da clássica Nortada e do que ainda não se disse

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no lugar de Vítor Pereira

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© abola

 

caríssima(o),

da NORTADA de hoje, sob o título “no lugar de Vítor Pereira“, aquele é o único parágrafo que retive e com o qual concordo. tudo o resto são (as habituais) diatribes de Miguel Sousa Tavares.
sinceramente gosto (bem) mais dos seus escritos quando defende as cores do nosso clube do coração ante as injustiças de algumas (ditas) justiças desportivas, e não quando se coloca numa posição que não possui: a de «catedrático» de considerandos de treinador de bancada. é um facto que, quando envereda por este caminho, não consegue os consensos que almeja com o primeiro.

é que não há como os escritos de António Simões, no muito seu COM A BOLA, OU TALVEZ NÃO para se enviar recados como deve de ser. o de hoje, publicado com o título “Aníbal, o destino” é do melhor que já li sobre o actual período conturbado de Vítor Pereira no nosso clube do coração.

a edição de hoje do pasquim da Travessa da Queimada também traz um bom-bom: a novel entrevista de Radamel Falcao. pelo excerto que se segue, penso que acertei quando o apelidei de «mercenário»:

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© abola

mais palavras são desnecessárias.
portanto, Radamel, segue lá «o teu caminho / com a m*rda na algibeira» e deixa-nos em paz.

por último e para (cor)responder ao prometido na passada Sexta-feira, no post scriptum, deixo-te com a revista dos melhores artigos que pude encontrar no pasquim da Travessa da Queimada desde 21 de Setembro até à presente data – e nas edições que adquiri, bem entendido:

1) pela tal  perspectiva positiva:

  • o “meio golo“, de Francisco José Viegas, marcado em 23 de Setembro;
  • as estórias que “Baía conta como era” antes dos Clássicos contra os lampiónicos da agremiação de Carnide, em 23 de Setembro;
  • o artigo de Nuno Perestrelo “animar a malta“, publicado a 21 de Setembro – o qual traz incluso o último lamento do calimero Eduardo BOrroso “Van Wolfswinkel;

2) pela tal  perspectiva negativa:

  • a confrontação” (mazinha) de João (muito pouco) Bonzinho, em 23 de Setembro;

    muita leitura para colocar em dia, sem dúvida. 😉

    beijinhos e abraços (cansados)!
    e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

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    ainda a final da Supertaça Europeia

    caríssima(o),
    nem sei por onde começar… talvez pelo princípio, que não o Verbo. vou tentar. aqui vai disto! 😉

    na edição impressa de hoje, do pasquim da Travessa da Queimada, podemos ler, entre outros artigos, a última NORTADA de Miguel Sousa Tavares, sob o título “uma noite em Monte Carlo“. provavelmente tê-la-á escrito tendo por base as estatísticas do encontro da passada Sexta-feira, as quais demonstram um poderio indiscutível do FC Barcelona. mas tal como se pode demonstrar que duas pessoas não comem meio frango cada uma, também aqueles números (apresentados na edição impressa do jornal OJOGO do passado Sábado) são uma falácia no sentido em que houve muito mais FC Porto para além da posse de bola, por exemplo – em que a diferença para o FC Barcelona saldou-se em menos 16′ (e em números redondos) e sem que tal significasse um olé! de futebol. ou seja, não compreendo a indisposição de Miguel Sousa Tavares, tal como não aceito as críticas sem sentido de alguns portistas.

    também gostei muito do artigo de Manuel Martins de Sá, com o título “os falsos remédios“, ao desmontar a falácia dos argumentos platinados de Michel Platini do famigerado «fair-play financeito», assim como do escrito “cronistas da bola“, da autoria de Duda Guennes, na sua coluna de opinião MEU BRASIL BRASILEIRO.

    igualmente interessantes e de leitura aprazível foram as duas partes de um mesmo artigo (Taça Super) dadas à estampa esta semana, da autoria de Paulo Teixeira Pinto, ainda a propósito da Supertaça Europeia em que o FC Porto defrontou o todo-poderoso FC Barcelona e alguns persistem em fazer desse encontro um “final de época” antecipado quando, para mim, não passou de um (bom) começo, pese embora a derrota. adiante. a primeira parte, surripiada do blogue do caríssimo Vila Pouca, tem por título “do que Guardiola não sabe; a segunda tem por título “algumas conclusões“. recomendo a sua leitura atenta.

    outro artigo digno de distinção surgiu pela pena de Hermínio Loureiro – esse mesmo, o pseudo-possível-candidato a Presidente da Federação Portuguesa de Futebol. com o título “sucesso…“, consegue fazer um elogio sincero à exibição do FC Porto que saiu do Mónaco «de cabeça erguida».também gostei muito desta crítica assertiva: «Dispensáveis eram os sorrisos de quem tem que ser completamente imparcial; Platini não conseguiu esconder a satisfação pela derrota do FC Porto. independentemente da vontade de Platini, o Futebol Português continua a marcar pontos na Europa».

    ainda no bom sentido, registo a (breve) entrevista a Ilídio Vale, publicada na NS (Notícias Sábado), este último Sábado.

    no sentido inverso, destaco a última guerrinha de Fernando Guerra “apelo (mais um!) à paciência” – dedicado em exclusivo ao momento actual do Zbording – e o post scriptum de Cruz dos Santos no artigo “a lei da rolha“.

    por último e (em parte) um pouco preocupante, as inqualificáveis declarações do empresário de Álvaro Pereira, no sentido de forçar a venda do passe ao Chelski:

    « Não me lembro de, na história do futebol, um lateral-esquerdo custar esse preço [trinta milhões de euros], ainda por cima numa conjuntura económica como a que vivemos e com um jogador que não tem passaporte comunitário »; e « Sabe por quanto é que ficou o Luis Suarez ao Liverpool? 26 milhões de euros! E é um avançado! »; « Não me responsabilizo pelo que possa suceder », foram algumas das que registei “com agrado”.

    parece-me que o sr. em causa desconhece o modus operandi do FC Porto neste tipo de situações – normal e usualmente nada benéficas para todas as partes envolvidas…

    beijinhos e abraços (cinzentos, como o actual estado do tempo)!
    e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂