do ‘brasão abençoado’ do dia (e um pouco mais)…

© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa

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a mesma imagem com maior resolução aqui ]
entretanto e de como a imagem abaixo cinfirma, a filha da putice do jornalixo tuga continua, «apenas e só» pelo facto de Julen Lopetegui (finalmente!) já ter percebido as regas do jogo:

© Tomo II

(clicar na imagem para ampliar)

a mesma imagem com maior resolução aqui ]
citando Bernardino Barros e por forma a ser simpático e não sonegar as regras da boa Educação que os meus progenitores me deram, para esses «paspalhos» – todos eles! –«olhem, batatinhas»!
disse!
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not@s soltas de Basileia… [actualizado]

© uefa

i)

sem sobrancerias bacocas, pois que tal não é nosso apanágio, como há sensivelmente 31 anos, esta noite, em Basileia, o FC Porto concedeu o privilégio de se assistir a uma boa partida de futebol.
(vídeo com resumo aqui e (re)ver jogo aqui)
não afirmo que terá sido um hino ao desporto-rei, mas foi um desafio agradável de se assistir, com muita objectividade no jogo, uma esmagadora posse de bola para quem se apresentou como visitante, procura incessante do golo, solidez defensiva (pese embora aquela desatenção que possibilitou o golo do Basileia no único remate que se fez à baliza de Fabiano), acerto nos passes, variações de flanco assertivas e sobretudo muita personalidade.
o único senão foram aqueles dez minutos finais (mais os descontos), em que fiquei com a nítida sensação que se desacelerou porque o empate já bastava. 
e eu, que acreditei sempre que a vitória ainda seria possível, levei com um balde de água gelada, pois não contava com aquela atitude. compreendo-a, mas custa-me aceitá-la. e ainda agora, decorridas que estão três horas depois do apito para o intervalo

ii)

antes da partida, Paulo Sousa afirmou: 

« O FC Porto é uma das três equipas que ainda não perdeu na Liga dos Campeões, a par do Chelsea e do Real Madrid. Tem dezanove golos marcados e apenas quatro sofridos, o que mostra uma equipa forte ofensiva e defensivamente. Ainda assim, estou confiante de que vamos ser a equipa que mais dificuldades lhes vai criar. »

não foi isso que aconteceu e não foi isso que se viu. ele também não e teve a humildade de o reconhecer, no “intervalo” da partida: 

«Foi o nosso pior jogo desta época. O FC Porto foi superior. Não é que tenha criado grandes ocasiões, mas foi superior. Com este resultado e com mais algumas semanas de trabalho e alguns jogos, espero partir melhor para o segundo jogo, para discutir a qualificação. A minha grande alegria é mesmo essa: hoje, o FC Porto podia ter resolvido a eliminatória, mas ainda estamos vivos. A minha equipa não se conseguiu encontrar, não conseguimos ter a personalidade e a qualidade que é costume termos. »

sempre gostei dele enquanto jogador; admiro-o ainda mais enquanto treinador apesar do autocarro de três andares que apresentou em St. Jacob’s Park.
infelizmente, por terras lusas, é tão difícil encontrar um treinador com esta frontalidade, reconhecendo o melhor jogo do adversário, como um jornalista (digno dessa profissão) capaz de afirmar que foi o FC Porto que tornou fácil a partida e não o inverso. mesmo em jogos da Champions.

iii)

em princípio, tudo aponta para que Óliver vá fazer muita falta no Bessa.
nos finalmente, conto que se esteja a fazer tudo (mas mesmo tudo! e com razoabilidade, claro!) para que permaneça pelo Dragão na próxima temporada.

iv)

Danilo só apontou a grande penalidade (de forma exemplar, diga-se) porque vai para o Barça, na próxima temporada. ou para o Real Madrid. ou para o Liverpool. ou para a Juventus
(modo de ironia off)

v)

esta noite, Casemiro não esteve bem, mas Brahimi esteve pior, complicando o que se pedia que fosse fácil: libertar a chichinha para o colega que estava livre de marcação e (no máximo) a dois metros de si. 
saiu aos 60′. por mim, não teria regressado das cabines.

vi)

num jogo praticamente de sentido único, é impossível não falar do desastre que foi a arbitragem desgraçada de Mark Clattenburg. pior, só se se tivesse revisitado, com muita Paixão e de Mota, a hecatombe de um Machado qualquer, como em Braga…
» como foi possível que Walter Samuel tivesse permanecido em campo os 90′?! e porque raio é que não viu o segundo amarelo pelo grosseiro penalty que cometeu (o segundo da sua conta pessoal…)?!

» porque é que Streller (um avançado…) não viu um único amarelo pelas cinco faltas que cometeu – tantas quantas o Casemiro?!

» será que houve um longo pestanejar colectivo no sexteto de árbitros, aos 30′, que os impediu de vislumbrar o penalty sobre Jackson?!

» e que momento de comédia à la carte foi este?!
© menosfutebol

vii)

após o golo do FC Basel, vi-me forçado a desligar o som à televisão.
até então, aguentei estoicamente; depois daquele momento, a minha paciência estoirou
foi mau demais para ser verdade, num claro (por que eBidente) anti-portismo primário. até a minha esposa concordou em que houvesse silêncio (!!!).

viii)

apesar do que está descrito no ponto anterior, a massa adepta portista que esteve em St. Jacob’s Park a apoiar incondicionalmente o nosso Clube do coração está de parabéns!
foram enormes e conseguiram esse feito extraordinário de silenciar uns adeptos helvéticos que nunca se dão por vencidos ou que não se davam, até nos terem conhecido.

bem-hajam!, rapazes!

ix)

sem comentários:
© google | kosta de alhabaite

x)

num ligeiríssimo aparte, a quem, de boa-fé e por Bem, aceitou o meu repto, lançado em jeito de desafio, ao início da tarde, em nome do nosso Clube do coração, o meu sentido 

muito obrigado!

post scriptum pertinente:

© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa
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ó huguinho, vai bardamerd@!

disse!

e tu, atreves-te?

© Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)
está à distância de um clique (aqui).

em suma:

quantos mais de nós manifestarem publicamente e junto de quem de Direito, a nossa revolta e a nossa indignação, melhor.
e mais chances haverá de a nossa denúncia poder surtir o efeito desejado.

(para além de que estaremos a contribuir directamente para levarmos o axioma que reza assim: não perguntes o que o Clube pode fazer por ti, antes mas o que podes fazer em prol do Clube ao seu expoente máximo)
disse!

Basileia, meu amor (*)…

© filhos do dragão | Tomo II
caríssima(o),

como já o referi aqui, em Dezembro de 2013, nasci verdadeiramente para este Amor incondicional pelo FC Porto, a resposta surge pronta: 16 de Maio de 1984, próximo das 22h. o nosso clube do coração acabara de perder, para mim de forma inglória, a final da (agora extinta) Taça dos Vencedores das Taças, ante a toda-poderosa Juventus (clube que, na minha opinião, em Itália, tem o mesmo significado que o 5lb em Portugal).
como a minha mãe não se cansa de o repetir (e de mo relembrar, com saudade) foi uma noite de baba e ranho, tinha eu uns estóicos nove aninhos – era um homenzinho crescido e já comia à mesa (e, por vezes, algumas lamparinas. e algumas lagostas, também. amiúde, umas lostras. já bufardos era só quando me portava mal).
mas, por cada lágrima vertida naquela noite e não terei sido o único a fazê-lo; haverá homens feitos que, naquela altura, também terão regressado à sua infância , o nosso clube de Sempre (re)compensou-nos com «um livro de honra, de vitórias sem igual». e felizmente que já têm sido muitas. adiante.

para memória futura e para quem tiver interesse e/ou quiser reviver estórias desse nosso Passado (recente), deixo aqui e aqui dois interessantes artigos sobre Basileia/1984.

já para o encontro de logo à noite, numa partida que terá (pelo menos) 180 minutos, comungo das expectativas cautelosas dos caríssimos Jorge (Porta19) e dragão Vila Pouca.
mais do que assomos de uma sobranceria bacoca, este FC Basel deverá impor-nos muito respeito e como muito bem referiu Julen Lopetegui, na antevisão desta primeira parte. aliás, tenho para mim que a legítima ambição de Paulo Sousa é idêntica à do nosso treinador, e vice-versa no sentido em que «ambas as duas» equipas, como não são consideradas candidatas à vitória final, pretendem fazer um brilharete na competição em disputa, visando atingir a fase seguinte e nada mais do que esse objectivo (um pouco como o «jogo-a-jogo»).
acima de tudo, o que pretendo é que a equipa principal de futebol profissional do FC Porto tenha um comportamento, dentro de campo, em tudo idêntico ao dos miúdos dos sub-19 (escalão júnior), ontem, em Madrid, para a UEFA Youth League.
foram verdadeiros graúdos e estão de parabéns! pelo feito almejado.

entretanto e num outro diapasão, a edição impressa desta Quarta-feira, do pasquim da Travessa da Queimada traz dois artigozinhos que não posso deixar de bitaitar, sequer passar em claro o que neles é insinuado.

o primeiro, da autoria de pedro soares (aqui), aborda as 20 principais guerrinhas do burro do Carvalho desde que chegou ao poder da agremiação desse reino muito distante dos viscondes falidos (e impolutos) de Alvaláxia®. note-se que não referi (propositadamente) presidência, pois que este é um cargo que pressupõe, entre outros, sentido de Estado e de responsabilidade faculdades que o indivíduo clara e inequivocamente não possui, comportando-se como o pior dos cacifeiros calimeros, quando deveria, acima de tudo, ser o exemplo primeiro da agremiação do Lumiar. aliás, ele é o exemplo primeiro e mor do actual spórtém, mas pelos piores motivos, como o dito artigo evidencia…
assim sendo, considero-o muito interessante pois que dá para perceber a autêntica besta que é o fulano em causa e no sentido estrito daquele termo (e sem ofensa para os asininos).


© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa

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a mesma imagem com maior resolução aqui ]

o segundo (aqui) é da autoria de um indivíduo cujo apelido do seu nome remete imediatamente para água choca, tanta é a merd@ que vomita (também) pela sua boca imunda, porca, javarda, nojenta. aliás, tenho para mim que ele é o ignóbil Dâmaso Salcede do pasquim da Travessa da Queimada e conforme se comprova na imagem acima.
no artigo em causa (aqui), hoje voltou a manifestar publicamente o calhorda que é sempre que versa sobre o FC Porto.
a única forma simpática que encontrei para obstar a essa minha vontade inata (por que imediata) de o enviar (mesmo que mentalmente) para três ou quatro sítios que eu cá sei e onde, creio, ele se chafurdaria com um imenso à-vontade, foi de socorrer-me de uma citação do dumbo de Carnide, que eduardo ‘cutty sark‘ bOrroso trouxe à liça no dia de hoje.

ah! e, mais um dia que passa e que a direcção da SAD/Clube permanece num incompreensível silêncio perante a gravidade destes factos. e que o abjecto jornalixo tuga teima em encobrir, em dissimular, em não revelar, numa execrável violação dos deveres deontológicos a que a profissão obriga…

(*) título inspirado neste clássico dos lusos Da Vinci.
disse!

da ‘nortada’ («gloriosa») em dia de Carnaval… [actualizado]

© pasquim do ‘sinhôre‘ serpa

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a mesma imagem com maior resolução aqui ]
caríssima(o),

perante o ensurdecedor silêncio da Direcção do FC Porto e da SAD portista, tenho a ressalvar que, ontem, no 90 minutos à Porto, Bernardino Barros foi a voz de todos nós (vídeo aqui).
aos microfones do Porto Canal, esteve absolutamente irrepreensível. foi simplesmente fantástico, sem papas na língua e chamando os bois pelos seus nomes (vídeo aqui).

pena que, nos últimos dias, perante tanta informação com um teor (no mínimo) gravíssimo, a Direcção do Clube/SAD continue calada, numa estratégia cujo fito ainda não descortinei.
assim se justifica a seguinte mensagem para quem de direito, enviada via faceboKas®:

«

bom dia, dr. Rui Cerqueira.

no decurso deste ensurdecedor silêncio comunicacional da SAD, eis uma leitura que considero deveras interessante (aqui).

sincera e honestamente, tenho pena que tenham que ser bloggers a fazer um trabalho (de desmascarar certas verdades desportivas) que deveria competir, em primeiro lugar e acima de tudo, ao Clube/SAD…

abr@ço
Miguel Lima | Tomo II

»

por último e enquanto não chega o dia de Amanhã (que se espera que «cante» sorridente), eis mais um exemplo (aqui) de um autêntico crápula do jornalixo tuga, contemporâneo de outros anti-portistas básicos (por que primários), com rui cartaxana e alfredo farinha à cabeça. e mais um exemplo de como se consegue branquear aquela verdade (muito pouco) desportiva (por que incómoda) proferida pelo (até então mui adorado e venerado) burro do Carvalho.

post scriptum:

num outro diapasão, digamos que (bem) mais azul, interessantíssimo artigo sobre Basileia (aqui), da autoria de António Simões e que não vem publicado no pasquim da Travessa da Queimada.

e, já agora, uma notícia ‘fresquinha, à atenção da SAD.

por mim, seria sempre bem-vindo!

disse!