solução ≠ dissolução ?!

(clicar na imagem para ampliar)
nova pergunta retórica, ao estilo de passatempo:

do teste abaixo, de sétimo ano e à disciplina de “ciências físico-químicas”, e mediante a resposta do aluno à pergunta 2., o que é que o(a) professor(a) não compreendeu?!

(clicar na imagem para ampliar)

beijinhos e abraços (nada retóricos)!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

grandes oportunidades, enormes facilidades



© Google

caríssima(o),

primeiro foi o “engenheiro”, que agora está a estagiar na Sorbonne.
ao que consta, concluiu um curso superior a um Domingo (!!!), depois de haver suspeitas de que «o ex-primeiro-ministro não teria concluído a licenciatura em Engenharia Civil, no ano lectivo de 1995/1996, depois de se ter transferido do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa para a Universidade Independente».  
e tudo porque, num processo divulgado à saciedade por Rui Verde, ex-reitor da Universidade Independente, «não consta nem um único original: os documentos apreendidos pela PJ, que serviram de base à investigação sobre a licenciatura de José Sócrates, são apenas fotocópias. Aliás, uma das fotocópias terá mesmo sido alterada em relação ao original (trata-se da pauta da disciplina de Inglês Técnico, que aparece assinada pelo reitor da Universidade Independente, ao contrário do que acontece no documento original, que é escrito a azul e não é assinado pelo professor)».
e também que não abona à Verdade clamada pelo indivíduo em causa e ao sentido da Justiça, as explicações dadas pela Procuradoria-Geral da República para não reabrir um inquérito que deixa muito (boa?) gente com “rabos de palha” – sobretudo se foi por «falta de pagamento da taxa de justiça».

agora é o “shótôr” Relvas, que resolveu concluir o que não conseguiu antes, vinte anos depois
ao bom estilo tuga, inspirado (quiçá) no espírito das Novas Oportunidades, e fazendo jus ao mote de que mais não são do que «grandes facilidades», concluiu a licenciatura (de três anos) em Ciência Política e Relações Internacionais, na Universidade Lusófona, em apenas um (!!).
ao que consta, «na década de ’80, frequentou os cursos de Direito e de História, na Universidade Livre (que daria origem à Universidade Lusíada), não tendo completado nenhum por ser «incompatível» com a sua actividade política e profissional da altura. No ano lectivo de 1995/1996, tentou reentrar na Lusíada para o curso de Relações Internacionais, mas não chegou a frequentar nenhuma cadeira»
mesmo assim, tais frequências, sem quaisquer tipos de aproveitamentos académicos, foram suficientes para que a conclusão do curso superior em causa fosse «encurtada por equivalências reconhecidas e homologadas pelo Conselho Científico da referida universidade, em virtude da análise curricular a que precedeu previamente».
e tudo porque, nas palavras do próprio, «tendo iniciado a actividade política e profissional ainda muito jovem, num altura em que a política mobilizava milhares de cidadãos na primeira década após o restabelecimento da Democracia em Portugal, essa intensa participação cívica em que me empenhei tornou-se, à época, incompatível com as obrigações académicas».
e não abona à Verdade que se ignorem as críticas tecidas por João Redondopresidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado (Apesp).

[ ressalve-se, a bem da Verdade e de dar mérito a quem de Direito, que questão da “licenciatura” de Miguel Relvas foi levantada, na edição de 07 de Junho do jornal O Crime, com um artigo que tinha como título “Miguel Relvas não revela percurso académico” (publicado na sua pág. 07). só que, o jornal “O Crime” é tido como um meio de comunicação considerado marginal ao Sistema, não sendo levado a sério pelos restantes órgãos de Comunicação Social. ]

em conclusão:

apesar das notícias acima, não me arrependo (nada!) de ter “queimado pestanas” durante quatro anos, para obter a minha licenciatura e mais dois para a subsequente pós-graduação, concluídos com muito mérito próprio e sem recurso a “subterfúgios”.
mais informo que ambos os cursos superiores foram pagos integralmente por mim – trabalhando aos finais-de-semana e férias escolares para o conseguir.
assim, o que para muito (boa?) gente foi obtido de forma mais ou menos dúbia, só me vem reforçar a convicção de que, nesses casos, o chavão “ó papá, paga-me o curso / sou burro como um urso”, é mais do que justificado.
e também eu acho que a sogra da minha esposa merece um canudo!

disse“.

da educação do teu umbigo…

© Google

«

Inspecção-Geral da Educação e Ciência

NID: S/03459/RL/12
NUP: 10.09/00698/RL/12

Exmo. Senhor Eduardo Mascarenhas,

Venho informar V.ª Ex.ª de que, tendo por base a informação disponibilizada pelo Senhor Director, nomeadamente a que foi sintetizada no mail infra, foi arquivada a sua queixa por a actuação da Direcção da Escola não merecer censura jurídico-disciplinar.

Com os melhores cumprimentos.

Pel’IGEC (Área Territorial de Lisboa e Vale do Tejo)
Pedro Teixeira Pinto

Inspeção-Geral da Educação e Ciência (Lisboa e Vale do Tejo)


NID: E/07464/RL/12

Data de registo: 2012-04-23

De: ebantoniobentofranco@aeericeira.net

Enviada: Segunda-feira, 23 de Abril de 2012 15:07
Para: Manuel Joaquim Lopes Ramos (IGE)
Assunto: Exposição/queixa de Eduardo Nuno Barros Mascarenhas

Exmº Sr Inspector,

Relativamente ao exposto pelo sr. Eduardo Mascarenhas, temos a informar do seguinte:

1.

O verso aposto no final da cantiga infantil “Atirei o Pau ao Gato” não foi da autoria da educadora, sendo uma prática comum a outros jardins de Infância e surge, de forma espontânea, numa brincadeira de rimas tão frequente entre crianças desta idade, destituída de qualquer valor simbólico que os adultos lhe tenham querido atribuir.

2.

Em nenhum momento, no Jardim de Infância, se fala de futebol ou de algum clube em particular, nunca tendo a educadora assumido, perante os alunos, qualquer preferência clubística.

3.

O Jardim de Infância de Santo Isidoro é um espaço onde os seus profissionais se dedicam às crianças, à promoção do seu bem-estar, no respeito pelos princípios do Rigor, da Isenção, da Justiça e da Equidade.
Nunca esteve em causa o normal funcionamento das actividades ou existiu alguma perturbação nas relações e brincadeiras entre as crianças.
No entanto, as várias intervenções do Encarregado de Educação supra, na sala de actividades, manifestando de forma alterada a sua opinião relativamente à cantiga, levou a que o grupo crianças se sentisse assustado.

4.

A educadora não teve intenção de pôr a filha contra os pais, mas tentar que o assunto ficasse encerrado para que o Encarregado de Educação não continuasse a acusá-la de cantar várias vezes ao dia esta cantilena.

5.

A Subdirectora do Agrupamento, educadora Belmira Oliveira, quando se dirigiu ao Jardim de Infância, no dia 20 de Março, para se reunir com sr. Eduardo Mascarenhas, foi no sentido de ouvir e resolver este conflito antes da reunião de pais e para evitar confrontos verbais com os outros pais, que se mostraram indignados com a atitude do sr. Eduardo Mascarenhas.
No entanto, não foi possível chegar a um entendimento, já que o Encarregado de Educação não aceita como justificação o já exposto no ponto 1.

Face às acusações por parte do Encarregado de Educação, sem fundamento, a docente terá dito ao pai que, estando ele a valorizar uma cantilena como tantas outras que existem, que o melhor seria procurar um Jardim de Infância que fosse ao encontro das suas expectativas, como Encarregado de Educação, mostrando assim que, quando o fizesse, dificilmente o iria encontrar.

Com os melhores cumprimentos.

O Diretor
Alfredo Carvalho

»

fonte: faceboKas®

ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade

caríssima(o),

recordas-te da cantilena de Ericeira?
pois bem: aquela é a justificação do Agrupamento de Escolas em causa, à pretensão do Encarregado de Educação em que, na dita cantilena, não mais vigore o verso com forte cariz lampiónico – violando descarada e despudoradamente os artigos 2º (Estado de direito democrático) e 13º (Princípio da Igualdade) da Constituição da República Portuguesa.
assim, “gostei” sobretudo da posição de força da educadora em causa e do fundamento para o arquivamento da queixa: «por a actuação da Direcção da Escola não merecer censura jurídico-disciplinar»

sem me querer alongar neste triste caso – mais um que envergonha quem (não) trabalha em prol da Educação deste “rectângulo à beira-mar (im)plantado”® -, seria porventura bem mais produtivo que os seus (ir)responsáveis lessem a resposta de Óscar Mascarenhas, provedor do Diário de Notícias, a um pedido de esclarecimento sobre o caso em epígrafe.
dela retive o seguinte argumento, em contra-ponto com o que defende o caríssimo Fernando Moreira de Sá, no (muito portista) “bi-tri:

«

[…]

Sobre o “viva o Benfica“, começo a pensar que as pessoas estão, de facto, muito doentes.
Que se grite viva!” a todos os clubes, que é isso o pluralismo e a tolerância.
Que os/as educadores/as cantem o “gato”, com “não mordeu” e não com “não morreu”.
E, se querem gritar vivas, ponham os meninos e meninas a gritar vivas a todos os clubes que eles queiram.

Não atirem paus a gatos e não atirem paus a clubes. Deixem viver os gatos; deixem viver os clubes.

Não podia imaginar que uma canção tão parvinha como a do “gato” fizesse despertar o vulcão de estupidez e obscurantismo a que assistimos!

»

beijinhos e abraços (envergonhados)!
e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

adenda à cantilena de Ericeira

 
«

atirei o pau ao gato-to do 5lb

«contra o 5lb não! contra o clubismo exacerbado!».
é desta forma que Eduardo Mascarenhas justifica, em declarações ao Relvado, porque se queixou da versão infantil “atirei o pau ao gato”, com o final «vai-te embora pulga maldita/batata frita/viva o 5lb». Eduardo Mascarenhas, o pai (portista), provocou a polémica depois de denunciar e de contestar o facto de a cantilena ser cantada no jardim de infância de Santo Isidoro da Ericiera que a sua filha frequenta(va), em Mafra.

«se não batessem na minha filha, não me chateava tanto», ressalva, denotando que tinha conhecimento da situação desde o início do ano lectivo, mas realçando que só agiu depois de a mulher ter reparado que «o caso começou a criar conflitos na sala de aula».
Eduardo Mascarenhas revela ao Relvado que «‘aquilo’ começou a trazer problemas» e justifica assim que tudo isto se transformou numa “causa” pedagógica, garantindo que não está particularmente interessado na questão clubística.

é certo que a sua revolta de pai trouxe o assunto para o domínio da eterna batalha entre FC Porto e 5lb e este terapeuta confessa ao Relvado que ouviu dos outros pais, maioritariamente benfiquistas, gritos de «vai para o Porto! isto aqui é Lisboa!».

«Fui hooliganizado

o caso passou-se no Jardim de Infância de Santo Isidoro da Ericeira e Eduardo Mascarenhas conta ao Relvado que foi “hooliganizado” no âmbito de uma reunião onde pensou que o caso fosse amenizado, depois de ter falado com os responsáveis do Agrupamento de Escolas da Ericeira [AEE].
«tive os pais aos berros e a quererem empurrar-me e a forçarem-me para ver se eu entrava em reacção física, para depois chegar a polícia para dizerem que eu estava maluco», relata, constatando que chamaram mesmo a GNR ao local.
Estes encarregados de educação alhearam-se do papel de pais e passaram para o campo do adepto, nota, referindo-se aos «pais feitos claques». «é um hábito de tal forma entranhado, que acharam um absurdo vir eu pedir para mudar aquilo», desabafa, atestando que «é quase como que uma lei» e relatando que os miúdos «cantam duas, três vezes por dia» a canção numa «prática diária».
«
as crianças aos três anos não percebem, mas aos 4 já percebem, e ficam lá até aos 5, 6 anos», aponta. «como é que é possível estar-se a cantar isto em todo o distrito de Lisboa, questiona ainda, apontando para aquilo que será uma prática generalizada e perguntando se um comportamento exibido na sala de aula, «por uma educadora, durante anos consecutivos, não tem impacto na relação das crianças entre si e na relação da criança com a vida.

contactado pelo Relvado, o presidente do Conselho Executivo da Associação de Pais e Encarregados de Educação do AEE, Rui Duarte, constata que «estão a decorrer reuniões para apurar factos. Brevemente haverá um esclarecimento sobre o caso. estamos a tentar resolver as coisas em prol das crianças», diz.
o Relvado tentou também falar com o director do Conselho Pedagógico do AEE, Alfredo Carvalho, mas até ao momento não foi possível.

«Estás a puxar pelo 5lb?!»

Eduardo Mascarenhas conta ainda, ao Relvado, que, aquando do 5lb-Zenit, para a Liga dos Campeões, e enquanto torcia pelos encOrnados – «como faço com todas as equipas portuguesas», sublinha -, a filha lhe fez a seguinte pergunta:

ó pai, mas então o 5lb  não é contra o FC Porto?!
estás a puxar pelo 5lb
?!

este pai lamenta que «o exemplo que dá em casa não tenha seguimento na Escola» e sustenta que estas crianças «não retiram da escola nenhum sentido de identidade nacional, de país, de Portugal, mas retiram de clubes de futebol».
o terapeuta assegura também que o presidente do Agrupamento de Escolas da Ericeira lhe confidenciou que «por acaso é benfiquista [e que] não vê muito mal no caso…».
«aqueles que defendem isto são benfiquistas», não duvida este adepto do FC Porto«nem sou sócio!», garante, reparando que «o grande problema é que são tantos, e estão em tantos níveis de ensino, que chega a ser perverso».

Foi contactado pelo FC Porto

o FC Porto – que já tomou posição pública sobre o assunto, referindo-se aos «fascistas do Gosto» e aos «‘ayatollahs’ das suas próprias preferências» -, contactou Eduardo Mascarenhas antes de divulgar esse comunicado, para confirmar a história. E ele só estranha que mais clubes não se tenham manifestado, considerando que estão em causa também «interesses em termos de marcas, de marketing e de mercado».


enquanto espera os trâmites legais no seguimento das queixas que apresentou no AEE, na Inspeção Geral de Educação e no Ministério da Educação, Eduardo Mascarenhas repara que a filha não voltará à escola: «não vou entregar a minha filha a esta educadora; nem pensar, diz, lamentando que esta contou aos miúdos, na passada segunda-feira, 19 de Março (por ironia, Dia do Pai), que não podiam cantar o “atirei o pau gato” por causa dele [Eduardo Mascarenhas], que era «mau»

como ponto final para este caso, Eduardo Mascarenhas frisa, ao Relvado, que só vai «descansar se houver uma inspeção geral a todo o agrupamento e puser isto tudo limpo. tentei tudo e mais alguma coisa até chegar à queixa e isso só aconteceu porque os responsáveis não quiseram resolver, quiseram impor uma coisa que é absurda», constata, concluindo que «ignoraram a Criança e os seus direitos.

»

fonte: portista a cem por cento 

ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade

só para avisar que…

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…hoje há berbigão para o almoço!
(mas só eu estou convidado) 😀

ps:
para quem estiver interessado, o post continua mais abaixo com outros assunto de igual interesse (ou então não…) 😀

beijinhos e abraços (famintos)!
e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

caríssima(o)

também é só para avisar que:

1) ontem, Sábado, os serviços administrativos da escola pública onde labuto estiveram a funcionar em pleno para que a esmagadora maioria da sua classe docente pudesse ir de “férias estivais” (estamos a aproximar-nos da Páscoa…) a partir das 20h17m – hora do término da última reunião de avaliação.
de acordo com o calendário escolar definido pelo Ministério da (des)Educação, para o presente ano lectivo 2011/2012, o início do terceiro período ocorrerá só na próxima Terça-feira, dia 10 de Abril. até lá, a classe docente deveria permanecer no estabelecimento de ensino em causa, pelo número de horas idêntico ao seu horário de trabalho lectivo preparando tudo o que envolva a componente não lectiva da sua profissão.
como não será isso que acontecerá, (re)afirmo que os sacrifícios pedidos pelo actual (des)governo não são efectivamente para todos os cidadãos de Portugal. e não!, o pessoal não docente daqueles mesmos serviços administrativos, ao contrário do que se possa pensar, não vai de “férias estivais” no mesmo período; vai ficar a vergar a mola como é da sua competência e a demonstrar todo o seu profissionalismo.
assim (também) se justifica o facto de ter feito greve pela primeira vez na minha vida profissional activa – e, apesar de pertencer à colheita de 1975, já trabalho desde os meus quinze anos de idade.

2) decorrente do ponto anterior, reitero o meu pedido de desculpas a quem me visitou no decurso destes últimos dois dias e só encontrou “silêncio” – mormente na procura do que melhor se publicou na edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada da passada Sexta-feira.
efectivamente foi de todo impossível fazê-lo em tempo útil e apesar de haver muito (e bom) material para tal.
(mais abaixo, surgirão as hiperligações para os meus destaques especiais)

3) o sinal de “stop!” acima, no canto superior direito, não é mero efeito decorativo.
ele surgiu a partir de (mais) uma ideia fascinante para um trabalho brilhante do designer Bruno Sousa, para alertar sobretudo e principalmente os mais incautos lampiões de que, neste espaço, o azul é a única cor dominante.
caso não percebam o porquê desta minha censura, recomendo, para além da visualização da imagem em causa em tamanho real, a leitura das caixas de comentários a este post no “Porta19” e a estoutro no “café das antas” para que tenham a noção exacta do que não pretendo no meu cantinho cibernáutico nesse “maravilhoso mundo que é a bluegosfera”®.
aliás e como referi no estaminé do Jorge, «tenho para mim que uma porta aberta a comentários lampiónicos, mais cedo ou mais tarde acaba por descambar – para além de que será sempre um “diálogo de surdos”, pois cada qual torce para o seu lado e não quer “ouvir” os argumentos do outro».

4) a propósito da entrada (nada) meiga de Aimar sobre Rui Duarte, no jogo de Olhão e para lá das doutas explicações do lance por Jorge “Jebus“, não resisto a publicar (mais) um e-mail do (nosso) caríssimo “doctor J:

Digam lá o que acham desta imagem em anexo:

© Google

1) O jogador vestido de amarelo não tem intenção nenhuma: está a disputar a bola.
2) O jogador vestido de vermelho e preto (maroto) está a agredir o pé do jogador vestido de amarelo (artista).
3) O jogador vestido de amarelo seria incapaz de agredir alguém, é um artista!
4) É uma montagem, obviamente.
5) O jogador vestido de amarelo leva a sua equipa às costas mas um coxo com uma equipa às costas não pode durar uma época inteira…
6) Outra opção (especifique)

@ pedro

6- Trata-se de um “Bloqueio” feito pelo artista ao maroto!
Só que desta vez não deu golo!

5) a propósito da cantilena infantil com final lampiónico e que motivou um comunicado do FC Porto, repudio veementemente a forma como o canal público de televisão informou a sociedade  portuguesa do que pretende fazer passar por (mais) um fait divers.

6) para finalizar, a resenha da imprensa diária desportiva de Quinta-feira (OJOGO) e Sexta-feira (pasquim):

a) a reportagem de OJOGO que confirma a existência de «bloqueios estratégicos» nas jogadas de laboratório lampiónicas;

b) o editorial de José Manuel Ribeiro “a ameaça vem do Conselho de Arbitragem“, (em OJOGO);

c) o (abjecto) artigo de opinião “futebol é manha“, de joel neto;

d) as “daclarações” [sic] de Jorge “Jebus” de que «bloqueios é no basquetebol» – e que, ao invés de lançar o apelo para que os árbitros «estejam de olho no que os adversários fazem constantemente aos jogadores do 5lb», deveria solicitar o contrário pois clama pela inocência da sua equipa;

e) o (in)contido artigo de opinião de sílvio cervan “vitória sem festejos” – mais um que, comigo, seria para afixar no balneário;

f) a confirmação, por antónio barroso, de que Sérgio Conceição viria a ser o craque que foi;

g) a notícia de que Muamba está a recuperar favoravelmente;

h) a notícia de que o Vitória Sport Club está a afundar-se economicamente;

i) a constatação de que um mesmo caso (lamentável) pode ter dois tratamentos jornalísticos díspares: o de OJOGO vs. o do pasquim da Travessa da Queimada;

j) a “curiosa” notícia de que o director de comunicação da «gloriosa» agremiação de Carnide vai ser o novo responsável pela gestão da comunicação institucional do grupo MEDIA CAPITAL, o tal que também é proprietário da TVI;

k) a (breve) entrevista de Madjer a OJOGO; 

l) o artigo de Paulo Teixeira Pinto “o jogo da cadeira; 

m) a confirmação do flop que está a ser Fernando Torres no Chelsky
(e ainda há entre nós quem se queixe do Kléber…)

n) o Real clamar por justiça depois da (estrondosa) perda de mais dois pontos para o FC Barcelona, de Leo Messi;

o) a «máquina em movimento lusa» contra o «jogar por fora paraguaio» no lançamento do encontro de Paços de Ferreira – um encontro onde haverá a «libertação de dois lugares na defesa»;

p) o artigo de opinião de Rui Moreira “quem não chora…“, com especial ênfase para o excerto que se segue:

© abola

e agora com licença que vou almoçar 😀