de uma Nortada resignada (antes do Tempo?)

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[…]
Fazer a história do ressentimento anti-portista seria de grande utilidade, até porque explica largamente a forma como o FC Porto, em termos gerais, não tem apenas de lutar dentro do campo, mas também de resistir à pressão exterior e a uma perseguição permanente.
Basta ver como, imediatamente após o início do
defeso – de qualquer defeso -, a carreira do FC Porto é ignorada e devolvida às páginas interiores – porque, como se sabe, o defeso tem definido um campeão à partida.
Não faz mal, cá estaremos!
Por isso, não peço desculpa de nada. Futebol é futebol; guerra é guerra. Aceito os “golpes” com a mesma dignidade com que “ofendo”; registo as “ofensas” com a mesma atenção com que as escolho e escrevo.
Às vezes exagero, mas é só futebol. Respeito os leitores – não finjo uma imparcialidade que não tenho; não imito a opinião dos equidistantes.
Não sou equidistante: gostei de festejar. E com as cores do
FC Porto!
[…]
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ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

caríssima(o),

recordei-me das palavras acima, datadas de Maio de 2011, depois da leitura atenta da edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada, desta Terça-feira, 09 de Abril.
tudo começou com a capa da dita:

© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)

portantos:

com a vitória de ontem e com a resposta dada pelos nossos jogadores a uma «certa e determinada»  onda encOrnada deste último final-de-semana, a pressão – a famigerada pressão… – regressou à origem.
assim, como atenuá-la? a redacção do pasquim em causa contornou a questão com o destaque que acima se evidencia e com a colaboração de nuno reis na redacção deste coiso

uma pergunta singela: 

há quanto tempo está o nosso clube do coração sem perder um jogo para o campeonato?

pois…

de seguida, veio o desnorte completo, não só com a mais recente NORTADA, do nosso enfant terrible, Miguel Sousa Tavares, sob o título passadeira vermelha, mas também pelo artigo de António Simões Jesus: um e outro, na sua coluna de opinião habitual COM A BOLA, OU TALVEZ NÃO.
confesso que não estava nada à espera que estes dois cronistas deitassem a toalha ao chão quando a Esperança na revalidação do título, por muito difícil que esteja de ser alcançada, ainda não é uma miragem. provavelmente serei dos poucos a confiar nessa hipótese, mesmo que por mais remota que ela seja e por mais que o «fazer isto por outro lado» tudo se esforce por obstar a tal – nesse « emocionante campeonato dos jogadores advertidos com vermelho directo ou duplo amarelo ou quinto amarelo cirúrgico, ao adversário no jogo que antecede o confronto com o clube do mito urbano dos «oito milhões e meio…» por Roberto“® »….

também deu para perceber essa tremenda (porque «gloriosa») azia, não só no editorial estranha pequenez (da autoria do belenense vítor serpa), sequer no dossier dedicado ao FC Porto (que vale pelo seu todo), mas sobretudo na última guerrinha do sr. fernando, sob o título Inácio quer o lugar de Jesualdo?.
eis, para mim, a principal razão:

© pasquim da Travessa da Queimada

(clicar na imagem para ampliar)

eu não (o) desculpo, considero esse parágrafo uma ofensa (não só para o bom-nome do clube, mas para qualquer portista dos quatro costados) e só me apetece mandar o sr. em causa (com todas as letras e em bom Português) para três ou quatro sítios que eu cá sei.

e a ti?

sugestão musical:  
Heróis do Mar, «brava dança dos heróis»
somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!
beijinhos e abraços sempre, mas sempre!, muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

plenos poderes de ataque

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na frente, nada de novo

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caríssima(o),

as palavras acima pertencem a Rui Moreira, no seu mais recente PLENOS PODERES, sob o título “na frente, nada de novo“, publicado na edição da passada Sexta-feira do pasquim da Travessa da Queimada. elas são bastante elucidativas por forma a que se percebam melhor (i) os motivos da sua saída (nada extemporânea) do programa “Trio d’Ataque” e (ii) os meandros dos bastidores daquele programa. sobre o artigo de opinião do cineasta gagá e «subsídio-dependente», de referir que tem o título “RTP: o ódio de estimação de Eduardo Cintra Torres“, e que se tratou de uma resposta ao da autoria deste último, intitulado “as árvores morrem de tédio“.

a propósito da edição da passada Sexta-feira (07 de Outubro) do pasquim em causa, de referir que o artigo de Francisco José Viegas “James” é simplesmente genial pela simplicidade da capacidade de escrita do autor, traduzindo por palavras sentimentos muito próprios de um adepto. é, de facto, digno de uma COLUNA DO SENADOR e será com certeza mais um a (re)ver e (re)ler, finda a época desportiva em curso pela beleza inerente.

já a leitura do último PONTAPÉ DE SAÍDA da autoria de Paulo Teixeira Pinto, deixou-me um pouco a desejar, no sentido em que a aquela só ficará completa com a segunda parte do artigo “lado A e lado B“.

para finalizar, a revisão do que “melhor” se publicou na edição em apreço: recomendo, para começar, o editorial “a mudança permanente” da autoria de José Manuel Delgado. escrito por este e tendo conhecimento dos seus antecedentes, confesso que, à primeira passagem com os meus olhos por aquele título, até considerei que se referia a uma mudança de visual do “catedrático da chiclete”®. afinal, tratou-se de um tributo a Steve Jobs e à candidatura de Fernando Gomes à liderança da Federação (!!).
sobre o elogio ao senhor que defrontou o «unáite», esse ficou ao encargo do insuportável Sílvio Cervan, em “admiração por Jorge Jesus“, na senda do “desgraça ‘anteriana’“, da autoria de Fernando Guerra.

em suma:
parecia que hoje, Domingo, seria um dia para repousar. 😀

ps:
peço-te desculpa por, só hoje, Domingo (dia 09 de Outubro) divulgar os artigos dos colunistas portistas que foram publicados na passada Sexta-feira (dia 07 de Outubro).
normal e usualmente, (in)tento acompanhar tal ritmo e fazer tudo por tudo para que não haja atrasos. acontece que, na Sexta, surgiu um imprevisto no trabalho que me impediu de o fazer a tempo e horas, pelo que sei que estes já vêm tarde.
apelo à tua compreensão e à tua fidelidade a este espaço, na esperança de que tal não volte a acontecer tão cedo.

beijinhos e abraços (poderosos)!
e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

da clássica Nortada e do que ainda não se disse

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no lugar de Vítor Pereira

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caríssima(o),

da NORTADA de hoje, sob o título “no lugar de Vítor Pereira“, aquele é o único parágrafo que retive e com o qual concordo. tudo o resto são (as habituais) diatribes de Miguel Sousa Tavares.
sinceramente gosto (bem) mais dos seus escritos quando defende as cores do nosso clube do coração ante as injustiças de algumas (ditas) justiças desportivas, e não quando se coloca numa posição que não possui: a de «catedrático» de considerandos de treinador de bancada. é um facto que, quando envereda por este caminho, não consegue os consensos que almeja com o primeiro.

é que não há como os escritos de António Simões, no muito seu COM A BOLA, OU TALVEZ NÃO para se enviar recados como deve de ser. o de hoje, publicado com o título “Aníbal, o destino” é do melhor que já li sobre o actual período conturbado de Vítor Pereira no nosso clube do coração.

a edição de hoje do pasquim da Travessa da Queimada também traz um bom-bom: a novel entrevista de Radamel Falcao. pelo excerto que se segue, penso que acertei quando o apelidei de «mercenário»:

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mais palavras são desnecessárias.
portanto, Radamel, segue lá «o teu caminho / com a m*rda na algibeira» e deixa-nos em paz.

por último e para (cor)responder ao prometido na passada Sexta-feira, no post scriptum, deixo-te com a revista dos melhores artigos que pude encontrar no pasquim da Travessa da Queimada desde 21 de Setembro até à presente data – e nas edições que adquiri, bem entendido:

1) pela tal  perspectiva positiva:

  • o “meio golo“, de Francisco José Viegas, marcado em 23 de Setembro;
  • as estórias que “Baía conta como era” antes dos Clássicos contra os lampiónicos da agremiação de Carnide, em 23 de Setembro;
  • o artigo de Nuno Perestrelo “animar a malta“, publicado a 21 de Setembro – o qual traz incluso o último lamento do calimero Eduardo BOrroso “Van Wolfswinkel;

2) pela tal  perspectiva negativa:

  • a confrontação” (mazinha) de João (muito pouco) Bonzinho, em 23 de Setembro;

    muita leitura para colocar em dia, sem dúvida. 😉

    beijinhos e abraços (cansados)!
    e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

    das conclusões brilhantes

    conclusão nr. I
    a da autoria de Francisco José Viegas, em “frutos de Inverno“, publicada na passada Sexta-feira, dia 16 de Setembro, no pasquim da Travessa da Queimada:
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    conclusão nr. II
    a da autoria de Paulo Teixeira Pinto, em “o fado e a estatística (I)“, publicada na passada Sexta-feira, dia 16 de Setembro, no pasquim da Travessa da Queimada:
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    conclusão nr. III
    a da autoria de João Bonzinho, em “paciência“, publicada na passada Sexta-feira, dia 16 de Setembro, no pasquim da Travessa da Queimada:
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    conclusão nr. IV
    a da autoria de José Manuel Delgado, em “se o futebol fosse as finanças“, publicada na passada Sexta-feira, dia 16 de Setembro, no pasquim da Travessa da Queimada:
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    conclusão nr. V
    a da autoria de Sílvio Cervan, em “muito mais do que apenas um ponto“, publicada na passada Sexta-feira, dia 16 de Setembro, no pasquim da Travessa da Queimada:
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    ps:
    qual a relação entre o título do post, a imagem que o embeleza e o seu conteúdo?
    basta procurar pelo brilho na imagem. ele está lá! tudo o resto é “conversa” 😉
    beijinhos e abraços (muito domingueiros)!
    e Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

    sugestão musical:

    dos plenos poderes

    caríssima(o),

    conforme prometido, eis-me aqui a divulgar o que de melhor foi publicado na edição de hoje do pasquim da Travessa da queimada. os motivos por que o faço já são sobejamente conhecidos, pelo que me escuso de os repetir, e a mim também.

    principio pelo fim, que é como quem escreve, pela notícia de última página a informar que o clássico ante o 5lb ocorrerá na Sexta-feira, dia 23 de Setembro. nesta página, também poderás querer passar os olhos pelas considerandos de josé manuel delgado a propósito da candidatura do actual presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional [LPFP], Fernando Gomes, a presidente da Federação Portuguesa de Futebol [FPF], no seu editorial “e de repente… Fernando Gomes“.

    decorrente daquele editorial, o destaque do pasquim vai para o interesse dos clubes profissionais na eleição de Fernando Gomes, com o seguinte título bombástico “clubes profissionais querem Fernando Gomes na FPF“. para mim, o ênfase desta notícia são (i) a posição de Pinto da Costa sobre os candidatos perfilados e (ii) as preocupações do presidente do 5lb para com estas eleições.

    já o meu destaque vai, por inteiro, para o artigo de Rui Moreira “porque o Ricardo não merece ser queimado“, na sua habitual coluna de opinião PLENOS PODERES.
    ainda não me pronunciei, neste espaço de discussão pública, sobre os últimos incidentes na FPF, nomeadamente da troca de galhardetes (militares) entre Ricardo Carvalho e Paulo Bento. não o fiz porque há muito que não me interesso pelo quotidiano daquela-equipa-que-deveria-ser-de-todos-nós. e não precisarei de o fazer; o artigo em causafala” por mim:

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    porque o Ricardo não merece ser queimado

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    © abola

    e mais nada! quem escreve assim não é gago!
    e está em contra-ciclo com a opinião mazinha de João Bonzinho, em “esmagador!“.
    também são interessantes os artigos de opinião azuis-e-brancos “do plantel dragoniano“, da autoria de Paulo Teixeira Pinto, e “e o futebol?“, da responsabilidade do nosso “senador” Francisco José Viegas.
    o primeiro refere-se a uma análise (muito pessoal) ao nosso plantel; o segundo mais não é do que um resumo a esta semana desportiva e traz inclusa as razões pelo facto da inscrição (tardia) de Miguel Lopes no Real Zaragoza não ter sido aceite pela FIFA.

    por último e para memoria futura, recomendo a leitura atenta das mais recentes declarações do actual presidente do Zbording, Gordinho Lopes.
    atente-se neste título: « há muito tempo que não tínhamos uma equipa com esta categoria! ». ainda não parei de rir! 😉

    beijinhos e abraços!
    e MUITO OBRIGADO! pela tua visita 😉