not@s soltas de Basileia… [actualizado]

© uefa

i)

sem sobrancerias bacocas, pois que tal não é nosso apanágio, como há sensivelmente 31 anos, esta noite, em Basileia, o FC Porto concedeu o privilégio de se assistir a uma boa partida de futebol.
(vídeo com resumo aqui e (re)ver jogo aqui)
não afirmo que terá sido um hino ao desporto-rei, mas foi um desafio agradável de se assistir, com muita objectividade no jogo, uma esmagadora posse de bola para quem se apresentou como visitante, procura incessante do golo, solidez defensiva (pese embora aquela desatenção que possibilitou o golo do Basileia no único remate que se fez à baliza de Fabiano), acerto nos passes, variações de flanco assertivas e sobretudo muita personalidade.
o único senão foram aqueles dez minutos finais (mais os descontos), em que fiquei com a nítida sensação que se desacelerou porque o empate já bastava. 
e eu, que acreditei sempre que a vitória ainda seria possível, levei com um balde de água gelada, pois não contava com aquela atitude. compreendo-a, mas custa-me aceitá-la. e ainda agora, decorridas que estão três horas depois do apito para o intervalo

ii)

antes da partida, Paulo Sousa afirmou: 

« O FC Porto é uma das três equipas que ainda não perdeu na Liga dos Campeões, a par do Chelsea e do Real Madrid. Tem dezanove golos marcados e apenas quatro sofridos, o que mostra uma equipa forte ofensiva e defensivamente. Ainda assim, estou confiante de que vamos ser a equipa que mais dificuldades lhes vai criar. »

não foi isso que aconteceu e não foi isso que se viu. ele também não e teve a humildade de o reconhecer, no “intervalo” da partida: 

«Foi o nosso pior jogo desta época. O FC Porto foi superior. Não é que tenha criado grandes ocasiões, mas foi superior. Com este resultado e com mais algumas semanas de trabalho e alguns jogos, espero partir melhor para o segundo jogo, para discutir a qualificação. A minha grande alegria é mesmo essa: hoje, o FC Porto podia ter resolvido a eliminatória, mas ainda estamos vivos. A minha equipa não se conseguiu encontrar, não conseguimos ter a personalidade e a qualidade que é costume termos. »

sempre gostei dele enquanto jogador; admiro-o ainda mais enquanto treinador apesar do autocarro de três andares que apresentou em St. Jacob’s Park.
infelizmente, por terras lusas, é tão difícil encontrar um treinador com esta frontalidade, reconhecendo o melhor jogo do adversário, como um jornalista (digno dessa profissão) capaz de afirmar que foi o FC Porto que tornou fácil a partida e não o inverso. mesmo em jogos da Champions.

iii)

em princípio, tudo aponta para que Óliver vá fazer muita falta no Bessa.
nos finalmente, conto que se esteja a fazer tudo (mas mesmo tudo! e com razoabilidade, claro!) para que permaneça pelo Dragão na próxima temporada.

iv)

Danilo só apontou a grande penalidade (de forma exemplar, diga-se) porque vai para o Barça, na próxima temporada. ou para o Real Madrid. ou para o Liverpool. ou para a Juventus
(modo de ironia off)

v)

esta noite, Casemiro não esteve bem, mas Brahimi esteve pior, complicando o que se pedia que fosse fácil: libertar a chichinha para o colega que estava livre de marcação e (no máximo) a dois metros de si. 
saiu aos 60′. por mim, não teria regressado das cabines.

vi)

num jogo praticamente de sentido único, é impossível não falar do desastre que foi a arbitragem desgraçada de Mark Clattenburg. pior, só se se tivesse revisitado, com muita Paixão e de Mota, a hecatombe de um Machado qualquer, como em Braga…
» como foi possível que Walter Samuel tivesse permanecido em campo os 90′?! e porque raio é que não viu o segundo amarelo pelo grosseiro penalty que cometeu (o segundo da sua conta pessoal…)?!

» porque é que Streller (um avançado…) não viu um único amarelo pelas cinco faltas que cometeu – tantas quantas o Casemiro?!

» será que houve um longo pestanejar colectivo no sexteto de árbitros, aos 30′, que os impediu de vislumbrar o penalty sobre Jackson?!

» e que momento de comédia à la carte foi este?!
© menosfutebol

vii)

após o golo do FC Basel, vi-me forçado a desligar o som à televisão.
até então, aguentei estoicamente; depois daquele momento, a minha paciência estoirou
foi mau demais para ser verdade, num claro (por que eBidente) anti-portismo primário. até a minha esposa concordou em que houvesse silêncio (!!!).

viii)

apesar do que está descrito no ponto anterior, a massa adepta portista que esteve em St. Jacob’s Park a apoiar incondicionalmente o nosso Clube do coração está de parabéns!
foram enormes e conseguiram esse feito extraordinário de silenciar uns adeptos helvéticos que nunca se dão por vencidos ou que não se davam, até nos terem conhecido.

bem-hajam!, rapazes!

ix)

sem comentários:
© google | kosta de alhabaite

x)

num ligeiríssimo aparte, a quem, de boa-fé e por Bem, aceitou o meu repto, lançado em jeito de desafio, ao início da tarde, em nome do nosso Clube do coração, o meu sentido 

muito obrigado!

post scriptum pertinente:

© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa
(clicar na imagem para ampliar)

ó huguinho, vai bardamerd@!

disse!
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not@s soltas de Moreira…

© fotos da curva | Tomo II

i)

desconhecia que o estádio Comendador Joaquim Almeida de Freitas também era uma piscina e que os atletas do Moreirense eram patrocinados pela Speedo, tantos foram os mergulhos, esta noite, em Moreira de Cónegos

ii)

xistrema estava (mais do que) preparadíssimo para fazer estragos, esta noite e não me refiro só ao lance da grande penalidade sonegada ao FC Porto, por falta clara de Marafona sobre Maicon, mas sobretudo por esse lance.
fomos nós e foi este FC Porto, que contrariou, com galhardia e imenso brio, esses intentos e não o contrário (isto é, que foi o xistrema que facilitou e/ou não existiu e/ou não esteve presente)
aliás, a cara de enfado do sr. do apito, quando mandou definitivamente toda a gente para os balneários diz muito do que (não) conseguiu fazer valer…

iii)

Óliver. e é só. 
já começam a faltar palavras. e adjectivos…

iv)

comigo, Tello teria ido tomar banho mais cedo, logo após aquela jogada, aos 61′ em que foi fominha o suficiente para não ter assistido Óliver…
e, como castigo, no próximo jogo começava a partida directamente da bancada. para aprender.

v)

JacKson Martínez vai ter mais um motivo para ficar… na história do FC Porto: foi ele o autor do nosso golo 5000 no campeonato Nacional da Primeira Divisão.

vi)

a propósito deste feito, o meu “amiguinho” rogério aze(ve)do, redigiu um artigozinho bastante interessante acerca do golo 5000 do FC Porto (aqui), o qual foi publicado na edição deste Sábado, do pasquim da Travessa da Queimada.

tudo corria de feição, até ao momento em que o s-a-b-u-j-o do aze(ve)do resolve evidenciar à saciedade, mais numa vez e como afirmei aqui, o autêntico ser pulha, bandalho, torpe, salafrário e sobretudo intelectualmente desonesto e profissionalmente vesgo (por que «gloriosamente» parcial) que ele é.
os motivos porque (re)afirmo o que ele é (também) podem ser descobertos aqui.

vii)

obviamente que também uma palavra de apreço e de muito agrado, para o enorme jogaço de Fabiano, Marcano, Maicon, Danilo, Alex Sandro e Casemiro.
graças a esta defesa, esta noite, em Moreira de Cónegos, houve betão ao invés de areia.

viii)

o Jorge Vassalo tem toda a razão acerca dessas equipazinhas que, interessadas na «contabilidade do pontinho», tornam o nosso campeonatozinho deveras desmotivador e decepcionante para quem o vê.
de facto, com equipas interessadas em defender (no máximo) em 5400 m² (o equivalente à área jogável num meio-campo) diz muito das dificuldades (reais) que existem em se promover um campeonato verdadeiramente mediano e nivelado por baixo. muito baixo.
eu sou dos que considera que o principal erro de Lopetegui, no decurso da primeira volta, foi ter sobrevalorizado os seus adversários, no campeonato nacional, considerando que todos eles jogariam o jogo-pelo-jogo um pouco à semelhança do que acontece na esmagadora maioria dos campeonatos europeus.
estou em crer que, por mais respeito (para mim, verdadeiro e genuíno) que demonstre por eles, esta segunda volta será diferente. para melhor.

ix)

para amanhã e na impossibilidade de perderem «ambas as duas» agremiações da Segunda Circular, estarei a torcer por um resultado que não seja favorável ao Carnide. 
um empate não seria mau de todo pois que detestaria ter que aturar uma semana de comunicados, informações e entrevistas avulsas, do burro do Carvalho, em caso de uma hipotética vitória calimera
disse!

notas soltas de uma ‘capelada’ no estômago…

© espn | Tomo II

1)

a primeira nota é em jeito de desabafo tripeiro, muito à moda da cidade InBicta:

f*d@-se para esta m**d@ toda!  

p*t@ que os pariu a todos, c@*@**o! 

p@neleiros da m**d@!

2)

agora que (ainda não) estou mais calmo, na dobragem para a segunda volta do campeonato, na primeira de dezassete (autênticas) finais, claudicámos. com estrondo. e por culpa própria. e não deveríamos, porque o atraso para o primeiro classificado já era considerável. 
depois do que aconteceu na Pedreira, a entrega que (não) vi no jogo de hoje era a última resposta que esperava, apesar da natural ansiedade que assiste neste tipo de partidas…

seis pontos de atraso e uma partida a mais para quem (ainda) lidera o campeonato. recuso-me a atirar a toalha ao chão, sequer a levantar a cabeça  frases (infelizes) tão habituais nestes momentos…

está (mais) difícil, mas não impossível!

3)

Lopetegui sabia o que lhe esperava. ele tinha-o previsto, antecipado e comentado na conferência de Imprensa. e os jogadores pelo menos alguns deles (e recuso-me a citar nomes, porque não é isso que procuro neste desabafo)? 
a sobranceria da primeira parte deu lugar ao ataque com o coração ao invés da Razão, na segunda. em partidas desta estirpe, raramente dá certo. hoje não fugiu à regra. 
portanto, (mais uma) lição aprendida, nesta época, para todas as partidas que restam, e nas palavras do treinador principal: 

«Temos que fazer mais do que os outros para ganhar. Esse é o nosso objectivo, para superar os adversários, pois o resto não podemos controlar e temos que nos focar nisso: em conseguirmos dominar tudo o que podemos controlar… Temos consciência de que é necessário fazer mais do que os outros.»

4)

não vou destacar ninguém, sequer pela positiva.
nem me vou referir ao absurdo de se ter nomeado uma capela para um eventual «roubo de catedral», pois também não foi por aí, por esses caminhos obscuros que perdemos.
numa partida em que era obrigatório Vencer  o que é bem diferente de se afirmar «era proibido perder pontos» , perdida que foi e pela forma como aconteceu, quem sofre(u) com todo este prejuízo de um colectivo que se revelou inoperante, somos nós: os adeptos indefectíveis que estarão sempre com o Clube, em todos os momentos e independentemente dos nomes que fazem parte da equipas técnica e de futebol.

5)

para os lampiões que amiúde costumam sair da toca só nestas alturas e que já vão fazendo a reserBa de uma festa antecipada (apressada?)e para todas(os) quantas(os) precipitadamente já me vão desejando muitas felicidades, extensíveis a quem eu mais Amo, aquele meu já (re)conhecido «abr@ço fraterno, com votos de que continuem todas(os) a ir pá ganda p*t@ que vos pariu»…

disse!

notas soltas do meu orgulho portista (e tripeiro)… [actualizado]

© google

1.)

Julen Lopetegui t-o-p  a ser ciso, preciso e conciso (e como se impunha, perante os pés-de-microfone):
«Estou muito orgulhoso dos meus jogadores, dos nossos adeptos. Isto é o FC Porto, dentro e fora do campo.»

2.)

depois do escândalo arbitral seria difícil permanecer calado, mesmo para uma competição como a ex-taça da bjeKa®
«Só quero acrescentar às palavras do ‘mister‘ – que disse estar muito orgulhoso dos jogadores e dos adeptos -, que também estou muito orgulhoso do meu treinador. Quem tiver vergonha que a tenha, quem não tiver que não a tenha, porque a vergonha não se compra nas farmácias. Não estou revoltado, estou muito orgulhoso.»

3.)

Helton (com)provou que está «vivo»!
as lágrimas ao sair da Pedreira só poderiam ser de felicidade.

4.)

jogámos com oito jogadores de campo contra dez (mais a equipa de arbitragem) mais de cinquenta minutos.
foram cinquenta minutos de galhardia, na raça, com muito Querer e, no final, um enorme brio perante a derrota (i)moral do único careca no terreno de jogo.
e, claro!, com um apoio enorme vindo da bancada:

fantásticos adeptos! bem-hajam! 

foi um empate com sabor a Vitória perante tanta tamanha injustiça, pelo que não há nada que se possa apontar nem sequer às perdidas do Tello e do Campaña.
só quem nunca jogou futebol  mesmo de praia, aos finais-de-semana, com os Amigos  é que pode encontrar críticas no jogo desta noite, e com todas as suas incidências.

5.)

«atenção: Cosme Machado também não é flor que se cheire, e vai estragar o jogo do FC Porto, em Braga.»
premonitório este comentário anónimo, no dragão até à morte, às 21h42m de… 20 de Janeiro, Terça-feira…
quanto à arbitragem do careca, foi igual a ele próprio: uma merd@! 

© Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)

6.)

#ser’FCPorto’ é não ter receio de levar o seu cachecol predilecto do FC Porto para o trabalho e ser sujeito a bocas foleiras (que as tenho ouvido!), antes um enorme orgulho.

de facto, «contra tudo, contra todos e contra os toLos»!

disse!” 

notas soltas sobre Penafiel (e não só)…

caríssima(o),
afazeres profissionais, mesmo ao final-de-semana, impediram-me de publicar, a tempo e horas, as seguintes notas soltas sobre o encontro de ontem, em Penafiel.
mesmo (conscientemente) correndo o risco de (re)pisar argumentos prévios e/ou tecer considerandos que já foram publicados de forma (bem) mais célere, nesse maravilhoso mundo que é a bluegosfera®, vou arriscar. afinal, sempre será a minha perspectiva sobre o encontro em causa.
portanto, Bamos nessa, Banessa!

i)

foi uma vitória justíssima, daquelas que demonstram de que fibra é feito um grupo de trabalho. e foi uma vitória daquelas que definitivamente decidem campeonatos.
a raça evidenciada ontem faz-me acreditar ainda mais no grupo ao dispor de Lopetegui um treinador que já me convenceu. pode não ser perfeito (quem o é?), mas já teve o condão de me fazer esquecer o pesadelo que foi a época passada, cujo descalabro principiou está a fazer agora um ano (mais mês, menos jornada).

ii)

junto-me à indignação de alguns portistas, por, em pleno séc. XXI, depois do Euro2004 e do melhoramento dos relvados sintéticos, ainda haver batatais no principal escalão do campeonato português de futebol.
o que se me apraz dissertar sobre o coiso de Penafiel que ainda deve ser o original, datado da época 1984/1985 é que (i) nem António Oliveira (sim!, esse mesmo!) optou por o substituir e/ou melhorar e que (ii) quem de direito deveria intervir em casos de flagrante violação das normas, mas não o faz porque não quer. ou porque não dá jeito. ou porque é preferível chatear o pessoal do Dragão. ou «ambas as três» situações.

iii)

em termos de futebol jogado, houve momentos sublimes, sobretudo os que saíram dos pés de Óliver e de Jackson, num coiso que, de ervado tinha muito pouco, e que tanto fica a dever aos imensos batatais por esse país fora…
do colombiano e quando não está preocupado com outros voos, só podemos estar orgulhosos por envergar o nosso manto sagrado. então a forma como cruzou para o terceiro golo em fora-de-jogo», como alguns alegam… mas já lá vamos…), é magistral. e mais sublime o é, por o ter conseguido num autêntico batatal
do pequeno grande génio espanhol, bem… já não há adjectivos para o muito, para o imenso futebol sempre redondo de Óliver. será um novo Frasco? ou então, um clone de João Moutinho? não sei. mas continuo à espera de boas novidades para as próximas temporadas. eu acredito que seremos capazes de o manter nas nossas fileiras! e estou disposto a isso!

iv)

esta nota é para quem se entretém a desvalorizar alguns dos activos do FC Porto.
Herrera, ontem, deverá ter jogado com quatro pulmões, no mínimo. num terreno tão pesado como o do Municipal de Penafiel, terminou a partida como se estivesse no primeiro minuto do encontro (passe o exagero da hipérbole). no entanto e do que já pude ler nalgumas caixa de comentários, nesse maravilhoso mundo que é a bluegosfera®, os elogios são inversamente proporcionais a muitas das críticas tecidas ao mexicano num passado recente…

já sobre a prestação de Casemiro, no seu primeiro ano no clube e numa posição nova para ele, há muito boa gente que já se esqueceu, por exemplo, dos dois primeiros anos do Fernando, que se tornou um polvo (também) à custa de muitos erros, de muitos enterranços… mesmo assim, dessa muito boa gente, certamente que há muitos entendidos, ao ponto de desacreditarem as mais firmes convicções de um Director do Real Madrid…

mas, já sobre as críticas a Tello, não discordo.
confesso que, num pantanal e/ou batatal e/ou coiso alagado como o de ontem, preferia ter visto Ricardo no seu lugar. ao menos sei que não teria medo de pôr o pé quando as exigências assim obrigassem…

v)

gostava muito que os rumores turcos sobre o RQ7 se concretizassem.
estou em crer que se iria respirar melhor no balneário azul-e-branco para as dezassete finais que aí vêm. e que o portismo não iria diminuir, antes pelo contrário…

vi)

acerca dos «três golos ilegais» (por que «todos eles em flagrante fora-de-jogo») e da «grande penalidade perdoada»

antes de tudo, as citações acima foram retiradas de um autêntico manancial de comentários lampiónicos (aqui).

depois, é bom (re)lembrar que as normas internacionais recomendam que, em caso de dúvida, as jogadas deverão prosseguir, beneficiando-se o ataque em detrimento da defesa.

mais: em jogada corrida, os lances duvidosos foram-no, de facto, isto é: mesmo muito duvidosos. e só com o recurso a diversas repetições é que se pôde constatar esse facto e de um ângulo que, em virtude das condições deploráveis do Municipal de Penafiel, não elucida ninguém sequer os profissionais dos comentários anti-portistas. mas, quando o 5lb lá jogou houve as tais linhas geométricas que entretanto, ontem, foram sonegadas…
portanto, só de má-fé é que se pode extrapolar que houve dolo para o Penafiel. e só por manifesto anti-portismo primário é que se pode sonegar tudo o que aconteceu em benefício da agremiação de Carnide ao longo de (pelo menos) dezassete-jornadas-dezassete. sim!, que o andor «glorioso» já (ad)vém de 2012/2013

mesmo assim, atente-se no que foi divulgado à saciedade no jornalixo desportivo tuga:

© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa
(clicar na imagem para ampliar)
© pasquim do ‘Quim Oliveirinha
(clicar na imagem para ampliar)
ou seja: o que são (quase) certezas insofismáveis para o pasquim editado pelo belenense do sr. serpa, o painel de ex-árbitros do pasquim editado pelo Quim Oliveirinha revela ainda mais dúvidas. e um total desencontro nas suas análises, apesar de todos eles terem conhecimento das Leis do Jogo
assim sendo, uma conclusão se pode retirar: em caso de dúvida, o prejudicado é sempre o clube adversário do FC Porto, esse clube malandro e não sei que mais… mesmo assim, não me custa admitir que o primeiro golo do FC Porto, ontem, terá sido obtido em fora-de-jogo; quanto aos outros dois, foram mais do que «limpinhos, limpinhos, limpinhos»

por último: escutar, ler, ouvir, lampiões indignados com a arbitragem de ontem e o seu (pseudo) «campo inclinado», só me dá para rir. e soltar uma sonora gargalhada. são tão queridos estes lampiões, “esquecidos” que estão (e repito-me) de tudo o que aconteceu em benefício da agremiação de Carnide ao longo de (pelo menos) dezassete jornadas. sim!, que o andor «glorioso» já (ad)vém de 2012/2013….

vii)

ao contrário de alguns, beneficiados com xistremas e jogos macios do adversário, na próxima semana não estou a contar com um passeio na pérola do Atlântico, ante o mesmíssimo «clube do guardanapo» que, esta noite, enfardou quatro batatas no bucho…

disse!