de um textinho bem mais fedorento "do que arroto de corvo"… [actualizado]

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caríssima(o),
reza o adágio pra pular® que quanto mais se (re)mexe no(s) excremento(s) mais ele(s) fede(m)…
vem este brevíssimo introito, que (reconheço) nojentemente repugna qualquer um(a) de nós, a propósito deste escrito aqui, da autoria dO leonor pinhão, publicado na edição impressa desta Quinta-feira, no pasquim da Travessa da Queimada.
o título do dito cujo (1995? o 5lb fez o que pôde e os Calheiros férias no Brasil) (e que pode ser lido aqui) mais não é do que O artista em causa a tomar as dores do «catedrático do Futebol» da pastilha elástica, pela ousadia da resposta de Julen Lopetegui a anterior provocação brejeira daquele (e obviamente que torpe e barata, pois que o masca-chiclas reconhecidamente não tem inteligência para muito mais).
não pretendo demorar-me muito neste não-assunto  uma expressão muito em voga nos tempos que correm, sobretudo para terras eborenses…
«apenas e só» refiro que:
» todos os clubes, sem excepção, têm os seus telhados de vidro, as suas frutinhas, os seus calabotes, as suas viagens à China, os seus afins;

» as épocas em causa (1994/1995 e 1995/1996), referem-se ao consulado de manuel damásio, o qual de facto era mesmo pobrezinho, pois que declarava, em sede de IRS, que ganhava o ordenado mínimo (àquela altura, 272 euros);

» a contra-argumentação dO jornalista em causa provém de alguém que se deu ao trabalho de redigir um livro em nome de outrém, cujo conteúdo foi desmentido na Justiça e por mais do que um cloectivo de juízes e em mais do que uma comarca. estes factos dizem muito da idoneidade da pessoa em apreço.

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adenda pertinente, às 15h17m:


«


A história em que o jogador é o vilão já todos ouviram. 
Mas, ainda é um internacional português, bem pago no FC Porto, com muito mercado e que poderia significar um encaixe financeiro bastante interessante.

»



pois eu considero que há a necessidade de se puxar todo o filme atrás:

1)

Julho de 2011
depois uma boa época, manifesta publicamente e pela primeira vez, o desejo de sair do FC Porto, afirmando que £ibras-Boas tem o seu telefone. 

2)

Março de 2012.
no seguimento de vários jogos (no mínimo) mal conseguidos a denotar má forma física e erros defensivos de palmatória, reage mal a uma substituição. 

3)

a partir daquela data, foi sempre a descer, rumo a um abismo aparentemente sem fim. 
nessa época (2011/2012) e depois daquele incidente, não mais recuperou a titularidade.
manifestou, mais uma vez e por mais do que uma vez, durante o defeso de 2012, o desejo de bazar, pela voz do seu empresário. 

resultados práticos desta atitude:

até Janeiro de 2013, 94 minutos de utilização (!)

4)

Janeiro de 2013.
foi emprestado ao Nápoles, numa oportunidade de relançar uma carreira então estagnada. teve apenas 570′ minutos de utilização. 

5)

Agosto de 2013.
é emprestado ao Inter de Milão e após época e meia de inactividade, realiza uma temporada em cheio. 

6)

Vítor Pereira nunca perdoou a Rolando o incidente do casaco, em Março de 2013. 
a administração do FC Porto secundou o seu (então) treinador. Antero Henrique também o fez. 
o jogador e sobretudo o seu empresário, nunca compreenderam, não compreendem nem compreenderão esta atitude por parte do Clube. 
Rolando pretendia prosseguir a carreira em Milão. o Inter não oferecia o que o FC Porto exigia a tal questão dos «15M€» russos… 
o Inter considerava que valeria a pena esperar um ano para obter o mesmo jogador de borla, pois que, em Janeiro de 2015, seria um jogador livre. recordemos que estávamos já em Agosto de 2014… 

foi por esta razão que Pinto da Costa, num precedente sem igual, manifestou publicamente o desejo do FC Porto contar com o jogador vide Lei Webster e o que é referido aqui

em suma e sem pretender ser (ainda mais) fastidioso:

é óbvio que quem perdeu foram todas as partes envolvidas neste negócio; a saber: FC Porto, Rolando, o seu empresário e sobretudo Mancini. 
convém é ter todo aquele passado recente em mente para se perceber o porquê da postura dClube, «penso eu de que».

disse!
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do momento Hernâni (e de um outro, mais caricatural)… [‘nortada’ incluída]

caríssima(o),
Hernâni, ex-Vitória SC, é o mais recente reforço do nosso clube do coração – nome próprio com muita história, como é do conhecimento geral.
numa breve consulta às múltiplas caixas de comentários desse maravilhoso mundo que é a bluegosfera®, constata-se que é um jogador apreciado por alguma massa adepta portista.
eu não fujo a essa regra, pelo que estou agradado com a sua chegada à nossa casa. é um jovem valor do nosso futebol, com muito para evoluir. e é português, apesar de também possuir nacionalidade cabo-verdiana tal e qual como Rolando, que vai para a Bélgica, fazer companhia ao Defour…
«entrega, dedicação, trabalho e, acima de tudo, dar tudo pela camisola», disse, naquelas que foram as suas primeiras declarações oficiais enquanto atleta do FC Porto. cá estarei para cobrar (no bom sentido) essas intenções fundadas numa esperança * recíproca.
[ * mas uma esperança diferente da que é explicitada na última NORTADA, do nosso enfant terrible Miguel Sousa Tavares, sob o título afinal ainda há esperança? (aqui) ]

do negócio em causa e ao que consta, «Sami, Otávio e Ivo Rodrigues mudam-se da cidade InBicta para a Cidade Berço por empréstimo, até ao final da temporada».
alguma massa assoBiativa já se insurge contra estes moldes da transferência… 
eu discordo dessa crítica, no sentido em que prefiro que os jovens jogadores em causa evoluam num clube que luta por objectivos desportivos muito interessantes (por que válidos) e que passam sobretudo pelo acesso às competições europeias. e porque o Vitória SC é superiormente orientado por um treinador que indubitavelmente potencia o futebol de muitos jovens e porque possui uma filosofia de jogo orientada para o ataque.
sincera e honestamente, prefiro que aquele trio seja uma opção válida na principal competição lusa e que nela adquira as necessárias rotinas para que, na próxima época, possam integrar, de forma consistente, a equipa principal de futebol do nosso Amor comum, do que pene em jogos da Segunda Liga, contra equipas que, de ataque, só possuem a denominação da posição dos seus supostos avançados nas fichas de jogo (os quais, amiúde, contra o FC Porto, comportam-se e agem em campo mais como médios defensivos do que outra coisa qualquer), o que é bastante revelador da Qualidade da prova oficial em apreço…
© google
o dragão Vila Pouca referiu-o, naquele que é indubitavelmente um (ou será mesmo O?) blogue de referência deste maravilhoso mundo que é a bluegosfera®.
afinal e pela imagem acima, parece que houve mais recados
sinceramente e depois do que tem sido este campeonato (por ordem cronológica: vide aqui. e aqui. e aqui. e aqui. e aqui. e aqui.), só me dá mesmo para rir… é que nem devem ter espelhos em casa…
enfim: uns tristes, é o que são estes lampiões (mais a sua verdade desportiva) da treta…

post scriptum pertinente:

(clicar na imagem para ampliar)

por vezes é necessário recuarmos um pouco no Tempo para compreendermos o tempo Presente e o porquê de algumas escolhas…

disse!

sobre o "quem desdenha quer comprar" [actualizado com ‘brasão abençoado’ e outras estórias]




caríssima(o),

consta que é até às 24h, mas parece que será até às 18h de hoje, Sexta-feira. o próprio site oficial do Sindicato dos Jogadores confirma-o
o que é certo é que o término não será coincidente em todas as ligas de clubes sub a tutela da UEFA, tal como aconteceu no último Verão, num momento que se repete de há (pelo menos) uma década. assim sendo, as ligas Russa, Polaca, Búlgara, Norueguesa e Sueca, são as que vêem ser prolongada esta janela de oportunidade para que os seus clubes retoquem os plantéis. «é por causa do clima e tal», alega quem de direito. pois… exacto… «conta-me histórias / daquilo que eu não vi»

onde é que eu quero chegar com este intróito?
a um ponto muito sensível, pelo menos para alguns adeptos que, tal como eu, não consideram o jogo football manager adaptável à Realidade, i.e.: que há muitos pormenores e imensos pormaiores que não são do conhecimento público, logo e por associação de ideias, que ultrapassam a qualquer um(a) de nós – pois que o Futebol Clube do Porto, com esta Administração e por mais reflexões que se postem, é gerido de dentro para fora e nunca o inverso. 

exemplos daqueles pormaiores (pormenores?) não faltam, mas seleccionei a pertinência destes três: 

i)

a natural ambição de um jogador descontente com a sua situação de suplente e que não se resigna, sobretudo em ano de Mundial; 

ii)

a dificuldade em renegociar um novo contrato de trabalho devido à intransigência do empresário do jogador, mais interessado nas comissões e/ou em colocá-lo num outro campeonato mais rentável do que o nosso, muitas vezes mandando às malvas os objectivos desportivos do jogador em detrimento dos encaixes financeiros; 

iii)

a percepção, por parte da SAD, de que é mais vantajoso colocar o jogador a rodar num outro clube, mesmo que de menor dimensão, mas com garantias de que terá mais minutos de competição do que (inclusive) na equipa B.

assim sendo, pelo exposto e por mais que os pasquins do costume já nos tenham vendido meia equipa (ou será a totalidade do plantel?), há algo que eu sei:
mesmo numa época desportiva cujas exibições têm deixado muito a desejar, o plantel do Futebol Clube do Porto tem Qualidade e, acima de tudo, um factor que não encontra paralelo em Portugal e é bastante apreciado nesse imenso país que é o Estangeiro“®: o hábito salutar de Vencer, incutindo-o desde que o jogador chega ao clube e independentemente do escalão de competição.
assim, numa possível transferência, quem adquire os seus direitos desportivos já sabe, de antemão, que o jogador em causa está mais do que habituado a lidar (também) com a pressão de ter que ser bem sucedido na sua nova aventura.


finalizo esta posta de pescada“® e mesmo sabendo que há meia Europa há procura do talento que existe no plantel do FC Porto, com as três certezas que mantenho sempre, nestas alturas; a saber:

1)

quem gere os destinos do Clube, há mais de trinta anos, percebe mais disto de olhos fechados do que toda a massa adepta junta e de olhos bem abertos. 
para além de que é tão portista quanto nós, pelo que só deseja o Bem para o Futebol Clube do Porto.

2)

não há ninguém insubstituível e por mais carisma que tenha; o nome do Futebol Clube do Porto perdurará para além de todo e qualquer jogador que já tenha envergado o seu manto sagrado; os interesses do emblema do Clube cosido na frente da camisola estão sempre mais acima do que os objectivos individuais do nome de um qualquer jogador estampado nas suas costas; o sucesso do Clube, traduzido em títulos conquistados, também beneficiará o curriculum desportivo de qualquer um dos seus atletas.

3)

independentemente de quem saia e/ou entre, o Futebol Clube do Porto apresentar-se-á em qualquer campo, até ao final da temporada, sempre com uma equipa constituída por onze jogadores.


actualização às 13h47m:


a propósito do que (também) de melhor se publicou na edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada de hoje, e para lá do último artigo de opinião de Pedro Marques Lopes, em BRASÃO ABENÇOADO (moralização do futebol português), o qual subscrevo na íntegra:

» josé couceiro e sérgio abrantes mendes assinam dois artigos de opinião tipicamente calimeros; felizmente que não são de página inteira, ou o choradinho teria sido ainda mais difícil de suportar… 

» josé carlos de sousa, em relação à hipotética venda de Mangala (pelo menos em relação à hora a que redijo estas linhas…), assina uma peça jornalística de altíssimo níBel… de mediocridade intelectual e da mais rasteira parcialidade clubísti… jornalística.

» a imagem que embeleza a notícia da lesão do jogador do marítmo – o que provocou a grande penalidade que selou a nossa passagem às meias-finais da ex-taça da bjeKa“® e que tanta celeuma (ou azia?) causou lá para o reino distante dos viscondes falidos de Alvaláxia -, é muito elucidativa sobre a existência da dita falta. registo-a também neste espaço de discussão, para memória futura e para refutar quem por aqui passou a afirmar, em tons muito civilizados, sobre a «simulação grosseira» do jogador argelino:

© pasquim do sr. Serpa
(clicar na imagem para ampliar)

disse!



do repisar «gloriosos» argumentos… [actualizado]


© Google


caríssima(o),

desde já informo que esta será uma looongposta de pescada“®

e também que, por motivos de índole profissional, que estão a atingir níveis intensíssimos de laboração (motivando um desesperado suspiro por… novo período de férias), esta será a publicação com que muitas(os) de vós se irão deparar (pelo menos e previsivelmente) até à próxima Segunda-feira, dia 02 de Setembro.
será “bom”, pois tendo em linha de conta a sua extensão e o tempo que será necessário despender para a sua leitura, poder-se-á lê-la em suaves prestações diárias, de preferência com a companhia de uma fresquinha para acalmar os espíritos. já o acompanhamento com o marisco preferido do Eusébio, eu sou mais amendoins… 😀

adiante.

ainda em relação àqueles factores profissionais, que motivam uma interrupção (in)voluntária no paulatino retomar à tua sã convivência (e mesmo que de uma forma virtual),  este é o dia em que se fica a saber que o sr. Aníbal promulgou a Lei nr. 68/2013, a qual «estabelece a duração do período normal de trabalho dos trabalhadores em funções públicas» em quarenta horas semanais, sem correspondente aumento remuneratório – num novo e demasiado evidente aumento ilícito de impostos, pois que o valor/hora é substancialmente reduzido se comparável com a realidade anterior à entrada.

para quem de vós considera que não se trabalha na Administração Pública, ontem, sensivelmente pelas 21h33m, quando o meu horário de saída são as 18h30m, enviei o seguinte sms a um de vós, Amigo de longa data, que me perguntava se tinha visto o que fez o «mijinhas» ao Paços de Ferreira:

« não tive oportunidade. ainda estou no trabalho. tenho para mais uma hora. quem afirma que na Função Pública não se trabalha, não sabe o que diz. pormenor: não são horas-extra de trabalho contra respectivo pagamento; quanto muito uma folga extra… »



adiante…
hoje também enviei o seguinte sms (indignado) a outro de vós, que muito prezo e estimo:

« bom dia, meu caro! é só para afirmar que o artigo dO pinhão, na edição do pasquim da Travessa da Queimada de hoje, é (no mínimo) absolutamente nojento. abr@ço »



e, de facto, tenho para mim que assim o é.

sob o auspicioso (e devidamente a(du)lterado) título luís grande, o ‘ilusão‘ e a terapia de grupo, O leonor pinhão dedica (sensivelmente) ¼ do mesmo às célebres escutas que um qualquer tripulha resolveu disponibilizar à saciedade no youtubiu.com® e à margem da Lei – mormente para puro deleite e extremo gáudio dos lampiões e dos calimeros que se esquecem dos pecadilhos dos seus clubes – pois que, como não me canso de repetir, todos os clubes, sem excepção, têm os seus “telhados de cristal”®, sendo que não há impolutos nesta questão.
a «lamentavelmente pública» (nas palavras do coisa lampiónica) escuta em questão, na minha opinião, não revela nada de mais, a não ser a borla de uns ingressos para a bola a quem tem «deusas» para lhe dar agrados nesta vida de (muita) agrura. certamente que são gostos e que, por mais duvidosos que sejam, não devem ser discutidos.

porém e porque a Actualidade lampiónica não é nada favorável a quem sofre pela Instituição – em que, para lá de evidentes catedráticas contradições do jorge jejum, e das atitudes que só enaltecem o seu capitão, ainda têm que lidar com a clara situação de, à data e por mais notícias que se publiquem, no mercado real de transferências, não conseguirem vender um só jogador pelo valor estipulado na cláusula de rescisão e ainda, com o início de uma época desportiva que deixa muito a desejar -, é natural que se (in)tente distrair o maralhal que pulula e vibra com a Instituição (dita) «gloriosa»
aliás, o senhora em causa, tal como o restante rebanho, e como bom lampião que apregoa ser (já que uma boa lampiona não é, com muita certeza), e porque ainda deve estar a curar o enorme melão da época desportiva transacta (à qual se refere que «terminou doente»), é especialista em (in)tentar desviar a atenção do que deveria Essencial para o Acessório – normalmente recorrendo ao que diz que é uma espécie de humor, na esmagadora maioria dos casos tendo o nosso querido líder como alvo predilecto. quando não é o nosso grande presidente, é pela via indirecta da «fruta».

sincera e honestamente, é um facto que deveria relevar, fazer por ultrapassar e continuar a andar com um sorriso largo e a cabeça bem erguida. infelizmente não consigo, daí a presente posta de pescada“® de pura revolta.

resolvi (mais uma vez…) dar conta deste meu sentimento contra o que se vai publicando no pasquim da Travessa da Queimada – e contrariando o que prometi que seria a nova imagem deste espaço de discussão pública pública (excepto para os teimosos dos lampiões que persistem em gravitar onde não são desejados, e ultimamente – pasme-se! – de alguns (poucos) calimeros) porque me revolta as entranhas ver o bom-nome do meu clube de sempre ser achincalhado por gentinha cuja coluna vertebral é mais protozoária do que o maior invertebrado à face do Planeta
eu bem sei que lhes dói o Orgulho, ferido pelo sucesso sustentado do Futebol Clube do Porto – o qual é inversamente proporcional à forma como as Instituições da Segunda Circular paulatinamente têm vindo a perder a sua Glória, socorrendo-se de factos ainda e sempre pincelados nessa cor dominante e que é o preto-e-branco
mas deu, dá e dará sempre, muito trabalho a granjear (sobretudo) o respeito internacional pelos feitos desportivos alcançados pelo nosso ecléctico clube, os quais foram fruto de muito trabalho, abnegação e voluntarismo dos seus atletas – para também não referir o modelo de excelência da organização e da estrutura funcional do clube (com falhas, é certo, mas mesmo assim elogiada por quem de direito). já a «fruta», e os «quinhentinhos», e «as deusas», e as «meias-de-leite» e o raio que os parta a todas(os), são mais um belo exemplo do que ainda grassa no nosso País desde o tempo da outra senhora (seja ela quem for) e dele faz imagem de marca: a Inveja e a Mesquinhez, «ambas as duas» de braço dado e no seu estado mais puro.

e é porque felizmente que ainda tenho memória que, na segunda parte desta já enormposta de pescada“®, decidi preservar para a posteridade (i) um editorial do JORNAL DE NOTÍCIAS, datado de Janeiro de 2010, sobre as famigeradas escutas, bem como (ii) a notícia do jornal PÚBLICO com a transcrição das que captaram o dumbo de Carnide” a escolher árbitros como se estivesse num supermercado a escolher farinha, nesse já longínquo mês de Setembro de 2006 e entretanto desaparecida da fonte noticiosa.

tal segue dentro de momentos, um pouco mais lá para a frente, logo depois do símbolo do faceboKas“®, bastando clicar em «‘no pare, sigue, sigue’» 😀 

antes e em relação à edição impressa do dia de hoje, do pasquim da Travessa da Queimada, não posso deixar de recomendar a leitura atenta do dossier dedicado ao FC Porto – todo ele uma pérola sobre como alimentar o mercado virtual de transferências; o editorial com o título facebook, da autoria dbelenense do sr. vítor serpa – que é tão belenense quanto eu –; do artigo de opinião imaginação, pela pena do touro hugo vasconcelos; do tema do dia, redigido por josé manuel “el excremento” delgadoe a cereja no topo do bolo“: duas cenas sobre clube do mito urbano dos «oito milhões e meio…» por Roberto, na antevisão do Clássico da Segunda Circular e por forma a injectar moral nas tropas.

para finalizar, é verdade que o teor das ditas escutas é moralmente condenável nalgumas situações; mas e a bem da Verdade (que não a desportiva), os prevaricadores já foram sentenciados, quer na Justiça Desportiva, quer na Justiça Civil. 
bem ou mal, na primeira, no célebre processo Apito Final, no qual, (entre outras decisões), o FC Porto viu sonegados 6 (seis) pontos; na segunda, os sucessivos processos instigados contra a figura do presidente Jorge Nuno Pinto da Costa viram, um a um, as suas acusações serem consideradas «improcedentes» por tribunais idóneos, imparciais e alheios a clubites agudas
[explicação das decisões do Apito Final podem ser lidas aqui. já no endereço que se segue terás acesso à decisões finais sobre os Processos do Apito Dourado]


retomando o raciocínio inicial, há alguns justiceiros n(quase) totalidade da abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão – agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto -, que pugnam pela Justiça e que clamam pela «Verdade Desportiva»

estes nobres valores, que eu muito prezo e tão ausentes estão do nosso panorama Desportivo, são a base moral para o desencadear dos processos atrás referidos. contudo, há outros “processos” por apurar. só que, como alguns destes envolvem um certo e determinado «glorioso» interesse nacional, não há a «conveniência de serviço» para que se apure a Verdade, e para bem da Justiça – desportiva e civil.

disse!


© Rodrigo | Humoral da História



editorial do JN sobre as “Escutas” 

2010-01-22

O Procurador-Geral da República [Fernando José Matos Pinto Monteiro] indignou-se, ontem, [dia 21 de Janeiro, Quinta-feira] quando soube que uma parte das escutas feitas ao presidente do FC Porto, no âmbito do processo Apito Dourado, foram colocadas no youtubiu.com® – um site de divulgação de áudio e vídeo cujo acesso é livre. Pinto Monteiro jurou «desconhecer em absoluto» como é que as escutas foram ali parar e «prometeu abrir um inquérito», na tentativa de apanhar o(s) prevaricador(es).  


Convém recordar que Pinto da Costa foi ilibado em todos os processos conexos ao processo “Apito Dourado”. E convém igualmente lembrar que o Código do Processo Penal define com clareza quem são as pessoas que podem aceder às escutas durante a tramitação do processo, pelo que, com vontade, talvez seja possível achar o(s) culpado(s) [aqui também se registam as «boas práticas» para a execução das escutas].
O caso é grave, não apenas porque traz de novo à ribalta o debate sobre o amachucado segredo de Justiça, mas sobretudo porque revela que alguém dentro do Sistema Judicial e com acesso ao processo colocou, ou facilitou a colocação, de cópias áudio das escutas no youtubiu.com®.  

Quando chegamos aqui, estamos muito perto de ver desabar à nossa frente o edifício da Justiça Portuguesa. Vale o mesmo dizer: estamos muito perto de definitivamente acreditarmos que as nossas liberdades e garantias não têm defensor à altura.
Ao início da noite de ontem, os vários fragmentos das escutas tinham sido vistos por dezenas de milhares de pessoas no youtubiu.com®  A disseminação dos conteúdos na Internet era já brutal. E assim continuará nos próximos dias. Ou seja: uma peça de um processo, delicado como aquele era e coberto pela Lei, passou a estar à disposição de todos. Uma maravilha dos tempos modernos. A que a Justiça dá cobertura, por ser ineficaz no combate a estas graves tropelias ao Estado de Direito. 


Alguns órgãos de Comunicação Social decidiram publicar as escutas ou colocar nos seus sites uma hiperligação para o sítio onde elas se encontram [nomeadamente o lixo tóxico do grupo cofina]. O JN não o fez, nem fará. Esta atitude merece uma explicação aos nossos leitores. Aprendemos com o caso Casa Pia que a publicação de escutas incentiva, muitas vezes, a justiça popular, condenando para uma vida inteira quem pode vir a ser absolvido no fim do julgamento a que for sujeito. É uma questão de princípios – e de coerência com eles – o que nos leva a manter esta atitude: a de não querermos pactuar com os que escolhem este caminho. Acresce que, sendo as escutas um «decisivo e insuprível meio de prova», para citar Costa Andrade – um dos mais proeminentes penalistas portugueses -,  elas não foram suficientes para condenar o alvo do processo: Pinto da CostaVir agora expor as conversas entre os intervenientes no caso é colocar a mão no machado que vai decepando, aos bocadinhos, a Justiça. Acresce ainda que, do ponto de vista estritamente jornalístico, as escutas não trazem nada de novo: já foram pisadas e repisadas por quem entendeu pisá-las e repisá-las. 


A última coisa que pretendemos é aspergir moral sobre quem quer que seja. Interessa-nos apenas explicar aos leitores do JN por que motivo tomámos esta opção. Como Heráclito, entendemos que cumpre batermo-nos por uma sã Justiça «como pelas muralhas da cidade». [citação integral do filósofo grego: «devemos bater-nos pela Lei como pelas muralhas da cidade de Éfeso»]. Apenas isso.





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luís filipe vieira, o Orelhas, apanhado nas escutas do “processo Apito Dourado”

2010-09-08 

As escutas do “processo Apito Dourado” revelam que luís filipe vieira [lfv], presidente do 5lb, envolveu-se directamente na escolha do árbitro do jogo das meias-finais da Taça de Portugal da época de 2003/2004 em que o 5lb ganhou ao Belenenses por 3-1. Esse jogo foi arbitrado por João «pode ser o joão» Ferreira,  da Associação de Futebol de Setúbal, na sequência da nomeação acertada num telefonema entre Valentim Loureiro e o presidente dos encarnados. 
Nessa conversa, lfv começa por se queixar pelo facto de o árbitro nomeado para o jogo já não ser Paulo Paraty e conforme havia sido anunciado por Pinto de Sousa, à data presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol [FPF], a um advogado com ligações ao 5lb.
15 de Março de 2004. Paulo Paraty tinha arbitrado o jogo do CF Belenenses vs. CD Nacional para o campeonato. Por esse motivo, não podia ser indicado para o jogo da Taça de Portugal, que ocorreria dois dias depois, obrigando Pinto de Sousa a procurar outra opção. Pinto de Sousa tentaria contactar lfv para justificar a mudança, mas o dirigente lampião deixou de lhe atender o telefone, o que acabaria por levar Valentim Loureiro a envolver-se num jogo que estava fora da alçada da Liga Portuguesa de Futebol Profissional [LPFP]. 
Só o nome de João «pode ser o joão» Ferreira agradou ao presidente do 5lb. «O João pode ser», disse, depois de conhecer os candidatos possíveis. A lista era reduzida porque Pinto de Sousa considerava que o jogo tinha de ser apitado por um árbitro internacional e já o havia dito a lfv e a Valentim Loureiro anteriormente.Nesta conversa com o Presidente da LPFP, lfv estava visivelmente irritado. E confessou a Valentim Loureiro que tinha sido informado de que o árbitro seria Paulo Paraty duas ou três semanas antes. O nome agradava-lhe e a sua substituição foi atribuída a uma manobra do FC Porto, cujo presidente Pinto da Costa, na opinião de lfv, «controlava tudo». No entendimento do dirigente lampião, Pinto da Costa decidira até que quem arbitraria o SC Braga vs. FC Porto, também para as meias-finais da Taça, seria o patinho feio da arbitragem nacional, bruno caixão. «O Bruno Paixão, em Gil Vicente… Eu estendi-lhe a mão para o cumprimentar… Não me cumprimentou! Como é que esse gajo [Pinto de Sousa] vai nomear esse gajo [bruno caixão] para apitar?», perguntava lfv, não escondendo a indignação e deixando clara a ameaça: «Eu não sou como o Dias da Cunha. [] Eu vou lá [à RTP] fazer alguns alertas para o Futebol Português». 


Parte de escuta telefónica onde é interveniente luís filipe vieira, o Orelhas. 

O seu interlocutor é Valentim Loureiro [àquela data de 2004, presidente da LPFP]. 


Luís Filipe Vieira (LFV) – Eu não quero entrar mais em esquemas nem falar muito… [] 
 Valentim Loureiro (VL) – Eu penso que ou o Lucílio… o António Costa, esse Costa não lhe dá… não lhe dá nenhuma garantia? 
LFV – A mim?! Fo**-se, o António Costa?! Fo**-se! Isso é tudo FC Porto! 
VL – Exacto, pronto! [] E o Lucílio [Baptista]? 
LFV – Não, não me dá garantia nenhuma o Lucílio! 
VL – E o Duarte [Gomes]? 
LFV – Nada, zero! Ninguém me dá!… Ouça lá: eu, neste momento, é tudo para nos roubar[] 
LFV – Ó pá, mas é evidente! Mas isso é demasiado evidente, carago! Ó major, eu não quero nem me tenho chateado com isto, porque eu estou a fazer isto por outro lado. []  
VL – Talvez o Lucílio, pá! 
LFV – Não, não quero Lucílio nenhum! []  
VL – E o [Pedro] Proença? 
LFV – O Proença também não quero! Ouça, é tudo para nos fod**! 
VL – E o João Ferreira? 
LFV – O João… Pode vir o João. Agora o que eu queria… [] Disseram que era o Paulo Paraty seria o árbitro… O Paulo Paraty! Agora, dizem-me a mim, que não tenho preferência de ninguém… [] à última hora, vêm-me dizer que já não pode ser o Paulo Paraty, por causa do Belenenses. Fo**-se! 

dos plágios do que se pode ler por aí…

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caríssima(o),

a presente posta de pescada“® é como que um breve regresso a um Passado que já não está tão massivamente presente neste espaço de discussão pública (excepto para os teimosos dos lampiões, que por aqui persistem em gravitar) – nomeadamente ao convívio do que de melhor se publicou na edição impressa do pasquim da Travesssa da Queimada desta Sexta-feira, dia 12 de Julho de 2013.
explico sucintamente a razão principal que me levou a quebrar uma decisão recente.

a ti, confesso que amiúde ainda adquiro edições impressas do pasquim que tem o belenense do sr. vítor serpa como seu director.
sim!, apesar de «agastado com o que foi publicado ao longo de toda esta época desportiva transacta, e repetindo-me, tendo atingido o limite do (in)sanamente suportável, pois que o meu estômago não é de ferro e já não aguenta mais úlceras, e que o meu coração não suporta mais ‘baques’ com toda a merd@ que é trazida à estampa pela redacção por ele liderada», ainda assim, sempre que a capa o justifica, contribuo com oitenta e cinco cêntimos para o lucro da Sociedade Vicra Desportiva – que é quem gere os destinos do pasquim em causa. outras vezes, tenho passado os olhos pelas ditas edições na minha pausa para almoço, no café perto da minha labuta.
no fundamental: não perdi o hábito de ler o que o inimigo publica sobretudo sobre o nosso quotidiano e sempre que tal se justifica, divulgo à saciedade os meus tormentos e/ou indisposições e/ou incómodos e/ou má vontade contra quem, na redacção do pasquim em causa, atenta contra o nosso clube do coração.

esta Sexta-feira, dia de PLENOS PODERES por excelência – a habitual coluna de opinião do caríssimo Rui Moreira -, e com uma capa “apelativa” (apesar de demasiado verde para o meu gosto), adquiri um exemplar.
como sempre o faço, principiei a minha leitura pela sua última página, com destaque para o editorial irrevogável? irrevogável!da autoria de josé manuel “el excremento” delgado – o qual aborda a sua versão lampiónica sobre a questão do Bruma e todo o imbróglio processual com a actual direcção do spórtém.

volto a página e depois….
bem, depois deparei-me com o motivo principal para a redacção destas linhas, e com o meu mais recente incómodo nestas (imberbes) andanças nestmaravilhoso mundo da bluegosfera“®.
refiro-me ao escrito do caríssimo Rui Moreira sob o título os revisionismos.
após a sua leitura inicial, tive que reler o texto principal. e lá estava, de tal forma evidente que era, para mim, impossível negá-lo: a sua correlação com o escrito do caríssimo Vila Pouca cuidado com o dragão papão!
e, por «correlação» entenda-se plágio descarado – no sentido em que as ideias defendidas pelo primeiro são demasiado semelhantes (porque em tudo idênticas) aos pensamentos concebidos pelo segundo, com a agravante de não ter referido a fonte primária onde se inspirou para conceber um escrito com uma percepção intelectual que, no meu entendimento, soa a recalcado.

se dúvidas houver do que atrás afirmo, peço o especial favor de se ler atentamente os escritos em causa – o de Rui Moreira e o de Vila Pouca -, por forma a dissipá-las.
desde já afirmo que considero que não terei interpretado mal o que li, e causa principal para a presente indignação. e que, se a minha percepção da Realidade estiver errada, e que se a minha interpretação da motivação do caríssimo Rui Moreira para o escrito for errónea, desde já apresento as minhas humildes desculpas e terei todo o gosto em retratar-me publicamente.

para finalizar, na segunda parte desta posta de pescada“®, segue a minha súmula do que de melhor se publicou sobre o nosso quotidiano na edição impressa do pasquim em causa e mais um ou outro detalhe.
é já a seguir, logo depois do símbolo do faceboKas“®, bastando clicar em «‘no pare, sigue, sigue» 😀 

ps:

das frases feitas (vulgo clichés) que pude ler sobre o termo ‘plágio’, eis a que mais me cativaram e que partilho contigo «porque sim!»:

« plagiar é implicitamente admirar », de Júlio Dantas 

« quando se rouba de um autor chama-se plágio; quando se rouba de vários chama-se pesquisa », de Wilson Mizner

« estilo é plagiar a si mesmo », de Alfred Hitchcock

« eu sou o plágio do que ouço e vejo por aí », de Kléber Novartes, citação na qual me inspirei para o título da presente posta de pescada“®

somos Porto!, car@go!  
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂




para lá do insípido artigo de opinião tu e eu, da autoria de Paulo Teixeira Pinto, na sua coluna de opinião habitual PONTAPÉ DE SAÍDA, e do dossier de seis-páginas-seis (!!) dedicado ao nosso clube do coração, não posso deixar de destacar a excelente notícia (confirmadíssima pelo próprio, e que já é mais do que oficial)  da contratação do jovem colombiano Quintero.
bem sei que a competição é outra, mas do que pude ver do craque ex-Pescara, estaremos na presença de mais um diamante por lapidar convenientemente. e convém salientar que se trata de um miúdo de vinte anos que jogou 1023 minutos na serie A italiana, alinhando 12 vezes a titular num total de 17 partidas.
outro “diamante por lapidar” é, de facto e no meu entendimento, o jovem guineense de berço mas que já alinha pelo escalão sub-20 da equipa (que decididamente não é, de todo!) de todos nós®, de seu nome Armindo Tué Na Bangna – vulgo Bruma.
não pretendendo ser (ainda mais) exaustiv… aborrecid… chato, confesso que, para lá das qualidades do futebol que o puto evidencia – e que está lá! bem mimadinho e limadinho, por quem sabe da poda há mais de trinta anos, e será uma vedeta mais -, teria a sua piada espetar-mos mais uma lança num leão que ultimamente ruge muito mas apenas para impressionar o maralhal (‘show off, portanto), dado que a fomeca é mais do que muita (não sei se me faço entender…). seria assunto para mais uma conferência de imprensa a la bruninho.
só não sei se teria direito a gás, como numa recente, para novo gáudio do pessoal lá por terras de Vera Cruz com o quotidiano dos clubes da segunda Circular… aguardemos pacientemente (com alguma impaciência, sobretudo pelo fecho de todos os mercados de transferências de jogadores).
somos Porto!, car@go!  
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂