do (muito) orgulho tripeiro…


© Tomo II

para que conste:

» o meu muito obrigado! ao E., colega de trabalho e ferrenho defensor do nosso arqui-rival, pela excelente surpresa que nos proporcionou, presenteando o Guilherme com a camisola acima;
» a quem maliciosamente (e só por manifesta má-fé) julgar que foi tudo forçado, considero que o sorriso acima revela todo o ar de enfado e de pura obrigação ante o poder paternal, do meu filhote em ter a camisola vestida;
» o Guilherme só despiu a camisola para tomar banho; 
» ao ir dormir, o Guilherme armou o verdadeiro banzé por não a poder ter vestida; a solução encontrada foi colocá-la ao fundo da cama, virada para ele e a promessa de, amanhã, voltar a vesti-la;
» o pai do Guilherme está extremamente aborrecido e muito chateado com isto tudo, como se depreenderá… 
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de um significado feliz por cada novo ano que se avizinha…


© Miguel Lima (Tomo II)

(clicar na imagem para ampliar)



parece que foi ontem. mas o “ontem” já tem vinte e quatro meses de muita alegria, pois que o momento em que chegou aos meus braços, pela primeira vez, é o golo da minha vida, de uma partida que ainda mal começou e sabe Deus quando terminará.

é o pikachu do Pai e a coisa boa da Mãe, que não sai dos seus corações vinte e quatro horas por dia.
é o traquinas cá de casa que faz com que ganhemos cabelos brancos mais rápido do que o Herrera a acertar um passe de dois metros.

indubitavelmente é a Alma cá de casa. 
e cada sorriso seu é um bálsamo retemperador de energias para o momento que se segue e/ou para um novo dia, onde requererá ainda mais atenção.


foi graças ao seu nascimento que o dia 31 de Dezembro ganhou um novo significado, a partir de 2011: é a saída perfeita de um ano que finda e o alento renovado para o que começa.

este é também o meu desejo para ti:

que o Ano Novo te traga tudo o que mais desejas

(para lá das alegrias que se esperam do nosso clube do coração)

um Feliz 2014 para ti e para os que te são mais queridos



[ segue-se uma série de cinco fotografias que são o reflexo da minha forma de visualizar (sobretudo) uma partida de futebol, cá em casa, em que está presente o nosso clube do coração. tal acontecerá  partir de um no pare, sigue, sigue ali mais abaixo, na segunda parte desta ultra-telegráfica posta de pescada“®logo a depois do «gosto» do faceboKas®
antes e para tua informação, confirmo que as ditas imagens foram tiradas enquanto decorria o encontro de ontem, no reino dos viscondes falidos de Alvaláxia, para a ex-taça da bjeka“®. e que não houve qualquer manipulação photoshópica“® nas mesmas. e que, numa delas, a sua reacção foi espontânea ao remate do Ghilas. e que tirou o adereço, que pertence ao pai, por sua livre e espontânea vontade. e que, para ele, uma partida de futebol é o «goolho» e um golo é sinónimo de «Pooo’too». e que já não fica indiferente à melodia do hino do nosso clube, graças às noites e/ou madrugadas em que o embalei nos meus braços. e que é mesmo tudo verdade e que não estou a mentir e/ou deturpar factos e/ou inventar situações que não aconteceram – pois que posso ser tudo menos lampião e/ou calimero
assim sendo, faço votos para que as ditas sejam do teu agrado 😀 ]


beijinhos e abraços (muito traquinas, e sempre muito portistas)!
Muito Obrigado! pela tua visita 🙂


* © Miguel Lima (Tomo II)



de um raio de sol num dia cinzento…



ele há dias como o de ontem em que a labuta foi tanta, mas tanta!, que a memória mais recente é a de se ter almoçado pelas 17h – e depois de se ter ouvido, por mais do que uma vez, que o funcionalismo público é isto e aquilo, que não se trabalha, e que são todos uma cambada de mamões e não sei mais o quê…

ele há dias como o final da tarde de ontem em que a memória mais recente é a de se ter chegado à viatura de serviço familiar à hora em que o miúdo já deveria estar no banco de trás e a esposa a caminho de nós.

ele há dias como o final da noite de ontem em que, pelos motivos sobeja e tristemente conhecidos, a memória mais recente é a de uma enorme dor de cabeça, pela forma como ocorreu a derrota – e a de uma sensação mais ou menos aguda, mas que incomoda (por ser indisfarçável), igual à de um valente murro no estômago, seguido de um pontapé de biqueira de aço nas partes baixas.

ele há dias como a última madrugada, em que a memória mais recente é a de ter múltiplos pensamentos – desde o de redigir uma posta de pescada“® a apelar ao positivismo e/ou outra a descascar no treinador e/ou estrouta a questionar a funcionalidade do duplo pivôt e/ou uma outra que fosse uma súmula de todas aquelas -, todos eles a desaguarem na recordação ingrata do imenso rio que se abriu na defesa portista ao minuto 86′. e consequentemente de se dar uma uma voltinha no sofá lá da sala, local para onde a esposa dilecta te pediu gentilmente para te retirares, pelas 03h, porque queria passar a noite entregue a um soninho repousante e tranquilizador.

ele há dias como a manhã de hoje, Quarta-feira, em que, depois de algum stress para sair de casa – com alguns ataques agudizados por tudo o que atrás foi (d)escrito -, a caminho do elevador o Guilherme solta, pela primeira vez, depois de alguma insistência da tua parte, logo (não) vindo do Nada (mas certamente de algum lado), um «Poo’too» que ainda te deixa um sorriso largo, enorme, no rosto.
esta ainda é a tua memória mais recente deste dia que aind não acabou e que será recordado para Sempre com o mesmo carinho e (porque não afirmá-lo) orgulho como quando te disse «papá» pela primeira vez.


somos Porto!, car@go! 

«este é o nosso destino»:  
«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!

beijinhos e abraços sempre! muito portistas!

Muito Obrigado! pela tua visita 🙂




dia mundial da criança



© Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)



dezassete meses depois do seu nascimento, um bicampeão pelo clube tricampeão nacional, a crescer a olhos vistos (e bastante palrador, também. não sei a quem sai 😀 )

enquanto comemora (com o papá) mais um campeonato nacional, há uns que não sabem qual é o sabor de um bicampeonato há cinquenta e nove anos (!!) e outros o de um tricampeonato há trinta e seis anos (!!!


beijinhos e abraços (muito traquinas, e sempre muito portistas)!
Muito Obrigado! pela tua visita 🙂



sugestão musical:

«hino do FC Porto (1985)»

António Tavares Telles (letra) | TóZé Brito (música),