de 30 ‘sombras’…

… de santillo, Will Santillo, (in)decentemente sacadas da obra “le petit mort, as mesmas aparecerão na segunda parte desta curtíssima, telegráfica posta de pescada®logo a seguir ao «gosto» do faceboKas®, em «‘no pare, sigue, sigue’».

mais informo que o conjunto de trinta-imagens-trinta foi disposto um pouco à bruta, sem qualquer ordem aparente, e que se recomenda prudência na sua visualização (sobretudo e mormente) em espaços públicos.

faço votos para que sejam do teu agrado (tal como foram para mim) 😀

e não precisas de agradecer; eu sei que sou um querido! 😉

por último e não menos importante, dou-te conta de que, neste entretanto vou ali dar uma… voltinha e venho já!
o regresso está previsto para Terça-feira, dia 24 de Fevereiro de 2015.
até lá, o meu mais sincero desejo é o de que

«façam o favor de ser felizes!»


todas as fotos:

clicar na imagens para ampliar

(se necessário)

z
disse!

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de uma (re)análise ao nosso plantel: a minha…

(clicar na imagem para ampliar)

«

Para lá de todas as vitórias; de todos os títulos conquistados; de todas as taças, em todas as modalidades; de todos os triunfos obtidos  quando nos pedem para nomear a vitória mais saborosa, é sem dificuldade que elegemos uma à qual todas as outras se subordinam: o imenso orgulho de se ser portista.

»

autor: Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa

caríssima(o),

aquela é uma citação presidencial que amiúde está sempre presente quando pretendo tecer considerandos sobre balanços afins, mormente quando estes envolvem o quotidiano azul-e-branco e a Realidade do nosso Amor comum.

porque, «para lá de todas as vitórias», que felizmente e sem pretensiosismos bacocos e/ou falsas modéstias, no nosso caso até são algumas, o orgulho em se ser Portista sobrepõe-se às ditas excepto para alguma (porventura muito orgulhosa) massa adepta assoBiativa…
pois que afirmar, à viva voz e sem qualquer medo de receios temerários, sou do FC Porto, car@go!, para mim, pressupõe também e sobretudo, apoiar incondicionalmente o nosso Clube de Sempre (e para todo o Sempre!) em todas as ocasiões. todas! e, claro!, de uma forma pró-activa e pró-positiva.

e se este é o meu estado de espírito enquanto Adepto, dos profissionais que envergam o nosso manto sagrado, com o nosso brasão abençoado ao peito, o mínimo que espero, em cada jogo, é o seu máximo respeito pela nossa cor, pelo nosso emblema, pelo nosso brasão abençoado, pelo nosso manto sagrado e por toda a História que eles acarretam desde 1893 até ao Presente. e independentemente da sua nacionalidade e/ou naturalidade e/ou preferência clubística desde o berço. e que todos, mas todos os atletas do clube, independentemente da modalidade que representam, deveriam ser obrigados a conhecer desde o primeiro dia em que chegam ao universo do Futebol Clube do Porto o qual deveria ter como ponto de paragem obrigatório o nosso Museu.

aqui chegados, pela presente posta de pescada®, pretendo dar-te conhecimento da minha análise ao que me é permitido vislumbrar sobre a equipa principal de futebol, do nosso clube do coração.
mais te informo que a dita é um pouco extensa. bem sei que poderia fazê-la de outra forma, sub-dividindo-a, por exemplo, por sectores; mas, mais do que enganar-me a mim próprio, estaria a desvirtuar a imagem de marca deste espaço de discussão pública: os testament… os textos um tanto ou quanto extensos (por que longos).

assim sendo e mais uma vez, quando tal se verifica, deixo-te a sugestão de te fazeres acompanhar por um bom de um chocolate quente e um pão com tulicreme®, para digerires melhor o que por aí vem… bem sei que poderia sugerir uma bela de uma ‘kuka, bem fresquinha, com um excelente prato de tremoços… mas, acho que já chega de tanto frio; o que necessitamos é de muito calor

(clicar na imagem para ampliar)
entretanto não escondo que:

» em toda a minha análise subjaz a ideia que a imagem acima pretende transmitir;

» essa análise tem presente esta notícia datada de Abril de 2014 (aqui) – anterior à chegada de Lopetegui, portanto;

» a análise em causa também remete para a defesa deste meu exercício especulativo aqui, igualmente de Abril de 2014.

disse!

guarda-redes

© Google

definitivamente, uma posição onde estou de acordo que «as redes não necessitam de mais ‘peixe». é que aos nomes abaixo não nos podemos esquecer, entre outros, de Bolat, Kadu, Caio, Andorinha e Gudiño. e este último é, de facto, um portento.

Helton 

em Julho de 2014, (precipitadamente) antecipei o seu “fim desportivo”, induzido em erro por uma (ainda hoje) enigmática mensagem no seu instagram oficial.
a soberba exibição em Braga, há duas semanas, comprovou, não só que velhos são os trapos, como também que ainda está aí para as curvas. e que a sua veterania, mais do que o seu portismo (que o tem!), é e será muito importante neste jovem plantel recheado de muita juventude.
também acredito que a sua recuperação veio complicar um pouco os planos de Julen Lopetegui para a definição da titularidade desta posição específica e tão importante no FC Porto onde se pode estar sossegadito em 89 minutos de uma partida, mas ter que corresponder com uma preciosa defesa no minuto em falta, com a pressão suplementar de não se poder falhar.

Fabiano 

pegando no que foi exposto no último parágrafo sobre Helton, eu não me esqueço de Nápoles. e é desse Fabiano que o FC Porto precisa. tem imensa qualidade entre postes, mas claudica nos cruzamentos. e no jogo de pés. e nalgumas bolas rasteiras, junto ao poste.
e, lá está!, aqui não pode claudicar, não pode falhar, pois não há tempo. e tem Helton recuperado, a morder-lhe os calcanhares para regressar à titularidade…
acredito que Lopetegui não será cão e lhe retire do actual posto na hierarquia; mas a ameaça existe. e é bem real. ele convive com ela todos os dias, no Olival…

Andrés Fernandez e Ricardo

um desperdício de dinheiro, no meu entendimento pois que há salários para serem pagos mensalmente.
com tantos e tão bons jovens promissores nos escalões de formação e na equipa B, e ávidos de minutos ao mais alto níBel de competição, considero que não haveria esta necessidade de se esbanjar guito necessário para o desempenho da função de terceiro guarda-redes do plantel  o qual normalmente só brilha em jogos para a ex-taça da bjeka® (e, esta época, nem isso)

defesa

© Google

Danilo 

o dorsal que enverga, esta época, assenta-lhe na perfeição. e para mim, na ausência de Helton, deveria ser ele o Capitão da equipa, mesmo com os seus imberbes (por que pueris) 23 anos de idade.
(literalmente) explodiu naquela que já é a sua quarta época na InBicta. coincidentemente (ou talvez não…) coincidiu com a chegada de Lopetegui…
desde o início que teve que aprender a lidar com o anátema do valor da sua transferência, um pouco à semelhança do que Adrián López está a penar. e com o facto de ter que aprender a ser lateral direito quando, no Brasil, era interior/ala direito.
por mim, ficaria até ser velhinho; temo que esse desejo se desfaça já em Junho…

Alex Sandro

esta temporada está a léguas do que prometeu quando chegou ao nosso Clube. aliás, em termos de progressão, esta está proporcionalmente inversa à de Danilo…
esta época, não me recordo de uma partida em que tenha conseguido ir à linha de fundo adversária e feito um cruzamento com conta, peso e medida… e as suas desatenções defensivas também já nos custaram alguns golos (e muitos frissons também)
acredito que vai recuperar, pois que tudo o que aponto é fruto de uma (mais do que) eBidente má forma física. afinal, foi o único lateral esquerdo em três épocas, sendo pau para toda a colher. e como é humano, e não uma máquina…

Ricardo Pereira

Lopetegui acredita que dará um grande lateral direito. eu também, pois recordo-me de José Bosingwa.
o potencial está lá. assim como a Bontade em aprender. e, mais importante, o facto de não amuar com as preferências do treinador, seja ele qual for (na época passada, em Sevilha, até actuou como lateral esquerdo, cumprindo com a função). a próxima época servirá para tirar todas dúvidas. ou para confirmar as certezas que nele (já) se depositam.

José Ángel

é certinho a defender e ataca e/ou sobe no flanco só pela certa. sabe efectuar cruzamentos. necessita de alguma atenção mais nas marcações, sobretudo nos lances de bola parada.
mesmo assim, ainda acredito que o Rafa poderia (e deveria) fazer parte deste plantel…

Martins Indi

o melhor elogio que lhe faço é:
haverá alguém a lamentar a partida de Mangala para Manchester?

aos 22 anos, na primeira época no Clube, é indiscutível e indubitavelmente o patrão da nossa defesa e (literalmente) a sua voz de comando em campo.

Maicon

não sou ingrato e não me esqueço que foi um dos artífices do título de campeão nacional de 2011/2012 – mesmo que, para alguns pasquins, o feito tenha sido em «fora-de-jogo».
mesmo assim, ao fim de sete época, este Maicon continua a ser um grande morcão, não tendo aproveitado para evoluir. então aqueles passes de trinta metros directamente para as bancadas… e  ter que alindar um lance defensivo, junto à nossa grande área, quando o que se pede é que mande a chichinha para o car@**o

Ivan Marcano
«ah! e tal», é espanhol, tem 27 anos e é canhoto… so f*ckin what?!
em meia época já me deu mostras de possuir mais talento do que o morcã… do que o Maicon. por mim, antes do final do empréstimo accionava-se a opção de compra dos seus direitos desportivos.

Reyes 

Igor Lichnovsky foi mais barato.
eu sei que posto assim, desta forma crua, é injusto para o central mexicano. e que estou a ser injusto na minha avaliação. mas também é a verdade. e as expectativas que se criaram em torno dele, então…
na minha opinião, Reyes foi demasiado caro para ser  o quarto central da equipa e por muito que (justamente) reclame minutos justos de competição… a meio da presente temporada não vislumbro qualquer hipótese de poder acrescentar, de forma relevante, os ditos cujos a não ser para a ex-taça da bjeka®. o empréstimo teria sido uma boa opção, mas como desconheço (e ainda bem!) os meandros dos bastidores e dos corredores do Dragão, também quero acreditar que Lopetegui o terá em boa conta, apesar de também haver Lichnovsky.

meio-campo

© Google

Rúben Neves 

antes de tudo e deveras importante:

¡gracías, ‘míster‘!, por sus ‘huevos‘!


sim!, que devemos a Lopetegui a aposta neste jovem talento luso, fruto da nossa formação.

o BI/CC indica que nasceu em 1997. o talento que evidencia a cada jogo que passa demonstra que o risco desta aposta arriscada só reside no receio de algumas mentes temerosas, incapazes de os ter no sítio no momento certo.
indiscutível no nosso meio-campo para a próxima época, pelo menos.

Casemiro

tem em si colado o rótulo (principal) de (pro)vir do Real Madrid e, como tal, ter que render cada cêntimo do seu empréstimo e desde o primeiro segundo.
não interessa para nada se esta é a primeira época no Clube, com as necessárias habituações a uma realidade diferente. a importância é reduzida ao mínimo acerca do experimentar uma posição nova no terreno de jogo (badalhoquices agora não, por favor, que estamos a falar sério!). não importa se ele tem 22 anos e, no Real Madrid, jogava como médio centro ofensivo. também é irrelevante que, na época passada, só tenha jogado 416 minutos e, em 2012/2013, 1260′… na segunda divisão espanhola. vem do Real Madrid? tem que comprovar que é bom!

pois eu tenho para mim que Casemiro é um jogador que tem tudo para ser um bom médio defensivo e no curto espaço de tempo. apenas tem que aprender a lidar com a impetuosidade do seu futebol a qual não se compara, por exemplo, com a de um javali garcía. e com o facto de actuar em Portugal e no FC Porto.
para os mais cépticos, recordo-vos um nome com um pedido especial: Fernando nas suas duas primeiras épocas entre nós…


Óliver Torres 

já. não. tenho. palavras. só. o. puro. deleite. de. poder. desfrutar. do. perfume. do. seu. futebol redondo

até posso sonhar com a presença dele na próxima época, mas temo pelas contrapartidas que o Atlético de Madrid imporá… e esse é um Deve & Haver que decidirá a sua permanência no Dragão.

Brahimi 

uma agradável surpresa, tendo deslumbrado com alguma “magia” à mistura no primeiro terço do campeonato.
entretanto e como o próprio já reconhece(u), os adversários passaram a fazer marcação cerrada (inclusive às suas canelas).
quando (re)aprender a jogar para a equipa, nas partidas em que tem (pelo menos) três pitbulls atrás de si, será esse o momento que marcará a sua despedida do reino do Dragão. até lá, todas(os) temos o privilégio de presenciar o seu futebol. e de nos deleitarmos com ele.

Herrera

tal como Danilo, está a demonstrar as razões da sua contratação esta época.
para mim, é evidente que melhorou bastante com a chegada de Lopetegui, sobretudo na ocupação dos espaços, nas dobras que consegue fazer ao seu colega de sector e independentemente do(s) nome(s) deste(s) e na finalização e/ou concretização e/ou remate e/ou golo(s) (alguns destes muito importantes).
apenas necessita de aprimorar a definição do passe, um capítulo onde apresenta lacunas – não só na questão do endossar o esférico ao colega, mas também no quando o deverá fazer. tendo em linha de conta que eu sou do tempo do «pass precise», penso que está tudo dito

Quintero

tem contra si um estigma: o de ser considerado o sucessor de James. 
não é e por uma razão (para mim) simples: não é extremo, nem consegue flectir para o centro como James fazia.
no meu entendimento, Quintero é um 10 purono sentido em que é um dos (poucos) criativos no plantel, capaz de inBentar lances de ruptura contra equipas que se apresentam com dois a três autocarros, de dois pisos cada... e porque é incapaz de defender, mesmo que em prol da Equipa a sua principal lacuna, no meu entendimento.


Campaña

Mikel. Tomás Podstawski. Leandro Silva. Tiago Rodrigues.
compreendo o empréstimo do espanhol para esta época, e que mais não terá sido do que a necessidade de um substituo à altura de Casemiro e/ou Ruben. e a verdade é que Campanã, no meu entendimento, tem postura, saber posicional e futebol para ser esse substituto (para além de que só sabe jogar de cabeça levantada).

mas, com aquela matéria-prima referida acima, com a perspectiva de evolução e com a avidez de minutos preciosos de competição por parte dos próprios, considero que não haverá necessidade de se prolongar o empréstimo, sequer a aquisição dos seus direitos desportivos. mas Julen Lopetegui é que sabe…

Evandro 

esforçado. cumpridor. exímio marcador de grandes penalidades.
os argumentos apresentados para Campaña poderiam servir para uma possível dispensa de Evandro; só que não casam com esse facto de ter rubricado um contrato de três épocas, pelo que há que rentabilizar o investimento.

avançados

© Google

Quaresma 

a par de Helton, é o jogador “trintão” com mais anos de casa, logo e por inerência um dos veteranos do plantel. penso que ele sabe disso e da responsabilidade que tem sobre os seus pés, ombros e demais partes do seu corpo.
porém e há sempre um mas (em RQ7 mais do que um…)  aquele seu feitiozinho de m*rd@ deixa-me fulo. e não são as suas constantes juras de amor permanente ao Clube que me vão acalmar o espírito. 
dele, espero sempre Tudo e Nada: uma trivela ao ângulo ou mais uma jogada em que foi fominha. um passe a desmarcar um companheiro na cara do golo ou um centro para a bancada. um abr@ço ao companheiro ou um amuo aquando da substituição…
como afirmou que pretende acabar a carreira no Clube, penso que a SAD dever-lhe-á fazer a Bontade… a questão é saber se o mustang terá estômago para (i) ou se adaptar a uma nova função em campo ou (ii) se sentar mais amiúde no banco de suplentes e/ou tribuna.

Cristian Tello

por vezes é mais rápido do que a própria redondinha… noutras, mais rápido do que o(s) seu(s) opositor(es), ams define mal o último momento: ou o remate fatal ou o passe letal. nada que, com o necessário e sempre tão importante tempo de competição não venha a ser corrigido.
terá mais uma época para tal. se porventura não o conseguir, considero que será tempo de regressar a La Masía. e sem ressentimentos. de parte-a-parte.

Adrián López

Clayton. Hugo Almeida. Maciel. Luís Fabiano. Rentería. Mariano González. Ernesto Farías. Iturbe. Licá.
desde 2000/2001, aqueles são alguns dos patinhos feios eleitos por alguma da (sempre mui orgulhosa) massa assoBiativa, uns (bem) mais do que (os) outros.
na presente temporada, Adrián foi o eleito, mormente pela questão do valor com que supostamente o Clube terá adquirido os seus direitos desportivos mas nada que o Danilo já não tenha sofrido na pele (e nos ouvidos) e que não lhe possa explicar…
independentemente dessas questões, no que concerne ao futebol praticado pelo dito e por muito que custe a alguns dos seus defensores e dos argumentos (legitimamente) invocados e que eu respeito (olá, Jorge!), não creio que o espanhol venha a ser o próximo licha… espero estar redondamente enganado e que, num futuro próximo, tenha que engolir esta minha afirmação, proferida convicta e conscientemente.
(para além de que, para a sua posição, na próxima época, gostaria que Lopetegui contasse e apostasse, no plantel principal, com Kayembé e Ivo Rodrigues.)

Hernâni

não possuo dados que me permitam avalizar e ajuizar, com pertinência.
mas, as minhas expectativas são altas, para o desempenho que espero dele e que aguardo que ele corresponda com o seu futebol, dentro do terreno de jogo.

Jackson Martínez

obrigado!, Jackson Martínez!”

antes de tudo, não sou ingrato.
depois, não me esquecerei do seu futebol, sobretudo dos seus golos. e que foram muitos. e para todos os gostos.
tal como me lembrarei também desse facto que, até pode parecer de somenos importância, mas que foi um elefantesinho que me vi forçado a engolir: o de lhe ter sido concedida a honra de envergar a braçadeira de Capitão depois de todas as juras de amor (in)condicional que nos presenteou, por mais do que uma vez, nas três épocas que esteve de dragão ao peito…

Aboubakar

faço votos sinceros para que seja o ponta-de-lança que dele se espera, e tendo em linha de conta o peso da responsabilidade que sob ele recairá: o de substituir, no imediato, as memórias de Jackson, Hulk, Falcao, Lisandro, Benni Mccarthy, Pena, Jardel, …

Gonçalo Paciência

mais do que Aboubakar, Gonçalo.
haja a Paciência necessária para o ver como a referência do ataque portista, se não já na próxima temporada, pelo menos a partir de 2016/2017.
tem (literalmente) o Mundo a seus pés. e a mim também.

treinador

© zerozero

mantenho o que convictamente escrevi em Maio de 2014.

para mim, Julen Lopetegui é o homem certo, no lugar certo, no clube ideal para o projectar e enquanto o nosso grande presidente assim o entender.

disse!

notas soltas de um ‘taKonazo’… [actualizado]

caríssima(o),

1)

antes de tudo o mais, deixa-me (re)afirmar que são mesmo um gosto enorme, nos dias em que consigo ir ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, assistir «ao vivo e a cores» a uma partida do nosso Amor comum (obrigado!, Jorge!), aqueles minutinhos que antecedem a entrada no recinto em causa.

ontem, foi mesmo muito bom aquele conBíBio com a Ana Neves, o João Santos, o sr. Rocha, o dragão Vila Pouca e o Jorge Vassalo.
e é para repetir, obviamente. 

2)

tenho para mim que será de bom-tom (re)lembrar que a partida de ontem foi para a ex-taça da bjeKa®.
portanto, será chover no molhado se disser que as minhas expectativas para o jogo em causa eram relativamente baixas no sentido em que esperava com um jogo em ritmo de treino e nada mais do que isso: treino em competição, mas somente t-r-e-i-n-o.

quem contasse (mesmo que possivelmente) com uma ‘jogatana‘ daquelas estava no local errado, à hora errada e sobretudo na competição errada. repito que foi um jogo a contar para a ex-taça da bjeKa®

3)

do onze inicial, Lopetegui surpreendeu-me e, em certa parte (mas muito pequenina, confesso), pela negativa. explico.
no meu íntimo, não contava com as titularidades de Danilo, Tello e Jackson, mais regulares nas convocatórias para o campeonato. e, como afirmei aqui, até previa que Martins Indi alinhasse de início para manter a forma física (dado que estará de fora na recepção ao Paços de Ferreira, por motivos disciplinares).
o facto de ter prescindido de Ricardo (a defesa direito) e de Gonçalo Paciência, em detrimento dos nomes referidos ali atrás, convenceu-me de que a partida seria mesmo para ganhar e que há um interesse indelével em fazer um brilharete, pelo que não se olha a nomes nem a minutos de utilização para se atingir o objectivo a que se propõe atingir.

por outro lado, mas num mesmo diapasão e enquanto adepto profissional de tão-somente (por vezes, bem menos do que desejaria…) alapar o cu na sua cadeira de sonho, nas bancadas do seu teatro de sonhos azuis-e-brancos e/ou no conforto do sofá lá de casa, afirmo que outra situação que gostaria de ter visto e que não vislumbrei nos dois jogos entretanto realizados em nossa casa nesta competição oficial, foi a utilização de um sistema táctico alternativo. seria sempre interessante, digo eu…
mas também foi bem (muito bem, até!) solidificar rotinas e conceder preciosos minutos de utilização aos que não o são amiúde e com mais regularidade no campeonato.
e Rúben Neves, apesar dos seus tenrinhos 17 anitos, já é um senhor jogador!

e Quintero é um 10 puro, ponto final, parágrafo! não há que inventar (novas) posições para ele se evidenciar nos jogos e pela positiva!

4)

Jackson é o jogador com maior número de golos em pleno Dragão
45 (quarenta e cinco) em três épocas.

para celebrar esse momento, o colombiano resolveu fazê-lo em grande estilo. o ‘taconazo‘ do JacKson é perpetuado em GIF aqui e também aqui.
valeu (bem) a pena o ingresso só para poder assistir a esse momento «ao vivo e a cores».

5)

com quem fui assistir à partida em causa, pode testemunhá-lo:
quando Gonçalo Paciência entrou em campo, para o aplauso (merecido) a JacKson, afirmei peremptoriamente que iria molhar a sopa. assim se justifica a foto que embeleza esta posta de pescada®, e que não é um qualquer contra-senso para com o título da mesma.

só lamento não ter apostado nessa minha firme convicção e que viria a confirmar-se, num golo de (muito) belo efeito e de fino recorte técnico – pelo que a sua enorme alegria foi também a minha.

e para quem considera que o filho de Domingos Paciência sacou a grande penalidade («mais uma», como «gloriosamente» afirmou), abaixo está uma foto muito interessante e que confirma o óbvio:

(clicar na imagem para ampliar)

isto para não referir o que foi afirmado nos pasquins cá do burgo, sobre uma arbitragem ao mais alto níBel:
© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa
(clicar na imagem para ampliar)

© pasquim do ‘Quim Oliveirinha
(clicar na imagem para ampliar)

disse!

da minha percepção do Clássico. sim!, desse mesmo.

© google

«

Este plantel é, na minha opinião (e que vale o que vale) um embrião de – aí sim! – um grande futuro plantel! De resto, o que temos é gente imberbe à procura do seu espaço no futebol, do seu talento; em suma, na sua afirmação no futebol europeu.

Senão vejamos alguns exemplos que até constituem, grosso modo, a exemplificação da argumentação da minha opinião: 

Danilo – só agora se pode afirmar que está adaptado ao nosso futebol; daí evidenciar toda a sua qualidade, o que o conduziu à selecção brasileira, e «apenas e só» com 23 anos!!!

Martins Indi – vindo de um futebol mais ou menos parecido com o nosso (o holandês), não deixa de ser ainda um corpo que procura se integrar na nossa filosofia de jogo. 

Brahimi – um dos que andou perdido em equipas de menores dimensões e onde tudo lhe era permitido, devido ao seu talento. Numa equipa como o FC Porto o talento tem que ser forçosamente prestado em prol da equipa e não ao contrário, daí o seu actual apagamento virtual. 

Óliver – um Frasco qu«apenas e só» teve oportunidade de se mostrar nFC Porto. Ou seja: este é o primeiro ano em que actua a sério e numa primeira equipa. Talento e garra não lhe faltam. 

Tello – o mesmo (ou quase) do que disse de Óliver! 

Ruben Neves – 17 anos! mais palavras para quê? 

Casemiro – 20 anos. Brasileiro. A descobrir as funções de trinco. Conhecem mais algum jogador desta nacionalidade e nesta posição específica, a dar cartas na Europa? 

Marcano, Campaña, Otávio, José Angel, Ivo Rodrigues, Ricardo Pereira e por aí fora…
São rebentos (com excepção a Marcano e aos seus 27 anos
) de onde se esperam bons frutos! 

E finalmente, o último mas o não menos importante: Julen Lopetegui.
Um jovem treinador, habituado a treinar jovens, com uma filosofia muito própria mas também ele num estado de aprendizagem (e, neste mundo, aprende-se até morrer; mesmo o Mourinho, acreditem!). 

Por isso eu, portista de baba e ranho, não peço o titulo. Não peço a Liga dos Campeões, nem tão pouco a pasmacenta Taça da Liga. «Apenas e só» peço que deixem esta equipa crescer. Deixem estes miúdos ganhar calo. Haja paciência com eles, porque, como são jovens, mais facilmente aprendem com os erros. Sejamos tolerantes.

Afinal, perdemos porque fomos massacrados? Perdemos porque fomos esmagados? Perdemos porque fomos dizimados? Perdemos porque não passámos do meio-campo? Perdemos porque a táctica foi errada? não!, não!, não!, não! e não!

Bendito futebol inglês que ousa esperar para ver e depois julgar, ao contrário do nosso que primeiro julga e depois nada vê!!!

»

caríssimO,
depois do desastre e/ou descalabro e/ou desgraça e/ou duro revés e/ou desaire futebolístico da jornada do final-de-semana passado, com novo déjà vu ontem, no Dragãozinho, o comentário do bluesky, no dragão até à morte, foi dos mais lúcidos que encontrei nesse maravilhoso mundo que é a bluegosfera®, e que vai ao encontro daquela que também é a minha percepção para a presente temporada, a qual não se resume ao encontro ante o 5lb.

é certo que o que aconteceu foi mau, sobretudo para o nosso estado de espírito, mormente na quadra festiva que se aproxima.
é seguro que a derrota deve-se exclusivamente a nós e à nossa pueril (por que imberbe) infantilidade.
também é correcto afirmar-se que os erros de arbitragem (que os houve) não explicam, por si só, essa derrota.
foi evidente que a equipa deixou-se enredar numa trama lampiónica plena de trafulhice, de ratice, de canalhice e de filha da putice, não se conseguindo libertar de um espartilho em que o «catedrático do futebol» é «mestre»: a táctica do anti-jogo.
mas, nada disto apaga o nosso mau-humor, o nosso ressabiamento, o facto de estarmos lixados com um F bem maiúsculo, porque perdemos um encontro ante o nosso arqui-rival (dois, se incluirmos a partida de hóquei. e na mesma semana…)… é que nem trinta imagens à bruta da Kate Upton nos conseguem animar…

mesmo assim e juntamente com o que é descrito nesta posta de pescada® aqui, datada de Março de 2013, após um empate no reino muito distante dos viscondes falidos de Alvaláxia®, ante o pior spórtém dos últimos anos, dá para perceber que o que estamos a passar felizmente que é esporádico; em que a Parte não se confunde com o Todo; que ainda falta às agremiações da Segunda Circular comerem muita papinha Cerelac para conseguirem quebrar a hegemonia portista e por muito que o lampião de Paredes o decrete todas as semanas (ouver aqui, a partir dos 53′)
portanto e assim concluo esta temática, virando a página para o confronto que se segue, ainda bem que há quem tenha a cabeça suficientemente fria para perceber que há que conceder tempo ao Tempo necessário para esta equipa, a qual, estou convicto, ainda nos dará muitas alegrias. e até Maio de 2015.
também é importante que, nestas alturas, haja quem tenha a lucidez suficiente para revelar verdades factuais que, apesar da sua simplicidade lapalisseana, necessitam de ser (re)lembradas, pois que há imensa mágoa a turvá-las…
entretanto e como sou um gajo porreiro, informo-te que na segunda parte desta posta de pescada®logo a seguir ao «gosto» do faceboKas®, em «‘no pare, sigue, sigue’», segue-se um conjunto de trinta imagens em formato GIF de Kate Upton, para descontrair. e para nos conseguirmos abstrair de Domingo passado e de quaisquer eventuais resquícios que ainda subsistam. e, já agora, antes que tais pérolas desapareçam desse imenso mar que é a net, tomando a liberdade de seleccionar algumas, para memória futura
faço votos para que sejam do teu agrado (tal como foram para mim) 😀
e não precisas de agradecer; eu sei que sou um querido! 😉
disse!

se houver necessidade, clicar nas imagens para ampliar, ok?

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disse!

tempos diferentes, a mesma vontade [‘brasão abençoado’ incluído]

© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa
«

[…]


Quero frisar que os jogadores do FC Porto, não só se portaram de uma maneira brilhante em ambos os desafios, como foram extremamente correctos para com os seus adversários, e para com o publico, não tendo abandonado o campo de jogo no decorrer da segunda parte do primeiro desafio por má vontade, mas sim porque o publico se manifestou ruidosamente e invadiu o campo, não consentindo a continuação do jogo (contra o Império). 

Eu não viria de modo algum falar neste assunto se a “Imprensa Desportiva” da Capital pusesse um pouco de parte o seu facciosismo e fizesse, com imparcialidade e lealdade, o relato de ambos os desafios. Mas assim não procedeu e os jornais que têm a sua “secção desportiva” e que pelo menos costumam anunciar, aos seus leitores, os resultados dos desafios, deixando desta vez de o fazer excepto um, que falou do resultado do primeiro desafio, mas que não disse a expressão da verdade. 
Com efeito, FC Porto não perdeu com o Império, como esse jornal publicou; se tivesse contado os factos como eles se passaram, deveria ter dito que o jogo entre o FC Porto e o Império não chegou a terminar porque o publico, indignado, principalmente com a arbitragem, protestou ruidosamente, incitando os jogadores a abandonarem o campo, sendo este logo invadido pela assistência, não consentindo que o jogo continuasse e aclamando com entusiasmo os jogadores portuenses, sendo até o guarda-redes levado ao colo pela multidão e delirantemente ovacionado. 
Esta é que é a pura verdade: FC Porto não perdeu com o Império.

O segundo desafio, jogado contra o benfica, foi ganho pelo FC Porto por 3-2
Este resultado não veio em nenhum jornal dos que mantêm aquela “secção desportiva”. A razão deste silencio? É simples: Lisboa, em futebol, há dez anos ou mais que estava habituado a vencer o FC Porto, conseguindo quase sempre mais ou menos fáceis vitórias. Este ano [1920], o FC Porto, quis vencer e venceu! E para isso trabalhou com vontade, desfazendo assim a ideia que muitos tinham de ser impossível tão cedo o Norte triunfar do Sul. Eis a razão por que foi tão pouco falada a vitória dos portuenses.

Quanto aos jornais desportivos, um deles que por sinal costuma trazer uma resenha bastante desenvolvida dos bons desafios , limita-se a fazer uma pequena apreciação que por acaso não condiz nada com o título, e essa mesma feita em tipo pequeno, como que a ver se passa despercebida. Inclusivamente em lugar de afirmar que «FC Porto venceu o benfica», diz: «team do Porto vence o benfica»
Faço esta pequena observação, que poderia parecer sem importância, mas é para que todos fiquem sabendo que o grupo que foi a Lisboa é única e exclusivamente de elementos do FC Porto e não com alguns do Oporto Cricket Club, como um jornal desportivo da capital fez constatar, talvez por más informações…

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caríssima(o),
aquele é um excerto de uma carta, dirigida ao jornal “O Primeiro de Janeiro”, assinada por Alexandre Cal, à data capitão-geral do nosso FC Porto, a qual viria a ser publicada na sua edição do dia 17 de Março de 1920.
não deixa de ser assaz curioso como Pedro Marques Lopes, na sua coluna de opinião habitual, no pasquim da Travessa da Queimada (BRASÃO ABENÇOADO), publicada na edição impressa de hoje, em querer ganhar(aqui), aborda uma temática em tudo similar…
assim se justifica o título da presente posta de pescada®, pois que, quem como eu tem acompanhado a realidade impressa de algum jornalixo tuga, facilmente se apercebe que, quase um século depois, tudo permanece inalterável…
para finalizar, a imagem que (definitiva e literalmente) embeleza esta prosa feia, chata e aborrecida, conferindo-lhe outra cor, vivacidade e alma, refere-se ao sorteio que ocorreu esta semana para a ex-taça da bjeKa®.
não pretendo repetir o que, em tempos não muito idos, afirmei (e por mais do que uma vez) sobre o que considero que deveria ser a nossa prestação no troféu em causa: para mim, é uma competição que só serve para dar tempo de jogo aos jogadores menos utilizados e, se possível e muito desejável, experiência a jogadores da equipa B. se conseguirmos atingir a final da prova, óptimo; se tal não for possível, menos mal na mesma, que não irei perder horas de sono por esse fracasso. o que não admitirei, nunca!, seja em que circunstância for, é que se «danifique a camisola e o clube».
o que a mim me causa “espécie” é que, mais uma vez, o prestígio desta competição seja beliscado, com dois grupos com cinco equipas (onde se inclui o nosso FC Porto) e outros dois com quatro… e já nem me quero referir ao autêntico atropelo à verdade desportiva inerente à dita cuja e que deveria estar sempre presente…

post scriptum muito pertinente:

aquele olhar matador de Yokohama já foi há dez anos

disse!