notas soltas de um ‘taKonazo’… [actualizado]

caríssima(o),

1)

antes de tudo o mais, deixa-me (re)afirmar que são mesmo um gosto enorme, nos dias em que consigo ir ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, assistir «ao vivo e a cores» a uma partida do nosso Amor comum (obrigado!, Jorge!), aqueles minutinhos que antecedem a entrada no recinto em causa.

ontem, foi mesmo muito bom aquele conBíBio com a Ana Neves, o João Santos, o sr. Rocha, o dragão Vila Pouca e o Jorge Vassalo.
e é para repetir, obviamente. 

2)

tenho para mim que será de bom-tom (re)lembrar que a partida de ontem foi para a ex-taça da bjeKa®.
portanto, será chover no molhado se disser que as minhas expectativas para o jogo em causa eram relativamente baixas no sentido em que esperava com um jogo em ritmo de treino e nada mais do que isso: treino em competição, mas somente t-r-e-i-n-o.

quem contasse (mesmo que possivelmente) com uma ‘jogatana‘ daquelas estava no local errado, à hora errada e sobretudo na competição errada. repito que foi um jogo a contar para a ex-taça da bjeKa®

3)

do onze inicial, Lopetegui surpreendeu-me e, em certa parte (mas muito pequenina, confesso), pela negativa. explico.
no meu íntimo, não contava com as titularidades de Danilo, Tello e Jackson, mais regulares nas convocatórias para o campeonato. e, como afirmei aqui, até previa que Martins Indi alinhasse de início para manter a forma física (dado que estará de fora na recepção ao Paços de Ferreira, por motivos disciplinares).
o facto de ter prescindido de Ricardo (a defesa direito) e de Gonçalo Paciência, em detrimento dos nomes referidos ali atrás, convenceu-me de que a partida seria mesmo para ganhar e que há um interesse indelével em fazer um brilharete, pelo que não se olha a nomes nem a minutos de utilização para se atingir o objectivo a que se propõe atingir.

por outro lado, mas num mesmo diapasão e enquanto adepto profissional de tão-somente (por vezes, bem menos do que desejaria…) alapar o cu na sua cadeira de sonho, nas bancadas do seu teatro de sonhos azuis-e-brancos e/ou no conforto do sofá lá de casa, afirmo que outra situação que gostaria de ter visto e que não vislumbrei nos dois jogos entretanto realizados em nossa casa nesta competição oficial, foi a utilização de um sistema táctico alternativo. seria sempre interessante, digo eu…
mas também foi bem (muito bem, até!) solidificar rotinas e conceder preciosos minutos de utilização aos que não o são amiúde e com mais regularidade no campeonato.
e Rúben Neves, apesar dos seus tenrinhos 17 anitos, já é um senhor jogador!

e Quintero é um 10 puro, ponto final, parágrafo! não há que inventar (novas) posições para ele se evidenciar nos jogos e pela positiva!

4)

Jackson é o jogador com maior número de golos em pleno Dragão
45 (quarenta e cinco) em três épocas.

para celebrar esse momento, o colombiano resolveu fazê-lo em grande estilo. o ‘taconazo‘ do JacKson é perpetuado em GIF aqui e também aqui.
valeu (bem) a pena o ingresso só para poder assistir a esse momento «ao vivo e a cores».

5)

com quem fui assistir à partida em causa, pode testemunhá-lo:
quando Gonçalo Paciência entrou em campo, para o aplauso (merecido) a JacKson, afirmei peremptoriamente que iria molhar a sopa. assim se justifica a foto que embeleza esta posta de pescada®, e que não é um qualquer contra-senso para com o título da mesma.

só lamento não ter apostado nessa minha firme convicção e que viria a confirmar-se, num golo de (muito) belo efeito e de fino recorte técnico – pelo que a sua enorme alegria foi também a minha.

e para quem considera que o filho de Domingos Paciência sacou a grande penalidade («mais uma», como «gloriosamente» afirmou), abaixo está uma foto muito interessante e que confirma o óbvio:

(clicar na imagem para ampliar)

isto para não referir o que foi afirmado nos pasquins cá do burgo, sobre uma arbitragem ao mais alto níBel:
© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa
(clicar na imagem para ampliar)

© pasquim do ‘Quim Oliveirinha
(clicar na imagem para ampliar)

disse!

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not@ 40° [editada]


© google


caríssima(o), 


da ida ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, ontem à noite, na companhia do caríssimo Jorge Vassalo, ganhei uma valente gripe, com febres muito altas. 

entretanto, o ‘pikachu‘ cá de casa também não está melhor de saúde, com a esposa a dar um autêntico tilt com toda esta situação (pois que as suas costas não são imensamente largas)… 

felizmente que o meu Pai recuperou a tempo de passar as Festas em família. nem tudo podem ser más notícias 😉 

por tudo isto (e já não é pouco), peço-te muita desculpa, mas este espaço de discussão pública tem as suas portas temporariamente encerradas, por (literalmente) não haver condições. 
e desde já te desejo votos sinceros de um Feliz Natal, na companhia dos que te são mais queridos, naquela que é a verdadeira Festa da Família. 

abr@ços 
Miguel | Tomo II



do que (não) vi…

caríssima(o),
antes de tudo o mais, as minhas sinceras desculpas por não ter conseguido comunicar contigo de forma mais célere, mormente desde Sábado. acontece que os imprevistos andem por aí. e ontem foi um desses dias…
adiante, que já está a chover como se fosse Inverno.
deste Sábado, guardo a lembrança de um encontro ‘pré-match‘ muito porreiro e que deveria acontecer mais vezes. envolveu alguns de vós alguns vindos directamente da Capital do Império [‘respect‘] , e que (também) têm esse hábito diário e muito salutar de visitar o dragão até à morte. fica aqui dado o mote para que tenha sido o primeiro de muitos. 
do encontro ante o Nacional, já tudo foi dito e dissecado, pelo que não terei muito mais para comentar. «apenas e só» realçar, por exemplo, que foi este o jogo que eu (também) vi, e pelos motivos óbvios, nele inclusos. 

e que não compreendo que jogo josé carlos de sousa teve o privilégio de assistir no nosso estádio de sonhos azuis-e-brancos, mas certamente não foi o que (d)escreveu na sua crónica golo das arábias disfarça deserto colectivo portista(aqui), publicada na edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada de ontem, Domingo…

e que, por este momento mágico, o preço do bilhete valeu (bem) a pena:

© Tomo II

e que também eu gostei de assistir a este abr@ço especial:

© pasquim editado pelo sr. serpa
(clicar na imagem para ampliar)

e que, se por um lado, adorei a resposta de Julen Lopetegui a Rui Moreira (no sentido em que se (pres)sente que esta época temos treinador, o qual não se atemoriza ante ninguém, seja quem for), pelo outro só tenho a lastimar que se tenha chegado a este ponto: o de um treinador responder a um ex-cronista e actual Presidente de Câmara, também ele portista de gema e de coração…
vou é ficar à espera (sentado) do que (eventualmente) ele, Julen Lopetegui, possa responder à torpe, rasteira, vil, rasca e ordinária provocação do belenense vítor serpa à sua pessoa, no que publicou no passado Sábado (aqui).

sobre o que aconteceu no antro de Carnide.
parece (mesmo) que o andor vai bem encaminhado (de Mota?) para a revalidação do título e para a (hipotética) quebra da nossa hegemonia… como se depreende (e percebe) pela imagem abaixo:

© pasquim editado pelo sr. serpa
(clicar na imagem para ampliar)

e, já agora, e sobre as questões (técnicas) de arbitragem ocorridas no antro esvoaçante em causa, eis algo completamente diferente.
mais do que se confundir quilos com metros (como bem afirmou o caríssimo Zé Luís, no portistas de bancada), na última edição impressa do pasquim do Quim Oliveirinha, no trio que compõe o tal Tribunal (aqui), ficámos a saber que há um árbitro a necessitar urgentemente de uma consulta oftalmológica. e que, pelos seus doutos considerandos semanais, só fica por saber qual o seu «glorioso» número de associado…

sobre o pasquim da Travessa da Queimada, deixo o melhor para o final desta (já de si, extensa) prosa.
em tempos, houve alguém que se insurgiu por, neste espaço, eu o apelidar, com as letras todas, de s-a-b-u-j-o.
de facto e depois do que escreveu sobre o que ocorreu em Guimarães (aqui) e sobretudo sobre o “nosso” André (aqui), confirma-se que esse espécie de jornalista não passa disso mesmo: um s-a-b-u-j-o (armado aos cágados e ao cag@lhão. e com a p**@ da mania de que é humorista).
como tão bem escreveu o caríssimo dragão Vila Pouca, «no elogio ao filho, um manifesto exagero em relação ao pai»  principalmente pela parte de alguém que duvido muito que tenha visto jogar este último. provavelmente deve ter estado mais entretido a ver jogar o caceteiro do veloso (pai). ou o meiguinho do mozer. ou o trauliteiro do álvaro…

por último, aquele momento em que percebes que és do spórtém:

disse!

rescaldo de uma noite europeia…

© google
caríssima(o),

estamos em êxtase, car@go!

acho que já merecíamos uma noite assim: de Champions!

calma, Miguel! foi frente ao BATE Borisov, não contra uma qualquer equipa de topo e/ou “tubarão” europeu!, estarás a pensar…
pois, de facto o tal historial do BATE frente a equipas portuguesas não é muito famoso. e peca por escasso no sentido em que, só desta feita, é que foi goleado. mas não deixa de ser assaz curioso constatar que outros, inclusive ditos «gloriosos», que já os defrontaram num passado recente, não tenham tido a argúcia, a Arte e o engenho de nos ter igualado neste aspecto…
sem qualquer ponta de sobranceria e/ou de soberba bacocas, afirmo «apenas e só» que estou a constatar factos e a contrariar uma opinião que ouvi na TSF, aquando do regresso a casa, de que este jogo tinha sido «um passeio» ante um opositor «fraco, débil em termos futebolísticos e que não é digno desta competição»… assim de repente, também me recordei do que uns comentadores espanhóis referiram acerca do SC Braga, quando os gverreiros participaram na Champions pela primeira vez, em 2010/2011, e foram categoricamente goleados pelo Arsenal no seu primeiro jogo. depois… bem, depois, foi o que se sabe, do seu prestígio europeu e para um clube da sua dimensão…

portanto: 

só por manifesta má-fé (e extrema azia pelos resultados das agremiações da Segunda Circular. e pelo sucesso desportivo que já temos, pela presença numa fase de grupos que a crítica dava como perdida – e mesmo que tenhamos defrontado o actual líder da Ligue 1 para aqui chegar…) é que se podem tecer considerandos como aqueles…

mais: 

na época passada tivemos o regresso do nosso Incrível ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos. estávamos em finais de Outubro e o motor a diesel (do) Fonseca começava a dar os primeiros sintomas de que viria borrasca na certa… na partida em causa, por uma aselhice de Herrera (e logo na sua estreia!), estivemos a jogar em inferioridade numérica desde o minuto 5. acabámos por perder pela margem mínima, nos instantes finais, “graças” a um enorme buraco que se abriu na nossa defesa.
eu vim completamente f*dido dos cornos, ao contrário de hoje. eu e todos que lá estivemos. não me recordo de «quinze minutos de palmas» nem de outras manifestações que só indiciam que actualmente estamos no bom caminho desportivo, porventura ao contrário de outras paragens, mais lá para Sul. nem me recordo de termos tido uma crítica jornalística favorável e que nos passou as mãozinhas pelas costas, e que nos afagou o cabelo, e que nos disse deixa para lá. terás melhor Sorte no próximo jogo, bem pelo contrário

ainda sobre ocorrências na partida desta noite:

para lá do golaço de Brahimi, logo aos 5′, hoje aplaudi, de pé, a equipa na ida para as cabinas, após o apito final. foi inteiramente merecido e estão todos de parabéns, pela forma como souberam tornar fácil um jogo que poderia ser difícil, pois que há sempre o fantasma de podermos viver um novo Artmedia
outros há que, quando vão ao Dragão, com a equipa a golear mas também a descomprimir na recta final, mesmo assim preferem assobiar.
desculpem lá voltar a bater no ceguinho, mas acho que isso é tudo menos apoiar a equipa. e mais não digo para não ser deselegante…

duas (breves) notas finais:

© google
reina por aí uma «gloriosa» indignação pelo gesto do Incrível, aquando da sua substituição no antro do Carnide e mesmo sendo públicas as suas justificações, afirmando que:

«


Os adeptos do 5lb estavam a insultar-me, como é normal fazerem com os jogadores adversários. Nós só temos de escutar, e não discutir com eles. Mas, naquela hora, juntei os dois dedos porque estava 2-0… Mas não é falta de respeito.

»

eu considero que o Incrível falou bem. ele, mais do que qualquer outro «jogador adversário», sofreu (literalmente) na pele as agruras do que é disputar uma partida por lá. quem não se recorda do túnel da Luz? ou da verdadeira essência desportiva (e da falta desta) de se terem desligado as luzes e accionado o sistema de rega, finda uma partida em que por lá celebrámos a conquista de mais um campeonato?
pois… é bom que se tenha memória e que também não se soneguem factos que já por lá ocorreram e que se lamentam – como os de Maio de 2012. e não, também não me esqueço do que aconteceu no Dragão, em Fevereiro de 2012, frente ao Manchester City de Yaya Touré e Mario Balotelli.
a grande diferença é que, graças a uma cambada de energúmenos – que os há em todos os clubes -, nós fomos punidos pela UEFA de Platini… já o 5lb passou incólume. até à data…
© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)
na imagem ali em cima fica o registo, para a posteridade e para memória futura, do que de melhor se pôde ler na crónica bagaceira de eduardo ‘cutty sark‘ bOrroso, publicada na edição desta Quarta-feira, no pasquim da Travessa da Queimada.
lê-lo criticar quem, nos últimos tempos, desde Janeiro de 2012, tem tantas (ou se calhar bem mais) legítimas pretensões para condenar uma arbitragem a todos os níveis lamentável, só dá para rir. e para desejar que 26 de Setembro chegue rápido…

© Tomo II

disse!