nesta Quarta, à espera de Sexta-feira…

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caríssima(o),
nada se passa. está tudo uma gand@ pasmaceira. um tédio de morte. um aborrecimento que, de tão enfadonho, já mete fastio (e não!, não me refiro à marca de água)… 
e até as piadolas têm uma sensação vaga de um entojo desprazer, pois que toda a animação reina pela Segunda Circular
partantos, a modos que, neste entretanto, enquanto não chega Sexta-feira e dessas notícias feitas de verbos de encher, recomendo a leitura desta aqui, a propósito do actual panorama dos emprestados do FC Porto  com um excelente complemento informativo aqui.
nela, consta um quadro bastante interessante (aqui), o qual se reproduz abaixo sendo que pode ser visualizado com maior resolução aqui , com um acrescento da minha responsabilidade:
(clicar na imagem para ampliar)
é tão-somente a minha opinião…
reconheço que haverá outras, igualmente válidas e que me merecem todo o respeito e consideração – como, por exemplo, a tua. estás à Bontade para utilizar a caixa de comentários para a(s) explanar(es).
noutro panorama, também recomendo a leitura (atenta) destrouta aqui, publicada na edição impressa, desta Quarta-feira, do pasquim da Travessa da Queimada, e na qual estão presentes algumas estórias (por certo) intemporais. como esta aqui. e esta aqui. e esta aqui (com cântico particular aqui). e esta aqui. e, claro!, esta aqui.
disse!

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do momento Hernâni (e de um outro, mais caricatural)… [‘nortada’ incluída]

caríssima(o),
Hernâni, ex-Vitória SC, é o mais recente reforço do nosso clube do coração – nome próprio com muita história, como é do conhecimento geral.
numa breve consulta às múltiplas caixas de comentários desse maravilhoso mundo que é a bluegosfera®, constata-se que é um jogador apreciado por alguma massa adepta portista.
eu não fujo a essa regra, pelo que estou agradado com a sua chegada à nossa casa. é um jovem valor do nosso futebol, com muito para evoluir. e é português, apesar de também possuir nacionalidade cabo-verdiana tal e qual como Rolando, que vai para a Bélgica, fazer companhia ao Defour…
«entrega, dedicação, trabalho e, acima de tudo, dar tudo pela camisola», disse, naquelas que foram as suas primeiras declarações oficiais enquanto atleta do FC Porto. cá estarei para cobrar (no bom sentido) essas intenções fundadas numa esperança * recíproca.
[ * mas uma esperança diferente da que é explicitada na última NORTADA, do nosso enfant terrible Miguel Sousa Tavares, sob o título afinal ainda há esperança? (aqui) ]

do negócio em causa e ao que consta, «Sami, Otávio e Ivo Rodrigues mudam-se da cidade InBicta para a Cidade Berço por empréstimo, até ao final da temporada».
alguma massa assoBiativa já se insurge contra estes moldes da transferência… 
eu discordo dessa crítica, no sentido em que prefiro que os jovens jogadores em causa evoluam num clube que luta por objectivos desportivos muito interessantes (por que válidos) e que passam sobretudo pelo acesso às competições europeias. e porque o Vitória SC é superiormente orientado por um treinador que indubitavelmente potencia o futebol de muitos jovens e porque possui uma filosofia de jogo orientada para o ataque.
sincera e honestamente, prefiro que aquele trio seja uma opção válida na principal competição lusa e que nela adquira as necessárias rotinas para que, na próxima época, possam integrar, de forma consistente, a equipa principal de futebol do nosso Amor comum, do que pene em jogos da Segunda Liga, contra equipas que, de ataque, só possuem a denominação da posição dos seus supostos avançados nas fichas de jogo (os quais, amiúde, contra o FC Porto, comportam-se e agem em campo mais como médios defensivos do que outra coisa qualquer), o que é bastante revelador da Qualidade da prova oficial em apreço…
© google
o dragão Vila Pouca referiu-o, naquele que é indubitavelmente um (ou será mesmo O?) blogue de referência deste maravilhoso mundo que é a bluegosfera®.
afinal e pela imagem acima, parece que houve mais recados
sinceramente e depois do que tem sido este campeonato (por ordem cronológica: vide aqui. e aqui. e aqui. e aqui. e aqui. e aqui.), só me dá mesmo para rir… é que nem devem ter espelhos em casa…
enfim: uns tristes, é o que são estes lampiões (mais a sua verdade desportiva) da treta…

post scriptum pertinente:

(clicar na imagem para ampliar)

por vezes é necessário recuarmos um pouco no Tempo para compreendermos o tempo Presente e o porquê de algumas escolhas…

disse!

de um exercício (nada) especulativo, em final de época… [actualizado]




«

gostava de perguntar aos amigos portistas se vêem alguma coisa que ressalvar no actual plantel, ou seja: se existe alternativa a mandar tudo com os recos e fazer um tremendo reset.

»



o caríssimo André Pinto lançou o desafio, no poBo do Norte.
eu aceitei-o. eis a minha resposta/sugestão:

@ André 

vamos brincar ao suponhamos quechampionship manager, então. 
suponhamos que eu até tinha algum poder na estrutura portista 
(yeah! I wish! ) 

para mim, esta seria a equipa principal para atacar a época desportiva 2014/2015:

treinador: 

Luís Castro e sus muchachos 

guarda-redes: 

Fabiano, Helton, Kadu/Stefanović –
(Bolat 
a rodar mais um ano na Turquia) 

defesas laterais: 

Danilo, Alex Sandro, Rafa, Víctor García, Ricardo 

defesas centrais: 

Reyes, Maicon, Paulo Oliveira (Guimarães), Tiago Ferreira
(Mangala vendido)

médios: 

Herrera, Pedro Moreira, QuinteroMikel, Josué, Castro, Tozé 
(Defour vendido, Carlos Eduardo a rodar)

avançados: 

Ghilas, Gonçalo Paciência, Quaresma, Ivo, Kayambe, Kelvin 
(Jackson vendido, Varela vendido, Licá a rodar
(a negrito os potenciais titulares) 

principal pressuposto: 

» ano zero para aposta verdadeira na formação, i.e., em jogadores maioritariamente provenientes da equipa B, a qual continuará a servir, não só para “rodar” jogadores da equipa principal, como principal viveiro desta última

objectivos principais: 

» campeonato nacional e tentativa de entrada na fase de grupos da Champions, por via da terceira pré-eliminatória. se assim não fosse possível, nada de dramas: a Liga Europa serviria para a necessária rodagem e ganho de experiência na Europa do futebol. 

» os jogos correspondentes à Taça de Portugal serviriam para aposta inequívoca nos jogadores menos utilizados e nalgumas pérolas da equipa B, independentemente do adversário.

» os jogos para a ex-taça de bjeka“®, se esta ainda subsistir, serviriam para dar ritmo competitivo e experiência exclusivamente aos jogadores das equipas B e sub-19.


faltam nomes sonantes? não!, não faltam. nem sequer contratações milionárias. como se diz cá em casa: não há guito, não há vícios. e o nosso clube actualmente tem muitos vícios e pouco guito
e, não!, não é um plágio de uma qualquer versão remendada do spórtém, pois que há naquele plantel jogadores bi-campeões nacionais – algo que se desconhece, em absoluto, na agremiação do Lumiar, há sessenta anos… 

abr@ço 
Miguel | Tomo II



post scriptum:


» obviamente que o desafio acima está aberto à comunidade. 
uma participação intensa é muito bem-vinda e seria bastante gratificante para mim perceber o que é que tu pensas sobre este assunto.  

» depois de ler esta notícia (de Sexta-feira) e no seguimento do comentário do magro, estes seriam os meus convocados para defrontar os gverreiros do Minho:

Fabiano, Kadú; Danilo, Ricardo, Rafa, Reyes, Maicon, Mangala; Mikel, Pedro Moreira, Fernando, Tozé, Quintero, Herrera; Kayembe, Quaresma, Ghilas, Jackson.

(a negrito os potenciais titulares)


» depois de ler esta notícia, já este Sábado, apetece-me afirmar que quem duvida do portismo do nosso querido líder não merece o ar que respira… 
só não o faço por respeito a quem de direito e porque não é essa a minha postura: a de um ser arrogante, armado em sabidolas, que tudo sabe, «não tem dúvidas e raramente se engana»



disse!

de uma muito curta; curtíssima, até!

© google
caríssima(o),
devido a circunstâncias muito próprias – a entrevista ao novel “dragão de ouro” deste espaço e o meu mais recente lavar de alma -, só hoje, Sábado, partilho contigo um curtíssimo pensamento que trago comigo desde o final do dia da passada Quarta-feira, depois de ter visionado (em diferido) o encontro FC Porto B vs. Desportivo das Aves.
esse pensamento vai para lá das questões técnico-tácticas e das incidências da própria partida – na qual e no meu entendimento, foi (mais uma vez) evidente a importação rígida do esquema táctico estreado por Paulo Fonseca na equipa A, o célebre duplo-pivot
desde já também afirmo que o que a seguir vou transmitir entronca em muito do que foi dito pelo magro vai ao ataque, na entrevista que acedeu conceder a este espaço de discussão pública, sobretudo nas suas respostas às perguntas 13. a 15., e que eu subscrevo.
assim sendo, sem mais delongas e independentemente da mais recente convocatória de Paulo Fonseca para o encontro ante o clube do guardanapo, a contar para a terceira jornada da fase de grupos da ex-taça da bjeka“®, eis o que tenho a compartilhar:
eu defendo que o Rafa (lateral esquerdo), o Víctor Garcia (lateral direito), o Pedro Moreira (médio defensivo) e o Tozé (médio centro/avançado) já mereciam uma chamada à equipa principal. e não faltaram oportunidades para que tal já tivesse acontecido – sobretudo os encontros ante o Atlético (para a Taça de Portugal) e o FC Penafiel (para a prova em que o Gil Vicente FC teve razões mais do que suficientes para invocar a presença da agremiação de Carnide em Barcelos)
como o calendário vai começar a apertar para que se concedam aqueles preciosos minutos de competição e a um nível bem mais alto do que os desafios da II Liga – e refiro, como exemplo, a pressão que o público do Dragão exerce sobre os miúdos (quem não se lembra da estreia do Tozé, na época passada e dos assobios com que foi brindado?) -, também defendo que aquele quinteto, ao qual acrescento Castro e Reyes, no meu entendimento, deveria fazer parte do plantel principal da próxima época.
disse!


de uma questão de formação…


© zerozero.pt Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)


caríssima(o),

ao contrário do que o seu título possa indiciar, não!, não me irei referir à falta de Educação e de Decoro de certos e determinados calimeros, antes, durante e depois do último clássico do Dragão. 
pela parte que me assiste, considero esse tema definitivamente encerrado (mas também sei que, tal como «a tentação é (bem) grande», assim é o seu desmesurado ego, pelo que o visconde com cara de enchido certamente que voltará a atacar pela calada).

esta posta de pescada“® surge no seguimento da de ontem, a propósito da minha análise ao nosso (curto?) plantel e pretende correlacionar três opiniões a priori distintas entre si, mas que depois, vai-se a ver (e a melhor analisar) e até que estão interligadas; a saber:

i) o artigo de opinião de Paulo Futre Atlético de Madrid contrata ‘um futre‘ de oito anos, publicado no pasquim do belenense do sr. serpa, a 27 de Outubro de 2013

© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)


ii) a grande entrevista de Domingos Paciência, ao jornal diário desportivo OJOGO, a 26 de Outubro de 2013

© pasquim de Quim Oliveirinha
(clicar na imagem para ampliar)



iii) a grande entrevista a Antero Henrique, ao jornal diário desportivo OJOGO, a 21 de Outubro de 2013

© pasquim do Quim Oliveirinha | portistas anónimos
(clicar na imagem para ampliar)



há, «partantos», um fio condutor em «ambas as três» opiniões e que, no meu entendimento é o seguinte:

» de facto, para alguns clubes «é preferível» investir num puto de oito anos e formá-lo, não só enquanto Homem, mas também para jogador de futebol; não é o caso do nosso FC Porto actualmente, que prefere adquirir passes (ou percentagens elevadas destes) de jogadores seniores, internacionais nos escalões de formação e com enorme margem de progressão.


» para lá do «ciclo de três anos» que a actual Direcção da SAD prevê para a tal formação e posterior afirmação de um jogador no FC Porto, Antero Henrique explica as razões principais para o dito, não podendo ser mais explícito

« 

acreditamos no talento do jogador português. mas, muitas vezes, não os temos preparados para o nível de competitividade que uma Liga dos campeões exige. não podemos, nem queremos, baixar o nível para o aproximar de uma ou outra geração de jogadores. […] não vamos deixar de ter a melhor equipa por querermos ter a melhor formação. queremos ser os mais competitivos e ter boa formação, porque o nosso lema também é formar campeões, até do ponto de vista cultural e sociológico. não há campeões sem “jogadores robustos” – e aqui não falo em jogadores que correm muito e são pesados. queremos jogadores com determinadas características para uma equipa de elite. […] o mercado português é muito desproporcional; para o nível de exigência que nós temos, o país acaba por ser pequeno. nós queremos um FC Porto muito acima da dimensão do país, em termos quantitativos.

»

» Domingos afirma
«um treinador também pode fazer uma grande equipa sem ter um jogador excepcional».
num Passado recente do nosso clube do coração, e analisando os seus plantéis, com essa premissa, só me recordo da “famigerada” época de 2004/2005, já que em 2001/2002, com octávio malvado, tínhamos o nosso “mágico” e o Alenitchev. e o Postiga. e o Kaviedes. e o Söderström. e o Pavlin. e o Clayton. 
[estou a “reinar” desde a referência ao actual ponta-de-lança do Valência, obviamente]

» o actual estabelecimento de uma relação mais forte (porventura mais próxima) entre o plantel principal e a equipa B é (também por mim) considerado um factor positivo, e que se deve realçar. 
concordo que, cada vez menos, esta última, serve para dar ritmo de jogo aos jogadores menos utilizados da primeira. e mesmo que o fosse, também era preferível do que a vê-los partir no mercado de transferências de Inverno.

«este é o nosso destino»:  

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita 🙂