dessas «arbitragens de nível agradável»…

© google | Tomo II
caríssima(o),
nesta pausa para compromissos da Selecção, o verniz estalou na arbitragem tuga.
tudo começou com essa (sobretudo «estratégica», de acordo com jorge coroado) entrevista que o benfiquista Pedro Proença concedeu ao lixo tóxico do grupo cofina, na qual, entre outras, afirmou que «está instalado o caos» na arbitragem…
com o estrondo causado por aquelas declarações, o (actual) Presidente da Comissão de Arbitragem da FPF, viu-se na necessidade de comparecer a terreiro, num local que já deixa poucas dúvidas à saciedade sobre as suas intenções: o canal (cada vez mais muito pouco) público de televisão.
fê-lo na passada Quinta-feira, sendo que, da sua entrevista, destaco a seguinte passagem:
© ojogo
(clicar na imagem para ampliar)
é perfeitamente natural que o sr. pereira não se recorde de um dos jogos mais polémicos do actual campeonato.
é perfeitamente natural que o sr. pereira não queira comentar a avaliação de «2.0» atribuída ao árbitro daquele encontro  um juiz internacional, diga-se de passagem…
é perfeitamente natural que o sr. pereira (ainda) não sinta necessidade de «fazer balanços» tal e qual como no primeiro terço da época de 2010/2011  precedente que abriu e não mais repetiu desde então, curiosamente após uma polémica arbitragem em Guimarães, que envolveu (também) a agremiação de Carnide…
e é perfeitamente natural que o sr. pereira não pretenda nada disso na exacta proporção que medeia a nossa distância para o primeiro classificado, na actual classificação do campeonato.
agora, o que o sr. pereira não pode é tomar-nos por tolos: a mim e a todos os portistas. é que, sem pretender ser novamente exaustivo, como o fui aqui, eu recordo-me muito bem de (pelo menos) três partidas em que a nossa equipa do coração se viu envolvida e em que as arbitragens foram, de facto, «de nível agradável», mormente para quem (ainda) lidera o campeonato e como a imagem que se segue o comprova:

© google | Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)
portanto, só posso concordar com Jorge Maia, em OJOGO deste Sábado, quando afirma que «é inevitável pensar que talvez Pedro Proença tenha alguma razão».
para finalizar, não fui indiferente à partida desta Sexta-feira, no allgrave®, em que esteve envolvida a equipa (que decididamente não é) de todos nós®.
no meu entendimento, o jornalista espanhol do as sintetizou o que aconteceu naqueles noventa minutos de bloqueio e que, na redacção do pasquim da Travessa da Queimada, só a muito custo e com extrema dificuldade conseguiram transpor para uma chamada digna na capa deste Sábado e conforme se perpetua nas imagens abaixo:
© ojogo
(clicar na imagem para ampliar)
© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)
de facto, nos dois últimos jogos da Selecção, não fosse o mustang, e «o gajo do costume» teria ficado a zeros…
disse!
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de um adeus bem português… [actualizado com ‘brasão abençoado’]

© google | kosta de alhabaite

«

[…]

Não tu não mereces esta cidade não mereces
esta roda de náusea em que giramos
até à idiotia
esta pequena morte
e o seu minucioso e porco ritual
esta nossa razão absurda de ser

[…]

»
caríssima(o),
socorro-me daquelas palavras geniais de um tal Alexandre O’Neill para manifestar todo o meu desalento pela prestação (nada) nacional da equipa dos amiguinhos de Paulo Bento, em terras de Vera Cruz…
depois de ter assistido à partida frente ao Gana, de facto, estou com o poeta: não merecemos passar à fase seguinte, num Mundial em que só nos apurámos via play-off, ante a Suécia de Zlatan Ibrahimović, em dois encontros em que o nosso CRtriste® esteve intratável, depois de termos disputado um grupo de qualificação com as congéneres da Rússia, Israel, Azerbaijão, Irlanda do Norte e Luxemburgo, no qual sofremos uma derrota (frente aos russos) e três embaraçosos empates (frente à selecção do Ulster e aos israelitas). convém sempre recordar estes factos aos patrioteiros que visitam este espaço a questionar a minha portugalidade.
no fundo e sem qualquer sobranceria bacoca, merecemos «esta pequena morte», sobretudo porque fizemos por merecê-la.

mais: 

depois do encontro de ontem, por um lado, ainda bem que ficámos pela fase de grupos, pois, tendo em conta a comprovada frescura física dos jogadores, estaríamos habilitados a sofrer nova humilhação, desta feita ante a nossa congénere belga – a do embirrento e birrento Defour, o tal que fez de tudo para ser titular no plantel do FC Porto, em ano de Mundial e que, vai-se a ver, fez-se expulsar por uma entrada digna de um qualquer super-maxi da nossa comezinha liga, num total de uns singelos quarenta decepcionantes minutinhos no Brasil… aliás, estou curioso para saber qual será a sua nova tatuagem sobre estes… factos
por outro lado, ainda bem que também ficámos por aqui, pois que já era por demais evidente algum desconforto, em algumas das vedetas de Jorge Mendes, por ainda não poderem estar efectiva e comprovadamente de férias (apesar de se encontrarem num destino turístico mundial, por excelência…).

mais ainda: 

seria conveniente que aqueles mesmos adeptos patrioteiros tivessem conhecimento do historial da selecção em fases finais de Mundiais, por forma a evitarem algumas afirmações (no mínimo) erróneas.
para que conste, à data, em 26 jogos disputados, correspondendo à presença em 06 fases finais, temos 13 vitórias, 04 empates e 09 derrotas; 43 golos marcados e 29 golos sofridos; por três vezes passámos a fase de grupos (em 19662006 e 2010); só por duas vezes lográmos atingir as meias-finais da competição (em 1966 e 2006)

finalizando este (pelo menos, para mim…) não-assunto acerca da equipa que decididamente não é de todos nós®, ainda bem que nos quedámos por esta etapa, pois que, só assim, se pode tomar conhecimento de alguns dos invertebrados da nossa praça jornalística, mormente daqueles que, na redacção do pasquim da Travessa da Queimada, ainda os tais amiguinhos de Paulo Bento estavam nos states, e já teciam loas como se tudo fosse perfeito e inquestionável e, na presente data, até já nem sequer duvidam das condicionantes climatéricas brasileiras e da sua influência no «sub-rendimento» das nossas (pseudo-)vedetas…
para se aferir do que escrevo, sugiro, como termo de comparação, do escrito quérulo do sr. fernando guerra, a 19 de Junho, com o seu actual silêncio (fúnebre? lúgubre? abafadiçotaciturno? maçado? )

entretanto, porque hoje «é Sexta-feira, yeah!», e para quem estiver interessada(o), na segunda parte desta posta de pescada®, deixo-te (também) com o que de melhor se publicou no pasquim editado pelo belenenese” do sr. serpa.
tal acontecerá já a seguir, a partir de um no pare, sigue, sigue ali mais abaixo, logo depois do «gosto» do faceboKas®.

disse!

© google | Tomo II

parece que no decurso do dia de ontem, houve a necessidade da 5lb SAD emitir um segundo comunicado a explicar, à CMVM, a transacção dos direitos desportivos e económicos do argentino Garay para os rublos do Zenit.
no fundo, onde antes se lia que «alienação da totalidade dos direitos desportivos e económicos do atleta Ezequiel Marcelo Garay Gonzalez ao FC Zenit pelo montante de seis milhões de euros», agora deverá ler-se que «a parcela atribuível à 5lb – Futebol, SAD representa 40% dos direitos económicos do atleta Ezequiel Marcelo Garay Gonzalez e ascende a dois milhões e quatrocentos mil euros»
tudo porque, dos tais seis milhões de euros, o Real Madrid ficou com 50% do valor (três milhões de euros) e a lavagem de dinheiros lampiónicos 5lb stars fund com 10% (seiscentos mil euros)… e, «penso eu de que», a razia naqueles valores continuará, com a dedução dos prémios de assinatura (vulgo comissões)…

não irei me irei pronunciar sobre os valores em causa. agora, o que não posso deixar de criticar, é a forma como alguma imprensa publicitou aquele prejuízo financeiro, envolvendo a transferência de um importante activo do plantel da agremiação de Carnide  por exemplo, numa singela nota de rodapé, a páginas 26, na edição impressa desta Sexta-feira, no pasquim da Travessa da Queimada. 
é que, como eu não tenho uma memória raquítica, recordo-me bem das capas que se seguem, envolvendo (também) a transferência de um jogador (na altura) afecto aos quadros do FC Porto, com a necessidade de a posteriori se explicar detalhadamente os valores envolvidos em «ambos os dois» negócios:

© pasquim do sr. serpa
(clicar na imagem para ampliar)

© pasquim do sr. serpa
(clicar na imagem para ampliar)



portanto e não há como escondê-lo, sequer escamoteá-lo: o negócio do central argentino traduziu-se num prejuízo financeiro. ponto final, parágrafo. tudo o resto «são ‘peaners»


finalizo esta posta de pescada® com a minha indicação de leitura do que (também) de melhor se publicou no pasquim editado pelo belenenese” do sr. serpa, a começar pelo mais recente BRASÃO ABENÇOADO, a coluna de opinião semanal de Pedro Marques Lopes, sob o título o sal dos relvados e a terminar na notícia sobre a explicação das lágrimas de Beto (aqui).


disse!



três meses depois…

© google
caríssima(o),
e começou a revolução no plantel do nosso clube do coração, com a partida oficial de Fernando Reges para Manchester – a qual já se previa desde Janeiro último, estando até antecipada, no decurso do dia de ontem, graças a esta imagem de marca
tal como muitas(os) de vós já o proferiram publicamente, também eu estou grato ao nosso polvo por estes últimos seis anos de dragão ao peito, pelo que só lhe posso desejar muitas felicidades! para a sua nova aventura «excitante» nos citizens.
sobre quem o poderá substituir, estou certo que será (no mínimo) competente o suficiente para desempenhar cabal e eficazmente a posição 6. é que eu recordo-me (muito) bem do que se aventou aquando da saída do pesetero Assunção para o Atlético de Madrid e do que a teimosa da Realidade viria a confirmar…
(clicar na imagem para ampliar)

«

então, pá! o que é que tens a dizer das transferências do teu clube corrupto?

»


esta foi a parte mais simpática de um e-mail que um energúmeno de um lampião (pleonasmo propositado) me enviou, a propósito do teor da notícia acima.

portanto e a ver se eu percebi bem:

um ilegal da agremiação de Carnide, a qual negociou de uma forma tão transparente o saudoso Roberto (entre outros) e que é conhecida pela sua transparência negocial (inclusive junto do regulador), arvora-se em paladino e arauto das boas práticas contratuais… então, está bem…

posto isto desta forma, o que eu tenho «a dizer» acerca da notícia em causa é o mesmo que os ilegais da agremiação de Carnide costumam aventar nestas situações, quando a pimenta lhes chega ao cu, bem como aos calimeros da agremiação do Lumiar: «investigue-se» e decida-se em conformidade.

© LPFP | Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)
e, já que me referi aos calimeros, eis dois comunicados fresquinhos: o comunicado nr. 398, de 25/06 (publicado na página da Liga) e o comunicado nr. 393, de 17/06 (publicado na página da FPF).

sobre o primeiro comunicado, recordo a suspensão «por um mês» do nosso querido líder por ter proferido, em entrevista ao torto canal, e a propósito da arbitragem idónea de Rui Silva, no campo da Amoreira, que se assistiu a «uma arbitragem inacreditável, a fazer lembrar Inocêncio Calabote. Não me lembro de uma influência tão grande da arbitragem num jogo».
já para o reino distante dos viscondes falidos de Alvaláxia®, a coisa não se fez por menos, e para lá dos dislates do burro do Carvalho, que foram vários ao longo da época e sempre a roçar a má-criação, a maledicência e o enxovalho, o que realmente é de enaltecer é a punição da peça jornalística «quem é quem no Conselho de Arbitragem da FPF».

em todos os casos citados, o que se lamenta é a demora de mais de três meses para se julgarem situações cuja desejada celeridade seria necessária e, claro!, sempre bem-vinda.

sobre o segundo comunicado, o qual reporta a violações dos art. 127º do Regulamento Disciplinar da Liga («inobservância de outros deveres») e art. 61º do Regulamento de Competições da Liga («reserva de camarotes»), mais uma vez se comprova quem teve razão nas reclamações que apresentou recordando, para o efeito, o que foi aventado no comunicado do FC Porto manual de boas maneiras para viscondes:

«

Separar os elementos da administração de um clube rival é um comportamento sem precedentes no futebol português, mas que deve fazer parte de um qualquer manual de boas maneiras a que só distintos “viscondes têm acesso. 
Só estranhamos as das pessoas sentadas nos lugares adjacentes aos que estavam destinados aos nossos administradores: não pareciam saber francês, nem sequer tocar piano. Eram assim como que… qualquer coisa entre o pirata de argola na orelha e o rufia de filme de série B…

»

para finalizar, gostei muito de ter ouvido (e lido) as seguintes declarações, em consonância com as do «chantagista» humberto coelho:

© ojogo | FC Porto para sempre

(clicar na imagem para ampliar)


estás em grande, Paulinho

em grande, mesmo!

disse!