(também) da escolha do nosso novo treinador [com ‘Nortada’ incluída]…

caríssima(o),

principio pelo final do título da presente posta de pescada“®:
nem uma só palavra pelo (precoce) desaparecimento do nosso Professor “Bitaites. nem uma! no meu entendimento, é uma atitude, em todos os capítulos, lamentável, criticável e condenável.
refiro-me obviamente à mais recente NORTADA, do enfant terrible Miguel Sousa Tavares, publicada na edição impressa desta Terça-feira, no psquim da Travessa da Queimada, sob o título Madrid em Lisboa (aqui). se é certo afirmar-se que o cronista abordou, de forma idónea, todos os temas quentes que a mediaram com o seu último escrito, não será menos correcto corroborar que, em menos de oito dias, a única perda humana de que se digna recordar publicamente é a de Vasco Graça Moura. como cidadão português, não o critico pela escolha; enquanto portista, entristece-me que se tenha esquecido (digamos assim) do nosso Professor “Bitaites. entristece-me e muito. e não posso deixar de considerar que, se na semana passada terá sido o em cima do acontecimento a desculpa mais do que provável para não se ter dignado escrever uma singela frase de consolo e/ou lamento pelo desaparecimento de tão prestigiado consócio, esta semana não há mesmo desculpas. de todo!
assim sendo, fica aqui o registo desta minha indignação.

a propósito da edição impressa desta Terça-feira, do pasquim em causa (aqui), registo igualmente a preocupação (meramente filosófica, com certeza, por que teorizada em breve editorial e alicerçada em… cenários eventuais e/ou supostas conjunturas e/ou hipotéticas suposições made in Travessa da Queimada) do “belenense” do sr. serpa com o FC Porto actual e o seu Futuro.
este seu consternador desassossego, aliada a mais uma nojenta (por que abjecta) guerrinha do sr. Fernando, carregada de anti-portismo primário (por que básico) e a (mais) um requiem pela parte do sr. com apelido de prato de bacalhau (a propósito de uma moralização bastante pertinente, mas escrita em modos que, mais uma vez, só me causam repulsa), tudo isto somado soa a argumentação lampiónica de trazer por casa e que, desde há (pelo menos) um mês, ouço todos os santos dias no meu local de trabalho, por parte daqueles que se afirmam «leixonenses de berço» mas cujo coração bate sempre mais forte por um outro clube cujas cores são igualmente o branco e o encarnado, por uma agremiação (dita) mais «gloriosa»
(e assim se justifica a presença do boneco acima, da autoria de um lampião crónico)

da edição impressa em análise (aqui) e para lá da notícia que dá conta do despedimento de Vítor Pereira Ahli da Arábia Saudita, o tema em foco é… «a contagem decrescente para a primeira de três finais» por forma a «abrilhantar ainda mais a época desportiva» do 5lb
depois, também surge uma outra, a ocupar honroso destaque nas duas únicas páginas que abordam o quotidiano futebolístico do nosso clube do coração, a referir o que, começando como boato, afinal revelou alguma consistência jornalística – no sentido em que foi temática recorrente na esmagadora maioria dos pasquins cá do burgo, que não só em «ambos os três» de cariz desportivo. refiro-me, claro está, à apresentação oficial do novo treinador do nosso clube, para a sua equipa principal de futebol profissional.
sobre este assunto e para não desvirtuar a imagem de marca que se pretende para este espaço de discussão pública – ie, evitar os testament… os textos demasiado looongoos -, fica prometido uma intervenção deste que por aqui escreve, no decurso do dia de amanhã.

até lá, o que me resta afirmar é que, por mim,

o início da época desportiva 2014/2015 era já ontem! 


somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»:  

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

de uma Nortada de um autêntico vira-cu

 
© zerozero.pt Miguel Lima (Tomo II)

(clicar na imagem para ampliar)
caríssima(o),

em tempos (não muito pretéritos) escrevi:

«

não alimento polémicas sobre o portismo de cada um de nós (independentemente de idades e/ou anos de associado), tal como não discuto as (nossas) opções técnico-tácticas de treinadores profissionais de bancada, pelo simples facto de que, enquanto portistas dos quatro costados e adeptos indefectíveis do FC Porto, temos diferentes formas de vivenciar esse enorme Amor, que é certamente comum a qualquer um de nós.

»

quem me visita com regularidade – e cuja fidelidade, desde já, agradeço -, saber que é uma prática que (in)tento por manter, da qual me prezo e julgo é uma das imagens de marca deste espaço de discussão pública – excepto para lampiões (os quais, sobretudo os que costumam gravitar por alguns locais (para mim) de referência nesse maravilhoso mundo que é a bluegosfera“®, andam muito caladinhos, de há uma semana a esta data).

porém, há algo que nos é intrínseco, algo que faz parte do ADN do se ser um portista indefectível:

nunca, seja em que circunstância for, se deve atirar a toalha ao chão, na proporção idêntica de que só se deverá festejar um título (seja ele qual for) quando este está efectiva, comprovada e sobretudo matematicamente conquistado.

trata-se de um sentimento que está exemplarmente retratado no seguinte pensamento (cujos negritos até poderão dar uma ideia do contrário que pretendo defender):

«

Somos o que somos. Uma equipa que prefere jogar futebol a falar nas antevisões dos jogos. Somos cautelosos, tal e qual as gentes do Norte. Preferimos jogar pelo seguro, estudando bem o adversário, concentrados nos momentos decisivos, mentalizando-nos de que só com trabalho e ambição se chega lá. Sabemos que não há atalhos para o Sucesso e que só se lá chega com muito suor nos treinos.
Somos, por princípio e por tradição, pessimistas. Nunca achamos que vamos ganhar de caras. Pelo contrário: basta passar pelas ruas do Porto antes destes jogos para se perceber que a maioria das pessoas até tem receio e está algo insegura.
Somos assim: mesmo com tantos campeonatos, taças e troféus internacionais no bolso, continuamos a ser cautelosos, prudentes, pessimistas, concentrados, sem embandeirar em arco.

Somos do Norte. Temos os pés no chão. Chamam-nos bairristas… Talvez… Mas somos Invictos“! Sempre!

»

fonte: bibó FC Porto, car@go! (2013-01-14)
ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

mas, isto sou eu. e, sem falsas modéstias e sem pretender desvirtuar o início desta posta de pescada“®, é por o saber e o levar a efeito no meu dia-a-dia, que não mais esqueci as seguintes palavras, datadas de 09 de Abril:

 © pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)

todos nós temos dias maus. dias em que tudo parece contrário ao nosso desejo mais íntimo. dias em que só queremos ficar sozinhos e que ninguém nos chateie a moleirinha, que para nos azucrinar o espírito já basta o grilo falante que existe em cada um de nós.
infelizmente para todas as partes envolvidas – autor, editor e principalmente leitores portistas -, nos últimos tempos, o nosso enfant terrible, Miguel Sousa Tavares, tem tido dias péssimos – mormente e arrisco-me a afirmá-lo, desde o postulado de Vítor Pereira. tal é um problema que só a ele lhe assiste e que só ele terá que encontrar solução para o resolver – e se o considerar, de facto, um problema (pois que, no seu entendimento«o Futebol não vai além da esquina da Vida»).
porém, sabido dos mais recentes desenvolvimentos no escalão principal do nosso futebol (cada vez menos) profissional, confesso que estava assaz curioso para perceber que prosa nos reservaria a sua mais recente NORTADA. as minhas piores expectativas saíram defraudadas; as melhores, nem sequer chegaram a marcar presença…
sob o título nada está escrito…, a dita é de um constrangedor (porque estranha coibição) silêncio relativamente ao que escreveu há cinco semanas atrás – facto que registo, mas que lamento profundamente (de forma especial, porque por ele nutro uma certa simpatia literária e que ultrapassa um mesmo Amor clubístico). mas e porque ainda falta uma jornada para terminar este emocionante campeonato dos jogadores advertidos com vermelho directo ou duplo amarelo ou quinto amarelo cirúrgico, ao adversário no jogo que antecede o confronto com o clube do mito urbano dos «oito milhões e meio…» por Roberto®, pode ser que ainda me venha a surpreender (pela positiva). o que é certo são duas coisitas de somenos importância:

i)

tanto não esqueço aquelas palavras, que lhe irei dirigir um e-mail aberto nos tempos mais próximos e cujo rascunho já está alinhavado

ii)

como já o referi, estou a ficar cada vez mais agastado com o que se publica nas edições do pasquim da Travessa da Queimada. esta época, o ridículo do ultraje ultrapassa tudo o que pode ser humanamente suportável, esgotando-me emocionalmente (no sentido em que me revolto a sério e cujos mails abertos a quem de direito são só uma pequena amostra e na sua versão mais polida).
é por essa razão principal que « estou a considerar seriamente a hipótese de, na próxima época desportiva, deixar-me deste tipo de preocupações naquele que, dos temas fúteis da minha existência, é indubitavelmente a sua Essência: o Futebol. cada vez mais interiorizo essa ideia (quase convicção) de deixar de contribuir com mais um cêntimo que seja para este tipo (abjecto) de perpetuação de um pasquim liderado pelo belenense do sr. vítor serpa, e por muito que saiba que as visitas a este espaço irão descer de forma substancial. é que, para mim, já estou a chegar ao limite do suportável deste nojo de (pseudo-)jornalismo de sarjeta, a tresandar a fossa séptica (e por muito que já tenha considerado «ser válida» a sua leitura)! »

para finalizar, três belas tarjas que expressam o meu patriótico desejo para a final europeia de logo mais (e porque antes de poder ser apelidado de anti-coiso, já afirmei o que nutro pela agremiação de Carnide, tenho memória e há cenas que não esqueço – sobretudo as duas últimas):
 
© Google
(clicar na imagem para ampliar)
 
 
© Google
(clicar na imagem para ampliar)

 

 © Google
(clicar na imagem para ampliar)

 

na segunda parte desta já muuuitooo loooongaaa posta de pescada“® partilho contigo (também) o que de melhor se publicou nas edições impressas do pasquim em causa dos últimos Domingos (05 e 12 de Maio) e de ontem (Terça-feira, dia 14 de Maio), e uma «gloriosa» revelação sobre o sr. do marisco com sabor a tremoço para memória futura.
é logo depois do símbolo do faceboKas“®, bastando clicar em «‘no pare, sigue, sigue’» 😀 
somos Porto!, car@go! 

«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

beijinhos e abraços sempre, mas sempre!, muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

© bibó FC Porto, car@go!

(clicar na imagem para ampliar)
principio pelo quotidiano azul-e-branco da nossa cor do coração, e pelo dossier de 05 de Maio (dedicado ao rescaldo do encontro ante o CD Nacional da Madeira, mas com o meu destaque para a vitória difícil da nossa equipa de andebol ante o Águas Santas); pelo dossier de 12 de Maio (dedicado ao clássico ante o terno rival, mas com o igual destaque para o que se desenrolou nas outras modalidades (ditas) amadoras); pelo dossier de 14 de Maio (o qual vale por um todo e fica demasiado aquém do dedicado a um clube (dito) «glorioso» e que contou com singelas doze páginas sem publicidade pelo meio, sem referir a notícia sobre o estado dos «melhoramentos» no Estádio de Oeiras).
num outro diapasão, mas com um certo carinho pelo azul, destaco os artigos de opinião de Paulo Futre (“estão a 45 minutos de entrar na históriaejá não tenho jogos portugueses“) e o mais recente de António Simões (“das imagens…“).

depois, dar conta da «gloriosa» azia que se (pres)sente na redacção do pasquim da Travessa da Queimada em claro contraponto com a bazófia que se vivia a 05 de Maio, cujo supra-sumo foi o escrito de paulo (eles os há aos) monteso FC Porto e o apelo à mudança.
dessa azia, padecem fernando seara (ema virtude do sossego“), o sr. com apelido de prato de bacalhau (emdemagogia e farsa“) e o sr. serpa (no editorial como se deve encarar uma final“).

por último, a tal «gloriosa» revelação sobre o sr. do marisco com sabor a tremoço para memória futura:

 
(clicar na imagem para ampliar)

o sr. com apelido de prato de bacalhau ataca outra vez…

 
© Google | Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)
caríssima(o),
confesso que o dia de hoje, Quarta-feira, 06 de Fevereiro de 2013, até me estava a correr bem: tive um furo logo pela fresquinha da manhã (o que é uma situação sempre agradável); como cheguei atrasado à labuta, ouvi um raspanete da chefia (que não se compadeceu com o infortúnio dali detrás); como não pude tomar o reforço do pequeno-almoço e até à hora deste, estive rezinga o tempo todo; atendi três reclamações de Encarregados de Educação que se esqueceram desta última em casa (que, com o estado de espírito descrito anteriormente, tornou o ambiente quase explosivo); sobreaqueci a merenda no micro-ondas, pelo que a comida, hoje, teve um gostinho especial (assim para o estorricado); no regresso a casa encontrei dois acidentes, um deles na Via Norte (que, para quem sabe de que artéria do Grande Porto me estou a referir, não são precisos mais comentários); recebi uma notificação das finanças para fiscalização do IRS de 2009 (nada tenho a temer, mas é sempre complicado enfrentar os senhores que dizem-nos sempre que têm dúvidas constantes «então, mostre lá o papelito…»); o jantar foi peixe; o Guilherme demorou a adormecer.
tudo muito positivo, portanto e que me deixou bastante contente. aliás, ainda estou. só não se nota. deve ser do (estado do) tempo: está assim para a falta de calor. excepto no Brasil. e para a semana é Carnaval. a temperatura vai subir abruptamente, «penso eu de que». sorte para o Kléber, que certamente vai facturar…
adiante…
escrevia eu que, no decurso do dia de hoje, que me estava a correr de feição, tudo eram rosas.
porém – e já se sabe que há sempre um “mas” em todas as estórias (in)felizes -, recebi um e-mail de um de vós (que solicitou anonimato) a alertar-me para o que escreveu o sr. com apelido de prato de bacalhau, na edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada. 
como respondi que desconhecia ao que se referia, o V. fez-me questão de enviar os dois textos que se seguem logo a seguir ao símbolo «gosto» do “faceboKas®, em «ler mais», na continuação desta posta de pescada”®, cuja leitura recomendo pela sua pertinência.
(sei que sou suspeito nesta sugestão, mas a bem da Verdade, recomendo mesmo a sua leitura atenta)

beijinhos e abraços nada «gloriosos» (mas sempre muito portistas)!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

 
© pasquim da Travessa da Queimada

volta e meia, tal como aqueles eczemas irritantes e bastante incomodativos que, por vezes nos recordam a sua existência, também o sr. com apelido de prato de bacalhau, presente na imagem acima, mesmo lá longe, em Itália, nos recorda da sua insignificante realidade.
por norma não presto bastante atenção aos seus escritos (que costumam ser publicados às Terças-feiras), pois o futebol italiano, para mim, resume-se a saber se o Internazionale venceu e o AC Milan perdeu. quando esta conjugação de factores é favorável (sobretudo a primeira), fico muito satisfeito.

acontece que, esta Quarta, a edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada trouxe à estampa o seu artigo com o título “agradecimento“, na pág 26.
depois de uma introdução a elogiar publicamente Lúcio Antunes, seleccionador de Cabo Verde, por ter tomado partido da defesa da Língua Portuguesa, afirma taxativamente:

«

[…]

gostava de ver Vítor Pereira a usar a mesma firmeza para esclarecer a razão por que atira para o rol dos proscritos todos aqueles jogadores que, de algum modo, se atrevem a manifestar o seu desacordo perante alguma decisão dele.
vai longa a lista: Álvaro Pereira, Fucile, Rolando, Iturbe, Souza… 
se julga que o ostracismo é o melhor modo de impor a sua autoridade, engana-se redondamente. esse é o recurso dos pávidos.

assim como também gostava de compreender como é que a SAD do FC Porto, tida por intransigente e hábil nos negócios, vendeu 35% do passe de James Rodríguez por 2.55 milhões de euros [M€] e, decorridos dois anos, recompra os direitos desportivos do jogador por 8.75 M€. são mais 6.15 M€ e significam uma valorização de quase 342% (!!).
se os números de base estão certos, não se entende…

[…]

»

vou (in)tentar esclarecer o sr. em causa e só porque estou bem disposto. se estivesse mal disposto parafrasearia o caríssimo blue boy, do seguinte modo: «enviando aquele abraço fraterno ao carneiro encornado, com votos de que continue a ir p’á g’anda put@ que o pariu».

sobre a questão do «pávido» Vítor Pereira

eu sou daqueles que considera natural que nos rodeemos de quem mais gostamos, não só a título pessoal e/ou familiar, como na índole profissional – e sobretudo se ocupamos cargos com uma forte componente de responsabilidade, nesta última.
assim sendo, também considero ser perfeitamente natural que o treinador Vítor Pereira se faça rodear dos profissionais que sabe que melhor conseguirá gerir dentro do balneário portista – local que muitos treinadores, incluindo octávio “o malvado” machado afirmam ser «sagrado» e onde «nem todos entram».
portanto, é de elementar justiça que o Vítor Pereira, após herdar um grupo de trabalho que só estava identificado com aquele para quem o cargo de treinador do seu clube do coração era tido como «a cadeira de sonho», mas que o abandonou a duas semanas do arranque da temporada de 2011/2012, no Presente se faça acompanhar de futebolistas que se identificam, não só com a sua pessoa (com o seu carácter, os seus defeitos, as suas virtudes), mas sobretudo com os objectivos impostos a um clube com a grandeza do FC Porto: vencer as competições em que está envolvido.
infelizmente para alguns dos nomes que o sr. com apelido de prato de bacalhau, aqueles objectivos estavam relegados para segundo plano; para eles, o mais importante era conseguir o tão prometido contrato de trabalho da sua vida.
se o sr. com apelido de prato de bacalhau não compreende esta percepção do mundo do Futebol, mormente da realidade azul-e-branca, e esquece-se de abordar exemplos idênticos e recentes, mas noutras paragens (ditas «gloriosas»), então mais vale dedicar-se (sei lá) ao fantabulástico mundo da culinária (pois apelido já ele tem, para lá de residir num país rico em tradições gastronómicas).

sobre a questão da «recompra» dos direitos desportivos de James

neste ponto, o que é que “causa espécie” ao sr. com apelido de prato de bacalhau:
será a valorização desportiva do jogador nesse espaço temporal de dois anos? ou o seu efectivo e comprovado crescimento desportivo? iria porventura o fundo vender aqueles direitos pelo mesmo valor que os adquiriu, sem se considerar qualquer margem de lucro?
é que nem lhe vou recordar do manifesto interesse do «Manstére Unáite» no jogador colombiano, e de, no mercado britânico de transfências, os direitos desportivos dos jogadores deverem estar “livres” de intermediações de terceiros (vulgo fundos)…

em jeito de resposta às alarves provocações do sr. com apelido de prato de bacalhau, o V. também me enviou o seguinte excerto do artigo de opinião de Manuel Sérgio (“carta aberta a Rui Vitória“), publicado na pág. 38 da edição impressa do mesmo pasquim:

«

[…]
o Futebol, para alguns (para muitos, atrevo-me a dizê-lo), é um conceito mensurável, que repousa na quantificação de dados fisiológicos e técnicos, quando aspectos qualitativos (em que muitos deles não são quantificáveis) são, tantas vezes, o que melhor o caracteriza.
e, com base nos números (unicamente em números!), apregoam comparações simplistas de níveis ou graus de desenvolvimento, e sem ter em linha de conta escalas de valores, como a Cultura ou a Vontade dos agentes desportivos (designadamente treinadores e atletas). e, a partir desses números, chegam a conclusões redutoras, dado que os números são necessários, mas porque não há Futebol mas antes pessoas que o praticam, um futebol só com números é uma mentira.

o Futebol (como o Desporto) exprime-se por objectivos e por sentimentos que têm, quase sempre, expressão em variáveis pouco ou nada susceptíveis de quantificação.
o desenvolvimento, numa equipa de futebol (como no mais, no Desporto), é um processo que tem em vista as pessoas, enquanto realidades concretas e actuantes; portanto, sentimentos como Identidade, Dignidade, Justiça ou Admiração, estarão sempre presentes.
se, no Desporto, o ser humano é sempre o fim e nunca um meio para o atingir, a dimensão cultural e ética de uma equipa é fundamental nos seus êxitos e inêxitos desportivos. o trabalho de um treinador de alto rendimento transcende, portanto, os aspectos técnicos e tácticos.

[…]

»

ps:
os negritos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

beijinhos e abraços nada «gloriosos» (mas sempre muito portistas)!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

de uma Nortada que não ficará silenciada (e de outros escritos)…

caríssima(o),
e a boa notícia do dia data de 13 de Janeiro e refere-se ao desejo do nosso mágico Deco em terminar a sua brilhante carreira futebolística com a realização de um encontro de carácter particular entre o Fluminense («clube que permitiu regressar ao Brasil») e o seu clube do coração.
faço votos para que a direcção da SAD azul-e-branca seja sensível ao seu apelo, pois seria uma excelente oportunidade de rever um dos melhores jogadores que já envergou o nosso manto sagrado, mas não estou crente. é que ainda espero por um jogo de homenagem ao melhor guarda-redes nacional que já vi actuar no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos.
(agora que redijo estas linhas apercebo-me da possibilidade de poder haver um “dois-em-um”. aguardemos serenamente…)
porque hoje é Terça-feira, dia da semana em que o pasquim da Travessa da Queimada vê os seus proveitos terminarem um pouco mais altos do que nos restantes dias (e à semelhança das Sextas-feiras), divulgo à saciedade a última NORTADA do nosso enfant terrible, Miguel Sousa Tavares, sob o título “o homem do jogo“.
ao contrário do que se possa pensar no imediatismo imediato da primeira evidência, indubitavelmente que se trata de um merecido ao técnico Vítor Pereira pelo seu desempenho «antes, durante e depois do jogo, ele que esteve sempre por cima e fez com que o [Clássico] fosse disputado ao ritmo por si escolhido». este é só o início do seu artigo de opinião; o restante não fica atrás da tua (eventual) iminente curiosidade.
outro escrito que não fica nada a dever a quem de direito, pelo (seu) historial de excelentes “desempenhos”, é o “Helton no Banks“, da autoria de António Simões, na sua coluna de opinião habitual COM A BOLA, OU TALVEZ NÃO.
é mais um justíssimo elogio ao nosso guardião, que fez uma defesa quase indefensável (passe o paradoxo), e que foi uma das mais recentes “vítimas” de um «leitor» que se dedica a ludibriar com palavras uma massa adepta que se comporta como um bando de carneiros amestrados.
mas já lá vamos…
ainda em torno do nosso quotidiano e no que à edição impressa do pasquim em causa diz respeito, no dossier de quatro páginas (!!!) ficamos a saber, entre outras notícias de interesse, que (i) a transferência de Kléber para o Anderlecht está «congelada» (e que, pela sua “especificidade”, poderá conduzir a uma queixa portista junto da FIFA) e que (ii) talo sr. presidente do Tondela está «indignado» com as arbitragens, dando como exemplo o último encontro, disputado em Pedroso – casa emprestada do FC Porto B. eis duas singelas imagens dedicadas ao sr. Gilberto Coimbra, onde se pode comprovar a “legalidade” do golo do Tondela:
© youtubiu.com | Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)

 © youtubiu.com | Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)
 
também recomendo a leitura atenta desta notícia de uma página só a propósito da última jornada do campeonato de hóquei em patins. 
desafio-te a encontrares uma referência ao encontro FC Porto vs. Oliveirense. eu, que tive a oportunidade de o ver via Porto Canal, também sou da opinião de que se tratou de um «jogo alucinante» e de um «encontro espectacular», como rezam as crónicas.
 
(clicar na imagem para ampliar)
vamos concentrar-nos no rescaldo do que aconteceu no passado Domingo, programa “último passe” (da 5lbtv2) e programinhas com painéis onde estejam presentes os “rui gomes da selva” desta vida à parte…
principio pelo fim da edição impressa do pasquim, isto é, pelo editorial do belenense vítor serpaa estratégia do ataque ao árbitro“. 
sim!, caríssima(o): (quase) quarenta e oito horas depois a «estratégia» dessa abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacional, com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão, passa por descredibilizar a conferência de Imprensa de Vítor Pereira e as verdades que lá foram ditas e bem ditas!
se assim não for, atente-se bem nas seguintes palavras, escritas por fernando guerra, na sua última guerrinhaempate com duas medidas:
 
 © pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)
é, a todos os títulos, lamentável e (muito) censurável, os termos que o sr. emprega num órgão de Comunicação Social, e mesmo tratando-se de um artigo de opinião. 
mas, vindo de um sr. que participou numa reunião com a direcção do clube de Carnide para se definirem sabe-se lá o quê, não é de espantar…
para finalizar, deixo-te com o apoio ao CRTriste pela perda de mais uma bola d’ouro, via último artigo de Paulo Futre “és o verdadeiro bola d’ouro“, e do sr. com apelido de prato de bacalhaua farsa da bola d’ouro“, e com a seguinte pergunta (nada inocente):
se o Miguel Lopes é do spórtém desde pequenito, porque raio é que o seu nr. de sócio é o 98074?

beijinhos e abraços (confiantes, e sempre muito portistas)!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

de uma Nortada em tempos de (lampiónica) exaltação…

 © pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)
caríssima(o),
estamos em pleno período de exaltação nacional, ao ponto de a Crise e a TroiKa serem tal e qual como uma pequenez de uma ilhota perdida num Oceano (nada) Pacífico. 
tudo porque o clube do mito urbano dos «oito milhões e meio…» por Roberto – sim!, eu não me esqueço desse enorme guarda-redes que deu um “lucro” do cem mil euros aos cofres lampiónicos – venceu o clube vizinho e eterno rivalzinho – um clube dito «grande», mas que actualmente está a apenas dois singelos pontos daquela linha que separa os que permanecem na Primeira Liga dos que militam para àquela subir…
tudo começou no dia de ontem, com um dossier especial de quinze paginas (!!!) (capa incluída) dedicado ao «’derby‘ que nunca dorme», publicado na edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada – mas sem os dramas e as incidências do último derby dos «mónsters» ingleses.
continuou com o êxtase dos radialistas de serviço da TSF no relatar dos dois últimos golos dos lampiões (órgão de comunicação que sintonizei faltavam dez minutos para terminar o encontro em causa).
prosseguiu, com toda a «gloriosa» pompa e circunstância, pela difusão da «liderança isolada», propalada pela maioria dessa abjecta, muito parcial e demasiado facciosa  Comunicação Social nacional.
(ainda) está em andamento com o dossier especial de dezasseis páginas (!!!) (capa não está incluída) sobre aquela partida – onde tudo, mas mesmo tudo foi escalpelizado (menos as alarves declarações do «leitor») -, com o destaque de duas páginas (!!) ao debate que se sucedeu na 5lbtv2 (vulgo BolaTV), com o editorial do belenense vítor serpaáguia pujante, leão decrépito…” e com a última guerrinha do sr. fernando “e agora, go(r)dinho?“.
e prossegue com as (im)pertinentes perguntas, de alguns colegas de trabalho, se estou com algum torcicolo (ao que lhes pergunto pela marca da pomadinha que têm utilizado nos últimos dois meses).
de facto, é só bazófia para os lados da agremiação lampiónica de Carnide – o que não é de estranhar, vindo de coisinhos que acreditam, por exemplo, não só na inocência do seu actual Presidente (quando é por demais conhecido que o “dumbo” é um condenado pela Justiça, um penhorado e um caloteiro), mas também em notícias como “Ola John: Ferguson já o tem debaixo de olho” (um delírio de gonçalo guimarães), ou na descrença de “5lb a marcar passo” (no hóquei, e para muita tristeza de antónio barros – com destaque para o último parágrafo da crónica).
porém, há sempre quem esteja atento e os desminta. refiro-me, não só ao nosso enfant terrible, Miguel Sousa Tavares, na sua NORTADA com o título, “entre o Sonho e a Realidade“, mas em especial ao (delicioso) “das mentiras…“, da autoria de António Simões. «ambos os dois» desmistificam (a farsa que foi) o embate entre os lampiões e a equipa do todo-poderoso Barcelona (tipo) C.

para quem (eventualmente) já possa estar a desesperar por invectivar contra este estado dito «glorioso», relembro que há umas certas e determinadas cores dominantes na (abjecta) Comunicação Social e com as quais temos que aprender a lidar e que há um gráfico, da autoria de Bruno Sousa, que explica de uma forma sucinta, prática e exemplar o (epi)fenómeno a que actualmente assistimos e que mais uma vez não resisto a partilhar (pelas suas irreverência e pertinência):

 
(clicar na imagem para ampliar)

parece que, à data (2012-12-11), estamos no ponto 4., com o ponto 3. ainda por se verificar.

para finalizar esta primeira parte, informo que a segunda, com o que de melhor se publicou nas duas últimas edições impressas do pasquim da Travessa da Queimada, segue logo depois do símbolo do “faceboKas”®, bastando clicar em «ler mais…».

beijinhos e abraços (muito tranquilos, e sempre muito portistas)!
Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

 © Google

nesta segunda parte, principio pela boa notícia do dia: via “45 minutos à Porto“, no “Porto Canal“, fiquei a saber que, no dia de Natal, haverá um programa especial dedicado ao nosso mágico Deco.
penso que será a não perder.
sobre o nosso quotidiano, e para lá do singelo dossier de oito páginas dedicado ao rescaldo da vitória ante o Moreirense – e com especial relevância para os casos de arbitragem destacados pelo pasquim em causa -, da crónica (num tom muito triste) “um míssil a Ferraz e fogo” (da autoria de hugo costa e dedicada à esfuziante vitória ante o 5lb em andebol), e dos paupérrimos dossiers de três páginas de 10 de Dezembro (sem nada de destaque) e de 11 de Dezembro (com a notícia do provável regresso das trivelas ciganas ao Estádio do Dragão), há a destacar as declarações de André £ibras-Boas em defesa de Helton (mas publicada no jornal diário desportivo OJOGO, e a 06 de Dezembro).
e, já agora e de certa forma, o último escrito de Paulo Futre “sócio, nunca mais faças isso!” (onde aborda o que define a união de um grupo de trabalho, de um balneário), as notícias do epílogo (será?) da saga do nosso Incrível em terras de rublos e de gás natural (com a do perdão e a do seu saneamento), e o artigo sobre a genialidade de Falcao vs. Messi.
para finalizar esta segunda parte, destaque para os artigos de (i)Ética, Desporto e Jornalismo” (da autoria de sidónio serpa e muito a destempo, claro!), (ii)quatro europeus de volta a casa” (da autoria de paulo “há-os aos” montes), (iii)Inglaterra é o paraíso dos empresários FIFA” (da autoria de Paulo Anunciação), (iv) “o abuso do ‘twitter” (da autoria do sr. com apelido de prato de bacalhau), e (v) da notícia do grave problema financeiro que atravessa o hóquei do Limianos.
beijinhos e abraços (muito tranquilos, e sempre muito portistas)!
Muito Obrigado! pela tua visita 🙂