de "o Zé do Boné", o ‘mestre’…

caríssima(o),

o dia, hoje, é (muito) azul-e-branco.
mais do que se celebrar a partida de alguém a quem muito devemos, por tudo o que somos no Presente, partilhamos a alegria das suas muitas, incontáveis, lições de autêntico Portismo que nos deixou, para prepararmos melhor o Futuro do FC Porto.

o epíteto de mestre assenta-lhe bem. tão bem, como uma qualquer boina na sua cabeça. sim!, porque José Maria Pedroto ainda é o mestre. o primeiro. o original. o único.

como costumo afirmar à saciedade, nasci para o futebol e para o nosso FC Porto a 16 de Maio de 1984, na célebre final de Basileia, numa partida que infelizmente também assistiu pela tv, devido aos seus graves problemas de saúde.
não fui seu contemporâneo, pelo que tudo o que (não) sei devo-o a quem tem muitos mais anos e experiência de se “ser (efectivamente) Porto” do que eu, ao que amiúde é publicado na Comunicação Social (Imprensa e Televisão) e às estórias que dele vou lendo nesse maravilhoso mundo que é a bluegosfera®.

portanto e no seguimento:

» das postas de pescada® dos caríssimos “SD Valadares (aqui) e ‘dragão’ Vila Pouca (aqui); 

» de um documentário (aqui) para se (re)ver vezes sem conta; 

» do ReporTv sobre o Mestre (aqui); 

» do especial do pasquim da Travessa da Queimada (aqui); 

» desta autêntica entrevista histórica (aqui),

eis o que retive de alguns ensinamentos do mestre e que, passados mais de trinta anos, mantêm-se tão, mas tão estupidamente actuais:

© revista Dragões | dragão até à morte
«As gentes do Porto são ordeiras. Se não fossem, há muitos anos teriam recorrido à violência perante os enganos dos árbitros, que têm decidido da perda de muitos campeonatos e Taças…»
«O FC Porto cada vez mais aparece como potência do nosso futebol, capaz de conseguir a hegemonia. E é claro que isto preocupa o 5lb e o spórtém.»
«No FC Porto não há contestatários maricas, nem os problemas se levantam, porque nunca chegam a existir.»
«A massa associativa dFC Porto não é o 12.º jogador, como se diz por aí. É o 1.º jogador porque, sem ela, o futebol não tinha razão de existir.»

disse!

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no dia da Festa da Família…

© google
… desejo, a quem visita este espaço de discussão pública, um Feliz Natal!, na companhia dos que lhe são mais queridos!
e que, por se ter comportado muito bem no decurso do ano prestes a findar, tenha recebido muitas prendinhas no sapatinho. 

(ou que ainda as venha a receber, no Dia de Reis, que é como se celebra cá por casa)

entretanto, reencontro-te a 29 de Dezembro, Segunda-feira, aquando do meu regresso à InBicta.

somos Porto!, car@go!  
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»! 

post scriptum pertinente:


sim!, podes vasculhar à vontade, mas ao contrário de em 2011, de em 2012 e de em 2013, as únicas boas festas que te desejo são as natalícias. 

o administrador do Tomo II
Miguel Lima


tempos diferentes, a mesma vontade [‘brasão abençoado’ incluído]

© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa
«

[…]


Quero frisar que os jogadores do FC Porto, não só se portaram de uma maneira brilhante em ambos os desafios, como foram extremamente correctos para com os seus adversários, e para com o publico, não tendo abandonado o campo de jogo no decorrer da segunda parte do primeiro desafio por má vontade, mas sim porque o publico se manifestou ruidosamente e invadiu o campo, não consentindo a continuação do jogo (contra o Império). 

Eu não viria de modo algum falar neste assunto se a “Imprensa Desportiva” da Capital pusesse um pouco de parte o seu facciosismo e fizesse, com imparcialidade e lealdade, o relato de ambos os desafios. Mas assim não procedeu e os jornais que têm a sua “secção desportiva” e que pelo menos costumam anunciar, aos seus leitores, os resultados dos desafios, deixando desta vez de o fazer excepto um, que falou do resultado do primeiro desafio, mas que não disse a expressão da verdade. 
Com efeito, FC Porto não perdeu com o Império, como esse jornal publicou; se tivesse contado os factos como eles se passaram, deveria ter dito que o jogo entre o FC Porto e o Império não chegou a terminar porque o publico, indignado, principalmente com a arbitragem, protestou ruidosamente, incitando os jogadores a abandonarem o campo, sendo este logo invadido pela assistência, não consentindo que o jogo continuasse e aclamando com entusiasmo os jogadores portuenses, sendo até o guarda-redes levado ao colo pela multidão e delirantemente ovacionado. 
Esta é que é a pura verdade: FC Porto não perdeu com o Império.

O segundo desafio, jogado contra o benfica, foi ganho pelo FC Porto por 3-2
Este resultado não veio em nenhum jornal dos que mantêm aquela “secção desportiva”. A razão deste silencio? É simples: Lisboa, em futebol, há dez anos ou mais que estava habituado a vencer o FC Porto, conseguindo quase sempre mais ou menos fáceis vitórias. Este ano [1920], o FC Porto, quis vencer e venceu! E para isso trabalhou com vontade, desfazendo assim a ideia que muitos tinham de ser impossível tão cedo o Norte triunfar do Sul. Eis a razão por que foi tão pouco falada a vitória dos portuenses.

Quanto aos jornais desportivos, um deles que por sinal costuma trazer uma resenha bastante desenvolvida dos bons desafios , limita-se a fazer uma pequena apreciação que por acaso não condiz nada com o título, e essa mesma feita em tipo pequeno, como que a ver se passa despercebida. Inclusivamente em lugar de afirmar que «FC Porto venceu o benfica», diz: «team do Porto vence o benfica»
Faço esta pequena observação, que poderia parecer sem importância, mas é para que todos fiquem sabendo que o grupo que foi a Lisboa é única e exclusivamente de elementos do FC Porto e não com alguns do Oporto Cricket Club, como um jornal desportivo da capital fez constatar, talvez por más informações…

[…]


»

caríssima(o),
aquele é um excerto de uma carta, dirigida ao jornal “O Primeiro de Janeiro”, assinada por Alexandre Cal, à data capitão-geral do nosso FC Porto, a qual viria a ser publicada na sua edição do dia 17 de Março de 1920.
não deixa de ser assaz curioso como Pedro Marques Lopes, na sua coluna de opinião habitual, no pasquim da Travessa da Queimada (BRASÃO ABENÇOADO), publicada na edição impressa de hoje, em querer ganhar(aqui), aborda uma temática em tudo similar…
assim se justifica o título da presente posta de pescada®, pois que, quem como eu tem acompanhado a realidade impressa de algum jornalixo tuga, facilmente se apercebe que, quase um século depois, tudo permanece inalterável…
para finalizar, a imagem que (definitiva e literalmente) embeleza esta prosa feia, chata e aborrecida, conferindo-lhe outra cor, vivacidade e alma, refere-se ao sorteio que ocorreu esta semana para a ex-taça da bjeKa®.
não pretendo repetir o que, em tempos não muito idos, afirmei (e por mais do que uma vez) sobre o que considero que deveria ser a nossa prestação no troféu em causa: para mim, é uma competição que só serve para dar tempo de jogo aos jogadores menos utilizados e, se possível e muito desejável, experiência a jogadores da equipa B. se conseguirmos atingir a final da prova, óptimo; se tal não for possível, menos mal na mesma, que não irei perder horas de sono por esse fracasso. o que não admitirei, nunca!, seja em que circunstância for, é que se «danifique a camisola e o clube».
o que a mim me causa “espécie” é que, mais uma vez, o prestígio desta competição seja beliscado, com dois grupos com cinco equipas (onde se inclui o nosso FC Porto) e outros dois com quatro… e já nem me quero referir ao autêntico atropelo à verdade desportiva inerente à dita cuja e que deveria estar sempre presente…

post scriptum muito pertinente:

aquele olhar matador de Yokohama já foi há dez anos

disse!