da ‘nortada’ («gloriosa») em dia de Carnaval… [actualizado]

© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa

(clicar na imagem para ampliar)

a mesma imagem com maior resolução aqui ]
caríssima(o),

perante o ensurdecedor silêncio da Direcção do FC Porto e da SAD portista, tenho a ressalvar que, ontem, no 90 minutos à Porto, Bernardino Barros foi a voz de todos nós (vídeo aqui).
aos microfones do Porto Canal, esteve absolutamente irrepreensível. foi simplesmente fantástico, sem papas na língua e chamando os bois pelos seus nomes (vídeo aqui).

pena que, nos últimos dias, perante tanta informação com um teor (no mínimo) gravíssimo, a Direcção do Clube/SAD continue calada, numa estratégia cujo fito ainda não descortinei.
assim se justifica a seguinte mensagem para quem de direito, enviada via faceboKas®:

«

bom dia, dr. Rui Cerqueira.

no decurso deste ensurdecedor silêncio comunicacional da SAD, eis uma leitura que considero deveras interessante (aqui).

sincera e honestamente, tenho pena que tenham que ser bloggers a fazer um trabalho (de desmascarar certas verdades desportivas) que deveria competir, em primeiro lugar e acima de tudo, ao Clube/SAD…

abr@ço
Miguel Lima | Tomo II

»

por último e enquanto não chega o dia de Amanhã (que se espera que «cante» sorridente), eis mais um exemplo (aqui) de um autêntico crápula do jornalixo tuga, contemporâneo de outros anti-portistas básicos (por que primários), com rui cartaxana e alfredo farinha à cabeça. e mais um exemplo de como se consegue branquear aquela verdade (muito pouco) desportiva (por que incómoda) proferida pelo (até então mui adorado e venerado) burro do Carvalho.

post scriptum:

num outro diapasão, digamos que (bem) mais azul, interessantíssimo artigo sobre Basileia (aqui), da autoria de António Simões e que não vem publicado no pasquim da Travessa da Queimada.

e, já agora, uma notícia ‘fresquinha, à atenção da SAD.

por mim, seria sempre bem-vindo!

disse!
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segundo e-mail aberto a Rui Cerqueira

© google | Tomo II

«

Exmo Senhor
dr. Rui Cerqueira
(Director de Comunicação do FC Porto),

o meu nome é Miguel Lima e sou um fervoroso adepto do Futebol Clube do Porto.
caso não esteja recordado da minha pessoa, sou aquele chato do gajo do blogue Tomo II… exacto!, esse mesmo…

peço desculpa por o incomodar numa tarde solarenga deste mês de Dezembro, mas ele há coisas que não podem esperar por um Amanhã, sequer por um em breve.

em tempos (Março de 2013), enviei-lhe um e-mail, no qual lhe expus algumas questões pertinentes acerca da Comunicação do Clube.
passados quase vinte meses, aquelas mesmas questões permanecem actuais.
assim sendo e tendo em consideração que (também) é uma preocupação de muitos portistas, que não só desse maravilhoso mundo que é a bluegosfera®, humildemente pergunto-lhe:

1)
perante tantos ataques à instituição centenária Futebol Clube do Porto, que não só da nossa abjecta Comunicação Social, qual a razão deste silêncio, o qual já perdura (pelo menos) desde o início da época 2013/2014? 


2)
qual o motivo pelo qual não há um programa dedicado ao devido contraditório daqueles ataques de que somos alvo, no Porto Canal? 


3)
qual a estratégia de Comunicação do Clube para o Exterior? não considera que esta deveria ser revista e/ou aperfeiçoada?



acredite que lhe ficaria muito grato se tivesse a oportunidade de as responder, no sentido em que poderia esclarecer algumas das muitas dúvidas de muitos portistas que também as mantêm.

somos Porto!, car@go!

«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»! 


de V. Exa.,
saudações desportivas mas sempre pentacampeãs!

o administrador do Tomo II
Miguel Lima

»

disse!

do «gloriosamente» se branquear a ‘verdade desportiva’…


© pasquim do sr. serpa
(clicar na imagem para ampliar)

«

exmo senhor
intestino” delgado,

o meu nome é Miguel Lima e sou um fervoroso adepto do Futebol Clube do Porto.
caso ainda não esteja recordado da minha pessoa, sou o chato do gajo do blogue Tomo II… exacto!, esse mesmo…

peço desculpa por o incomodar numa tarde solarenga deste mês de Dezembro, ainda por cima feriado nacional, mas ele há coisas que não podem esperar por um Amanhã, sequer por um em breve.
pela presente mensagem, apresento-lhe uma pertinente reclamação, enquanto cliente regular do pasqui… jornal onde o sr. trabalha e amiúde escreve uns considerandos, na sua coluna de opinião cartas na mesa.

esta refere-se ao seu escrito, sob o título os meus, os teus e os nossos…, publicado na edição de hoje, 08 de Dezembro.

não lhe vou recordar o «fundamentalismo» que existe no seu texto, mormente o (i) não ter referido uma única linha, uma única palavra, ao autêntico atropelo à Verdade Desportiva deste campeonato que aconteceu no antro de Carnide, no passado Sábado, e a (ii) conveniente escolha de exemplos que sustentam a sua argumentação em defesa de uma clarificação dos empréstimos de jogadores – como foram os casos de Tozé e Jorge Costa, dois jogadores que envergaram o manto sagrado azul-e-branco.

também não lhe irei recordar que o sr., mais uma vez e porque se dirige para uma plêiade de «gloriosos» leitores do pasqui… jornal onde o sr. trabalha, confundiu alhos com bugalhos, na esperança de sonegar o que os factos o desmentem. explico.
o sr., pela responsabilidade da profissão que exerce e mais do que ninguém, deveria saber que os jogadores dos quadros do CF Os Belenenses Miguel Rosa e Deyverson não são jogadores emprestados pelo 5lb, antes que este detém direitos comerciais em posteriores vendas, pela SAD do Belém, dos seus direitos desportivos, num «campeonato que nos pedem para levar a sério», tantos são os casos de «gloriosa» trafulhice
portanto e só por manifesta má-fé é que o sr. Delgado empregou aqueles exemplos acima, num cenário onde (in)tenta sonegar a Verdade, inclusive a Desportiva.

assim e mais uma vez, o que singelamente e sem «fundamentalismos» lhe pretendo transmitir é tão-somente o meu mais profundo desagrado pela forma desabrida, desenxabida, torpe, vil, canalha e muito pouco Ética, que o sr. amiúde se refere a essa instituição centenária que dá pelo nome de Futebol Clube do Porto, e largas vezes e por inerência, à pessoa do seu grande presidente, Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa.
e, mais uma vez lhe recordo, que o «fundamentalismo» que o sr. apregoa existir no clube da InBicta reside exclusivamente em si. e sabe porquê? porque o sr. e muitos outros como o sr., detestam assistir às vitórias do Futebol Clube do Porto. e, acredite: o Futebol Clube do Porto continuará a vencer. pode não ser já hoje, mas estou certo de que o Futuro continuará a ser pintado em tons de azul-e-branco – e contra todo o seu/vosso «glorioso» «fundamentalismo» futebolístico.

por último, informo-o de que poderia ter cedido à (baixa) tentação de glosariamente gozar com o seu escatológico apelido, intercalando-o e relacionando-o com o «fundamentalismo» da sua visão acerca da presente reclamação. acontece porém que a Educação que recebi impediu-me de tal…

para finalizar e sem lhe querer retirar muito mais tempo, lanço-lhe uma rápida pergunta à qual, não nego, agradeceria uma resposta da sua parte:

pergunta)

não acha que é legítimo que os adeptos portistas que, tal como eu, compram o pasqui… jornal onde o sr. tão «gloriosamente» escreve e que também assistem às emissões do seu canal de televisão, voltados sobretudo para o público alvo da agremiação de Carnide (vulgo 5lb), considerem que quem trabalha para o pasquim da Travessa da Queimada não são mais do que uns jornalistas vendidos aos clubes da Segunda Circular, sendo seus autênticos pés-de-microfone e que não passam de uns verdadeiros invertebrados, cujo Rigor, Ética e Deontologia a que estão obrigados, são diária, quotidia e «gloriosamente» ignorados?
(e por muito que o vosso Editor Chefe, joão (nada) bonzinho tenha escrito que «os jornalistas desta casa não estão (e nunca estarão) ao serviço de empresários, dirigentes ou directores de clubes; tentam alguns dirigentes, directores de clube ou empresários, servir-se dos jornalistas? têm os dias contados» – esquecendo-se, por exemplo, do que afirmou o ex-futebolista Fernando Mendes, no seu livro Jogo Sujo, e que, à data, ainda não foi desmentido nas instâncias próprias, ie, nos tribunais.)


há-de convir que é uma pergunta pertinente e que se foca sobretudo no devido contraditório de matérias que o vosso pasqui… jornal edita diariamente e que têm sido abordadas de uma forma (digamos assim) muito enviesada, ignorando aquelas premissas deontológicas, referidas anteriormente. 
também terá que concordar que a sua resposta a estas questões permitirão elucidar os leitores afectos ao Futebol Clube do Porto no que concerne ao tratamento jornalístico dado ao quotidiano do clube e que esse pasqui… jornal insiste que «não é diferenciado».


despeço-me, apresentando os meus melhores cumprimentos e reescrevendo a minha ideia final, patente em mensagens anteriores, por ser algo em que acredito:

« 

sei que “isto” mais não é do que um desabafo de alguém que gosta de Futebol e é indefectível portista. se comparado, com a situação económica do nosso País, por exemplo, este assunto «são ‘peaners»…  

mas, também compreenderá que não poderia ficar calado com (mais) esta incongruência do foro do tratamento jornalístico que o pasqui… jornal em causa brinda os leitores afectos ao FC Porto diariamente… 

»


somos Porto!, car@go!  
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»! 


o administrador do Tomo II
Miguel Lima

»



desses «acordos de cavalheiros»… [sobre o ‘affaire’ Rosa & Deyverson]

© google | Tomo II

«


exmo senhor
luís sobral,

o meu nome é Miguel Lima e sou um fervoroso adepto do Futebol Clube do Porto. caso ainda não esteja recordado da minha pessoa, sou o chato do gajo do blogue Tomo II‘ … exacto!, esse mesmo…

peço desculpa por o incomodar numa tarde de uma Segunda-feira solarenga de Dezembro, ainda por cima sendo feriado nacional, mas ele há coisas que não podem esperar por um Amanhã, sequer por um em breve.

pela presente mensagem, apresento-lhe uma pertinente reclamação, enquanto cliente regular do programa de televisão onde é editor, o menosfutebol.

em Dezembro de 2005, o sr. luís sobral escreveu um textinho simpático” [e que se reproduz na segunda parte deste e-mail aberto, não vá o diabo tecê-las e ele desaparecer por artes gloriosamente mágicas], repleto de insinuações sobre os meandros do Futebol, a propósito da ausência de Maciel, à época um jogador emprestado pelo FC Porto à (entretanto defunta) UD Leiria. se bem se recorda, foi um caso trazido à colação por denúncia do 5lb (vulgo «exposição») e que redundou no seu arquivamento.
mas, naquele, o sr. luís sobral afirma:

«

[…]

Dito de outra forma: o FC Porto beneficiou claramente com esta situação. 
Num jogo difícil, viu o adversário amputado do único totalista; quando a União defrontar os outros grandes, Maciel lá estará, no seu lugar, disposto a fazer tudo para ganhar, e como se espera de um profissional.
Na prática, dois «cavalheiros» impediram um jogador de exercer a sua profissão. Acontece em Portugal, num campeonato que nos pedem para levar a sério

»

nove anos se passaram. houve quem voltasse a ser tetracampeão e a vencer novamente a Taça UEFA, actual Liga Europa; houve quem persistisse em «fazer isto por outro lado», e a aliciar jogadores influentes dos adversários, em vésperas de os defrontar (Jorge Ribeiro e Makukula) ou até no próprio dia da partida (Jardel).
a última jornada do campeonato em curso não foi excepção, com os jogadores dos quadros do CF Os Belenenses Miguel Rosa e Deyverson a terem sido impedidos de ir a jogo. note-se que não são jogadores emprestados pelo 5lb, antes que este detém direitos comerciais em posteriores vendas, pela SAD do Belém, dos seus direitos desportivos, num «campeonato que nos pedem para levar a sério», tantos são os casos de «gloriosa» trafulhice...
ontem, Domingo, dia 07 de Dezembro, o sr. luís sobral escreveu um textinho bastante simpático e aprazível sobre esta questão [e que se replicará também na segunda parte deste e-mail aberto, pelas razões expostas e que são: não vá o diabo tecê-las e ele desaparecer por artes gloriosamente mágicas].
nele, o que se retém é que o sr. luís sobral não pôde ir tão longe como em 2005, pois que «o que sabemos é pouco»… se calhar, manifestamente pouco, mesmo para o sr., que se assume como um jornalista com responsabilidades, e que são várias.

de facto, actualmente e de acordo com o seu curriculum, que (ainda) é públicoo sr. luís sobral é o Director Editorial do Media Capital Digital, Director e fundador do jornal desportivo ‘Maisfutebole ainda o Editor do programa Maisfutebol, na TVI24. 
portanto, não faz jus ao seu apelido, porquanto não lhe sobra tempo para se debruçar, de igual forma abnegada, à questão de Miguel Rosa e Deyverson.

mas eu percebo o sr. luís sobral, no sentido em que é muito difícil e nada «glorioso» criticarmos o clube do coração; é bem mais fácil atirarmos pedras ao telhado do vizinho…

felizmente que nem todos são como o sr. luís sobral, e muitos outros como o sr.
é que os mesmos assomos de consciência mesmo não aconteceram a Paulo Jorge Pereira que, no ‘Jornal Económico de 05 de Dezembro escreveu:

«

Na época passada, à 21.ª jornada, no início de Março, o CF Os Belenenses recebeu o 5lb e, à última hora, Miguel Rosa, Deyverson e Rojas, jogadores do clube do Restelo cedidos pelos lampiões, ficaram de fora do jogo.
«Posso dizer que não foi por uma opção técnica», sustentou, na altura, Marco Paulo, responsável técnico da formação de Belém. Pouco depois, tornou-se pública a ideia de que um acordo verbal na transferência dos jogadores levara a essa situação.

Amanhã, sob orientação de Lito Vidigal, o CF ‘Os Belenenses’ visita 5lb, num clássico em que a história ameaça repetir-se, ou seja: uma percentagem detida pelo clube da Luz em relação ao passe de Miguel Rosa e a opção de recompra no que diz respeito a Deyverson, podem afastar os jogadores do encontro desta jornada.

Nada nos regulamentos da competição defende casos deste género e, sejam quais forem os clubes envolvidos, não faz sentido que isto aconteça. 
Se um clube não está interessado ou não pode contar com determinados jogadores, a partir do momento em que os cede não deve exercer qualquer tipo de influência para impedir que representem o clube seguinte quando se reencontram. Pior ainda se, de um lado, está um dos três grandes, pois é suposto que a sua força esteja acima de questões desta natureza.

A integridade das competições não vive apenas de um contexto em que não haja resultados combinados. É preciso respeito entre os clubes e os dirigentes devem ser os primeiros a garantir que assim é, caso contrário corre-se o risco de se chegar à conclusão que, no final da temporada, o campeão só foi a melhor equipa porque defrontou alguns adversários diminuídos. E ganhar a qualquer custo não deve ser a meta dos campeões.

»

para finalizar e sem lhe querer tirar muito mais tempo, lanço-lhe uma rápida pergunta à qual, não nego, agradeceria uma resposta da sua parte:

pergunta)

não acha que é legítimo que os adeptos portistas que, tal como eu, lêem o pasqui… jornal onde o sr. luís sobral tão «gloriosamente» escreve, considerem que quem trabalha para o grupMedia Capital Digital não são mais do que uns jornalistas vendidos aos clubes da Segunda Circular, sendo seus autênticos pés-de-microfone e que não passam de uns verdadeiros invertebrados, cujos Rigor, Ética e Deontologia a que estão obrigados, são diária, quotidia e «gloriosamente» ignorados?


há-de convir que é uma pergunta pertinente e que se foca sobretudo no devido contraditório de matérias que o grupMedia Capital Digital edita diariamente e que têm sido abordadas de uma forma (digamos assim) muito “enviesada”, ignorando aquelas premissas deontológicas, referidas anteriormente.

também terá que concordar que a sua resposta a esta questão permitirá elucidar os leitores afectos ao Futebol Clube do Porto no que concerne ao tratamento jornalístico dado ao quotidiano do clube e que o grupMedia Capital Digital insiste que «não é diferenciado».


despeço-me, apresentando os meus melhores cumprimentos e reescrevendo a minha ideia final, patente em mensagens anteriores, por ser algo em que acredito:

« sei que isto mais não é do que um desabafo de alguém que gosta de Futebol e é indefectível portista. se comparado, com a situação económica do nosso País, por exemplo, este assunto «são ‘peaners» 

mas, também compreenderá que não poderia ficar calado com (mais) esta incongruência do foro do tratamento jornalístico que o seu jornal brinda os leitores afectos ao FC Porto diariamente… »

somos Porto!, car@go!  
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»! 


o administrador do Tomo II
Miguel Lima

»

em Dezembro de 2005:

«

Um «acordo de cavalheiros»segundo o treinador da União de Leiria, impediu que Maciel, o único totalista da equipa, pudesse jogar frente ao FC Porto.

O treinador não pôde contar com o seu futebolista preferido, um elemento experiente, um dos melhores assistentes e marcadores da equipa. Não por opção, castigo ou lesão; apenas porque dois «cavalheiros», os presidentes João Bartolomeu e Pinto da Costa, decidiram que assim seria.
Os regulamentos da Liga são claros nestes casos: os jogadores emprestados não podem ser impedidos de actuar frente às equipas que os emprestam. E porque é óbvio que, nestas situações, não pode haver lugar a dúvidas: ou se empresta ou não se empresta.

Dito de outra forma: o FC Porto beneficiou claramente com esta situação. 
Num jogo difícil, viu o adversário amputado do único totalista; quando a União defrontar os outros grandes, Maciel lá estará, no seu lugar, disposto a fazer tudo para ganhar, e como se espera de um profissional.
Na prática, dois «cavalheiros» impediram um jogador de exercer a sua profissão. Acontece em Portugal, num campeonato que nos pedem para levar a sério

»

em Dezembro de 2014:

«

Antes de começar a escrever passei pelo site d5lb: nada. 
Depois, fui à CMVM e vi os três últimos relatórios (dois anuais e um trimestral). Procurei Deyverson e Miguel Rosa. Nada. 
Por fim fui ao site do Belenenses. Aí encontrei qualquer coisa: um comunicado da direcção do clube em que remete para a SAD azul explicações sobre a ausência dos dois futebolistas no jogo com 5lb, na Luz. (ver NOTA no final do artigo) 

Antes de emitir opinião sobre o facto, sublinhar esta ausência de explicação. Não aos jornalistas, que para o caso não contam, mas sim aos adeptos dos dois clubes. Sem uma versão oficial, credível, sólida, os dois emblemas permitem que se abram as portas da especulação e da suspeita. Permitem, por exemplo, que seja levado a concordar com o burro do Carvalho

O que sabemos é pouco.
Deyverson e Miguel Rosa são os melhores jogadores do Belenenses, treinaram toda a semana, foram convocados mas depois ficaram de fora. No caso de Miguel Rosa há antecedentes, o que leva a acreditar que algo impediu Lito Vidigal, contra sua vontade, de fazer alinhar os dois jogadores. 

No final da partida, apenas os treinadores dos dois clubes falaram sobre o tema. Os dirigentes esconderam-se atrás deles, o que é feio- e para dizer o mínimo. 
Lito Vidigal disse que os jogadores estavam «condicionados» por se falar disto há um mês. Ou seja, se ninguém tivesse referido o tema os jogadores podiam jogar? Estranha argumentação, pena ter vindo de um treinador sério e respeitável. 
Jorge Jesus tentou resolver o assunto com uma daquelas tiradas à DDT (Dono Disto Tudo) que podem marcar pontos numa conversa de café, mas que na sala de imprensa de um clube como 5lb são lamentáveis. 

Percebo que Jesus, inventor do «fair-play é uma treta», tenha pouco respeito pelos jogadores dos outros e pela verdade desportiva. Por outro lado, pode ter sido apenas mais uma desatenção do treinador d5lb. Há uns dias não sabia que a sua equipa já não sairia do último lugar da Champions; agora desconhecia que Deyverson e Miguel Rosa marcaram 11 dos 15 golos do Belenenses na Liga. Ou seja, são apenas os mais importantes do plantel de Lito Vidigal. 

Uma vez que os dois jogadores não estão emprestados pel5lb ao Belenenses, o que os impediu de jogar na Luz só pode ser um acordo verbal, ou um compromisso que permita aos encarnados recomprar os futebolistas ou ter preferência no caso de algum clube manifestar interesse em Deyverson ou Miguel Rosa. 
Os dois clubes podem ter jogadores em co-propriedade (comum em Itália, por exemplo) ou algo semelhante. O que não podem é fazer qualquer combinação que impeça um jogador de competir, por razões que talvez apenas Jorge Jesus finja não compreender: afecta gravemente a verdade desportiva. Sim, porque Deyverson e Miguel Rosa ajudaram os azuis a empatar em Alvalade e em Janeiro por certo estarão no Dragão. 

Uma vez que os dois dirigentes dos dois clubes recusaram dar explicações sobre este caso, compete a quem gere a disciplina no campeonato português investigar. 
Ao contrário do que sucedeu com o penálti de Tozé no Estoril vs. FC Porto (e sobre o qual o Nuno Madureira escreveu isto), este caso faz-nos mal à cabeça. 

NOTA: 

Escrevi este artigo a meio da tarde de Domingo. 
Entretanto, à noite o presidente da SAD do Belenenses, Rui Pedro Soares, fez declarações à RTP Informação, o que me levam a acrescentar esta nota. Diz que 5lb tem clásula de recompra estipulada para Deyverson e Miguel Rosa. Que se accionar a opção, o contrato entra em vigor. Mas que é o emblema azul quem lhes paga. 
De acordo com Rui Pedro Soares, a decisão de não utilizar os jogadores foi «da estrutura» e pergunta: «E se algum deles tivesse sido expulso ou falhasse uma grande penalidade?»

As palavras de Rui Pedro Soares são, pelo menos, alguma coisa. Aparecem é no tempo errado (já depois do comunicado da direcção do clube, da reacção do presidente do spórtém e de milhares de comentários de adeptos nas redes sociais)… 
Mas, tudo bem: aparecem. Têm é um problema: não defendem a equipa nem os jogadores. É uma forma de tentar resolver a coisa.

»

disse!

por mim, estás perdoado! [‘nortada’ incluída]

© google
… aliás, Tozé, eu não julguei o teu profissionalismo na Amoreira.
sequer te conden(ar)ei (inclusive na praça pública) pelo enorme jogão que fizeste contra o nosso Amor comum. 
de facto, encheste o campo com o per7ume do teu futebol, o qual espero, em (muito) breve trecho, vir a (re)vê-lo em pleno palco mágico, para nós, portistas de alma e coração: o relvado do nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos.
agora, para equilibrares os pratos desta balança, desejo (muito! muito!) que retribuas a minha compreensão quando defrontares os nossos rivais e que, no mínimo, lhes faças gato-sapato como conseguiste fazer ao Indi. e ao Danilo. e ao Casemiro. e ao Alex Sandro. e ao Fabiano. e ao Maicon. e ao Herrera.

post scriptum pertinente:

» pelos vistos, Tozé, a tua monstra exibição à SAD portista não mereceu qualquer referência na última NORTADA do nosso enfant terrible, Miguel Sousa Tavares, sob o título coisas que não entendo (aqui). nem uma palavrinha, nem uma frase, nem uma linha (esta palavra, nos próximos tempos, é maldita…), nada!
de facto, é algo que eu (também) não entendo e depois do que o próprio afirmou sobre a formação do FC Porto. e, claro está!, sobre o Candeias…

» pelos vistos, na redacção do pasquim da Travessa da Queimada, há uma «gloriosa» e premente (por que perene) necessidade de se (in)tentar comparar o que é incomparável – nomeadamente o de um Passado recente com a Actualidade…
hoje, a fava coube ao pé-de-microfone nuno vieira [em Lopetegui: dois pontos abaixo de Paulo Fonseca (aqui)]

» o último escrito de António Simões [mentir (ou não)(aqui)] é, no mínimo (e no bom sentido do termo), assombroso.

disse!