dos viscondes (e dos) impolutos…

© google

«

um porta-voz da UEFA afirmou, hoje, à Agência Lusa, que «o protesto apresentado pelo ‘spórtém‘ foi declarado inadmissível pelo Comité e Controlo Ética e Disciplina da UEFA».

»

caríssima(o),

só quem já não participa, ao mais alto nível, nas provas da UEFA é que poderia esperar outro desfecho que não aquele…

o que se me apraz dissertar sobre todo este imbróglio e para lá do seu lado ridículo e risível, é que, por arrasto, o nosso clube do coração também será apanhado na corrente de opiniões severamente críticas e trocistas, por parte dos me(r)dia europeus. afinal, não foi o burro do Carvalho que afirmou pomposamente que «nós representamos Portugal; os outros representam províncias ou bairros»?
pese embora a chalaça da coisa, estou mesmo em crer que iremos sofrer um pouco com este total absurdo calimero, sobretudo em termos de arbitragens desfavoráveis. quanto mais não seja, pelos amores que Platini tem por nós… e tudo porque o árbitro viu o lance da discórdia deste ângulo:

© google | blogue Super FC Porto

já o que não tem mesmo graça nenhuma é esse silêncio ensurdecedor por parte de quem redige comunicados mais rápido do que um arranque do Brahimi rumo à área contrária, e o conivente encobrimento pela esmagadora maioria da nossa abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão  agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto), a propósito do mais recente desenvolvimento do circo Cardinal:


© DNonline
(clicar na imagem para ampliar)
por muito menos – bem menos, até! – desceu o Boavista de divisão e sonegaram-nos seis pontos na classificação final do campeonato…
é a tal verdade desportiva à moda Sulista a mesma que, nos processos Apito Dourado e Apito Final termina a sua área jurisdicional no distrito de Leiria…

nunca pensei escrever isto, mas razão tem o mesmo burro do Carvalho quando afirmou que «é um dos casos mais vergonhosos do Futebol português. é uma vergonha para o desporto português e para Portugal»

disse!

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dessas dicotomias calimeras (ou de como as interpretar à minha maneira)

© google | Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)

«

a revolução no spórtém: parte XXXI


entretanto, a bomba tinha rebentado: Paulo Pereira Cristóvão, vice-presidente do clube, é apanhado numa trama, visando um árbitro assistente, Cardinal, ordenando a um sequaz que, num multibanco, depositou uma quantia. [sic] 

a notícia estala nos ouvidos dos adeptos calimeros que, incrédulos, não querem acreditar [sic]. mas, as evidências são demasiadas: o clube, até aí impoluto, orgulhoso, cora de vergonha perante um escândalo sem precedentes na sua história. 

a repulsa de todos os quadrantes, no clube, é geral. 
no Conselho Leonino, eduardo ‘cutty sark‘ bOrroso, os Sampaio, todos!, reprovam “o feito”. godinho flopes, alegando que nada sabia, resiste às pressões, adinado o óbvio. Cristóvão, entricheirado, clama inocência, dizendo-se «alvo de uma cabala» contra o clube [e mesmo que o considere «autofágico»]. na Direcção, Rui Paulo Figueiredo ameaça bater com a porta
mas, não há como fugir [à verdade?] e, em Junho, Paulo Pereira Cristóvão resigna.

entretanto, Oceano, ao leme da equipa, não consegue endireitar o barco, num mar encapelado. o clube agita-se; godinho resiste e prepara mais um golpe de asa. fala-se em mudanças, numa remodelação.
burro do Carvalho visita-me…

»

autor: josé eduardo 

fonte: pasquim da Travessa da Queimada (2014-08-09) 

ps: os negritos, os sublinhados, os itálicos e os destaques são da minha responsabilidade.


caríssima(o),
a brevíssima descrição do autêntico “circo Cardinal” experimentado (a um nível absolutamente  ridículo, diga-se…) lá para os confins da agremiação do Lumiar é da autoria do sr. zé eduardo
sim!, exacto! esse mesmo calimero nojentinho, armado em intelectual(óide) da bola, que, a 25 de Janeiro de 2014 e a 08 de Fevereiro de 2014, teceu-nos, ao Clube e à figura do nosso querido líder e grande presidente que é, uns simpáticos considerandos sobre «chico-espertice», «corrupção», «manipular resultados», «intervenção de “operacionais“», «trapaças, batotas, escândalos»… 
pois claro que sim!, sr. eduardo… olhe, como se diz cá pela minha terra, pimenta no cu dos outros é refresco para mim… e, para bom entendedor, meia palavras basta. e, já agora e porque estou embaladinho, que lhe cresça um pinheiro – de preferência, atravessado -, onde o Sol não brilha, de cada vez que ousar, sequer!, pensar na instituição Futebol Clube do Porto. este último não é um adágio; é mais um sentimento de forte desejo por um verdadeiro parvalhão não conseguir admitir que não há clubes «impolutos», muito menos o spórtém – essa agremiação que até árbitros levou à China na sua comitiva, após finais da Taça de Portugal, conquistadas sabemos nós como
para finalizar, e porque (felizmente) não tenho memória curta, não me esqueço do que muitos escreveram a propósito do Beto, na última final da Liga Europa – mormente os lampiões de serviço e ao dispor daquela agremiação (dita) «gloriosa», que pululam lá para os lados da Travessa da Queimada.
para todos eles, dedico-lhes este vídeo (aqui). e a sugestão de lerem o que se escreve a propósito da Lei 14 (marcação da grande penalidade), mormente da colocação do guarda-redes da equipa defensora (aqui, a páginas 44)
se forem honestos, isentos e imparciais, saberão que o artur foi tudo menos um «ás» e que o seu «momento Júlio César» – como lhe dedicou o intestino” do delgado, na edição impressa desta Segunda-feira – foi alicerçado numa farsa. ou seja, tal e qual como com as acusações que dirigiram ao Beto, em Maio último e que, em Junho, ainda eram muito mal digeridas

mas, como eu sei que isso não vai lá só com hiperligações, pois que dá algum trabalho, eis uma série de imagens pertinentes, no momento em que a bola parte em direcção à baliza:

© Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)
disse!

"até quando?!", pergunto…


© abola | Luís Afonso
(clicar na imagem para ampliar)



caríssima(o),

estou de volta a este salutar conBíBio
confesso que já tinha saudades.

entretanto, nestas últimas (quase) setenta e duas horas de ausência, «apenas e só» entrecortadas por uma telegráfica (mas mais do que justa) posta de pescada“® de apoio ao novel Mariano do nosso plantel, muita cousa se passou, mormente lá para os lados da Segunda Circular. mas, já lá vamos.

nós por cá, também tivemos alguns mosquitos por cordas para contar, sobretudo porque o nome do nosso centenário clube foi envolvido numa estapafúrdia (?) querela entre o sr. de figueiredo e o sr. gomes – uma questiúncula de tão baixo nível que até o nosso querido líder se viu compelido a vir a terreiro pedir satisfações, e informando quem de direito que as altas instâncias futebolísticas europeias terão conhecimento do sucedido.
ao que consta, parece que já não haverá necessidade de emprestarmos dinheiro à FPF; mas que o nosso comezinho futebol está sem qualquer crédito, disso já não tenho a menos dúvida – e não me refiro só às questões do esférico rolando sobre a erva
fossem outros os visados e estou certo que outro galo cantaria – ou «garnisé», que vai dar ao mesmo…


© google | Tomo II




não me pretendo alongar muito em considerandos estéreis sobre a «tragédia» que foi evitada no recinto da agremiação de Carnide – pois que subscrevo o exposto no artigo 5lb não conseguiu evitar a tragédia.
sequer irei fazer humor negro sobre o lamentável sucedido; ao contrário de outros, a hipótese (mesmo que remota) de perda de vidas humanas não é (nem poderá ser!) motivo para risota.
apenas refiro que: 

(i) 

apesar do ar de puro deleite de alguns lampiões, a verem o seu estádio a se desfazer perante os seus olhos (pleonasmo propositado), os deuses estiveram do lado de todos os intervenientes – sobretudo dos espectadores que já não se encontravam no local onde caíram as placas metálicas; 

(ii) 

eu sou do tempo em que um senhor, de seu nome Edgar Cardoso (fervoroso calimero), andou literalmente a pular em cima da pala do antigo Estádio de Alvalade, porque um parecer do Laboratório Nacional de Engenharia Civil apontava para riscos imediatos de queda dessa cobertura da antiga bancada central. seguiu-se a interdição da zona da bancada, por Despacho da Secretaria de Estado da Cultura (da responsabilidade de Pedro Santana Lopes…), tendo o spórtém realizado mesmo o primeiro jogo da época 1992/1993, ante o Tirsense, com a bancada central encerrada (a parte final deste vídeo comprova-o). o eng. Edgar Cardoso surgiu em cena para desmistificar a coisa, garantindo que «a pala é mais segura do que o Viaduto Duarte Pacheco.
por que é refiro este exemplo? por nada de especial… apenas porque acho (no mínimo) sui generis não haver uma vistoria de segurança, ao antr… à «gloriosa» catedral, que se vem desfazendo em glória desde a época transacta, por parte de uma entidade competente e independente – algo que a empresa que construiu a estrutura (de)cadente não é…

(iii)

as declarações de Mário Dias atestam a gravidade do estado de (in)segurança do antr… da «gloriosa» catedral.



© google | Tomo II



entretanto, da edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada deste último Sábado, mais do que o ridículo timing de publicação do sub-artigo de opinião do belenense do sr. serpa (o estranho caso de Fernando) – um autêntico tiro no pé, pois que o foi precisamente no dia em que se anunciou publicamente a prorrogação do contrato do luso-brasileiro até Junho de 2017… -, o que não pude (nem posso!) deixar passar em claro são as seguintes linhas, do abjecto escrito do  Zé Eduardo – antigo craque do spórtém e que ficou conhecido no mundo da bola por um «lance acidental» em que só partiu uma perna a Rui Jordão -, sob o título a golpada lusitana:

«

[]

dou por mim a dizer-lhe que esta chico-espertice lusitana é muito bem aceite e até glorificada. aqui, o anjinho é que é o criminoso; quem é enganado é um idiota. bom, ídolo, inteligente, ser superior, é o dirigente que manipula resultados, que recebe árbitros em casa na véspera de jogos, que lhes oferece férias e grandes jantares, com muita fruta.
acrescento que estas deslealdades estão de tal maneira enraizadas, que até pessoas de bem, tribunos das Letras e das Artes, confundem paixão clubística com a honestidade que lhes é apanágio. vê-los a justificar o que não tem justificação, a endeusarem quem nos flagela com a corrupção, fazendo deles heróis de um País a necessitar de bons exemplos, dói-me e deixa-me envergonhado sempre que um qualquer mister me interroga.

»


a propósito do risível caso dos «quatro minutos» com dolo, e na senda do que o sr. manha escreveu ontem sobre o nosso grande presidente, lá no lixo tóxico que edita todos os dias – «o presidente do FC Porto, responsável de referência do período mais obscuro da história do jogo em Portugal» -, o sô Zé Eduardo volta ao ataque em modos que só ele pode justificar por que os empregou.
bem sei que deveria relevar, mas não consigo esconder a minha incredulidade e calar a minha revolta por tamanha falta de memória. senão, vejamos. este senhor foi capaz de ignorar que:

a)

na época de 1977/1978, na história desportiva do spórtém houve um “tal” de mário luís, que ficou conhecido por «o chinês»… 
e posteriormente, em 1984/1985, houve um “tal” de Howard King, já no “elefante branco”;

b)

e em 1979/1980, houve a “tal” história do Manaca que reproduzo, na íntegra, na segunda parte desta posta de pescada“®, para memória futura;

c)

e como esquecer o tal apoio solidário ao eterno rival (?), também em 1980 – e como já dei conta aqui?

d)

em 2001/2002, o spórtém foi campeão das dezassete grandes penalidades numa só época – um verdadeiro recorde nacional e que ainda não foi quebrado;

e)

o autêntico circo Cardinal que perdura desde Abril de 2012?


tudo estórias da impoluta história leonina. todas elas a cores. todas elas com um clube como denominador comum na tal «chico-espertice». todas elas sonegadas pelos media nacionais com a mesma força inversamente proporcional à filha-da-putice dessa cambada de jornalistas frouxos, que subvertem o rigor da imparcialidade a que estão deontológica e profissionalmente obrigados, denegrindo despudoradamente o nome de uma Instituição centenária (aqui, a partir dos 8’39”).
mas até quando é que o Clube vai ficar calado, a ouvir energúmenos como sô Zé Eduardo a debitarem alarvoseiras e/ou a denegrirem, a seu bel-prazer, o nome centenário da instituição e/ou do nosso querido líder, sem que tenham a devida resposta?! ainda se não tivéssemos uma estação de televisão para comunicar mais rápido e de forma mais eficaz, para as massas 

mas, até quando, porr@?!

disse!








«

MUITA tinta se gastou com o “caso Manaca”, que colocou o futebol português em efervescente convulsão no final da época 79/80. No dia 25 de Maio de 1980, a penúltima jornada do campeonato prometia muitas emoções, dado que Sporting e FC Porto partilhavam a liderança. Enquanto os dragões recebiam o Boavista, os leões viajavam até ao difícil terreno do V. Guimarães. Perder um ponto que fosse poderia significar o adeus ao título.

A semana que antecedeu os jogos foi vivida com grande tensão entre os intervenientes, com algumas notícias a lançar achas para a fogueira, como a oferta, por parte do FC Porto, de um prémio monetário a cada jogador vimaranense em caso de vitória. Mas ninguém conseguiria prever os acontecimentos que acabaram por marcar a vida de um jogador.

Manaca, moçambicano, havia chegado ao V. Guimarães proveniente do Sporting e era um leão assumido. Ao longo da carreira, foi recuando no terreno e, por etapas, passou de avançado a defesa-central, posição que ocupou nesse célebre jogo. De repente, um longo murmúrio sacudiu o estádio.

Via rádio chegou a notícia do golo de Frasco, nas Antas, aos 28 minutos, mas a angústia dos adeptos leoninos não durou muito. Aos 36 minutos, ocorreu o lance que ficou na história.

Num cruzamento para a grande área vimaranense, Manaca saltou com Manoel e cabeceou a bola para a própria baliza. Na reportagem de Record, na altura, pode-se ler: “Seria injusto, no entanto, atribuir a totalidade das responsabilidades a Manaca, já que Melo ficou a olhar para a bola e não saiu para a socar para longe.” Não houve mais golos, apesar do domínio sportinguista, e, mesmo tendo o FC Porto batido o Boavista, por 2-0, os leões podiam praticamente comemorar o título, dado que tinham vantagem em caso de igualdade pontual. No fim-de-semana seguinte, uma vitória contundente sobre a U. Leiria (3-0) confirmou o título.

Mas voltemos a Manaca. Pinto da Costa, então chefe do departamento de futebol do FC Porto, e Hernâni Gonçalves, preparador físico, foram os mais contundentes nas reacções ao autogolo, e as suspeitas de suborno foram levantadas. Inclusive, começaram a circular rumores de que Manaca se teria juntado ao plantel leonino, em Lisboa, nos festejos da vitória sobre o V. Guimarães. Pinto da Costa deu ainda conta de inúmeros telefonemas que recebeu nos dias que antecederam o jogo avisando-o de que Manaca teria tido contactos com o Sporting e o jogo de Guimarães teria sido falado. O jogador, que nunca desmentiu as suas relações de amizade com muitas pessoas ligadas aos leões, negou sempre as acusações: “Saltei com o Manoel e nem vi a bola a bater na minha cabeça. Foi tudo muito rápido e sem intenção.”

De qualquer das formas, Manaca seria dispensado pela Direcção do V. Guimarães três dias depois do jogo, assim como os brasileiros Dinho e Almiro e outro ex-leão, Vítor Manuel, fazendo aumentar ainda mais o clima de suspeição. Os companheiros do V. Guimarães, no entanto, saíram em defesa de Manaca, subscrevendo a seu favor um comunicado em que refutam qualquer acusação.

Também os jogadores do Sporting declararam a sua inocência, “atirando-se” a Pinto da Costa. Eurico, actual técnico adjunto do Benfica, referiu, ironicamente: “É claro, também houve o Manaca, que foi comprado pelo Sporting. Mas, não foi somente ele, o sr. Pinto da Costa está a ser injusto, esquecendo-se dos três jogadores vimaranenses que intervieram no lance do golo, o Ramalho, que deixou o Manuel Fernandes cruzar e o próprio Melo, que tinha obrigação de defender aquela bola. Tudo para cima das costas de um só jogador é uma injustiça.” Manuel Fernandes declarou: “Há indivíduos, realmente, sem vergonha, que não devem medir certas palavras que dizem (…) Sobre o Sporting ter tentado subornar o Manaca, um profissional honesto, decerto esse senhor devia estar a ver-se ao espelho.”

O FC Porto perdeu a possibilidade de obter o primeiro tri do seu historial e, de tão confiante que estava no sucesso final, já estavam prontas, a duas jornadas do fim, camisolas alusivas ao feito. Um autogolo polémico de Manaca estragou o negócio.

TORCATO E MANOLO VIDAL REFAZEM DUPLA DE SUCESSO

José Manuel Torcato e Manolo Vidal, actuais directores do departamento de futebol do Sporting, fizeram parte da conquista do título de 1979/80, o primeiro na qualidade de chefe do mesmo departamento e o segundo como seu “braço direito”. Uma mística de campeões que Luís Duque tenta agora reintroduzir na estrutura leonina. Mas a história de ambos em Alvalade sofreu uma grande convulsão dias após o célebre V. Guimarães-Sporting dessa época.

De facto, a 11 de Junho, a dupla pediu a demissão dos cargos que ocupava, tendo a decisão origem no facto de a Comissão de Gestão (o clube estava sem presidente, com o auto-afastamento de João Rocha) ter recusado a ida de Manolo Vidal com a equipa leonina a uma digressão aos EUA. A “bomba” estalou numa reunião do Conselho Leonino. José Manuel Torcato, presente na sala, logo reagiu à decisão apresentando a sua demissão, no que viria a ser seguido, posteriormente, por Manolo Vidal, solidário com o companheiro.

A questão económica serviu de justificação para o afastamento, algo que deixou Manolo Vidal agastado, pois a organização da viagem pagava a deslocação a 23 elementos. O seu lugar seria ocupado por um elemento da Comissão de Propaganda do clube. Foi o fim de uma dupla que esteve ligada à conquista do título e que agora se reuniu, quase vinte anos depois.

»

(mais) uma prenda antecipada



caríssima(o),

vinte e quatro horas depois do encontro de ontem, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, e que nos colocou um sorriso largo na face (depois de mês e meio de um rosto fechado e de muitas chatices), eis que, de forma (in)esperada, o CD Nacional da Madeira acaba de conquistar um ponto no reino de Alvaláxia – o coiso que dizem que é parecido com um estádio de futebol, dos viscondes falidos da Segunda Circular (mas que, ainda assim, ainda tiveram a arte e o engenho para sacar de dois mil euros para depositar na conta do sr. Cardinal).

porque regresso a este tema extra-Futebol? 

simples e elementar, caríssima(o), e para lá desse (nada) estranho silêncio na Comunicação Social: 
» porque o processo de averiguações foi aberto em Abril de 2012 e as conclusões entretanto retiradas, pelos órgãos colegiais de direito, já fazem parte do anedotário de Direito nacional; 
» porque há um ex-presidente do spórtém «acusado de sete crimes»; 
» porque foi um ex-presidente do spórtém que, embevecido e muito acarinhado pelo deus baco, atribuiu rostos à celebérrima questão do «sistema»;
» porque, esta noite, houve um golo que foi (no meu entendimento) bem anulado ao spórtém, a vinte e cinco minutos do final da partida, por falta de Montero sobre o defesa aquando do primeiro cruzamento (e não do argelino sobre o Miguel), e como o vídeo o demonstra, aos 2’47” (a partida terminou empatada a zero golos. dizem-me que foi o Montero a marcar o primeiro zero, mas ainda não pude confirmar a veracidade desta informação);
» porque já sei que haverá muita choradeira, muita baba, muito ranho, muita calimerice, até ao próximo jogo dspórtém, o qual ocorrerá a 29 do corrente, para a Taça da Liga, tendo-nos como clube visitante;
» porque sempre me convenci de que este spórtém é um flop e o encontro desta noite comprovou-o. e o que resta do campeonato irá demonstrá-lo ainda mais;
» porque, por mais «vergonha [que tenha] de pertencer ao mundo do futebol», o que o bruninho não diz é que, fosse o visado no caso em apreço alguém relacionado com o FC Porto, e a indignação na dita cuja seria diária – para lá da intoxicação da Opinião Pública em geral, e sobretudo da afecta às agremiações da Segunda Circular em particular.


no fundamental, chegamos, portanto, ao final da décima quarta jornada a voltar a depender só de nós para encararmos como possível a revalidação do título de campeões nacionais. 
é certo que ainda falta muito campeonato e, com aquela afirmação acima, estou «apenas e só» a ser optimista e nada, mas mesmo nada!, sobranceiro e/ou arrogante. só não consigo ficar impávido e sereno perante esta nova Realidade:


© zerozero
(clicar na imagem para ampliar)


para finalizar, tendo em consideração o disposto no artigo 13º, do Regulamento das Competições organizadas pela Liga Portuguesa de Futebol (muito pouco) Profissional (a páginas 07) e sabendo que esta última já o contradiz, confesso que estou bastante curioso para perceber o que irão publicar «ambos os três» pasquins diários desportivos cá do burgo. 
é que, até 12 de Janeiro de 2014, iremos estar como líderes do campeonato ex aequo com as agremiações da Segunda Circular, totalizando 33 pontos. mas, mesmo assim, líderes do campeonato.

«este é o nosso destino»:  

«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita 🙂

dessas ‘coisitas’ de somenos que, não chateando, aborrecem um pouco…

© Google | Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)

caríssima(o),

tinha prometido a mim mesmo regressar ao teu conBíBio «apenas e só» (presumivelmente) com o arranque oficial da nova época desportiva, mormente da primeira jornada da (“muito competitiva“) Liga Portuguesa. confesso-te que está difícil de cumprir com o estipulado, como se constata. 😀
mesmo assim e porque não sou indelicado, quero, desde já, agradecer os gentis votos de Boas Férias! que a caríssima Ana Andrade e alguns de vós me desejaram, desconhecendo das minhas actuais intenções. a vós, o meu Muito Obrigado!, na esperança de que eles se concretizem dentro de alguns dias.

folgo em saber que o meu escrito anterior foi indirectamente citado nalguns dos locais que tenho por referência nesse maravilhoso mundo que é abluegosfera“®.
é um bom sinal para este vosso emissor, no sentido em que sente que há receptores das mensagens que transmite quase diariamente – os quais são em número superior aos bitaites que amiúde se publicam na caixa de comentários, invariavelmente pelos seus seguidores mais leais e que não se importam de perder uns minutitos do seu (muito) agitado dia para dar retorno do que acabaram de ler.
(a vós, sem excepção, e que já o fizeram até à presente data e mesmo que só por uma vez, igualmente o meu Muito Obrigado!)

infeliz e invariavelmente, nem todos os que despendem algum do seu tempo em ler os meus considerandos vêm por Bem, sequer são da nossa cor, porventura professam um Amor incondicional pelo Futebol Clube do Porto.
assim sendo e como é comum em quem administra locais de discussão pública (excepto para os teimosos dos lampiões, que persistem em gravitar onde não são desejados) –, é regular o consumo de um curto período de tempo a enviar, para o arquivo geral, breves notas e/ou apontamentos daqueles e que serviriam para aclarar as prosas em causa, mas que eu considero que nem para forrar gaiolas de piriquitos têm utilidade.
ontem, Quarta-feira, dia 24 de Julho, não foi excepção.
uma daquelas breves e despretensiosas observações, foi remetida via e-mail. infelizmente dele não te poderei dar conhecimento, sequer do seu teor, pois sei que és uma pessoa séria, culta, educada, bem formada, com princípios, que se rege pela sã convivência com o Outro, que respeita (e se faz respeitar) a diversidade de opiniões (quando estas são formuladas por Bem), e que, tal como eu, certamente que ficarias incomodada(o). poupo-te a esse inconveniente constrangimento, portanto.

o que me leva a quebrar o meu (forçado) voto de silêncio, e mais uma vez, é o facto de ter sido acusado de ser um «seguidista, uma caixa de ressonância, um carneiro amestrado em prol de um clube corrupto».
trata-se de uma acusação grave! para lá da sua (restante) boa educação, «apenas e só» irei contestar a forma leviana, precipitada, imprudente e (sobretudo) frívola com que foram tecidos aqueles pensamentos.
dou de barato o «seguidista» e o «carneiro amestrado». quem me lê desde os idos tempos (entretanto desaparecidos) do TOMO I certamente saberá que pugno por pensar por mim e que só me deixo influenciar pelo que acredito que é Verdadeiro. nunca fui, não sou, nem serei, uma «caixa de ressonância» em prol seja de quem for; deixo essa tarefa para outros papagaios de serviço (ditos) «gloriosos». tal também se aplica ao meu clube do coração, no sentido em que, mesmo sendo seu indefectível adepto, tal não faz de mim uma pessoa acrítica, antes pelo contrário.

o que já não consigo tolerar é essa verdade goebbeliana“® que persiste em classificar o nosso FC Porto como «clube corrupto». esta inverdade é a mais pura mentira, invariável, geral e mormente arremessada por coisinhos adeptos ilegais afectos ao clube do mito urbano dos «oito milhões e meio…» por Roberto, mais conhecidos porlampiões! por vezes também aparece um visconde de vasquinho calimero (redundância propositada), mas é um caso raro.
porque a prosa já vai extensa não pretendo demorar-me neste (não-) assunto.
para lá do que vai sendo actualizado na página frutinha, calabotes & afins, recomendo vivamente a leitura deste documento sobre o spórtém, elaborado pela massa crítica do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa acerca do processo do impoluto paulo pereira cristóvão.
são dezanove páginas de um filme que dava uma novela e pêras, com a agravante de ter sido protagonizado por «bananas» bem reais.

e pronto! é só! 🙂

somos Porto!, car@go!  
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂