalho. Penso que 5lb está no caminho certo de ganhar a hegemonia do futebol português e ganhar a hegemonia não é ganhar só um título, mas sim vários títulos. 

Face ao meu primeiro ano, eu e 5lb não conseguimos conquistar os títulos que ambicionávamos. Mas, ao longo destes quatro anos conseguimos resultados, conseguindo com isso recuperar o prestígio internacional e este ano o 5lb vai estar no pote 1 da Liga dos Campeões. Isso foi devido à conquista de resultados, não de uma taça. 

O preço do sucesso é que só perde quem chega ao momento das decisões. Disse, na altura, que o 5lb estava próximo de uma época de sonho e acabou por ser uma época de desilusão pelo facto de termos chegado onde chegámos e de não termos conquistado nada. Perdemos a Liga Europa mas essa jornada foi muito importante para o 5lb e de prestígio para o clube. Não ganhámos o título mas ganhámos outras coisas, como mostrar a paixão lampiónica em Amesterdão e o prestígio internacional, porque o jogo foi transmitido para centenas de países.

»

o que delas retive, para lá (repito) do risível das mesmas e da soberba do outrora «catedrático» jorge jebus, actualmente jorge jejum – quando afirma «eu e 5lb não conseguimos conquistar os títulos» – foi em jeito de pensamento retórico, e surgiu assim mesmo:

o que não diriam muitas e muitos de nós, que tanto criticaram Vítor Pereira por duas épocas de (in)sucesso, se tivessem visto e/ou ouvido e/ou lido aquelas aberrações acima?


a resposta surge-nos em jeito de cartoon:

© Google | Miguel Lima (Tomo II)
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somos Porto!, car@go!  
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂



dos (últimos) plenos poderes, de uma sonora gargalhada e de outras ‘coisitas’ mais…


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caríssima(o),

no mesmo dia em que se confirma a transferência de João Moutinho e James Rodríguez para o (novelcolosso do futebol europeu, mas a título financeiro entenda-se) AS Monaco, eis um loooongoooo testament… uma posta de pescada“® consideravelmente extensa.
(sobre aquelas, (re)afirmo e sem sobrancerias bacocas, que os jogadores, os treinadores, os dirigentes passam e o clube permanece incólume na senda da prossecução de mais um novo sucesso, a cada época  desportiva que se avizinha e em todas as modalidades em que está envolvido – pois esta é (outra característica intrínseca de) a marca Futebol Clube do Porto“)

I)

de uma inconfidência 


há uns tempos atrás, dei conta de uma aprazível conversa matinal com o caríssimo dragão Vila Pouca. hoje, revelo, em primeira mão (porque o momento não pode ser mais oportuno) e sem ferir susceptibilidades, que um dos temas abordados foi a questão da possibilidade do nosso Futebol Clube do Porto se poder sagrar campeão nacional de futebol.
(convém recordar que, à data daquela, estávamos em Abril de 2013, a caminho da vigésima sexta jornada, e com quatro pontos de atraso para o clube dos adeptos que se dedicam a reserBar rotundas por antecipação, as quais posteriormente e vai-se a ver, são utilizadas pelos indefectíveis dos clubes adversários – inclusive pelos que não se sagram campeões, e como se pode constatar nas imagens abaixo.)

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de regresso à (in)confidência.
«ambos os dois» mantínhamos a firme convicção (ou seria fé?) de que nos sagraríamos tricampeões, e por muito difícil que se revelasse (àquela data de Abril de 2013) a tarefa – mormente porque já não dependíamos só de nós para alcançar tal feito.
e, agora, a “tal” confidência: na eventualidade de o conseguirmos, os títulos das nossas postas de pescada“® já estariam prontos; «ha! ha! ha! ha! ha! ha! ha!», no caso do dragão até à morte! e «uma sonora gargalhada geral», no deste espaço de discussão pública, excepto para lampiões – os quais não são “vistos” por cá de há três semanas à presente data, tais devem ser as dificuldades técnicas para saírem de casa, «ou que assim».

porque é que o revelo e qual o sentido desta (in)confidência?

porque considero que é pertinente. 
e tu, não achas que é pertinente, tendo em linha de conta tudo, mas mesmo tudo o que se passou neste « emocionante campeonato dos jogadores advertidos com vermelho directo ou duplo amarelo ou quinto amarelo cirúrgico, ao adversário no jogo que antecede o confronto com o clube do mito urbano dos «oito milhões e meio…» por Roberto“® »?
e não achas pertinente que, nesta época desportiva, com a presença bem vincada de um «glorioso» andor desde a sua jornada inaugural até ao seu término, suportado incondicional e preferencialmente pela abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacional, e sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão, se rejubile com a conquista de um título que foi (bem) suado e muito merecido?



II)

de um aviso pertinente 


já o tinha confidenciado anteriormente e por mais do que uma vez, revelando à saciedade uma intenção que amadurecia no meu íntimo em relação ao que se vem publicando nas edições impressas do pasquim da Travessa da Queimada.
e porque hoje «é Sexta-feira»dia de PLENOS PODERES por excelência – a habitual coluna de opinião do caríssimo Rui Moreira – assim, confesso há algum tempo que já atingi esse limite. e manifesto esse meu mais profundo desagrado num dia de muita afluência a este espaço e porque fiz questão de aguardar pelas crónicas que se seguiram à conquista do tricampeonato, dos dois portistas que escrevem para o pasquim em causa.
a gota d’água que fez transbordar o meu bidão“® foi aconteceu com a leitura da edição impressa desse pasquim de 18 de Maio último (Sábado), na antecâmara do dia de todas as decisões. confesso que aquela leitura valeu pelo seu todo, da qual darei a devida divulgação do que de melhor pude (re)ler na segunda parte desta já muuuitooo loooongaaa posta de pescada“®logo depois do símbolo do faceboKas“®, bastando clicar em «‘no pare, sigue, sigue’» 😀 

é que dei comigo a verbalizar, a viva voz, e por mais do que uma vez, todo um sentimento que me corroía o íntimo e que se pode traduzir numa só palavra: indignação.
realmente e tal como o nosso querido líder o afirmou ontem, em extensa entrevista, aos microfones da estação (cada vez menos) pública de televisão, no pasquim em causa há (sobretudo) «uma enorme falta de respeito pelos seus leitores», mormente dos que são afectos à nossa cor e que vão consumindo as suas edições por hábitos enraizados de longa data e se consumindo com o que por lá (não) lêem – no meu caso, desde 04 Julho de 2008 (data da inauguração do (entretanto desaparecido) TOMO I).


sem pretender desvirtuar o que escrevi em Agosto de 2011 – cujas premissas considero que são válidas -, agastado com o que foi publicado ao longo de toda esta época desportiva, e repetindo-me, confesso-te que atingi o limite do (in)sanamente suportável, que o meu estômago não é de ferro e já não aguenta mais úlceras, e que o meu coração não suporta mais ‘baques’ com toda a merd@ que é trazida à estampa pela redacção liderada pelo belenense do sr. vítor serpa – o qual é tão belenense quanto eu e como seria óbvio interpretá-lo.

assim sendo, a partir de hoje e correndo o risco de ter menos visitas diárias, informo-te que dificilmente encontrarás, neste espaço de discussão pública, a divulgação do nosso quotidiano e também do que de melhor se publica nas edições impressas do pasquim da Travessa da Queimada – a não ser em casos em que tal se justifique plenamente (e que serão a excepção que confirmará uma regra que ora se impõe).
faço votos sinceros para que compreendas e para que respeites esta minha decisão, e também para que não seja por esta que deixarei de contar com a tua visita assídua, regular, fiel e que muito me envaidece e enobrece este espaço (e desde que seja por Bem).


III)

de um alerta com fundamento 


é sempre bom recordar que o nosso clube do coração é gerido (i) por pessoas com mais de trinta anos de  experiência de e no mundo do Futebol, (ii) que vêem mais de olhos fechados do que todos nós com eles bem abertos“® e (iii) que consequentemente o é de dentro para fora (e não o inverso).
portanto, mantenho esta firme convicção de que dificilmente se deixarão influenciar pelo que poderemos opinar (inclusive nas caixas de comentários) de muitos dos locais (para mim) de referência nesse maravilhoso mundo da bluegosfera“®.
também tenho para mim que, se pretender ser crítico para com elementos afectos ao meu clube de Sempre (e de uma forma assertiva, pela positiva e com um espírito construtivo) deverei manifestar o(s) meu(s) desagrado(s) a quem de direito e respeitando as formas de comunicação legítimas e legitimadas para o fazer, i.e. e a título de exemplo, enviando missivas (via e-mail e/ou CTT) ao(s) destinatário(s) em causa, e/ou comparecendo nos locais próprios de discussão de tais temáticas – como as Assembleias Gerais de associados do clube.
também estou firmemente convicto de que, se pretendo ser uma alternativa válida àquelas pessoas e julgo ser capaz de desenvolver um trabalho melhor, igualmente meritório, quiçá superior e muito mais credível, deverei candidatar-me à presidência do clube, apresentando uma lista (com demais correlegionários) a sufrágio universal.

acontece, porém, que amanhã haverá eleições no clube.
é certo que não somos uma Monarquia, mas só o nosso grande presidente vai a votos.
também é sabido da existência de vozes críticas à sua gestão. só que estas, cobardemente não dão mostras de os ter no sítio na altura própria e no momento mais oportuno para se insurgirem, optando por outras vias para manifestar o seu desprazer.
são factos que (lastimavelmente) se registam. 

e agora, com licença que me vou aprimorar, para o conBíbio de logo mais.

irei cruzar-me contigo? 😀






© pasquim da Travessa da Queimada Luís Afonso
(clicar na imagem para ampliar)


datal edição de 18 de Maio (Sábado)


registei com agrado e muito apreço, o editorial de fernando guerrapalanque no Dragão, ou talvez não…“; os artigos de miguel cardoso pereira (“a desdita não se diz…“), de rogério azevedo (“é até ao último segundo dos descontos“) e dbelenense do sr. vítor serpa (“crónica de uma viagem a Amesterdão“); do dossier dedicado ao nosso FC Porto, a antevisão ao encontro de hóquei em patins , pela pena de antónio barros (“o dia em que Pinto da Costa protegeu o autocarro do 5lb“).

num outro registo, os artigos de luís freitas lobo (“quando até a bola paira no ar“) e de Paulo Teixeira Pinto (“titãs siameses“), e a entrevista a Vítor Oliveira (à data, treinador do Arouca).



© Google | Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)


da edição de 19 de Maio (Domingo)


registei com agrado e muito apreço, os artigos de opinião dsr. carlos-com-apelido-de-substantivo-colectivo-para-o-que-ele-é (“Portugal à espera“) e de rogério azevedo (“três leões, três dragões“); o editorial dbelenense do sr. vítor serpa dia D da Liga“; o coiso de fernando seara com o título orgulho e saudade“; as declarações d«catedrático» jorge “jeBus quando afirma «agora festejaria o título ainda com maior satisfação»; do dossier dedicado ao nosso FC Porto, a antevisão de nuno perestrelo à última jornada (“20h15m: Aliados ou Marquês“).


num outro registo, o artigo de Paulo Futre vou pôr esta foto no wc.



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da edição de 20 de Maio (Segunda-feira)


registei com agrado e muito apreço, o editorial do insuspeito santos neves (“e agora, técnico bicampeão?“) e as declarações d«catedrático» jorge “jeBus quando afirma «tomara, para o ano, fazer a mesma coisa».


num outro registo, o dossier dedicado ao nosso FC Porto vale pelo seu todo.



 © Google | Miguel Lima (Tomo II)
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da edição de 21 de Maio (Terça-feira)


registei com agrado e muito apreço, o editorial dbelenense do sr. vítor serpa maior a alegria e maior a tristeza“; o coiso de hermínio loureiro com o título campeões…“; a indescritível azia na última guerrinha do sr. fernando guerra o primeiro dos últimos.


num outro registo, o dossier dedicado ao nosso FC Porto vale pelo seu todo; a última NORTADA do nossoenfant terrible, Miguel Sousa Tavares (“o fim-de-semana perfeito“) e o artigo de António Simões da penitência….




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da edição de 24 de Maio (Sexta-feira)


registei com agrado e muito apreço, o editorial de josé manuel “el excremento” delgado Fernando Gomes põe FPF no mapa“; o coiso mauzinho de joão (nada) bonzinho com o título e só está a começar…“; a indisfarçável azia de sílvio “o senador pateta” cervan em Taça de Portugal não salva a época“; a notícia com o título da cerimónia inédita à transmissão memorável (por se persistir em publicitar um evento desportivo que decorrerá num palco sem o mínimo de condições mas onde, ano após ano, se desbaratam dinheiros públicos e sempre com estação (cada vez menos) pública de televisão no esplendor daquela publicidade); o artigo sobre o SC Farense – um dos meus clubes de estimação, mas a pensar no caríssimo Alex F. (do blogue extremamente portista Azul ao Sul“) – o que é feito de ti, Alex?! por onde andas?! 😀


num outro registo, o dossier dedicado ao nosso FC Porto vale pelo seu todo – sobretudo pelo resumo da palhaçada que foi a entrevista do nosso grande presidente à RTP (*)do último artigo do caríssimo Rui Moreira, na sua coluna de opinião habitual PLENOS PODERES, e sob o título até ao fim!, os meus destaques vão para as suas palavras elogiosas para com os «adeptos que nunca desistiram de apoiar a Equipa» e  para o que afirma josé manuel freitas acerca da nova etapa de James e João Moutinho (e que é impossível discordar); o último artigo de Paulo Teixeira Pinto o onze do campeonato.


(*)
a principiar pela impreparação da entrevistadora para a dita, Fátima Campos Ferreira (no mínimo, risível  (de tão triste que foi) a situação dos treinadores com mais de dois anos de contrato e campeões pelo clube – Carlos Alberto Silva?! Fernando Santos?!); passando pelas directrizes emanadas por uma sapiência superior na condução da dita entrevista; com referência ao atropelo constante às ideias que o nosso presidente pretendia explanar com mais cuidado; sem esquecer o “atiçar” constante da picardia que se verifica entre os eternos rivais (com, logo no início e a matar, a entrevistadora a pretender saber o porquê de tal rivalidade e das razões para não haver um «clima de paz» entre os dois clubes e a finalizar com a referência ao palco da próxima edição da Champions); e, claro!, por (não) ter abordado as questões de fundo e só pela rama” (preferindo temáticas mais masculinas, como a confirmação de transferências de jogadores e/ou permanência de treinadores, sabendo-se que o clube não as divulga antes de estarem consumadas).