Basileia, meu amor (*)…

© filhos do dragão | Tomo II
caríssima(o),

como já o referi aqui, em Dezembro de 2013, nasci verdadeiramente para este Amor incondicional pelo FC Porto, a resposta surge pronta: 16 de Maio de 1984, próximo das 22h. o nosso clube do coração acabara de perder, para mim de forma inglória, a final da (agora extinta) Taça dos Vencedores das Taças, ante a toda-poderosa Juventus (clube que, na minha opinião, em Itália, tem o mesmo significado que o 5lb em Portugal).
como a minha mãe não se cansa de o repetir (e de mo relembrar, com saudade) foi uma noite de baba e ranho, tinha eu uns estóicos nove aninhos – era um homenzinho crescido e já comia à mesa (e, por vezes, algumas lamparinas. e algumas lagostas, também. amiúde, umas lostras. já bufardos era só quando me portava mal).
mas, por cada lágrima vertida naquela noite e não terei sido o único a fazê-lo; haverá homens feitos que, naquela altura, também terão regressado à sua infância , o nosso clube de Sempre (re)compensou-nos com «um livro de honra, de vitórias sem igual». e felizmente que já têm sido muitas. adiante.

para memória futura e para quem tiver interesse e/ou quiser reviver estórias desse nosso Passado (recente), deixo aqui e aqui dois interessantes artigos sobre Basileia/1984.

já para o encontro de logo à noite, numa partida que terá (pelo menos) 180 minutos, comungo das expectativas cautelosas dos caríssimos Jorge (Porta19) e dragão Vila Pouca.
mais do que assomos de uma sobranceria bacoca, este FC Basel deverá impor-nos muito respeito e como muito bem referiu Julen Lopetegui, na antevisão desta primeira parte. aliás, tenho para mim que a legítima ambição de Paulo Sousa é idêntica à do nosso treinador, e vice-versa no sentido em que «ambas as duas» equipas, como não são consideradas candidatas à vitória final, pretendem fazer um brilharete na competição em disputa, visando atingir a fase seguinte e nada mais do que esse objectivo (um pouco como o «jogo-a-jogo»).
acima de tudo, o que pretendo é que a equipa principal de futebol profissional do FC Porto tenha um comportamento, dentro de campo, em tudo idêntico ao dos miúdos dos sub-19 (escalão júnior), ontem, em Madrid, para a UEFA Youth League.
foram verdadeiros graúdos e estão de parabéns! pelo feito almejado.

entretanto e num outro diapasão, a edição impressa desta Quarta-feira, do pasquim da Travessa da Queimada traz dois artigozinhos que não posso deixar de bitaitar, sequer passar em claro o que neles é insinuado.

o primeiro, da autoria de pedro soares (aqui), aborda as 20 principais guerrinhas do burro do Carvalho desde que chegou ao poder da agremiação desse reino muito distante dos viscondes falidos (e impolutos) de Alvaláxia®. note-se que não referi (propositadamente) presidência, pois que este é um cargo que pressupõe, entre outros, sentido de Estado e de responsabilidade faculdades que o indivíduo clara e inequivocamente não possui, comportando-se como o pior dos cacifeiros calimeros, quando deveria, acima de tudo, ser o exemplo primeiro da agremiação do Lumiar. aliás, ele é o exemplo primeiro e mor do actual spórtém, mas pelos piores motivos, como o dito artigo evidencia…
assim sendo, considero-o muito interessante pois que dá para perceber a autêntica besta que é o fulano em causa e no sentido estrito daquele termo (e sem ofensa para os asininos).


© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa

(clicar na imagem para ampliar)

a mesma imagem com maior resolução aqui ]

o segundo (aqui) é da autoria de um indivíduo cujo apelido do seu nome remete imediatamente para água choca, tanta é a merd@ que vomita (também) pela sua boca imunda, porca, javarda, nojenta. aliás, tenho para mim que ele é o ignóbil Dâmaso Salcede do pasquim da Travessa da Queimada e conforme se comprova na imagem acima.
no artigo em causa (aqui), hoje voltou a manifestar publicamente o calhorda que é sempre que versa sobre o FC Porto.
a única forma simpática que encontrei para obstar a essa minha vontade inata (por que imediata) de o enviar (mesmo que mentalmente) para três ou quatro sítios que eu cá sei e onde, creio, ele se chafurdaria com um imenso à-vontade, foi de socorrer-me de uma citação do dumbo de Carnide, que eduardo ‘cutty sark‘ bOrroso trouxe à liça no dia de hoje.

ah! e, mais um dia que passa e que a direcção da SAD/Clube permanece num incompreensível silêncio perante a gravidade destes factos. e que o abjecto jornalixo tuga teima em encobrir, em dissimular, em não revelar, numa execrável violação dos deveres deontológicos a que a profissão obriga…

(*) título inspirado neste clássico dos lusos Da Vinci.
disse!

de ‘a arte da guerra’… [actualizado]

… ou de eu definitivamente não compreender a estratégia da SAD portista de um silêncio ensurdecedoramente sepulcral.
para tal, socorro-me de algumas citações mestras de Sun-Tzu, em a arte da guerra” (aqui):

«

para se ser Vitorioso precisamos ver o que não está visível. 

há momentos em que a maior Sabedoria é parecer não saber nada. 

quando capaz, finja ser incapaz; quando pronto, finja estar impreparado; quando próximo, finja estar longe; quando longe, faça acreditar que está próximo. 

triunfam aqueles que sabem quando lutar e quando esperar. 

um soberano jamais deve colocar em acção um exército motivado pela raiva; um líder jamais deve iniciar uma guerra motivado pela ira. 

todos podem ver as tácticas das conquistas, mas ninguém deverá conseguir discernir a estratégia que gerou as vitórias. 

a habilidade de alcançar a vitória mudando e adaptando-se de acordo com o Inimigo, é chamada de Genialidade. 

é de suprema importância atacar a estratégia do Inimigo. qualquer operação militar tem na dissimulação sua qualidade básica.

»

sugestão musical:

Madredeus, silêncio

post scriptum pertinente às 13h04m:

© Tomo II

o nosso amiguinho lampiãobagão ‘papa hóstias(in)félix, por vezes, tem a mania que é esperto & coiso e tal
aliás: mania, não! tem mesmo uma p**@ de latosa de manias de que ele é que é engraçadinho e um pouco mais inteligente do que os demais.

em primeira volta ‘sem espinhas(aqui), artigo de opinião publicado na edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada desta Quarta-feira, voltou a fazer das suas.
dou de barato o «tetracampeonato» de que se vangloria; é tão ridículo como invocar um qualquer «não-título»… agora, o que não poderia deixar passar em claro é o seu acintoso post scriptum.
obviamente que sobre Penafiel… sobre Penafielah!, já sei! só pode ser em relação à expulsão ridícula do jogador Tony, que a imagem acima tão bem elucida, numa «grande arbitragem» do paulo baptista, com muito “ruf(i)o” à mistura…
porque se o que a best@ em causa se pretendia referir ao último encontro do FC Porto para o campeonato e aos supostos «três golos ilegais», então ele é mais cepo do que eu considerava que indubitável e irremediavelmente é, pois que o pior cego é aquele que não quer ver. e que não pugna pela uniformização dos critérios de arbitragem, acrescento eu…

disse!

"a gente vê-se depois da chuva" (*)

© google
caríssima(o),
no Presente, está a ser (de todo!) impossível, para mim, manter este espaço actualizado on a daily basis, isto é, com a divulgação de publicações públicas (também) dos meus pensamentos (quase) todos os dias e de uma forma (quase) ininterrupta.
atenção que não estou a anunciar prematuramente qualquer intenção de me privar da tua companhia, sequer num Futuro próximo.
o que te estou a transmitir, isso sim!, é que, nos próximos tempos e devido a afazeres diversos, comunicarei contigo de forma um pouco mais espaçada no Tempo.
faço votos sinceros de continuar a ser merecedor da tua compreensão e, desde já, te peço desculpa por quaisquer transtornos causados.


* título emprestado desta balada balofa brasuca aqui.

até já! 


Miguel | Tomo II


dez cenas que me repelem em ti…

© google
… no período do Natal:
1) que, num plano espiritual, dês mais primazia ao Pai Natal e à festa do Consumo do que ao Menino Jesus e à verdadeira festa da Família num julgamento cuja dicotomia que encerra é já milenar;
2) que conduzas como uma autêntica besta, conseguindo, numa só manobra, desrespeitar todo o Código da Estrada;
3) que, à boa maneira tuga, deixes para o último segundo, do último minuto, do último dia que o shopping mais perto da tua residência está aberto ao público, para fazeres todas as tuas comprinhas de Natal;
4) que demonstres todas as tuas boas maneiras, sobretudo as de Educação e de Respeito, quando vais fazer aquelas comprinhas;
5) que permaneças com o teu cu alapado na poltrona todo o período das festas, não colaborando em qualquer tarefa doméstica, deixando todo o trabalho para os outros;
6) que obrigues a restante família a gramar com todos os filmes de época, com o argumento de que «os miúdos de agora não sabem o que é bom cinema»;
7) que repitas todas as piadolas de há (pelo menos) dez anos, sem excepção, e quando o amarelo dos sorrisos de circunstância já se esgotou;
8) mesmo sabendo que a cavalo dado, não se olha o dente, que só te lembres de oferecer peúgas, coturnos, boxers, cuecas, ceroulas & afins, inclusive aos mais pequenitos;
9) que reclames por te terem retribuído, da mesma forma, à gentileza do ponto anterior, e amues pior do que a mais pequena da tua sobrinha/o mais pequeno do teu sobrinho;
10) que fiques a ressonar como um anormal e como se não houvesse Amanhã, mesmo depois de te terem feito sinal de que, hoje já é dia 26 de Dezembro!.
haverá outras situações certamente.
eu, para já, passo-me (só) com estas…


sugestão musical: 




«ai como dói!»*…

© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)
caríssima(o),

dezasseis horas depois do apito final de artur soares dias e, tal como tu, ainda não consegui digerir o que se passou ontem, na Amoreira…
estou cá com um melão, ao ponto de não conseguir esboçar o mínimo esgar dos músculos labiais, sequer a quem (por vezes) até me faz sorrisinhos marotos… hoje (e nos próximos dias), tudo é cinzento. e um tanto ou quanto triste. mas e tal como uma maleita que nos apoquenta o Espírito, sei que este meu (mau) humor passará. eu sei que passará!
e nada nem ninguém me demoverá desta minha mais firme convicção, inclusive (e sobretudo) os meus digníssimos colegas de trabalho, «gloriosamente» bem filiados no Leixões «desde pequenitos», que, esta semana, não escondem as suas piadolas brejeiras sobre a fruta, os rebuçados, as meia-de-leite, os quinhentinhos e o raio que os parta a todos, depois de um silêncio ensurdecedor a seguir ao encontro de Braga; e aqueles portistas que só estão prontos a torcer pelo fc festas e que, nestes momentos de (autêntico) sofrimento, são mais lestos a disparar contra tudo e contra todos, do que o Adrián a perceber qual o seu papel (estratégico) na (táctica da) equipa (e vice-versa); e os comentadores de serviço, tão serviçais em relação ao vil metal e indistintos à verdadeira Verdade Desportiva.

a propósito do Adrián, da sua contratação, dos valores que terá custado aos cofres da SAD e afins, acho muito curioso que ainda não tenha havido alguém com essa boa vontade de fazer a (cor)relação entre entre três dados constantes no último Relatório&Contas
e considero que, para esta época, está encontrado o novo patinho feio do plantel para gáudio da massa adepta assoBiativa do Clube – na senda de um Licá, de um Kléber, de um Walter, de um Farías, de um Mariano (e só para recuar época-a-época e até 2009/2010)

a propósito daquela verdadeira Verdade Desportiva, é que não adianta mesmo gritar, como sugere o meu caro compagnon de route Jorge Vassalo, no novel FC Porto universal.
como a seguir se demonstra e mais uma vez, o colinho” e/ouandor e/ou o “apito encornado estão bem lançadinhos esta época, por forma a que se consiga um feito que já não é almejado desde 1983/1984 e, assim, quebrar a nossa hegemonia…

vamos lá, então, a umas (breves) sete notas soltas sobre o encontro ante o Estoril e com o sangue frio de racionalidade possível.

1)

depois de todas as incidências da partida, tão brilhantemente relatadas pelo caríssimo magro vai ao ataque, considero que ganhámos um ponto graças ao Óliver e que perdemos dois devido a, mais do que uma invenção táctica, à sonegação da velha máxima de que “em equipa que ganha não se mexe”;

2)

© Tomo II

na posta de pescada”® redigida pelo “magro”, a imagem que a embeleza não foi escolhida por um qualquer Acaso.
para mim e na minha opinião, acho que [pleonasmos propositados] aquele foi tão-somente o momento do jogo.
a imagem gif acima [e dado que não quero mais chatices com vídeos censurados] pretende enaltecer, para a posteridade, todo o profissionalismo de um portista dos quatro costados e como o mesmo admitiu na entrevista ‘flash a seguir ao encontro.

é também uma enorme bofetada de luva azul-e-branca a essas aves de (muito) mau agoiro que já afiavam as facas, as línguas viperinas e os «gloriosos» lápis, ainda antes da marcação da grande penalidade e na hipótese de o jogador afecto aos quadros portistas poder falhar.
para todas elas e/ou todos eles, o meu desejo de que continuem a apodrecer no inferno miserabilista que é a sua vidinha de um convicto anti-portismo primário (por que básico).

3)

já te disse que abomino a maneira como, por vezes (muitas vezes…), o Quaresma se torna (literalmente) num autêntico eucaliptosecando toda e qualquer hipótese de outrem que não ele seja igualmente protagonista?

© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)

4)

não foi pela arbitragem que deixámos pontos na Amoreira, antes por culpa própria.
mas, de acordo com o painel que se segue e com o que destaco a azul, efectivamente não deu para compreender o critério de artur soares dias (mormente disciplinar):

© pasquim do ‘Quim Oliveirinha

(clicar na imagem para ampliar)

5)

por mais anos que viva, também eu não esquecerei Campomaior, José Soares e o burro do Paixão, em Fevereiro de 2000.
o que se passou, ontem, na Choupana, foi só mais um episódio da longa metragem que dá pelo nome de bruno paixão, o patinho feio da arbitragem tuga
eis ao que me refiro e nas palavras de quem vomita «gloriosos» ódios na redacção do pasquim da Travessa da Queimada (e para conferir ainda mais credibilidade à nossa crítica):

© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)

6)

© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)

«

Alta Pressão


Na última época, tal como aconteceu ontem, o Estoril, então de Marco Silva, arrancou um empate ao FC Porto, então de Paulo Fonseca. 
Foi um jogo polémico: o primeiro golo do Estoril resultou de um penalty por mão na bola de Otamendi, mas fora da área; o segundo foi marcado em fora de jogo. 
Na altura, Paulo Fonseca protestou e Marco Silva respondeu com uma superioridade moral devastadora: «Já sabem que não comento arbitragensseja um erro a meu favor, seja quando me prejudicam… Respeito os árbitros e respeito quem comenta»

Ontem, nem de propósito, no reencontro com Paulo Fonseca, Marco Silva sentiu-se prejudicado e criticou abertamente a arbitragem de Bruno Esteves. 
Provavelmente o treinador do spórtém está apenas a aprender a lidar com a pressão de treinar um grande. Sim, é mesmo muito mais complicado do que parece à distância que vai da Amoreira a Alvalade. Paulo Fonseca que o diga

»

Jorge Maia, no pasquim de ‘Quim Oliveirinha, a 10 de Novembro de 2014.
fica difícil discordar, certo?

7)

*  explicação:
trata-se do último verso de uma musiKinha dos saudosos mamonas assassinas e que aqui dedico a dois seres, no mínimo, reles de espírito e, no máximo, lampiões convictos**, pelas duas filh@s da putice que redigiram e publicaram na edição impressa do pasquim da Travess da Queimada desta Segunda-feira:

» o mais recente excremento do sr. delgado – em concreto, a crónica à partida em causa (aqui) – e que confirma o adágio de que para os jogos maiores, os melhores jornalistas “;

» a joão pimpim (este apelido é mesmo qualquer coisa… soa a alguém que lhe partiu as lunetas… ou as ventas…) pelo magnífico escrito hat trick‘ do 5lb (aqui), revelador da sua muito «gloriosa» felicidade.

** para que se perceba melhor (aqui) porque considero lampião um insulto à minha pessoa ou a um dos meus.

disse!